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  • Ageman amplia fiscalização em 2026 e registra crescimento de até 96% nas ações de campo no primeiro semestre

    Ageman amplia fiscalização em 2026 e registra crescimento de até 96% nas ações de campo no primeiro semestre

    A Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman) encerrou o primeiro semestre de 2026 com crescimento expressivo nas ações de fiscalização e regulação dos serviços públicos concedidos e regulados na capital amazonense. Os resultados refletem o fortalecimento da atuação técnica da agência e a intensificação do acompanhamento dos serviços prestados à população.

    Entre janeiro e junho deste ano, a Ageman realizou 1.268 fiscalizações no âmbito do saneamento básico, acompanhando serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e recomposição do pavimento asfáltico após intervenções realizadas pela concessionária.

    Na área de iluminação pública, foram 4.483 fiscalizações, praticamente o dobro das realizadas no mesmo período de 2025, quando foram registradas 2.287 vistorias. O resultado representa um crescimento de 96%, demonstrando o reforço do monitoramento da qualidade dos serviços prestados em toda a cidade.

    No serviço de Estacionamento Rotativo Zona Azul, a agência realizou a fiscalização de 16.527 vagas ao longo dos seis primeiros meses do ano, verificando o cumprimento das obrigações contratuais da concessionária, a correta sinalização das áreas de estacionamento rotativo, o funcionamento do sistema e o atendimento prestado aos usuários.

    A Ouvidoria da Ageman também apresentou crescimento na participação da população. Ao longo do semestre foram registradas 352 manifestações, com aumento de aproximadamente 30% entre os meses de janeiro e junho. O avanço demonstra que os cidadãos estão utilizando cada vez mais os canais de atendimento da agência para comunicar problemas relacionados aos serviços regulados, possibilitando uma resposta mais rápida e a realização de fiscalizações in loco.

    Para o diretor-presidente da Ageman, Ebenezer Bezerra, os números refletem o compromisso da agência em fortalecer a fiscalização preventiva e garantir que os serviços públicos sejam prestados com qualidade à população.

    “Os resultados do primeiro semestre demonstram o compromisso da Ageman com uma atuação cada vez mais presente nas ruas. Estamos intensificando o acompanhamento dos serviços regulados para assegurar que as concessionárias cumpram suas obrigações e que a população receba serviços de qualidade. Esse trabalho continuará sendo ampliado, especialmente no período de verão amazônico, quando há um aumento significativo das obras de saneamento na cidade”, destacou o diretor-presidente.

    Fiscalização e atendimento

    Segundo a diretora executiva de Regulação e Fiscalização dos Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário da Ageman, Suzy Tavares, a tendência é que as ações no âmbito do saneamento básico sejam intensificadas nos próximos meses.

    “Com a chegada do verão amazônico, período em que tradicionalmente ocorre o aumento das obras de abastecimento de água e implantação de redes de esgotamento sanitário, nosso volume de vistorias deverá crescer e nós estaremos nas ruas fazendo o devido acompanhamento técnico dos serviços executados pela concessionária, a fim de garantir a continuidade e a qualidade desses serviços”, afirmou a diretora.

    Além das inspeções programadas, as equipes da Ageman continuarão realizando fiscalizações preventivas, atendimento às demandas encaminhadas pela Ouvidoria e vistorias motivadas por denúncias da população, garantindo maior controle sobre a execução dos serviços e a qualidade das intervenções realizadas nas vias públicas.

    Como parte das ações previstas para o segundo semestre, a Ageman também implantará o projeto Ageman Itinerante, iniciativa que levará os canais de atendimento da agência diretamente aos bairros de Manaus. A proposta é aproximar ainda mais a população do órgão regulador, facilitando o registro de reclamações, denúncias, sugestões e solicitações relacionadas aos serviços públicos regulados, além de ampliar a presença institucional da agência junto aos usuários.

    A Ageman orienta que a população continue utilizando os canais oficiais da Ouvidoria para registrar manifestações. As demandas encaminhadas pelos usuários são fundamentais para direcionar as ações de fiscalização e contribuir para a melhoria contínua dos serviços públicos regulados na capital. O órgão fiscalizador recepciona as demandas por meio do Whatsapp 98842-2919, 98410-3247 e também pelo site www.ageman.manaus.am.gov.br/ouvidoria ou ainda pelas redes sociais @ageman_manaus.

