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  • Candidatos 60+ representam 38% dos que disputam vagas no Senado

    Candidatos 60+ representam 38% dos que disputam vagas no Senado

    Mais de um terço dos candidatos e candidatas que disputam uma vaga no Senado nas eleições de 2026 tem 60 anos ou mais. Das 315 candidaturas registradas, 121 são de pessoas nessa faixa etária, o equivalente a 38,4% do total. A participação é maior que a registrada em 2018, última eleição em que dois terços das cadeiras da Casa também foram renovados. Naquele ano, 126 dos 352 candidatos, ou 35,8%, tinham pelo menos 60 anos.

    Embora o número absoluto tenha diminuído em cinco candidatos entre as duas eleições, a participação das pessoas com 60 anos ou mais aumentou 2,6 pontos percentuais. O dado ocorre em um país que passa por processo de envelhecimento populacional. De acordo com a projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2026, cerca de 36,6 milhões de brasileiros têm 60 anos ou mais, o equivalente a 17,1% da população projetada.

    Entre os candidatos deste ano, 42 têm de 60 a 64 anos e outros 42, de 65 a 69. Há ainda 21 candidatos entre 70 e 74 anos, 14 entre 75 e 79 e três com 80 anos ou mais. Ao todo, 37 candidatos têm 70 anos ou mais, ou 11,7% das candidaturas. Em 2018, eram 35 nessa condição, equivalentes a 9,9% das 352 candidaturas.

    A candidata mais velha na disputa é Marlene Soccas (UP-SC), nascida em 25 de setembro de 1934. Entre os homens, o mais velho é Carlos Sodré (Mobiliza-BA), nascido em 30 de agosto de 1946. Dos 121 candidatos com 60 anos ou mais, 103 são homens e 18 são mulheres.

    Na outra ponta, 21 candidatos têm entre 35 e 39 anos — 15 homens e seis mulheres —, o equivalente a 6,7% das candidaturas. Em 2018, eram 33, ou 9,4% do total. A Constituição Federal estabelece idade mínima de 35 anos para quem pretende ocupar uma cadeira no Senado. A projeção populacional do IBGE para 2026 aponta cerca de 16,2 milhões de brasileiros entre 35 e 39 anos, aproximadamente 7,6% da população do país.

    Esta será também a primeira eleição para o Senado em que pessoas nascidas depois da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988, poderão disputar o cargo. Entre os 21 candidatos na faixa de 35 a 39 anos, 12 nasceram depois dessa data — sete homens e cinco mulheres. Entre os mais jovens estão Filipe Barros (PL-PR), nascido em 29 de maio de 1991, e Renatinha (DC-SE), nascida em 27 de abril do mesmo ano. Ambos têm 35 anos. Além de senador, a Constituição exige idade mínima de 35 anos para presidente e vice-presidente da República; 30 anos para governador e vice-governador; 21 para deputado federal, estadual ou distrital, prefeito, vice-prefeito e juiz de paz; e 18 para vereador.

    Os dados de candidaturas apresentados nesta matéria são os registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o fechamento desta edição e podem sofrer alterações até outubro.

    Fonte: Agência Senado

  • Manaus alerta sobre falsa informação de oferta da vacina Pneumo 23 para maiores de 58 anos

    Manaus alerta sobre falsa informação de oferta da vacina Pneumo 23 para maiores de 58 anos

    A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), informa que é falsa a informação que circula em redes sociais sobre a liberação da vacina Pnemo 23 para o público acima de 58 anos.

    A vacina, que protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como pneumonia, meningite e sepse, segue sendo ofertada na rede municipal de saúde apenas para acamados.

    A prefeitura orienta a população a buscar sempre informações oficiais veiculadas nos canais da Semsa Manaus e reforça que a campanha de Multivacinação, cujo “Dia D” ocorre neste sábado, 22/8, é dirigida a crianças e adolescentes de até 14 anos de idade, para atualização da caderneta de vacinação.

