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  • 1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    A Copa da Floresta Bemol 2026 encerrou neste domingo (10), sua primeira semana oficial de jogos após dias intensos de disputas pelo Amazonas mais profundo. A competição começou oficialmente na última quarta-feira (06/05), em Nhamundá, sede da abertura da competição, e desde então mobilizou municípios de diferentes regiões do estado com confrontos decisivos, rivalidades regionais e disputas abertas até os minutos finais.

    Depois da cerimônia de abertura e dos primeiros jogos realizados em Nhamundá, a competição ganhou força a partir da quinta-feira (07/05), quando as sedes espalhadas pelo Amazonas iniciaram simultaneamente a sequência de partidas da fase regional. Ao longo da semana, a Copa da Floresta Bemol consolidou uma das rodadas mais movimentadas da atual edição, encerrada neste domingo com definições importantes nas regiões 5 e 6.

    O principal destaque ficou para a região 6, onde a Federação Amazonense de Futebol (FAF) realizou, de forma inédita, confrontos simultâneos coordenados pela Diretoria de Competições (DCO). Os jogos começaram exatamente às 16h em diferentes municípios.

    As partidas aconteceram simultaneamente em Itacoatiara, Silves, Urucará e Nhamundá, todos os coordenadores de sede estavam conectados diretamente através de vídeo conferência à sede da FAF, em Manaus.

    Resultados do dia

    Urucurituba 3 x 0 Presidente Figueiredo

    Parintins 0 x 1 Barreirinha

    Itacoatiara 2 x 1 Rio Preto da Eva

    Silves 7 x 0 Itapiranga

    Urucará 0 x 3 São Sebastião do Uatumã

    Nhamundá 0 x 1 Maués

    Classificados da região 6

    Com os resultados, avançaram para a próxima fase Itacoatiara, São Sebastião do Uatumã, Maués e Silves, que garantiu vaga como melhor segunda colocada após a vitória por 7 a 0 sobre Itapiranga.

    Em Itacoatiara, os donos da casa venceram Rio Preto da Eva por 2 a 1 e confirmaram a liderança da chave A. A vitória de Urucurituba sobre Presidente Figueiredo por 3 a 0 teve impacto direto na classificação e consolidou matematicamente Itacoatiara à frente na disputa regional.

    Na chave B, São Sebastião do Uatumã venceu Urucará fora de casa por 3 a 0 e avançou à próxima fase. Já Silves garantiu classificação como melhor segunda colocada da região.

    Na chave C, Maués derrotou Nhamundá por 1 a 0 e confirmou classificação na liderança da chave. O resultado encerrou as chances da equipe nhamundaense na disputa direta pela vaga.

    Outro confronto da rodada aconteceu em Nhamundá, no clássico entre Barreirinha e Parintins. Mesmo eliminada, Barreirinha venceu a então invicta seleção parintinense por 1 a 0 e alterou diretamente o cenário da chave.

    Barcelos avança na região 5

    Na região 5, a sede de Barcelos também teve definição da chave neste domingo. Após os confrontos decisivos, Barcelos confirmou classificação para a próxima fase da competição em uma disputa definida nos critérios de desempate.

    Santa Isabel do Rio Negro, mesmo sem chances de classificação, entrou em campo na rodada decisiva e influenciou diretamente a definição da chave. Agora a seleção barcelense espera a segunda fase da Região 5.

    As equipes classificadas seguem para a próxima etapa regional da Copa da Floresta Bemol 2026. Nas próximas semanas, os confrontos definirão os campeões de cada região, que avançarão para as semifinais da maior competição de futebol não profissional da região Norte.

  • Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    o extremo norte da Amazônia brasileira, o Parque Nacional do Pico da Neblina, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), reafirma seu papel central na proteção e revelação de uma biodiversidade ainda pouco conhecida pela ciência. O território de 2,3 milhões de hectares está sobreposto a uma área Yanomami, onde um novo gênero e uma nova espécie de caranguejo de água doce foram descobertos. O achado raro reforça a importância estratégica dos povos indígenas e da unidade de conservação na preservação da biodiversidade.  