  • Convenções partidárias para escolha de candidatos começam nesta segunda

    Convenções partidárias para escolha de candidatos começam nesta segunda

    A partir da próxima segunda-feira (20), abre-se um dos prazos mais importantes do calendário eleitoral: o período para a realização das convenções partidárias. Até 5 de agosto, os partidos políticos e as federações partidárias estarão autorizados a deliberar sobre a formação de coligações e a escolher oficialmente suas candidatas e seus candidatos para as Eleições Gerais de 2026.

    Neste ano, o eleitorado irá às urnas para eleger os ocupantes dos cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador (duas vagas), deputado federal e deputado estadual ou distrital.

    Confira as regras que as agremiações devem observar para garantir a validade de suas decisões. Afinal, para que tudo corra de forma regular até a escolha da eleitora e do eleitor nas urnas, cada etapa precisa ser rigorosamente cumprida.

    Passo a passo das convenções

    As convenções devem seguir regras estritas de organização e registro estabelecidas pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e pela Resolução nº 23.609/2019 do TSE. Confira:

    Deliberação e escolha

    De 20 de julho a 5 de agosto, partidos e federações podem realizar encontros (presenciais, virtuais ou híbridos) para escolher candidatas e candidatos e formalizar as coligações para os cargos majoritários e proporcionais.

    Regularidade dos órgãos de direção

    Na data da realização da convenção, a estrutura do partido ou federação deve estar juridicamente regular na circunscrição do pleito:

  • Partidos políticos: devem possuir órgão de direção devidamente constituído e anotado no respectivo tribunal regional eleitoral (TRE), conforme o estatuto partidário.
  • Federações: devem contar com pelo menos um partido político em sua composição que atenda aos requisitos de órgão de direção anotado e regular na respectiva circunscrição.
  • Ata e lista de presença

    O arquivo gerado a partir da ata da convenção e a lista de presença das pessoas participantes devem ser digitados obrigatoriamente no Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex).

    A transmissão dos dados à Justiça Eleitoral deve ser feita via internet até o dia seguinte ao da realização do evento.

    Inscrição e emissão de CNPJ

    A partir do recebimento dos pedidos de registro de candidaturas apresentados pelos partidos, federações ou coligações, a Justiça Eleitoral enviará os dados diretamente à Secretaria da Receita Federal para emissão do CNPJ de campanha. O órgão fiscal federal terá o prazo de até três dias úteis para atender à solicitação.

    Atenção quanto às federações

    Diferentemente das coligações, que valem apenas para o período da disputa, as federações partidárias atuam como uma única associação, por um período mínimo de quatro anos.

    Por esse motivo, não será recebida ata de convenção apresentada de forma isolada por partido que integre federação. As decisões, escolha de candidatos e distribuição de vagas devem ser consolidadas e transmitidas em documento unificado da respectiva federação.

    Novidades do CANDex

    Uma das maiores evoluções para este ciclo eleitoral está na operacionalização dos dados. Agora, o CANDex funciona inteiramente em plataforma Web, permitindo acesso seguro de qualquer dispositivo conectado à internet, sem necessidade de atualizações manuais de software pelas legendas.

    A mudança traz impactos práticos para os partidos e federações:

  • Autenticação e segurança: o acesso de presidentes e delegados partidários passa a exigir autenticação robusta por meio de credenciais do aplicativo e-Título ou da conta Gov.br, obrigatoriamente com duplo fator de autenticação (2FA), o que assegura total rastreabilidade das ações sistêmicas.
  • Integração de dados: a nova versão web integra-se diretamente ao cadastro eleitoral. Assim que o nome de um candidato é incluído na ata de convenção transmitida, o CANDex realiza o pré-preenchimento automático dos dados pessoais disponíveis. Cabe à agremiação conferir e validar os registros importados, mantendo a responsabilidade integral pelas informações enviadas.
  • Ata e presença digital: o livro de ata físico rubricado foi substituído pela digitação direta no sistema. A presença dos convencionais pode ser registrada e validada de forma híbrida ou digital, mediante assinatura eletrônica ou registro biométrico e de imagem inequívoca dos participantes.
  • PF prepara operação nacional para a segurança dos candidatos à Presidência

    PF prepara operação nacional para a segurança dos candidatos à Presidência

    A Polícia Federal preparou uma operação nacional para garantir segurança a candidatos à Presidência da República durante as Eleições de 2026. Coordenada pela Diretoria de Proteção à Pessoa (DPP), a estrutura foi dimensionada para atender simultaneamente até dez candidaturas, com equipes especializadas, atuação em todos os estados e acompanhamento permanente das agendas de campanha.

    A proteção poderá ser iniciada a partir de 20 de julho, após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a formalização da solicitação pelas respectivas campanhas.