  • Cuidados com os rins: como identificar sinais de alerta e prevenir complicações renais

    Cuidados com os rins: como identificar sinais de alerta e prevenir complicações renais

    Silenciosas nas fases iniciais, as doenças que afetam os rins costumam dar sinais apenas em estágios mais avançados. Para conscientizar a população e evitar a progressão de disfunções agudas e crônicas, especialistas da Unidade do Sistema Urinário do Hospital Universitário de Lagarto (HUL-UFS), vinculado à HU Brasil, reforçam a importância do acompanhamento preventivo e da identificação precoce dos sintomas.

    Segundo o nefrologista e responsável técnico médico da unidade, Dr , Roberto Junior, a atuação frente às alterações da função renal envolve a identificação contínua de fatores de risco nas áreas de pronto atendimento, enfermarias e unidades de terapia intensiva.

    O reconhecimento rápido de alterações nos exames e no estado geral do paciente permite intervenções imediatas que reduzem significativamente os danos aos órgãos e podem evitar a necessidade de tratamentos mais invasivos no futuro”, afirma

    Sinais de alerta para a saúde dos rins

    Portanto, a orientação é procurar avaliação médica na Unidade Básica de Saúde ao notar sinais e sintomas como: inchaço persistente (aumento de volume em pernas, pés, mãos ou ao redor dos olhos, causado pela retenção de líquidos); alterações na urina (mudanças no volume, presença de espuma em excesso, coloração escura ou presença de sangue); alteração na pressão arterial (dificuldade repentina no controle da hipertensão arterial); sintomas gerais (fadiga constante, náuseas, perda de apetite e dores na região lombar).

    Como funciona o cuidado integral

    A rotina assistencial voltada à saúde renal envolve a atuação conjunta de equipes médicas e de enfermagem.

    Enquanto o diagnóstico e o planejamento das condutas terapêuticas são conduzidos pelos médicos, a gestão contínua dos cuidados e a orientação aos pacientes ficam a cargo dos enfermeiros. Na assistência direta ao paciente, os técnicos de enfermagem atuam no acompanhamento dos sinais vitais e no suporte operacional necessário durante os procedimentos de hemodiálise.

    “Quando o paciente necessita de Terapia de Substituição Renal (TSR), o acompanhamento segue protocolos rígidos de biossegurança, higienização e preservação dos acessos vasculares, visando garantir a estabilidade do quadro e prevenir infecções”, explica Lenilson Trindade, responsável técnico de enfermagem e Chefe da Unidade.

    Dicas de prevenção

    Para manter o bom funcionamento dos rins e proteger o sistema urinário, os profissionais recomendam: hidratação adequada (beber água ao longo do dia ajuda os rins a filtrarem as toxinas do sangue); controle de doenças crônicas (manter os níveis de glicemia e a pressão arterial rigorosamente controlados); cuidado com medicamentos (evitar o uso frequente de anti-inflamatórios e analgésicos sem orientação médica); alimentação equilibrada (reduzir o consumo de sal, alimentos ultraprocessados e excesso de proteínas); exames de rotina (realizar periodicamente a dosagem de creatinina no sangue e a avaliação de urina, especialmente se houver histórico familiar ou hipertensão e diabetes).

    Por Guilherme Almeida, com revisão de Graziela Esteves
    Gerência Executiva de Comunicação Social da HU Brasil

  • Personagens criados por artista amazonense e que conquistaram o mundo nas redes sociais ganham primeira animação

    Personagens criados por artista amazonense e que conquistaram o mundo nas redes sociais ganham primeira animação