    O animal foi batizado de Okothelphusa trefauti. O nome do gênero combina “Oko”, que significa caranguejo na língua yanomami, com “thelphusa”, termo usado para caranguejos de água doce. Já a espécie homenageia o herpetólogo Miguel Trefaut Rodrigues, que liderou a expedição responsável pelo achado.

    “A gente ainda não conhece toda a biodiversidade existente. Cada nova expedição descobre formas de vida novas e únicas e, devido à grande dimensão do parque, acreditamos que encontraremos muito mais”, conta o chefe do parque, Cassiano Gatto.   

    O ambiente, protegido e monitorado pelo ICMBio, é um dos mais isolados do país, o que explica tanto a raridade de expedições quanto o surgimento de espécies únicas.  

    O chefe do parque, o biólogo Cassiano Gatto, reforça que, especialmente nas regiões mais altas das montanhas, a proporção de plantas e animais que não existem em nenhum outro lugar do planeta podem chegar a 30% do total de espécies. Condições extremas das montanhas, como solo pouco fértil e extremos de umidade e temperaturas, permitem o desenvolvimento desta biodiversidade única, o que torna sua conservação um desafio diante das consequências da mudança do clima. 

    “Ainda não exploramos as florestas de altitude, por exemplo. Há muito ainda a registrar para fazermos o monitoramento de fauna e flora nos próximos anos – contamos com a participação dos nossos parceiros Yanomami para nos ajudar nessa tarefa”, reforça a chefia da unidade.  

    Descoberta a 1.730 m de altitude  

    A descoberta, feita por pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), ocorreu durante uma expedição científica realizada em 2022 na Serra do Imeri, dentro dos limites do parque. Em um riacho de floresta de altitude, a cerca de 1.730 metros, os cientistas encontraram três indivíduos do crustáceo — um macho e duas fêmeas — enquanto realizavam coletas de girinos.  

    Mais do que uma nova espécie, o estudo — publicado na revista científica Zootaxa — confirmou algo ainda mais significativo: trata-se de um gênero completamente novo dentro da família Pseudothelphusidae, um grupo já conhecido de caranguejos de riachos montanhosos da América do Sul. Esse tipo de avanço taxonômico é considerado raro, especialmente em grupos relativamente estudados.  

    A análise foi liderada pelo zoólogo Marcos Tavares, que identificou características morfológicas e genéticas distintas no material coletado. Inicialmente, o animal parecia pertencer ao gênero Microthelphusa, usado de forma provisória em classificações incertas. No entanto, o aprofundamento dos estudos revelou uma linhagem única, levando inclusive à reclassificação de espécies venezuelanas relacionadas.  

    Segundo Tavares, o fato de a equipe ter encontrado um exemplar macho foi decisivo. Nos caranguejos dessa família, estruturas reprodutivas masculinas — chamadas gonópodos — são fundamentais para diferenciar espécies e gêneros. Essas características, altamente específicas, funcionam como uma “assinatura biológica” essencial para a taxonomia.  

    O novo caranguejo apresenta hábitos predominantemente terrestres, deslocando-se por galerias e áreas úmidas próximas a cursos d’água, onde se alimenta de pequenos invertebrados. Como outros membros da família, possui desenvolvimento direto, sem fase larval, o que limita sua dispersão e favorece o surgimento de espécies endêmicas — muitas vezes restritas a um único topo de montanha.  

    Ciência e conhecimento tradicional  

    Fortalecer a integração entre a ciência e o saber tradicional dos indígenas Yanomami é a estratégia do ICMBio no Parque Nacional do Pico da Neblina para descobrir novas espécies, conservar o bioma, os modos de vida tradicionais e seu conhecimento associado.  