    A operação mobilizará até 458 servidores, entre agentes de proteção, chefes de equipe e profissionais das áreas de inteligência e logística, além do apoio das superintendências regionais da Polícia Federal em todas as unidades da Federação.

    Planejamento para cada candidatura

    Cada candidatura contará com um planejamento próprio, elaborado a partir de metodologia técnica de análise de risco e atualizado de acordo com a evolução das ameaças, das vulnerabilidades identificadas e das características de cada compromisso de campanha.

    As avaliações consideram, entre outros elementos, o histórico de ameaças, informações de inteligência, locais dos eventos, acessos, deslocamentos e o contexto de segurança de cada região.

    Antes das agendas, equipes precursoras realizam o reconhecimento dos locais e articulam as medidas necessárias com as forças de segurança estaduais e municipais. O objetivo é viabilizar, com segurança, os compromissos apresentados pelas campanhas, de maneira discreta e com a menor interferência possível na dinâmica dos atos eleitorais.

    O efetivo e os meios empregados poderão ser reforçados ou ajustados a qualquer momento, conforme as necessidades identificadas.

    Critérios técnicos e tratamento isonômico

    A operação foi estruturada para garantir tratamento isonômico a todas as candidaturas, com aplicação dos mesmos critérios técnicos e protocolos de segurança. O efetivo e os recursos empregados serão definidos de forma individualizada, de acordo com o nível de risco e as características de cada agenda. Informações como agendas, itinerários, avaliações de ameaça e composição das equipes são tratadas de forma compartimentada. A restrição de acesso a esses dados integra o próprio protocolo de segurança das pessoas protegidas.

    Por razões operacionais, a Polícia Federal não divulga a classificação de risco atribuída individualmente aos candidatos nem o número de servidores destinado a cada equipe.

    Diálogo com partidos e campanhas

    Desde abril, a Polícia Federal mantém interlocução com os partidos e as pré-candidaturas para apresentar o funcionamento da operação e preparar a atuação durante o período eleitoral.

    Os 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral foram oficialmente comunicados. A instituição também promoveu uma reunião geral de apresentação do modelo de segurança e realizou reuniões bilaterais com as pré-candidaturas que solicitaram esclarecimentos específicos.

    A adesão à proteção da Polícia Federal é uma prerrogativa do candidato. As campanhas que optarem por não utilizar o serviço terão sua decisão respeitada, permanecendo abertos os canais para que a proteção seja solicitada posteriormente.

    Na hipótese de confirmação da candidatura do presidente da República, sua segurança permanecerá sob o modelo híbrido atualmente adotado, com atuação conjunta do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e da Polícia Federal.

    Tecnologia e estrutura operacional

    A operação poderá contar, conforme a avaliação de cada agenda, com veículos blindados, grupos táticos, equipamentos de defesa antidrone, reconhecimento facial, monitoramento de ameaças digitais e kits para vistorias antibombas.

    Além disso, a operação foi precedida por um conjunto diversificado de ações de capacitação preparatória: ao todo, mais de 600 profissionais foram formados ou aperfeiçoados entre 2025 e 2026, em competências que vão desde direção veicular, primeiros socorros, operação de drones e salvamento aquático até formação específica em proteção à pessoa e procedimentos próprios da segurança de presidenciáveis. As oficinas foram segmentadas por função, contemplando chefes de equipe, operadores, inteligência e logística, e o ciclo se encerra com um seminário final de alinhamento entre todas as áreas envolvidas, imediatamente antes do início da operação.

    A partir de 20 de julho, a Polícia Federal ativa, em Brasília, a Sala Nacional de Comando e Controle da operação. É de lá que a instituição vai acompanhar, em tempo real, onde estão as equipes, quais agendas estão em curso e se algo foge do previsto,  permitindo decidir rápido, dar suporte logístico e manter todos os servidores em campo alinhados a partir de uma única central.

    Essa centralização é operacional, não de inteligência: as avaliações de risco e as informações sensíveis sobre cada candidato continuam restritas a quem, de fato, precisa delas para atuar.

    Em campo, a atuação será realizada em articulação com as forças de segurança locais, especialmente em eventos de maior concentração de público ou que demandem medidas adicionais de proteção.

    Recursos destinados à operação

    A segurança dos candidatos à Presidência teve destinado aproximadamente R$ 95 milhões para sua execução. Os recursos serão empregados na mobilização dos servidores, na contratação de serviços necessários à operação e na aquisição de equipamentos, como viaturas blindadas, coletes balísticos de alto desempenho, sistemas antidrone e kits de vistorias antibombas.

