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  • Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela terceira vez

    Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela terceira vez

    A noite dessa quinta-feira (22) encerrou a fase de grupos da edição deste ano da Libertadores Feminina, que é disputada em Quito (Equador). As quartas de final começam neste sábado (24), com Corinthians e Palmeiras em campo. No domingo (25), será a vez de o Cruzeiro buscar vaga nas semifinais.

    Os horários dos confrontos ainda serão anunciados pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). O Estádio Banco Guayaquil – casa do Independiente del Valle – será palco dos quatro jogos da fase eliminatória.

    Os cruzamentos tornam possível um duelo 100% brasileiro na final pela terceira vez, repetindo o que ocorreu nas finais de 2019 e 2023. Em ambas, coincidentemente, o Timão levou a taça.

    Há sete anos, Corinthians e Ferroviária mediram forças na decisão em Quito. As Brabas venceram por 2 a 0, com gols da atacante Giovanna Crivelari (atualmente no São Paulo) e da lateral Juliete (que segue no time alvinegro).

    Quatro anos depois, em Cali (Colômbia), a final teve, simplesmente, um clássico entre Timão e Palmeiras. A atacante Millene (hoje no Cruzeiro e fora da Libertadores devido a uma contusão) fez o gol do título corintiano em cima das arquirrivais.

    O Derby Paulistano, aliás, pode se repetir na edição deste ano da Libertadores, mas nas semifinais. As Brabas têm de eliminar o Dragonas (time feminino do Independiente del Valle) e o Verdão superar o Santa Fe (Colômbia). Desta forma, os rivais se enfrentariam na próxima quarta-feira (28), no Casa Blanca, estádio da LDU, valendo vaga na decisão.

    Para que a final seja brasileira, além de Corinthians ou Palmeiras avançarem, será necessário que o Cruzeiro prossiga. A equipe mineira terá pela frente o Libertad (Paraguai) nas quartas. Caso se classifiquem, as Cabulosas pegam quem passar entre Deportivo Cali (Colômbia) e Olimpia (Paraguai), que também se enfrentam no domingo.

    Cabulosas 100%

    Estreante na Libertadores, o Cruzeiro encerrou a participação na primeira fase na última quinta, batendo o Olimpia por 3 a 0, no Banco Guayaquil. A Raposa concluiu o Grupo C na liderança, com três vitórias em três jogos.

    As paraguaias, apesar do revés, passaram na segunda posição com quatro pontos, beneficiadas pela derrota do Bolívar (Bolívia) para a LDU por 6 a 0 no Casa Blanca. O time equatoriano, com três pontos, ficou na terceira colocação da chave, seguido pelas bolivianas, com um ponto.

    Aos 19 minutos do primeiro tempo, Gisseli foi lançada às costas da marcação pela atacante Gaby Rodríguez e chutou cruzado para abrir o placar. Inicialmente anulado por impedimento da lateral, o gol acabou validado após intervenção da arbitragem de vídeo.

    O Cruzeiro ampliou logo no primeiro ataque da etapa final. A meia Pri Back tentou cruzar na área pela direita, a bola acabou indo direto para o gol e bateu no travessão. A sobra caiu nos pés da atacante Marília, artilheira do último Campeonato Brasileiro, e foi para as redes.

    Em ritmo de treino, as Cabulosas ainda marcaram o terceiro. Aos 25, a volante Mari Andrade cruzou pela direita e a meia Rafa Levis, de primeira, completou para o gol e decretou o placar final em Quito.

    Também nessa quinta, houve a conclusão do Grupo D, o único sem clubes do Brasil. O Deportivo Cali garantiu a liderança, com sete pontos, ao vencer o Universidad de Chile por 3 a 2, no Banco Guayaquil. O Libertad empatou em 2 a 2 com o Nacional (Uruguai) no Casa Blanca e ficou na segunda posição, com cinco pontos. As uruguaias (dois pontos) e as chilenas (um ponto) deram adeus.

    Paulistas na ponta

    Os outros brasileiros também se classificaram na liderança de suas chaves. O Corinthians – assim como o Cruzeiro – ganhou as três partidas da primeira fase, assegurando a ponta do Grupo A com a goleada da última quarta-feira (21), por 5 a 1, sobre o Santa Fe, no Banco Guayaquil.

    As atacantes Belén Aquino (duas vezes), Gisela Robledo e Vic Albuquerque, além da volante Duda Sampaio, marcaram para as alvinegras. A meia Kelly Ibargüen fez o gol das colombianas, que avançaram em segundo, com seis pontos. O Colo-Colo (Chile), com três pontos, e o Caracas (Venezuela), zerado, se despediram da competição.