    É desejo Yanomami fortalecer essa construção e integrar técnicas e ferramentas para o monitoramento e manejo dos recursos naturais: Urihi- a floresta-mãe, no idioma Yanomami.  Para isso, é fundamental inovar no ‘fazer pesquisa’, agregando valor ao conhecimento tradicional. É importante dialogar com os indígenas, consultá-los e envolvê-los nas pesquisas realizadas em seu território, revelando ainda mais saberes antes guardados, conclui Gatto.  

    Desafios Futuros 

    A mesma condição de isolamento também traz vulnerabilidades à unidade, que hoje enfrenta pressões externas, como o garimpo ilegal e o aumento da temperatura — ameaças concretas à conservação desse sistema ecológico, desenvolvido ao longo de milhares de anos. A mudança climática pode impactar diretamente esses ambientes sensíveis nos próximos anos, colocando em risco espécies que sequer foram completamente estudadas.  

    A descoberta do Okothelphusa trefauti e de outras novas espécies no local evidenciam, portanto, mais do que a riqueza biológica da região: mostra como a atuação dos indígenas Yanomami e do ICMBio, por meio do Parque Nacional do Pico da Neblina, é decisiva para que ciência e conhecimentos tradicionais caminhem juntos, protegendo a rica biodiversidade da Amazônia. 

  • Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Prefeitura de Manaus informa que as Unidades Móveis de Saúde da Mulher (UBSS) das zonas Norte e rural atenderão em novos endereços a partir desta segunda-feira, 11/5. As demais unidades de saúde seguem funcionando nos mesmos locais da semana passada. Estruturadas com o objetivo de ofertar serviços e procedimentos de saúde exclusivamente para a população feminina, as unidades da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) atuam em todas as zonas geográficas de Manaus no horário das 7h às 17h.

    Na zona Norte da capital, a unidade móvel de saúde estará posicionada na rua Cáceres, s/n, Nova Cidade (praça de alimentação Menino Jesus), até o dia 22 de maio.

    Até o dia 15 de maio, as usuárias da zona Oeste podem buscar os serviços de saúde na unidade instalada na avenida José Moacir Teberga de Toledo, no bairro Planalto (USF Walid Aziz).

    Na zona Leste, a estação móvel de saúde vai funcionar na rua Coreia do Norte, s/n, Mauazinho, próximo à escola municipal Professora Maria Raimunda Marques Brasil, também até o dia 15 de maio.

    Desde o dia 27 de abril, a unidade que atende a zona Sul da capital está posicionada na rua Theodore Levitt, s/n, Parque 10 de Novembro, na comunidade Católica São Paulo Apóstolo, onde segue atendendo até o dia 15 de maio.

    Na zona rural de Manaus, as moradoras podem buscar atendimento na BR 174, quilômetro 2, na comunidade Novo Paraíso, ramal do Gurgel, lote 46, onde a unidade ficará instalada até o dia 22 de maio.

    As estruturas móveis da Semsa ofertam consultas médicas e de enfermagem, atendimento pré-natal, planejamento familiar, mamografia, ultrassonografia, coleta e exame preventivo, testes rápidos para detecção de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e dispensação de medicamentos.

    Para ter acesso aos atendimentos, as usuárias podem comparecer em qualquer das (UBSS) e apresentar o documento oficial de identidade e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). As estruturas funcionam de segunda a sexta-feira, em dias úteis, inclusive nas datas declaradas pontos facultativos pela administração municipal, das 7h às 17h.

    Confira os locais e datas de atendimento das Unidades Móveis de Saúde da Mulher (UBSS) da Semsa Manaus

    Zona Norte

    Rua Cáceres, s/n, Nova Cidade (Praça de alimentação Menino Jesus)

    11 a 22/5

    Zona Oeste

    Av. José Moacir Teberga de Toledo, Planalto (USF Walid Aziz)

    4 a 15/5

    Zona Leste

    Rua Coreia do Norte, s/n, Mauazinho (próximo à Escola Municipal Prof. Maria Raimunda Marques Brasil)

    4 a 15/5

    Zona Sul

    Rua Theodore Levitt, s/n, Parque 10 (Comunidade Católica São Paulo Apóstolo)

    27/4 a 15/5

    Zona Rural

    BR 174, Km 02, Comunidade Novo Paraíso, Ramal do Gurgel, Lote 46

    11 a 22/5

  • Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    atividade circense é reconhecida oficialmente, a partir desta segunda-feira (11), como manifestação da cultura e da arte popular em todo o território nacional.