    Previsão legal

    A segurança dos candidatos à Presidência da República pela Polícia Federal está prevista na Constituição Federal, na Lei nº 7.474/1986, no Decreto nº 6.381/2008 e na Portaria MJ nº 493/1998.

    A proteção pode ser iniciada após a homologação da candidatura em convenção partidária e a formalização da solicitação pela campanha.

  • São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA

    São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA

    Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço anunciado pelos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil. Dos US$ 7,4 bilhões em vendas afetadas pelas tarifas de 25%, US$ 3 bilhões têm origem em São Paulo.

    O estado economicamente mais forte do país concentra, sozinho, 41,6% do total do valor das exportações afetadas. Isso representa 20% de exportações paulistas aos EUA. Considerando o total das exportações afetadas, Santa Catarina tem uma situação mais crítica, com 68% das exportações aos EUA afetadas.

    Os dados são da ApexBrasil, a Agência Brasileira para Promoção de Exportações e Investimentos, ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDCI). A agência anunciou um plano de R$ 130 milhões para auxiliar essas empresas a diversificarem seus mercados.

    O setor madeireiro do Paraná também deve ser muito afetado. Isso porque 30% das importações de madeira dos EUA vem do Brasil. Desse total, 66,7% tem origem no Paraná.

    “Isso é ruim para as empresas do Paraná que trabalham com esse setor. Isso é ruim para quem importa madeira nos (EUA). Isso é ruim para a construção civil de lá, para quem vai comprar casa. Ou seja, isso tem impacto na inflação americana”, comentou o presidente o presidente da ApexBrasil Laudemir Müller.

    Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil.

    O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho e deve afetar 19,2% do total exportado ao país norte-americano.

    Granito

    Além da madeira, os EUA também é um grande importador de granito do Brasil, produto que entrou no tarifaço. Dados da ApexBrasil apontam que 36% do granito importado pelos EUA veem do Brasil. O material é usado na construção civil.

    “Não há como, de uma hora para outra, o americano, que tem 30% do seu suprimento de madeira do Brasil para construção, buscar em outro local. Não tem como buscar granito em outro local com essa dependência de 36%”, comentou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.

  • Com novas regras do BC, registros de fraudes financeiras crescem 10%

    Com novas regras do BC, registros de fraudes financeiras crescem 10%

    O número de indícios de fraudes financeiras no Brasil cresceu 10,26% nos seis primeiros meses de 2026, totalizando mais de 9 milhões de ocorrências entre casos suspeitos e confirmados. No segundo semestre do ano passado, houve 8,26 milhões de registros.

    Segundo levantamento da Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito, o avanço reflete principalmente o fortalecimento dos mecanismos de detecção após a implementação da Resolução 501 do Banco Central  (BC), que ampliou o compartilhamento de informações entre instituições financeiras para combater golpes.

    Pelos critérios da Quod, os indícios representam tanto as suspeitas como as consumações de golpes.

    Sistema colaborativo

    O estudo foi elaborado a partir dos dados do Registro Unificado de Fraudes (Rufra), uma base colaborativa criada pela Quod para reunir informações sobre indícios e ocorrências de fraudes compartilhadas por instituições financeiras e empresas. O sistema centraliza dados de segurança para identificar padrões de atuação de criminosos, acompanhar o histórico de vítimas e fraudadores e permitir o bloqueio preventivo de operações suspeitas.

    Além de apoiar as estratégias de prevenção a golpes, o Rufra também atende às exigências da Resolução 501 do Banco Central, que tornou mais robusta a troca de informações entre as instituições financeiras. Com isso, tentativas de fraude que antes deixavam de ser registradas passaram a integrar uma base única de inteligência, ampliando a capacidade de detecção do sistema financeiro.

    Principais números

  • Mais de 9 milhões de indícios de fraudes no primeiro semestre de 2026;
  • Alta de 10,26% em relação ao segundo semestre de 2025;
  • 78% das fraudes ocorreram por meio de celulares;
  • 94% envolveram contas correntes;
  • 85% utilizaram o Pix para movimentação dos recursos;
  • 40% dos casos tiveram origem em golpes de engenharia social;
  • 3,1 milhões de pessoas foram vítimas de fraudes no período;
  • Cerca de 799 mil vítimas sofreram golpes duas vezes ou mais.
  • Novas regras

    Segundo a Quod, o aumento dos registros não representa apenas uma expansão da atividade criminosa, mas também um avanço na capacidade de monitoramento do mercado.