    Ainda na quarta, o Palmeiras garantiu o primeiro lugar do Grupo B ao empatar por 1 a 1 com o Dragonas no Banco Guayaquil. O Verdão teve Gláucia expulsa nos acréscimos da etapa inicial, abriu o placar com a também atacante Bia Zaneratto, mas a volante Evelyn Burgos igualou.

    As Palestrinas foram a sete pontos, dois a mais que o Dragonas, que também avançou. O Belgrano (Argentina), com quatro pontos, e o Universitario (Peru), que perdeu os três jogos que disputou, retornaram para casa.

  • Trabalhadora agredida com tapa no rosto ao cobrar verbas rescisórias receberá R$ 30 mil, decide TRT-11

    Trabalhadora agredida com tapa no rosto ao cobrar verbas rescisórias receberá R$ 30 mil, decide TRT-11

    O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) manteve a condenação de uma empresa comercial de artigos militares ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a uma trabalhadora que sofreu agressões físicas e verbais dentro do estabelecimento quando foi pedir o pagamento das verbas rescisórias a que tinha direito. A decisão foi confirmada em segunda instância, após julgamento de recursos pela Justiça do Trabalho, que também manteve o reconhecimento do vínculo de emprego e a condenação ao pagamento de verbas trabalhistas.

    Inicialmente, o caso foi julgado pelo juiz do trabalho Igor José Cansanção Pereira, da 6ª Vara do Trabalho de Manaus. Em sentença proferida em março de 2026, o magistrado considerou comprovada a agressão praticada pelo homem reconhecido no processo como sócio oculto da empresa. Em agosto, a Terceira Turma do TRT-11, manteve os principais pontos da decisão de primeiro grau.

    Entenda o caso

    Conforme os autos, a trabalhadora compareceu ao estabelecimento após o encerramento do contrato de trabalho para receber as verbas rescisórias. Ela teria chegado uma hora antes do combinado, e foi recebida de forma agressiva pelo ex-superior, o qual questionou de forma irônica e hostil o horário. Durante a discussão, a trabalhadora foi alvo de gritos, xingamentos e de um tapa no rosto. O episódio foi registrado em gravação audiovisual e confirmado pelo depoimento de uma testemunha ouvida no processo.

    Ao analisar as provas, o juiz Igor Cansanção destacou que as imagens contrariam a versão apresentada pela defesa da empresa de que a trabalhadora teria iniciado a discussão de forma agressiva. Para ele, a reação do homem foi desproporcional, mesmo considerando que a empregada havia chegado antes do horário combinado para o atendimento.

    A sentença ressaltou a gravidade da violência praticada no momento em que a trabalhadora buscava receber seus direitos após o fim do contrato. “A agressão física de uma empregada por seu próprio empregador no momento em que comparece para receber suas verbas rescisórias revela um quadro absolutamente intolerável e incompatível com os valores mais elementares de uma sociedade civilizada. O ambiente de trabalho deve ser espaço de respeito, dignidade e proteção à integridade física e moral do trabalhador, jamais de humilhação ou violência”, afirmou o magistrado.

    Julgamento com perspectiva de gênero

    Na análise do caso, o magistrado aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, instituído pela Resolução nº 492/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta orienta a atuação judicial em processos que envolvem violência contra mulheres e busca evitar que estereótipos e preconceitos influenciem a avaliação das provas. O juiz Igor Cansanção também destacou que a proteção da mulher no ambiente de trabalho tem amplo respaldo em normas nacionais e internacionais, como as Convenções 155 e 190 da OIT e a Agenda 2030 da ONU, que prevê a igualdade de gênero e o combate à violência e ao assédio.

    Na sentença, o juiz Igor José Cansanção Pereira destacou que o caso deve ser analisado considerando a persistência do machismo, do sexismo e do patriarcado na sociedade, fatores que podem contribuir para a naturalização da violência contra as mulheres. O juiz também levou em conta a vulnerabilidade social da empregada, que recebia salário mensal de R$ 2 mil, e ressaltou que ela foi encurralada contra uma parede pelo superior hierárquico, em um ambiente onde havia diversas armas de fogo. Para ele, essas circunstâncias agravaram a situação e evidenciaram a “hipervulnerabilidade da reclamante na situação”.

    A decisão também enfatizou que eventuais desentendimentos ou insatisfações com o desempenho profissional não justificam comportamentos violentos nem permitem transferir à vítima a responsabilidade pela agressão. Consta no processo que o agressor alegou ter agido em legítima defesa. Segundo o magistrado, a legislação trabalhista prevê meios adequados para lidar com problemas na relação de emprego, como a dispensa sem justa causa, quando cabível. “O que jamais se pode admitir, em qualquer circunstância, é que divergências ou insatisfações no ambiente de trabalho sejam respondidas com violência física”, afirmou o juiz, ao destacar a violação à dignidade da trabalhadora e a necessidade de combater padrões históricos de dominação e agressão contra as mulheres.