    Os personagens Sam & Oscar (e o gato Edgar), criados em 2020 pelo artista amazonense Ademar Vieira, acabam de ganhar sua primeira animação. A produção, com cerca de um minuto de duração, adapta para a linguagem da animação uma das tirinhas da série e já está disponível no perfil do artista no Instagram, @ademar__vieira.
    Criados originalmente como personagens de tirinhas sem diálogos, Sam e Oscar conquistaram leitores de diferentes partes do mundo por meio das redes sociais. A primeira tirinha dos personagens ultrapassou 70 mil curtidas e 2 mil compartilhamentos no Instagram. Já a publicação de maior alcance da série soma atualmente 231 mil curtidas e 12 mil compartilhamentos.
    Ao longo dos últimos anos, o trabalho também foi compartilhado por centenas de perfis dedicados à arte e às histórias em quadrinhos e foi destaque em matérias jornalísticas e publicações de diferentes países, incluindo Estados Unidos, Rússia, França, Grécia e Itália.
    A relação entre os personagens nasceu de uma experiência pessoal do próprio artista durante a pandemia de Covid-19. Vivendo aquele período ao lado de seus três cachorros e de uma gata, Ademar percebeu como as pequenas interações cotidianas com os animais ajudavam a tornar aquele momento difícil mais leve.
    A partir dessa experiência, Sam & Oscar passaram a explorar, de maneira silenciosa e bem-humorada, a relação entre animais de estimação e seus tutores. As histórias abordam situações simples do cotidiano e mostram como a presença de um animal pode trazer companhia, afeto, conforto e bem-estar para a vida das pessoas.
    O projeto também deu origem a um livro publicado de forma independente, reunindo as tirinhas dos personagens. Agora, com a chegada da primeira animação, Ademar inicia uma nova etapa para a série, levando para o audiovisual a mesma linguagem visual e o humor que fizeram os personagens conquistarem leitores nas redes sociais. “Sam & Oscar é uma obra que não tem diálogos e se foca em pequenos momentos da vida que parecem não ter grande importância, mas que são exatamente o que torna a vida uma linda experiência”, define o autor.
    A primeira animação de Sam & Oscar está disponível gratuitamente no perfil de Ademar Vieira no Instagram: @ademar__vieira.

  • Homem é condenado a 20 anos de prisão por feminicídio da mãe e tentativa de homicídio contra a avó

    Homem é condenado a 20 anos de prisão por feminicídio da mãe e tentativa de homicídio contra a avó

    Em julgamento realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na última quarta-feira (19/8), um homem foi condenado a 20 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão pela morte da própria mãe e por tentativa de homicídio contra a avó. Os crimes ocorreram em 13 de maio de 2023, no bairro Cidade Nova, zona Norte de Manaus.

    A pena definitiva considerou o reconhecimento, pelo Conselho de Sentença, da semi-imputabilidade do acusado, em razão de Laudo Pericial constante dos autos, com o juiz aplicando a redução de ⅓ à pena base fixada.

    De acordo com o inquérito policial que embasou a denúncia do Ministério Público, o acusado atacou mãe e avó com uma faca no interior da residência da família, após uma discussão. A genitora faleceu no local, enquanto a avó sobreviveu aos ferimentos. _

    A sessão de julgamento ocorreu no Fórum Ministro Henoch Reis, como parte dos processos pautados para a “Semana Justiça pela Paz em Casa”, e foi presidida pelo juiz de direito Geildson de Souza Lima.

    Durante a sessão, a acusação, representada pela promotora de justiça Clarissa Moraes Brito, do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), pleiteou a condenação integral do réu. A defesa, realizada pela defensoria pública, sustentou a tese de negativa de autoria sob a alegação de fragilidade probatória e pediu, subsidiariamente, o reconhecimento da semi-imputabilidade e da desistência voluntária.

    Os jurados rejeitaram os pedidos de absolvição e de desclassificação, reconhecendo a materialidade, a autoria e a qualificadora do feminicídio para ambos os casos. No entanto, o Conselho acolheu a tese de semi-imputabilidade em relação a ambas as vítimas, com base no Laudo Pericial que atestou a limitação parcial da capacidade de entendimento e de autodeterminação do réu à época do crime.