    “O aumento de 10% no volume de fraudes em relação ao semestre anterior reflete, na verdade, o amadurecimento das defesas do mercado financeiro. Com a consolidação da Resolução 501 do Banco Central, as instituições passaram a compartilhar informações de forma muito mais ativa via base Rufra, detectando e trazendo à tona tentativas de golpes que antes ficavam subnotificadas no sistema”, afirma Danilo Coelho, diretor de Produtos e Dados da Quod.

    Celular e Pix

    O ambiente digital continua concentrando a maior parte das fraudes financeiras no país.

    O celular foi utilizado em 78% dos casos registrados, tornando-se o principal canal explorado pelos criminosos. As contas correntes apareceram em 94% dos indícios, enquanto o Pix foi o meio de pagamento utilizado em 85% das fraudes.

    Golpes psicológicos

    A engenharia social segue como a principal estratégia utilizada pelos criminosos.

    Essa modalidade, baseada na manipulação psicológica das vítimas para obter informações ou convencê-las a realizar transferências, respondeu por 40% dos registros, o equivalente a mais de 3,6 milhões de ocorrências no semestre.

    Perfil das vítimas

    Os dados mostram que os jovens são os principais alvos das fraudes financeiras.

    Pessoas entre 18 e 34 anos representam 49,06% das vítimas. A faixa de 35 a 49 anos responde por 29,98% dos casos. Homens correspondem a 51% dos registros e mulheres, a 48%. A maioria das vítimas (58%) recebe até dois salários mínimos.

    O levantamento também identificou elevado índice de reincidência. Das 3,1 milhões de pessoas que sofreram golpes no semestre, aproximadamente 799 mil, o equivalente a um quarto do total, foram vítimas duas ou mais vezes.

    Prevenção

    A Quod recomenda que consumidores reforcem os cuidados nas operações financeiras, principalmente pelo celular.

    “Nunca tome decisões financeiras apressadas durante o expediente de trabalho, período em que os fraudadores aproveitam a distração das vítimas. Não clique em links recebidos por mensagens e não empreste sua conta bancária para receber ou transferir valores de terceiros, pois isso o torna cúmplice e vítima do esquema de contas laranja”, orienta Danilo Coelho.

    A Quod é uma datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito. A empresa desenvolve soluções baseadas em inteligência artificial e análise de dados para apoiar instituições financeiras e empresas em decisões de crédito, prevenção a fraudes e recuperação de ativos.

  • Venda ilegal de documentos históricos preocupa Arquivo Nacional

    Venda ilegal de documentos históricos preocupa Arquivo Nacional

    Nos últimos três anos, pelo menos dez casos de venda ilegal de documentos históricos brasileiros em leilões foram identificados pelo Arquivo Nacional. Segundo o órgão federal, responsável pela guarda dessa documentação, este tipo de comércio criminoso vem crescendo recentemente no país.

    Por isso, o Arquivo Nacional está montando um setor específico para lidar com essas ocorrências e garantir a recuperação desses documentos.

    “A gente está percebendo que há um comércio muito grande de documentação pública.  O que o Arquivo Nacional tem feito é, cada vez mais, analisar essas ofertas que estão em sites de leilões espalhados pelo Brasil inteiro e indo atrás dessa documentação”, explica o diretor de Processo Técnico, Preservação e Acesso Técnico ao Acervo do Arquivo Nacional, Thiago Vieira.

    Segundo ele, o objetivo é restituir o patrimônio público para “o seu local, que é aqui no Arquivo Nacional”.

    Há três anos, por exemplo, o Arquivo Nacional conseguiu recuperar cinco documentos que estavam sendo leiloados ilegalmente na internet, com a ajuda da Polícia Federal. Um deles, assinado por Duque de Caxias, registra a instalação de uma linha terrestre de telégrafo que conectaria dois estados brasileiros.

    “São documentos que são representativos de momentos emblemáticos da nossa história. Ajudam a contar nossa história, ajudam a preencher lacunas onde nossa historiografia ainda não chegou”, afirma a chefe do Serviço de Diplomática e Paleografia do Arquivo, Alícia Duhá Lose.

  • Dubladores icônicos do ‘Homem de Ferro’ e ‘Mário’ estarão na 1ª Expo Manaus Conecta

    Dubladores icônicos do ‘Homem de Ferro’ e ‘Mário’ estarão na 1ª Expo Manaus Conecta

    A participação de dois grandes nomes da dublagem brasileira na programação oficial da 1ª Expo Manaus Conecta, que ocorre nos dias 24 e 25 de julho no Studio 5 Centro de Convenções. Os renomados atores e dubladores Marco Ribeiro e Raphael Rossatto estarão na capital amazonense para interagir diretamente com o público gamer, nerd e geek, consolidando o evento como um polo de convergência entre tecnologia, entretenimento e economia criativa.