    A sentença considerou o relato da trabalhadora em conjunto com as gravações e o depoimento testemunhal. Para o magistrado, a agressão ficou comprovada pelo conjunto de elementos apresentados no processo. Com esse entendimento, a empresa foi condenada ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais decorrentes das agressões físicas e verbais.

    Segunda instância

    A Terceira Turma do TRT-11 manteve a indenização de R$ 30 mil. Por unanimidade de votos, o colegiado entendeu que a agressão causou ofensa grave à integridade física da trabalhadora, expondo-a a sofrimento e humilhação. Por isso, manteve o valor da indenização por danos morais equivalente a 15 vezes o salário da vítima, por considerar proporcional à gravidade do caso e adequado para compensar o dano e cumprir seu efeito pedagógico, sem impor prejuízo financeiro excessivo à empresa condenada.

    Vínculo de emprego e direitos trabalhistas

    Além da indenização pelas agressões, a Justiça do Trabalho reconheceu que a trabalhadora manteve vínculo de emprego entre junho e outubro de 2025, com projeção do aviso-prévio até novembro daquele ano. O contrato não havia sido registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

    A empresa foi condenada ao pagamento de aviso-prévio, saldo de salário, 13º salário proporcional, férias proporcionais acrescidas de um terço, multa por atraso no pagamento das verbas rescisórias e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com a multa de 40%, conforme os critérios definidos na decisão. Também foi mantida a indenização de R$ 3 mil por danos morais relacionada à ausência de registro na carteira de trabalho.

  • Gastos com alimentação e supermercado são os que mais pesam no orçamento dos brasileiros, segundo Serasa

    Gastos com alimentação e supermercado são os que mais pesam no orçamento dos brasileiros, segundo Serasa

    • Levantamento revela que 59% dos consumidores apontam despesas com alimentação entre as que mais comprometem o orçamento;
    • Terceira e quarta semanas do mês são as mais difíceis para 41% dos entrevistados;
    • Quando o dinheiro pode não ser suficiente, 29% reduzem gastos não essenciais e 22% buscam renda extra;
    • 75% dos entrevistados afirmam planejar os gastos antes do início do mês frequentemente.

    Os gastos essenciais estão entre os principais desafios para fazer o dinheiro durar até o fim do mês. Uma pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que alimentação e supermercado estão entre as despesas que mais pesam no orçamento para 59% dos brasileiros, seguidas por moradia, aluguel ou financiamento (40%) e contas da casa (32%). Nesse cenário, 41% dos entrevistados apontam a terceira e a quarta semana como os períodos mais difíceis para equilibrar as finanças, enquanto 13% afirmam enfrentar dificuldades durante todo o mês.
    O levantamento também mostra que 28% precisam fazer cortes ou ajustes, adiar pagamentos ou lidar com despesas que não conseguem quitar dentro do próprio mês, evidenciando como o orçamento fica pressionado diante dos compromissos financeiros cotidianos.
    “Fazer o dinheiro durar até o fim do mês exige olhar tanto para o valor das despesas quanto para as datas em que precisam ser pagas”, explica Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. “Mas os dados também mostram que o desafio vai além da organização: quando os gastos essenciais consomem grande parte da renda, a margem para ajustes fica menor.”

    Entre cortes e novas fontes de renda
    Para enfrentar o aperto financeiro, os consumidores combinam mudanças nos hábitos de consumo com alternativas para complementar a renda e reorganizar os pagamentos. Quando percebem que o dinheiro pode não ser suficiente até o fim do mês, 29% reduzem gastos não essenciais e 22% buscam renda extra.
    O cartão de crédito aparece como o principal recurso utilizado para cobrir despesas em momentos de insuficiência de dinheiro nos últimos 12 meses, citado por 28% dos participantes. Ao mesmo tempo, a fatura do cartão lidera entre os compromissos que deixaram de ser pagos por falta de recursos, mencionada por 25% dos entrevistados.
    “O limite do cartão não deve ser tratado como uma extensão da renda. Antes de utilizá-lo para cobrir uma despesa, é importante verificar como a fatura será paga e quanto das próximas receitas já está comprometido com parcelas. Caso contrário, a solução para um mês pode aumentar a dificuldade no seguinte”, alerta Aline.