    Com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 1.068), que autoriza a execução imediata das decisões do Tribunal do Júri, o magistrado indeferiu o direito de o réu recorrer em liberdade e determinou a expedição do mandado de prisão e da guia de recolhimento provisória. O tempo de prisão cautelar cumprido anteriormente (3 anos, 3 meses e 1 dia) não alterou a fixação do regime inicial fechado.

    Da sentença, cabe apelação.

  • Eleição para Câmara dos Deputados terá menos candidatos neste ano

    Eleição para Câmara dos Deputados terá menos candidatos neste ano

    As eleições de 2026 para a Câmara dos Deputados terão menos candidatos que as de 2022. Também há menos deputados candidatos à reeleição.

    O prazo para registro de candidaturas terminou neste sábado (15). Até agora, 7.620 pessoas se registraram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para disputar uma vaga de deputado federal. Em 2022, a disputa teve 9.477 candidatos.

    Os números ainda podem mudar, porque a Justiça Eleitoral precisa analisar e aprovar os registros das candidaturas.

    Nas eleições passadas, 1.153 candidatos foram considerados inaptos para concorrer.

    Concorrência varia entre os estados

    Por enquanto, há quase 15 candidatos para cada vaga, relação que varia de acordo com o estado.

    O Distrito Federal tem a maior concorrência: 164 candidatos disputam 8 vagas, ou 21 candidatos por vaga.

    A menor concorrência está no Amapá: são 89 candidatos para 8 vagas, ou 11 candidatos por vaga.

    Perfil dos candidatos

    O perfil dos candidatos também mudou. A participação das mulheres passou de 35% (2022) para 37% (2026).

    Também aumentou a proporção de candidatos com nível superior, de 68% (2022) para 71% (2026).

    O número de candidatos indígenas cresceu de 50, na eleição passada, para 75 nesta eleição. Também há 24 pessoas transgênero — eram 19 na última eleição.

    Reeleição

    Neste ano, dos 513 deputados em exercício, 437 vão disputar a reeleição. Em 2022, foram 448. A diferença pode ser explicada pelo aumento do número de deputados que decidiram concorrer ao Senado — eram 21 na eleição passada e hoje são 42.

    Também há mais deputados federais tentando uma vaga em assembleias legislativas — um aumento de 6 para 11.

    Neste ano, 5 deputados concorrem ao cargo de governador, 1 ao de vice-presidente, 1 ao de vice-governador e 3 ao de 1º suplente de senador.

    Dos deputados atuais, 13 não concorrem a nenhum cargo eletivo.

    Número de partidos

    A redução na quantidade de partidos é uma das razões para o menor número de candidatos. Essa redução é consequência das mudanças nas regras eleitorais, como o fim das coligações partidárias e a cláusula de desempenho.

    Outro fator é uma mudança na Lei das Eleições, em 2021, que limita o número de candidatos de cada partido a 100% das vagas daquele estado mais uma candidatura. Por exemplo, em São Paulo, cada partido pode lançar até 71 candidatos. No Distrito Federal e em outros estados menores, o limite é de 9 candidatos.

    Atualmente, o Brasil tem 30 partidos, sendo que apenas 22 têm cadeiras na Câmara dos Deputados. Nas eleições de 2018 havia 36 partidos e 30 conquistaram vagas de deputado federal.