    Com entrada totalmente gratuita, a iniciativa cumpre a diretriz da gestão municipal de democratizar o acesso à cultura digital e impulsionar o mercado local. As atrações estarão inseridas na robusta Arena Gamer e Geek, espaço tecnológico ativo projetado para dar palco a desenvolvedores de jogos e artistas da região.

    Legado e vozes que marcam gerações

    Com mais de três décadas de carreira no Rio de Janeiro, Marco Ribeiro é empresário e uma das vozes mais conhecidas do país. Ele é o responsável por dar vida a personagens icônicos como Tony Stark/Homem de Ferro no Universo Cinematográfico da Marvel, Woody na franquia Toy Story, além de astros internacionais como Tom Hanks, Jim Carrey e Robert Downey Jr. Pioneiro na indústria de jogos eletrônicos, Ribeiro também é a voz oficial da Brasil Game Show (BGS).

    Ao seu lado, Raphael Rossatto celebra 14 anos de trajetória artística com forte presença no universo pop. Rossatto é a voz de heróis e astros de franquias consolidadas no cinema e no streaming, como o personagem Mario (interpretado por Chris Pratt no cinema), Peter Quill em Guardiões da Galáxia, Kristoff na franquia Frozen, e o bardo Jaskier na série The Witcher — cuja canção “Dê um trocado pro seu Bruxo” ultrapassa milhões de visualizações em seus canais. Amante confesso de videogames e músico profissional, o artista trará sua experiência de conexão com personagens e melodias para o público manauara.

    #paratodosverem – Imagem de Raphael Rossatto

    Uma feira completa de conexões e oportunidades

    Além de celebrar a cultura pop e o mercado de e-sports na Arena Gamer, a 1ª Expo Manaus Conecta se destaca como uma plataforma integral de desenvolvimento social. Enquanto as atrações se revezam no Palco Principal, o evento mantém o funcionamento contínuo de outras quatro grandes áreas estratégicas:

    Espaço Empregabilidade (Sine Manaus): Balcões para o Megafeirão de Empregos, com triagem para vagas de trabalho imediatas e oferta de cursos gratuitos de capacitação profissional. Pavilhão de Tecnologia & Inovação: Espaço corporativo com a presença de marcas de referência nacional como Banco Baza, I-Mais, Neo Power, entre outras, apresentando soluções para cidades inteligentes. Arena de Startups e Rodada de Negócios: Ambiente de networking projetado para que novos empreendedores locais busquem investidores e parcerias com o mercado e o poder público, e Feira de Economia Criativa e Gastronomia: Praça de alimentação e estandes comerciais voltados ao faturamento de artesãos, pequenos comerciantes e produtores locais apoiados pela Semtepi.

    A programação técnica do Palco Principal também contará com palestras de alto nível dos consultores nacionais Marcelo Ortega e Carlos Oshiro, as finais da competição gamificada Legacy Contest, além de um show musical gratuito de encerramento com a cantora Gabi Melim no dia 25 de julho.

  • Vendas do comércio no Amazonas recuam 2,8% em maio e acumulam queda no ano, aponta IBGE

    Vendas do comércio no Amazonas recuam 2,8% em maio e acumulam queda no ano, aponta IBGE

    O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas recuou 2,8% em maio de 2026, na comparação com abril, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. O resultado representa a segunda queda consecutiva do indicador no Estado, após a retração de 3,8% registrada em abril. No Brasil, o comércio apresentou estabilidade no período, com variação positiva de 0,1%.

    Entre os Estados brasileiros, a liderança ficou com o Distrito Federal, com crescimento de 1,6%, seguido pela Paraíba, Alagoas e Acre, todos com avanço de 1,5%. Os piores resultados foram de Rondônia (-3,4%) e Roraima (-3,4%). Em maio, a maioria dos Estados brasileiros registrou retração do volume de vendas do comércio varejista em relação à abril.

    Comparação com maio de 2025

    Na comparação com maio de 2025, o volume de vendas do comércio varejista amazonense registrou queda de 4,5%, revertendo o resultado observado em março, quando havia avançado 7,1%, e aprofundando o desempenho negativo de abril (-1,0%). No cenário nacional, o volume de vendas cresceu 0,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

    Acumulado do Ano 

    Com o resultado de maio, o comércio varejista do Amazonas passou a acumular retração de 0,8% no ano, em relação ao mesmo período de 2025. Em abril, o acumulado ainda era de 0,2%, após registrar alta de 0,6% em março. No Brasil, o indicador permaneceu positivo, com crescimento acumulado de 1,7% entre janeiro e maio.