    Planejar o mês e acompanhar as semanas
    Apesar dos desafios, o planejamento faz parte da rotina de grande parte dos consumidores: 75% dos entrevistados afirmam planejar os gastos antes do início do mês frequentemente. Para organizar as finanças, 46% utilizam cadernos e anotações, enquanto 21% recorrem a planilhas.
    Os resultados mostram, no entanto, que o hábito de planejar não elimina as dificuldades para equilibrar o orçamento, especialmente diante do peso das despesas essenciais, dos imprevistos e da renda disponível. Nesse contexto, acompanhar as finanças ao longo das semanas pode ajudar a identificar a necessidade de ajustes antes que o dinheiro acabe.
    Além do planejamento, os brasileiros também adaptam a rotina para fazer a renda durar até o próximo mês. Entre as estratégias relatadas, 36% deixaram de sair de casa para economizar e 21% realizaram trabalhos extras ou “bicos” que normalmente não fariam.
    “O planejamento precisa continuar ao longo do mês. Registrar os gastos, acompanhar o saldo disponível e revisar as próximas contas ajuda a perceber o aperto antes das semanas finais. A ferramenta pode ser um caderno, uma planilha ou um aplicativo: o importante é manter as informações atualizadas para orientar as decisões”, finaliza a especialista.

    Metodologia

    Pesquisa realizada em parceria com o Instituto Opinion Box entre 29 de setembro e 5 de outubro de 2026 com 1.008 entrevistas online em todo o território nacional. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.

  • Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado

    Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novo medicamento para o tratamento do câncer de pulmão. O Emrelis (telisotuzumabe vedotina) é indicado para pacientes adultos com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) com as seguintes características: não escamoso, localmente avançado ou metastático, com receptor do fator de crescimento epidérmico tipo selvagem, com alta superexpressão da proteína c-Met e que receberam terapia sistêmica previamente.

    Em nota, a Anvisa destacou que o medicamento foi desenvolvido para reconhecer e se ligar seletivamente à proteína c-Met presente na superfície das células tumorais, permitindo a internalização do complexo e a liberação intracelular da monometilauristatina E, resultando em morte celular direcionada.

    De acordo com a agência, a aprovação do Emrelis foi fundamentada sobretudo em resultados de um estudo conduzido em pacientes previamente tratados com CPCNP. O medicamento demonstrou taxa de resposta objetiva de 29,2% na população total avaliada. Entre os pacientes com alta superexpressão de c-Met, foi observada taxa de resposta de 34,5%, “associada a respostas duradouras e benefício clínico relevante em um cenário terapêutico com opções limitadas”.

    Ainda segundo a Anvisa, o câncer de pulmão figura como uma das principais causas de mortalidade pela doença no mundo. O CPCNP representa aproximadamente 85% dos casos, sendo que cerca de 70% correspondem ao subtipo não escamoso, alvo da medicação aprovada.

    “Pacientes com doença localmente avançada ou metastática (quando as células do tumor se propagam para outras partes do corpo) apresentam prognóstico desfavorável. Após a quimioterapia e imunoterapia, há uma limitada disponibilidade de terapias”, reforçou a agência.

    Câncer de mama

    A Anvisa também aprovou o registro do medicamento Poherdy (pertuzumabe), indicado para o tratamento de câncer de mama metastático e para câncer de mama em estágio inicial.

    No caso da doença metastática, o uso é indicado em combinação com trastuzumabe e docetaxel, voltado para pacientes com câncer de mama HER2-positivo metastático ou localmente recorrente não operável, que não tenham recebido tratamento prévio com medicamentos anti-HER2 ou quimioterapia.

    Já para pacientes com câncer de mama inicial, a indicação é o uso combinado com trastuzumabe e quimioterapia, para os seguintes casos:

    tratamento neoadjuvante (antes da cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo localmente avançado, inflamatório ou em estágio inicial, com elevado risco de recorrência como parte de um esquema terapêutico completo para o câncer de mama inicial.

    tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo em estágio inicial, com elevado risco de recorrência.

  • Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro

    Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  emitiu alerta para reforçar a proibição do uso do suplemento alimentar ashwagandha no Brasil. A erva asiática tem sido indicada, principalmente pela rede social TikTok, para relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.

    Em nota, a Anvisa citou o caso de uma mulher britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após o uso do produto e reforçou que o suplemento não tem registro no Brasil.

    “Sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. A substância não integra a lista de ingredientes autorizados para uso nesse tipo de produto.”

    A agência destacou que suplementos alimentares figuram como alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.

    “É terminantemente proibido vincular o uso desses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças.”

    Entenda

    A Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018 define que suplementos alimentares devem ser feitos com substâncias autorizadas e podem conter aditivos e ingredientes de uso tradicional em alimentos, adicionados ao produto para dar sabor, cor e aroma, entre outras funções. 