    Fusões e incorporações

    Por causa da cláusula de desempenho, que começou a valer nas eleições de 2018 e estabelece requisitos mínimos de votos ou de deputados eleitos para que os partidos tenham acesso a recursos e funcionamento parlamentar, algumas legendas se fundiram ou foram incorporadas por outras:

  • o Podemos incorporou o PSC e o PHS;
  • o Patriota incorporou o Partido Republicano Progressista (PRP);
  • o PCdoB incorporou o Partido Pátria Livre (PPL);
  • o Solidariedade incorporou o PROS;
  • o Democratas e o PSL se fundiram para criar o União; e
  • o Patriota e o PTB formaram juntos o Partido da Renovação Democrática (PRD).
  • Para cumprir as regras da cláusula de desempenho, partidos também criaram cinco federações:

  • PT-PCdoB-PV;
  • PSDB-Cidadania;
  • Psol-Rede;
  • PRD-Solidariedade; e
  • União-PP.
  • Cláusula de desempenho

    Nas eleições de 2026, os partidos precisarão cumprir uma destas condições:

  • no mínimo 2,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1,5% dos votos válidos em cada estado; ou
  • a eleição de, no mínimo, 13 deputados federais distribuídos em pelo menos nove estados.
  • Nem todos os partidos deverão alcançar essas exigências, porque alguns não têm candidatos em número suficiente de estados.

    Apenas quatro partidos têm candidatos registrados em todas as unidades da federação:

  • PL, com 534 candidatos;
  • Novo (505);
  • PT (354); e
  • União (283).
  • Mulheres candidatas

    As mulheres somam 2.781 candidaturas a deputada federal, o que representa 37% do total neste ano. O percentual é superior aos 35% registrados na última eleição e à cota mínima de 30% por gênero.

    Esse crescimento está relacionado às regras de cota para candidaturas femininas, que foram reforçadas em 2022 com a Emenda Constitucional 117.

    Pela regra, os partidos devem destinar às candidaturas femininas recursos proporcionais ao número de mulheres candidatas, com um mínimo de 30%.

    Os partidos também devem reservar no mínimo 30% do tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão às mulheres.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em 2018, que o financiamento das campanhas deveria ser distribuído proporcionalmente entre candidatas e candidatos.

    Antes dessa regra, as mulheres sempre estiveram abaixo do limite mínimo de 30% de candidaturas. Em 2002, elas eram apenas 11% dos candidatos a deputado federal.

    Proporcionalmente, os partidos com o maior número de candidaturas femininas são:

  • PCdoB (51%);
  • PCO (49%);
  • Cidadania e UP (ambos com 48%).
  • Têm menos candidatas:

  • Agir (33%);
  • Avante, DC, Mobiliza, PL, PSDB e Solidariedade (todos com 34%).
  • Motorista perde o controle, atinge carros estacionados e cai em igarapé em Manaus

    Motorista perde o controle, atinge carros estacionados e cai em igarapé em Manaus

    Um motorista perdeu o controle do veículo e caiu dentro de um igarapé neste sábado (22), na Rua Professor Abílio Alencar, no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus. Apesar do acidente, não houve registro de feridos.

    Segundo testemunhas, o condutor trafegava pela via quando colidiu contra carros que estavam estacionados nas proximidades de um restaurante. Após a batida, ele teria tentado deixar o local em alta velocidade.

    Durante a fuga, o motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e acabou despencando no leito do igarapé.

    Moradores acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. As equipes foram até o local, realizaram o isolamento da área e avaliaram as condições de segurança.

    De acordo com as informações iniciais, não havia vítimas presas às ferragens e nenhum ferido grave foi registrado.

  • Acidente deixa trânsito parado na BR-174 entre Manaus e Presidente Figueiredo

    Acidente deixa trânsito parado na BR-174 entre Manaus e Presidente Figueiredo

    O trânsito ficou parado na BR-174, no trecho que liga Manaus a Presidente Figueiredo, após um acidente envolvendo veículos de passeio.

    Segundo informações iniciais, uma Fiat Strada saiu da pista e foi parar fora do acostamento. A ocorrência provocou congestionamento e deixou o tráfego bastante complicado na região.

    Até o momento, não há informações confirmadas sobre possíveis feridos nem sobre as circunstâncias que teriam provocado o acidente.

    As informações podem ser atualizadas conforme novos detalhes forem divulgados.