    Desempenho acumulado dos últimos 12 meses

    O desempenho em 12 meses também ficou negativo no Amazonas. O Estado acumulou queda de 0,5% até maio, após registrar variações de -0,1% em abril e 0,1% em março. No País, o comércio varejista manteve crescimento, embora em ritmo mais moderado, com alta acumulada de 1,4% nos últimos 12 meses encerrados em maio.

    O QUE É A PMC?

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE, tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, além de seus principais segmentos . A investigação abrange empresas comerciais registradas no CNPJ que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas ou que, possuindo menos ocupados, atuem em mais de uma Unidade da Federação. A variável principal investigada é a receita bruta de revenda mensal, proveniente da comercialização de mercadorias, excluindo-se receitas de serviços, financeiras ou não-operacionais . A pesquisa produz indicadores de volume de vendas e receita nominal para o Brasil e as 27 Unidades da Federação, cobrindo atividades que vão desde combustíveis e supermercados até artigos farmacêuticos e material de construção.

  • 13,5 milhões de crianças não receberam nenhuma vacina no primeiro ano de vida

    13,5 milhões de crianças não receberam nenhuma vacina no primeiro ano de vida

    Em 2025, mais de 90% dos bebês em todo o mundo, cerca de 116 milhões, receberam pelo menos uma dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche, DTP.

    Dados divulgados nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde, OMS, e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, revelam ainda que 85%, ou 110 milhões de menores, completaram as três doses.

    Situação nos países de língua portuguesa

    As estimativas mostram que, embora ambos os indicadores tenham apresentado uma leve melhora em relação ao ano anterior, a cobertura global continua um ponto abaixo dos níveis registrados em 2019, que servem de referência para as metas da Agenda de Imunização 2030.

    No Brasil a cobertura da primeira dose de DTP atingiu o nível mais baixo em 2021, chegando a 74%, mas o país registrou um aumento para 98% em 2025. Em relação às três doses, a nação sul-americana atingiu 86% de cobertura no ano passado, em comparação com os 68% registrado em 2021.

    Os dados do relatório indicam ainda 99% de cobertura da primeira dose em Portugal, 93% em Cabo Verde, 90% em Moçambique e na Guiné-Bissau, 89% em Timor-Leste, 87% em São Tomé e Príncipe, 84% n Guiné Equatorial e 67% em Angola.

    Quase 20 milhões de crianças não vacinadas ou com vacinação incompleta

    Segundo a OMS, há 19,6 milhões de crianças não vacinadas ou com vacinação incompleta. Desse total, 13,5 milhões estão na categoria “dose zero”, ou seja, não receberam nenhum imunizante durante o primeiro ano de vida em 2025, ficando vulneráveis ​​a doenças que podem ser prevenidas. O restante, em torno de 6,2 milhões, recebeu proteção apenas parcial.

    Em todo o mundo, ainda há 674 mil crianças a mais na categoria “dose zero” agora do que em 2019, mas 745 mil a menos do que em 2024. Globalmente, nove países concentraram 52,4% de todas as crianças “dose zero”. Eles são: Nigéria, República Democrática do Congo, Iêmen, Índia, Indonésia, Etiópia, Afeganistão, Paquistão e Angola, o único dentre as nações lusófonas.

    Onde mora a maior parte das crianças sem vacinação

    De acordo com os dados, mais da metade dessas crianças “dose zero” vive em países frágeis, afetados por conflitos ou vulneráveis, embora representem apenas cerca de um terço da população infantil mundial.

    Nesses contextos, os programas de imunização frequentemente sofrem com instabilidade política, insegurança ou subfinanciamento crônico. Na Síria, por exemplo, a cobertura da primeira dose da DTP caiu seis pontos percentuais em apenas um ano, enquanto a da primeira dose contra o sarampo recuou 12 pontos percentuais.

    Já o Sudão registrou o maior avanço entre todos os países no último ano, aumentando em 35 pontos percentuais a cobertura da primeira dose da DTP e em 22 pontos a da primeira dose contra o sarampo, demonstrando o que é possível alcançar quando o acesso aos serviços melhora, mesmo em meio a conflitos contínuos.

    OMS: toda criança merece a proteção vital oferecida pelas vacinas

    Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, toda criança, independentemente de nascer na riqueza ou na pobreza, em paz ou em meio ao conflito, merece a proteção vital que as vacinas oferecem.