    São produtos para consumo via oral em formas de comprimido, cápsula, pastilha, pó e barra, destinados a suplementar a alimentação de pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos. “Nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos”, alertou a Anvisa.

    “Essa decisão deve ser avaliada com a ajuda de profissionais de saúde qualificados e envolve diversos fatores, incluindo a condição atual de saúde, a qualidade da alimentação e a prática de atividade física. Se houver necessidade de suplementar, cabe aos profissionais de saúde a orientação sobre o tipo de suplemento, a quantidade, quando e como tomar.”

    Riscos

    De acordo com a agência, a maior parte dos perigos associados ao consumo de suplementos alimentares está ligada a produtos irregulares – seja pela presença de substâncias não avaliadas pelos órgãos reguladores ou por falhas nas condições de fabricação.

    Os riscos, entretanto, não se restringem a produtos clandestinos. Segundo a Anvisa, itens devidamente legalizados também podem prejudicar a saúde quando consumidos em desacordo com as necessidades do paciente e as instruções de uso.

    “Diante disso, vale reforçar a importância de consultar rigorosamente as indicações do fabricante, respeitando dosagens, advertências e restrições informadas no rótulo e na embalagem de cada produto.”

  • Emissão líquida de poluentes no país cai ao menor nível desde 2012

    Emissão líquida de poluentes no país cai ao menor nível desde 2012

    O Brasil emitiu, em 2025, 1,41 bilhão de toneladas líquidas de CO2 equivalente (GtCO2e) em gases do efeito estufa. O valor significa uma redução de 9% em relação aos 1,489 bilhão de toneladas líquidos de gás carbônico equivalente emitidos em 2024, levando o país a atingir o menor valor líquido desde 2012.

    Sem considerar a remoção de carbono pela vegetação secundária, que cresceu, e pelas áreas protegidas, o país emitiu 2,06 bilhões de toneladas de CO2 equivalente (GtCO2e) brutos em 2025. Isso representa uma queda de 6% em relação ao total bruto de 2,19 GtCO2e emitidos em 2024. Esse foi o menor volume bruto emitido desde 2018.

    Os dados são da 14ª edição do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa lançada nesta quarta-feira (21) pelo Observatório do Clima.

    Na avaliação do coordenador do Seeg e pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema), David Tsai, os números mostram que nos últimos quatro anos o Brasil cortou em um quarto as suas emissões brutas.

    “É um feito digno de nota, dado que nos 13 anos anteriores, desde que publicou sua Política Nacional do Clima em 2009, o país viu suas emissões crescerem em dois terços”, comemora.

    Recorde

    Em 2025, o valor total das emissões brutas foi novamente influenciado pela redução do desmatamento, classificado no Seeg como mudança de uso da terra.

    O setor respondeu por 814 MtCO2e, uma queda de 15% nas emissões brutas, em relação às emissões de 957 MtCO2e, no ano de 2024.

    Quando considerados os valores líquidos do setor de mudança de uso da terra, a queda entre 2024 e 2025 foi de 48%, passando de 311 MtCO2e para 162 MtCO2e, o menor valor para o setor em toda a série histórica do Seeg.

    Setores

    As emissões brutas dos demais setores sofreram pouca variação para mais ou para menos em 2025. A agropecuária teve queda de 0,1%, tendo sido responsável por 626 MtCO2 do total de emissões britas.

    O setor de energia cresceu 1,2% em emissões, passando de 422 MtCO2e, em 2024, para 427 MtCO2e, em 2025. Os processos industriais e uso de produtos variaram positivamente apenas 0,2%, ao manter as emissões em 94 MtCO2e.

    O setor de resíduos foi o que registrou a maior alta entre 2024 e 2025, crescendo as emissões em 3,6%, de 92 MtCO2e para 96 MtCO2e.

    A participação da mudança de uso da terra nas emissões brutas do país, em 2025, responde por 39% do total e as emissões diretas da agropecuária, respondem por mais 30%. Juntas, quando consideradas emissões diretas e indiretas do setor, elas tornam a agropecuária o maior emissor nacional.

    O setor de energia aparece em seguida com 21%.

    Os processos industriais e a gestão de resíduos responderam, em 2025, por 5% do total de emissões, cada um.

    Meta

    Com essas reduções, o país ficou a apenas 85 milhões de toneladas de cumprir a meta climática estabelecida para 2025, em sua primeira Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC na sigla em inglês), apresentada em 2015.

    A meta previa que o país limitaria as emissões líquidas de gases de efeito estufa a 1,32 GtCO2e, em 2025, valor que deverá ser alcançado este ano, após queda recorde de desmatamento na Amazônia e Cerrado.