    Lei nº 15.405, que prevê a medida, está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

    De acordo com o texto, o reconhecimento vale para todas as formas de expressão circense desenvolvidas no país, como malabarismo, acrobacias, equilíbrio (corda bamba, perna de pau) e palhaçaria.

    A norma reforça o papel histórico e cultural do circo na formação artística e na identidade cultural brasileira.

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    Com o reconhecimento oficial da atividade, o setor circense passa a ter maior respaldo institucional como patrimônio cultural, o que contribui para políticas públicas voltadas à valorização e à preservação dessa expressão artística tradicional.

  • Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Está publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11/5) o Decreto nº 12.964 , de 8 de maio de 2026, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que amplia o alcance do Programa Luz para Todos e reforça a estratégia do Governo Federal para universalizar o acesso à energia elétrica no país. O texto atualiza as regras do Decreto nº 11.628/2023 com foco na inclusão social, no desenvolvimento produtivo e na ampliação do atendimento em regiões remotas, especialmente na Amazônia Legal.

    Com a medida, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais.

    O decreto também fortalece o uso produtivo da energia elétrica como instrumento de geração de renda e desenvolvimento socioeconômico local. A nova regulamentação permite que o Luz para Todos atenda estruturas comunitárias e produtivas no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal, beneficiando atividades ligadas à sociobioeconomia, ao agroextrativismo, ao beneficiamento de alimentos e a empreendimentos comunitários.

    Outra mudança prevista é a ampliação do prazo de execução do programa para áreas rurais até dezembro de 2028, com encerramento financeiro até 2029. O texto também determina que os novos atendimentos contem com infraestrutura resiliente, adequada às condições climáticas, territoriais e logísticas da Amazônia Legal, com foco na sustentabilidade e na redução das desigualdades regionais.

    Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário”, afirmou Lula.

    Desde a criação do Luz para Todos, em 2003, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o País, alcançando aproximadamente 17,9 milhões de pessoas. Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal.

    Lula anuncia R$ 130 bilhões em distribuição de energia e reforça ampliação do Luz para Todos

    Durante evento realizado na última sexta-feira (8/5), em Brasília, Lula destacou o impacto social do programa. “Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário”, afirmou o presidente. “Às vezes, é triste, porque tem gente que mora vizinho à hidrelétrica e não tem energia elétrica. Não é porque custa caro, é porque, muitas vezes, as pessoas mais humildes são tratadas como se fossem invisíveis”, completou.

    Segundo o Ministério de Minas e Energia, o programa já conta com orçamento aprovado de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

    “Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário. Às vezes, é triste, porque tem gente que mora vizinho à hidrelétrica e não tem energia elétrica. Não é porque custa caro, é porque, muitas vezes, as pessoas mais humildes são tratadas como se fossem invisíveis”, afirmou o presidente Lula, durante evento realizado na última sexta-feira (8/5), em Brasília.

    Com o decreto, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais.

    USO PRODUTIVO – O decreto também fortalece o uso produtivo da energia elétrica como instrumento de geração de renda e desenvolvimento socioeconômico local. A nova regulamentação permite que o Luz para Todos atenda estruturas comunitárias e produtivas no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal, beneficiando atividades ligadas à sociobioeconomia, ao agroextrativismo, ao beneficiamento de alimentos e a empreendimentos comunitários.