  • Campanha de candidatos a deputado federal se concentra no Instagram

    Campanha de candidatos a deputado federal se concentra no Instagram

    Até o horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio começar, no dia 28, as redes sociais são o principal meio de campanha. E o Instagram é a plataforma mais utilizada pelos candidatos a deputado federal, que declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter 5.973 contas nesta rede social.

    No total, 5.493 dos 7.679 candidatos utilizam esse canal de comunicação para campanha, o que equivale a 72%. Alguns candidatos têm mais de uma conta no Instagram.

    Depois dessa plataforma, as redes sociais com mais contas de campanha de candidatos a deputado são o Facebook (4.342), Tiktok (1.928), Youtube (1.143), X (859), Threads (608), Linkedin (221) e Whatsapp (142).

    Partidos

    A Agência Câmara de Notícias fez um levantamento do número de seguidores dos candidatos no Instagram, encontrando informações de 5.550 das contas declaradas no TSE. A soma é representada pelo número total de usuários por conta, e não por usuários únicos.

    No resultado, o PL é o partido com maior alcance no Instagram, reunindo 110,5 milhões de seguidores em 489 contas. Em seguida vêm o PSD (48,5 milhões de seguidores), o MDB (45,3 milhões) e o Podemos (41 milhões). Os partidos de esquerda aparecem mais abaixo na lista de candidatos com mais seguidores. O primeiro deles é o PT, que tem quase 30 milhões de seguidores em 309 contas do Instagram.

    A distribuição de seguidores entre os candidatoss é desigual. Há um grupo de 118 candidatos com contas que superam a marca de 1 milhão de seguidores. Juntos, esses aspirantes a deputado federal totalizam 289 milhões de seguidores, não considerando usuários únicos. Outros 595 candidatos apresentam contas com 100 mil a 999 mil seguidores, e 1.744 candidatos têm entre 10 mil e 99 mil seguidores. A maioria representada por 2.844 candidatos tem contas com menos de 10 mil seguidores.

    Estados

    A campanha no Instagram é mais forte em estados da região Sudeste. Os candidatos de São Paulo têm 196,8 milhões de seguidores para 844 contas. No Rio de Janeiro, são 63,6 milhões de seguidores com 567 contas. Em Minas Gerais, 61,5 milhões para 494 contas.

    No Nordeste, os destaques são o Ceará, com 23,9 milhões de seguidores para 233 contas de candidatos, e Pernambuco, com 22,3 milhões de seguidores em 283 contas. Já no Centro-Oeste, o Distrito Federal se destaca com 13,7 milhões de seguidores para apenas 134 contas. Os números são semelhantes a Goiás, com 13,2 milhões de seguidores para 136 contas.

    Regras

    A propaganda eleitoral na internet começou em 16 de agosto. Resolução do TSE proíbe a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, exceto o impulsionamento de conteúdo.

    A livre manifestação do pensamento de eleitor identificado ou identificável na internet somente é passível de limitação quando ofender a honra ou a imagem de candidatas, candidatos, partidos, federações ou coligações, ou quando divulgar fatos sabidamente inverídicos. A Justiça Eleitoral poderá determinar a retirada de publicações que contenham agressões ou ataques a candidatas e candidatos em sites da internet, inclusive nas redes sociais.

    A propaganda eleitoral na internet poderá ser veiculada:

  • em site da candidata ou do candidato;
  • em site do partido, da federação ou da coligação;
  • via mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente por candidata ou candidato, partido, federação ou coligação, desde que autorizem o tratamento de dados pessoais;
  • por meio de blogs, redes sociais, sites de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas, como aplicativos de mensagens instantâneas.
  • Conteúdos gerados ou manipulados por inteligência artificial devem ser rotulados de forma explícita, destacada e acessível. Isso vale para áudios, vídeos, textos e imagens.

     

     

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

    Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

    Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

    Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

    Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

    Declaração opcional

    A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

    A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

    Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

    Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

    No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

    O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

    Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

     

    Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

    Fonte: Agência Senado

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