    “Infelizmente a gente ficou ainda um pouco acima, mas bem próximo da meta. Em 2030, tem uma meta mais baixa, mas em 2026 a gente vai estar entre a meta de 2025 e a de 2030 “, avalia David Tsai.

    Dados prévios divulgados pelo Observatório do Clima apontam uma emissão líquida negativa por desmatamento para este ano, com um valor estimado em menos 24 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MtCO2e).

    Para 2030, a meta estabelecida pela segunda NDC do Brasil, apresentada em 2025, busca reduzir as emissões nacionais para uma faixa entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de CO2e.

    “É uma grande vitória a queda das emissões pelo desmatamento, mas se os outros setores, a partir de agora, não começarem a reduzir as suas emissões vai ficar difícil a gente conseguir cumprir as próximas metas da NDC”, alerta David Tsai.

  • Fome atinge mais de um quarto da população mundial

    Fome atinge mais de um quarto da população mundial

    O alto comissário dos Direitos Humanos da ONU, Volker Turk, advertiu nesta semana que mais de um quarto da população mundial enfrenta dificuldades para obter alimentos de qualidade.

    Na 54ª Sessão Plenária do Comitê de Segurança Alimentar Mundial, CFS 54, Turk classificou a situação como uma tragédia evitável e afirmou que o problema principal não é a escassez de recursos no planeta, mas sim a negação dos direitos humanos.

    Desperdício e desigualdade no campo

    Segundo Turk, a quantidade global de alimentos é afetada por falhas estruturais e econômicas.

    Um dos problemas apontados pelo chefe de direitos humanos é o desperdício. No mundo, um bilhão de refeições não é aproveitada diariamente nos lares.

    Outro é a concentração de terras. Atualmente, 1% das fazendas controlam mais de 70% de toda a terra fértil disponível, excluindo pequenos agricultores, pescadores e pastores locais.

    As mulheres agricultoras e povos indígenas também enfrentam barreiras na a falta de apoio governamental e de acesso à terra.

    Fome como tática de guerra

    O alto comissário também destacou o impacto dos conflitos armados e da degradação ambiental na segurança alimentar global.

    De acordo com ele, as guerras e o deslocamento forçado contribuem para crises agudas de fome em 12 dos 13 atuais locais críticos de conflito no mundo. Nesses casos, esses métodos são usados como táticas de guerra e de ataques direcionados a trabalhadores humanitários.

    Além disso, milhões de hectares de terras agrícolas férteis são perdidos anualmente para a desertificação, agravado pelo uso predatório do meio ambiente.

    Caminhos para mudança

    Volker Turk defende a adoção de uma economia de direitos humanos fundamentada em proteção social, tributação justa e políticas agrícolas voltadas para a erradicação da pobreza.

    O alto comissário concluiu pedindo aos governos pelo acesso equitativo à terra, à água e às sementes, pela proteção de defensores de direitos humanos e ambientais.

    Outro apelo é em favor do cumprimento das regras do direito internacional humanitário para garantir que a fome não mais seja usada como tática de conflito.

    A CSF 54 acontece até sexta-feira na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, em Roma. Com o tema “fazendo a diferença na segurança alimentar e nutrição”, o evento discute o programa de trabalho plurianual para 2028-2031

  • ‘Manaus é Plástico?’ traz obras de 29 artistas amazonenses inspiradas nas vivências de bairros da capital em exposição gratuita no Centro

    ‘Manaus é Plástico?’ traz obras de 29 artistas amazonenses inspiradas nas vivências de bairros da capital em exposição gratuita no Centro

    Manaus recebe a partir desta sexta-feira, 23 de outubro, a exposição coletiva “Manaus é Plástico?”. Com curadoria do coletivo artístico Caramelos Trabalhando, a ação faz parte do projeto “De Olho no Meu Bairro” e reúne o trabalho de 29 artistas amazonenses. A entrada para a exposição é GRATUITA e a abertura ocorre a partir das 18 horas no Mercado de Origem da Amazônia – Complexo Boothline, localizado na rua Tamandaré, 22, Centro de Manaus. Após este evento, a exposição permanece no espaço até o dia 5 de novembro, podendo ser visitada das 9 horas às 17 horas, de segunda à sábado.

    “Manaus é Plástico?” faz parte da segunda edição do projeto “De Olho no Meu Bairro”, uma residência artística que reuniu diversos artistas para pensar sobre arte, cultura e o local onde moram. Para Andrew Ponto, produtor cultural da ação, o objetivo de finalizar o projeto com esta exposição é reafirmar a diversidade da Amazônia. “Manaus ferve de arte contemporânea, dispõe de novos artistas, e com isso a ‘Manaus é plástico?’ brinda a longevidade e efemeridade da urbanidade manauara”, afirma Andrew Ponto.