    AMPLIAÇÃO DO PRAZO – Outra mudança prevista é a ampliação do prazo de execução do programa para áreas rurais até dezembro de 2028, com encerramento financeiro até 2029. O texto também determina que os novos atendimentos contem com infraestrutura resiliente, adequada às condições climáticas, territoriais e logísticas da Amazônia Legal, com foco na sustentabilidade e na redução das desigualdades regionais.

    ORÇAMENTO – Segundo o Ministério de Minas e Energia, o programa já conta com orçamento aprovado de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

    17,9 MILHÕES DE PESSOAS – Desde a criação do Luz para Todos, em 2003, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o país, alcançando aproximadamente 17,9 milhões de pessoas. Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal.

  • Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua.

    Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades.

    Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

    “Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (8).

    Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas.

    “Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos”, comemorou o presidente da Anfavea.

    Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014.

    Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil autoveículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

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    Exportações

    Entre janeiro e abril deste ano, 142,4 mil veículos foram enviados ao exterior, o que significou um recuo de 16,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Anfavea, embora os embarques tenham crescido 8,2% em abril em relação ao mês de março, eles caíram 11,7% na comparação com o ano passado.

    Isso se deve principalmente porque o mercado argentino já não em absorvendo um grande volume de produtos brasileiros.

    “O mercado argentino caiu 6% no primeiro quadrimestre de 2026”, informou Calvet.

    Veículos pesados

     

    A venda de caminhões continua em queda, no entanto, ressaltou a Anfavea, essa queda vem se reduzindo nos últimos meses. Isso é resultado do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos na troca de caminhões mais antigos.

    “O Move Brasil continua ajudando, mas ainda não foi capaz de reverter a queda nas vendas. Essa segunda etapa do programa, que foi recentemente anunciada, vem sim em um bom momento e a gente espera que agora nós consigamos reverter essa queda nas vendas”, disse o presidente da Anfavea.

    Em abril, foram emplacados 8,8 mil caminhões, crescimento de 0,1% em relação a março e queda de 5,8% ante abril de 2025. No acumulado do ano, os emplacamentos de caminhões somaram 30,7 mil unidades, queda de 17,2% sobre igual período.

    Já os ônibus tiveram crescimento de 4,6% nos emplacamentos em relação a março, com 2.049 unidades vendidas, o que representou queda de 6,9% em relação a abril de 2025.

    Elétricos

    Os veículos eletrificados apresentaram um novo recorde de participação, alcançando a marca de 18,3% do total de vendas do país.

    “Temos um total de 48,7 mil unidades de veículos eletrificados emplacados no Brasil no mês de abril. Nesse ritmo a Anfavea já está prevendo em torno de 420 mil a 450 mil veículos eletrificados emplacados nesse ano, o que seria um número bastante robusto”, informou Calvet.

  • Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    O Parlamento da Tanzânia solicitou a assistência técnica e financeira da Organização Mundial da Saúde, OMS, para aprofundar a análise da tributação do tabaco, considerada a medida isolada mais eficaz e custo-efetiva para reduzir o tabagismo.

    Em estreita parceria com os especialistas técnicos da OMS na região, o Ministério da Saúde organizou uma reunião de trabalho sobre o Modelo de Simulação de Impostos sobre o Tabaco da OMS, o TaXSiM.

    Política Fiscal Sustentável 

    Numa altura em que se assiste à diminuição do financiamento externo para os programas de saúde, a OMS destaca que a reforma da tributação do tabaco pode reforçar o financiamento interno da saúde e de outras prioridades de desenvolvimento nacional.

    As entidades reunidas no workshop do modelo TaXSiM procuraram efetuar uma análise rigorosa da política fiscal do tabaco, bem como avaliar reformas que beneficiem simultaneamente a saúde da população e a mobilização de receitas internas.

    Segundo a OMS, após o evento, foi produzido um relatório com recomendações para alterações na política fiscal do tabaco, que será apresentado às autoridades competentes para consideração.

    Fardo na Saúde e Economia 

    Na Tanzânia, o consumo de tabaco está associado a um encargo substancial e evitável sobre a economia e a saúde pública do país da África Oriental.