    A imunização, de acordo com o chefe da agência, é uma das intervenções mais econômicas, equitativas e confiáveis para proteger a saúde e o bem-estar infantil. Segundo ele, é preciso garantir que todas as pessoas, onde quer que vivam, estejam protegidas contra doenças fatais que as vacinas têm o poder de prevenir.

    Nos países de renda média e alta, mesmo onde as vacinas estão plenamente disponíveis, a cobertura está diminuindo devido à redução do compromisso político, desafios estruturais. Outro desafio é o aumento da hesitação vacinal, que significa o atraso ou recusa em aceitar vacinas recomendadas, memo quando estão disponíveis. Na África do Sul, por exemplo, a cobertura da primeira dose da DTP caiu 20 pontos percentuais desde 2019 e continuou diminuindo em 2025.

    As estimativas sobre a cobertura nacional de imunização são o maior conjunto de dados do mundo sobre as tendências de cobertura vacinal infantil para 13 doenças preveníveis por vacinação em 195 países.

    Avanço, estagnação e retrocesso

    Desse conjunto de países, 100 mantiveram cobertura de pelo menos 90% com as três doses da vacina DTP desde 2019, com pouco progresso na ampliação desse grupo.

    Entre os que estavam abaixo de 90% de cobertura em 2019, 30 conseguiram melhorar ao longo dos últimos seis anos. Porém, 65 permanecem estagnados ou retrocedendo, incluindo 13 países frágeis, afetados por conflitos ou em situação de vulnerabilidade. Os dados da OMS e da Unicef mostram como os países estão avançando para alcançar as metas da Agenda de Imunização 2030.

    HPV: 22,8 milhões de meninas de países onde vacina não está no programa

    O relatório também mostra que a cobertura vacinal contra o HPV também continua avançando, embora em um ritmo mais lento do que em anos anteriores. Globalmente, 33% das meninas, cerca de 22,5 milhões, receberam pelo menos uma dose da vacina contra o HPV em 2025, com a implementação de programas para essa vacina em 15 novos países.

    Das 44 milhões de meninas restantes, 32%, ou 20,8 milhões, não foram alcançadas pelo programa de vacinação contra o HPV em seus países, e 35%, 22,8 milhões, vivem em países onde a vacina não faz parte do programa de imunização. Segundo os dados da OMS, a cobertura da última dose da vacinação contra o HPV entre meninas aumentou de 28% para 31% em 2025.

  • Saiba as diferenças entre abusos de autoridade, de poder econômico e de poder político

    Saiba as diferenças entre abusos de autoridade, de poder econômico e de poder político

    O Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitora (TSE) reúne conceitos que ajudam eleitoras, eleitores e toda a sociedade a compreender termos importantes da legislação eleitoral. Entre eles estão três modalidades de abuso que podem comprometer a normalidade e a legitimidade das eleições: o abuso de autoridade; o abuso de poder econômico; e o abuso de poder político.

    Embora sejam diferentes entre si, essas práticas podem influenciar a vontade do eleitorado e desequilibrar a disputa entre candidatas e candidatos, comprometendo a igualdade de oportunidades no processo eleitoral.

    Abuso de autoridade

    O abuso de autoridade ocorre quando um agente público, mesmo tendo competência para praticar determinado ato, ultrapassa os limites de suas atribuições ou age com finalidade diversa daquela prevista em lei ou do interesse público.

    Nessas situações, a autoridade utiliza os poderes do cargo de forma indevida, contrariando os princípios que orientam a administração pública.

    Abuso de poder econômico

    Na esfera eleitoral, o abuso de poder econômico ocorre quando há uso excessivo de recursos financeiros, materiais ou humanos, antes ou durante a campanha, para beneficiar candidata, candidato, partido político ou federação.

    Essa prática pode comprometer a igualdade de oportunidades entre os concorrentes e afetar a normalidade e a legitimidade das eleições.

    Abuso de poder político

    O abuso de poder político acontece quando quem ocupa cargo ou função pública utiliza a posição que ocupa para influenciar a vontade do eleitorado e comprometer a igualdade de oportunidades entre candidatas e candidatos.

    Isso pode acontecer, por exemplo, quando a estrutura, os recursos ou a influência do cargo são usados para obter vantagem durante a campanha, em desacordo com a legislação eleitoral.

    Glossário Eleitoral

    O Glossário Eleitoral do TSE disponibiliza mais de 300 verbetes organizados em ordem alfabética. O serviço on-line oferece definições, contextualização histórica e referências doutrinárias sobre temas relacionados à Justiça Eleitora, facilitando o acesso da sociedade a informações confiáveis por meio de consultas práticas e de fácil compreensão.

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