    Com obras de 29 artistas amazonenses, de 20 bairros diferentes da capital, “Manaus é Plástico?” também reforça o objetivo do projeto “De Olho No Meu Bairro” em aproximar vivências e paisagens distintas de cada área da cidade para mais pessoas. “Ao falarmos sobre os bairros, estamos focando nos seres e elementos cotidianos que concebem o que é a cidade”, define Andrew Ponto.

    A exposição coletiva apresenta obras dos artistas: Ana Abreu, Marcos Túlio, Fernanda Castro, Rato Compacto, Drawsaji, Caio Tinoco, Sacilândia, Elis Regina, Vic.k, Ang, Nico, Brnda, Kai Uriel, Sindell Amazonas, Larissa Vitor, PHLucas, Ports, Vivian Evangelista, Raeylane, Randy Souza, Frernadas. Todos estes participaram da residência artística promovida pelo projeto “De Olho No Meu Bairro”. “Manaus é Plástico?” conta também com obras de oito artistas convidados que são: Stanley Deadboto, Madusa, Marieta, Rattta, Lenú, Rod, Lukka e Daniel Esteves.

    “Manaus é Plástico?” é uma realização do coletivo Caramelos Trabalhando em conjunto com agentes culturais de Manaus. Já sobre as obras que integram a exposição, há produções em diversas linguagens como pinturas, colagens, instalações e performances. Para Manuo, responsável pelo apoio operacional da ação, a exposição “põe em prática o compromisso do projeto ‘De Olho no Meu Bairro’ de falar sobre a territorialidade através da pluralidade dos artistas emergentes da capital”.

    Jasmim Durão participou das oficinas do projeto “De Olho no Meu Bairro” e agora integra a exposição coletiva “Manaus é Plástico?”. Ela diz estar ansiosa para a recepção de sua obra e está curiosa para ver o que os seus colegas vão produzir durante os dias finais de organização. “Vi o trabalho deles durante as oficinas e tenho certeza que vão entregar artes originais que podem surpreender a todos”, ela afirma.

    Outro artista que também vai participar da exposição é Nico Telles, que espera que sua obra atinja uma grande quantidade de pessoas para que “possam refletir sobre suas relações com o meio em que vivem, sobre situações que já sofreram e já observaram em seus bairros”.

    De Olho no Meu Bairro

    Dos 29 artistas que irão compor a exposição coletiva “Manaus é Plástico?”, 21 participaram da residência artística promovida pelo projeto “De Olho no Meu Bairro”, realizado pelo coletivo Caramelos Trabalhando. Entre os meses de julho e agosto de 2026, os residentes participaram de diversos encontros, em diferentes zonas de Manaus, com a finalidade de ampliar seu repertório artístico e ter contato com outras paisagens urbanas da capital.

    Andrew Ponto afirma que a realização das oficinas superou as suas expectativas e teve um saldo extremamente positivo. “Na Caramelos Trabalhando, acreditamos na educação como agente de transformação, e foi gratificante ver como os envolvidos na residência artística expandiram suas perspectivas por meio do diálogo entre teoria, prática e troca coletiva”, ele afirma.

    As oficinas envolveram técnicas de uso de materiais alternativos/recicláveis para obras artísticas, moda sustentável, zines, cerâmica e serigrafia. Já os oficineiros de cada encontro foram, respectivamente, Sisi Rolim, Ariska Derii, Onça Clandestina, Lu Saturno e Ducoq.

    Sobre as oficinas, Jasmim Durão diz que sua experiência foi libertadora, já que antes produzia apenas arte digital, “mas com essa oportunidade eu pude comprar meus primeiros materiais de pintura”. Ela ressalta também que se sentiu acolhida e que a experiência da residência artística lhe fez se sentir “uma artista de verdade”. “Claro que todos somos artistas, mas nessa residência, sinto que ‘desbloqueou’ algo em mim e agora já até comecei a preparar meus próximos trabalhos”, complementa Jasmim.

    Já para Nico Telles, o período de oficinas foi uma experiência edificante para o seu portfólio e abrangente em relação ao seu conhecimento de artistas locais. “A troca de experiências com os residentes e as conversas com os facilitadores das oficinas agregaram bastante em conhecimentos sobre diferentes processos práticos apresentados”, ele ressalta.

    Expectativas

    Para Andrew Ponto e Manuo, a principal expectativa é que a exposição coletiva “Manaus é Plástico?” seja uma forma de abrir novos caminhos para os artistas que integram a ação. “Desejamos que ela venha como uma celebração e um contato direto entre os artistas e o público, a arte e o território, a natureza e o urbano, proporcionando reflexões sobre quem faz e quem vive a cidade”, eles completam.