    Estima-se que, anualmente, o tabagismo seja responsável pela morte prematura de mais de 21.800 pessoas no país. Acrescenta-se, ainda, o aumento de doenças não transmissíveis e outras patologias entre os consumidores de tabaco.

    Por sua vez, o custo dos cuidados de saúde associados ao tabagismo atinge cerca de 110 bilhões de xelins tanzanianos por ano, colocando pressão sobre o sistema de saúde. As perdas de produtividade relacionadas com a morbilidade e a morte prematura atribuíveis ao tabaco custam à economia tanzaniana três vezes mais.

    Compromisso com a Saúde Pública

    De acordo com a OMS, a tributação do tabaco e a consequente subida dos preços reduzem o consumo e desencorajam a iniciação tabágica, sobretudo entre os grupos mais jovens da população.

    Ao mesmo tempo, o reforço da carga fiscal sobre os produtos do tabaco contribui para aliviar a pressão sobre os cuidados de saúde e para reduzir as perdas económicas associadas às doenças relacionadas com o tabagismo.

    Ainda em 2007, a República Unida da Tanzânia ratificou a Convenção-Quadro da OMS para o Controlo do Tabaco, comprometendo-se a adotar medidas fiscais e de preços destinadas a tornar os produtos do tabaco menos acessíveis e, desse modo, a proteger a saúde pública.

  • Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    As Bases Fluviais Arpão, coordenadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), causaram mais de R$ 250 milhões em danos ao crime entre os meses de janeiro e abril deste ano. Durante este período, as unidades flutuantes auxiliaram as Forças de Segurança na apreensão de 10,8 toneladas de drogas, o que resultou no fortalecimento do combate à criminalidade no estado.

    O secretário interino da SSP-AM, Anézio Paiva, ressaltou que o Governo do Amazonas fortaleceu todas as ações de segurança do estado, entre elas a atuação das Bases Flutuantes. O objetivo é aumentar a segurança da população que mora no interior do estado.

    “Temos um resultado muito significativo a partir desse trabalho integrado empregado nas nossas bases. Essas ações não retiram apenas drogas, armas e efetuam apreensões de pescado, elas buscam levar mais segurança para a nossa população do interior. E vamos trabalhar para que isso seja ainda mais fortalecido, com envio de mais policiamento em locais que ainda precisam de reforço”, destacou o secretário interino da SSP-AM.

    Produtividade

    Entre janeiro e abril, somente de maconha do tipo skunk, foram apreendidos 9.851,67 quilos. O volume não representa apenas um número, mas evidencia o enfrentamento incisivo à circulação de entorpecentes e aos crimes associados.

    Além do combate ao tráfico de drogas, as bases fluviais também fortaleceram o enfrentamento de crimes ambientais e biopirataria. No âmbito ambiental, o maior impacto ocorreu no combate aos crimes de venda de carne de caça e pescado ilegal, com a apreensão de mais de 29 toneladas.

    Durante o mesmo período, foram efetuadas 79 prisões entre pessoas que estavam transportando drogas e foragidos da Justiça. Foram apreendidas, ainda, 19 armas de fogo, 6 mil munições, e mais de R$ 1 milhão em espécie, além de sete embarcações.

    Histórico da operação

    As bases fluviais foram implementadas em agosto de 2020, e operam 24 horas por dia, com a atuação integrada de forças como Polícia Militar (PMAM), Polícia Civil (PC-AM), Corpo de Bombeiros (CBMAM), Polícia Científica, Força Nacional e Marinha do Brasil, e cães policiais, que auxiliam e aumentam o poder operativo durante as abordagens.

    As ações de abordagem às embarcações e patrulhamento e visitas às comunidades são realizadas com o auxílio de lanchas blindadas e armamento de alto calibre, entre outros equipamentos de vigilâncias e inteligência.

    Atualmente, o Governo do Amazonas, por meio da SSP-AM, coordena cinco unidades fluviais: as bases Arpão 1, localizada em Jutaí; Arpão 2, em Coari; Arpão 3, na região de Barcelos; Tiradentes, em Codajás; e a base Paulo Pinto Nery, em Itacoatiara.

  • 82% das pessoas acima de 14 anos no Brasil têm algum rendimento; 11% recebem programas sociais

    82% das pessoas acima de 14 anos no Brasil têm algum rendimento; 11% recebem programas sociais

    82% das pessoas acima de 14 anos no Brasil têm algum rendimento; 11% recebem programas sociais

    Das 174,7 milhões de pessoas acima de 14 anos que vivem no Brasil – segundo dados do IBGE relativos ao final de 2025 -, 143 milhões recebem algum tipo de rendimento. Ou 82%. Este é o maior percentual da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-Contínua), do IBGE.

    Com base nos números do IBGE, aproximadamente 101 milhões de pessoas acima de 14 anos recebem renda proveniente do trabalho, ou 58% desse contingente de 174,7 milhões. Outras 17% recebem aposentadorias e pensões. E 11% delas têm rendimento gerado por programas sociais do estado.

    Esses dados fazem parte dos mais recentes resultados da PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (8/5), pelo IBGE. Esta PNAD refere-se ao ano de 2025.

    Quanto às aposentadorias e pensões, embora programas sociais, é preciso considerar que aposentadorias são rendimentos ligados diretamente à vida laboral, podendo ser consideradas renda do trabalho.

    Na apresentação desta sexta-feira,  o IBGE fez as contas a partir do total de pessoas residentes no Brasil (212 milhões), incluindo aquelas fora da população em idade de trabalhar. Os percentuais acima, no entanto, consideram apenas a população em idade de trabalhar, sobre a qual há a expectativa de receber algum tipo de rendimento.

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    Rendimento médio cresce 5,4% em 2025 e percentual de pessoas inseridas é o maior da série

    Rendimento médio é o maior da série

    O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O resultado representa um crescimento de 5,4% em relação a 2024 e consolida o quarto ano consecutivo de expansão dos rendimentos no País, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (08).

    Em comparação com o período pré-pandemia, o avanço é ainda mais expressivo: o rendimento médio de todas as fontes, que abrange os rendimentos provenientes tanto do trabalho quanto de outras fontes, ficou 8,6% acima do registrado em 2019 e 12,8% superior ao observado em 2012. Após as perdas verificadas durante a pandemia de COVID-19, especialmente em 2020 e 2021, a recuperação iniciada em 2022 se manteve de forma consistente até 2025.

    Dentre todas as categorias que compõem o rendimento de outras fontes, o item aposentadoria e pensão manteve-se como o de maior valor médio em 2025 (R$ 2 697), permanecendo próximo dos valores registrados em 2024 e 2019. O valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo, incluindo programas das esferas federal, estadual e municipal, era de R$ 870 em 2025, similar ao valor observado em 2024 (R$ 875). Em relação a 2019 (R$ 508), o valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo cresceu 71,3% no País.

    O rendimento médio mensal real domiciliar per capita também atingiu valor recorde em 2025, ao chegar a R$ 2.264, com crescimento de 6,9% frente a 2024. Entre 2019 e 2025, a elevação acumulada foi de 18,9%. Em 2025, o rendimento de todos os trabalhos compunha 75,1% do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, mantendo-se em patamar próximo do registrado no ano anterior. Os 24,9% provenientes de outras fontes se dividiam em rendimentos de aposentadoria e pensão (16,4%), que correspondiam à maior parte, mas também em rendimentos de programas sociais do governo (3,5%), aluguel e arrendamento (2,1%), pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (0,9%) e outros rendimentos (2,0%).