    Já Nico Telles diz que “Manaus é Plástico?” reúne uma interpretação mais sensível de cada região de Manaus. “A exposição final apresenta diversas visões artísticas recheadas de temas pertinentes abordados nas oficinas, unindo vivências de diferentes locais e resultando na ampliação de olhares voltados aos bairros”, ele afirma.

    Jasmim Durão finaliza dizendo que o fim da residência artística “De Olho No Meu Bairro” com a exposição “Manaus é Plástico?” é gratificante. “Traz aquele gostinho de encerramento de ciclo, de celebração e vontade de repetir novamente. Porque me imagino daqui a alguns anos sempre voltando a mencionar essa exposição, que é a minha primeira e de muitos colegas também, então tudo isso é muito significativo”, ela conclui.

    Este projeto é realizado com o apoio do Governo do Estado do Amazonas, do Conselho Estadual de Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, bem como do Governo Federal, através da Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura.

    Sobre o coletivo Caramelos Trabalhando

    O Caramelos Trabalhando é uma iniciativa cultural de Manaus (AM) que desenvolve projetos em artes visuais, formação artística e ações culturais voltadas à experimentação, memória, território e participação comunitária. Por meio de oficinas, exposições, residências e projetos colaborativos, busca fortalecer a produção cultural local e ampliar o acesso à arte e à cultura.

    Serviço

    O que: Abertura da exposição “Manaus é Plástico?”

    Quando: 23 de outubro, a partir das 18 horas

    Onde: Mercado de Origem da Amazônia – Complexo Boothline, localizado na rua Tamandaré, 22, Centro de Manaus

  • Atalaia do Norte viabilizará transporte para eleitores da Terra Indígena Vale do Javari

    Atalaia do Norte viabilizará transporte para eleitores da Terra Indígena Vale do Javari

    O impasse envolvendo o transporte de eleitores residentes na Terra Indígena Vale do Javari para o segundo turno das Eleições Gerais foi solucionado na tarde desta quarta-feira (21/10), em reunião com apoio do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM). A Prefeitura de Atalaia do Norte procederá com apoio logístico e fornecimento de combustível.

    A terra indígena está localizada no extremo oeste do Estado do Amazonas, em região de fronteira internacional entre Brasil e Peru. O território abrange os municípios amazonenses de Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Jutaí e São Paulo de Olivença.

    O alinhamento reuniu o prefeito Denis Paiva, representantes da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), da Câmara Municipal e demais autoridades do município, além de lideranças indígenas de outras associações.

    De acordo com o promotor de Justiça Miguel Ângelo da Silva Ribeiro, o anúncio do chefe do Executivo municipal contribui para solucionar o problema, que ganhou ampla repercussão na imprensa.

    “Há uma questão de bastidores, mas o importante é que o pleito transcorrerá normalmente, e os indígenas terão garantido seu direito ao voto e ao transporte”, comentou o membro do MP.

    O segundo turno das Eleições Gerais está marcado para o próximo domingo (25/10), em todo o Brasil.

  • Casal é assaltado por dupla armada em motocicleta no bairro Monte das Oliveiras, em Manaus

    Casal é assaltado por dupla armada em motocicleta no bairro Monte das Oliveiras, em Manaus

    Dois jovens, um homem e uma mulher, foram vítimas de um assalto na noite de quarta-feira (21), no bairro Monte das Oliveiras, zona norte de Manaus. A ação criminosa aconteceu por volta das 18h34, na rua Campos Sales, e foi registrada por câmeras de segurança instaladas na região.

    Criminosos ameaçaram vítimas com armas de fogo

    Imagens do circuito de monitoramento mostram o momento em que dois homens, que estavam em uma motocicleta, se aproximam do casal e anunciam o assalto.

    Durante a abordagem, os suspeitos utilizaram armas de fogo para intimidar as vítimas e exigir a entrega dos pertences. Em poucos instantes, os criminosos roubaram os celulares dos jovens e fugiram na motocicleta, tomando rumo desconhecido.

    A ação foi rápida, e as imagens poderão ajudar na identificação dos envolvidos.

    Polícia deve utilizar imagens nas investigações

    Até o momento, não há informações sobre a identidade dos suspeitos nem sobre possíveis prisões relacionadas ao caso.

    As gravações das câmeras de segurança foram disponibilizadas e devem auxiliar a Polícia Civil do Amazonas na investigação, com o objetivo de identificar os autores do roubo e esclarecer as circunstâncias do crime.

    O caso reforça a preocupação com a ocorrência de assaltos na zona norte da capital amazonense.

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