    Com informações do IBGE

  • ouro amazônico que conquista o Brasil e mira o mundo

    ouro amazônico que conquista o Brasil e mira o mundo

    ouro amazônico que conquista o Brasil e mira o mundo

    Na densa floresta amazônica, onde o ar carrega umidade e segredos botânicos milenares, nasceu o Hillary Gin, um destilado que acaba de receber a medalha de ouro na categoria Gins produzido no Brasil. Em abril de 2026, durante a 15ª edição do Concurso New Spirits – o maior e mais rigoroso avaliador de destilados nacionais –, o rótulo amazônico faturou a medalha de ouro, superando mais de 550 amostras de 19 estados. O julgamento, realizado em Belo Horizonte e transmitido ao vivo pelo YouTube da Expocachaça, não deixou dúvidas: a Hillary Gin é sinônimo de excelência, agora certificada pelo maior evento de bebidas destiladas do Brasil.

    Mas o que torna esse gin tão especial? A Hilary Gin combina a técnica tradicional inglesa de destilação com ingredientes autênticos da floresta, como puxuri, cumaru, jambu, camu-camu e cupuaçu — resultando em um destilado sofisticado, de identidade marcante e alma amazônica. E esses ingredientes não são mero tempero: eles definem um perfil sensorial único, com notas cítricas frescas no nariz, corpo equilibrado por toques terrosos e amadeirados, e um final longo, herbal e levemente adocicado pelo cumaru. “É a Amazônia em garrafa”, resume a equipe por trás da marca.

    O New Spirits, organizado por José Lúcio Mendes e Denise Lunelli, vai além de um selo de prestígio. Com nove categorias e critérios cegas (avaliação sensorial por sommeliers e especialistas em aroma, equilíbrio, persistência e inovação), o concurso reflete o que chega às prateleiras: qualidade real para o consumidor.

    A conquista não chegou do nada. Antes do palco nacional, a Hilary já havia chamado atenção fora do Brasil, com reconhecimento na CPLP Economic and Trade Exhibition, em Macau, na China — um sinal de que o produto tem consistência e vocabulário suficientes para competir além das fronteiras regionais.
    “A Hilary Gin vem numa crescente desde que foi lançada, em 2024, buscando conquistar o amazônida, mas de olho no mercado que tem se aberto para nós. Até agora, tivemos destaque internacionalmente, com o prêmio recebido na China e agora com esse reconhecimento nacional que muito nos orgulha”, diz Alice Muller, CEO da Hilary. “Da selva para o mundo”, como diz a narrativa da marca, sem exageros: é prova concreta de que botânicos amazônicos competem em palcos globais.

    O que diferencia a Hilary no mercado de gins — segmento que cresceu vertiginosamente no Brasil nos últimos anos — é justamente o que poderia parecer um obstáculo logístico: sua origem. Criada no coração da Amazônia, a bebida incorpora insumos regionais que conferem ao destilado um perfil aromático singular, difícil de reproduzir fora da floresta.

    Mais do que uma questão de sabor, a proposta carrega uma camada política e simbólica. A marca é liderada por mulheres e aposta na valorização do bioma como ativo econômico — não apenas como cenário.

    “Para nós, tem sido mais do que receber prêmios nacionais e internacionais. Ficamos felizes em ver um negócio amazônico liderado por mulheres e feito com produtos regionais ser reconhecido por sua qualidade e sabor diferenciados e saber que podemos levar a marca Amazônia e o poder dos insumos da floresta mais longe”, afirmou Raquel Omena, diretora de marca.

    Mas os compromissos internacionais seguem surgindo para a empresa manauara, Raquel Omena, Diretora de Marca, está indo para Lisboa (Portugal) a convite da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e do Sebrae, onde participará do Programa Cooperar para Exportar, que contará com visitas técnicas e rodadas de negócios com foco no mercado internacional da Hilary Gin.

    Agora, para além das premiações e rodadas de negócios, a Hilary segue aumentando sua margem de abastecimento no mercado e ganhando espaço nas gôndolas. Para esse ano, a expectativa inicial da empresa é por na praça 5.000 garrafas para venda. O crescimento esperado para o ano é de 155%. A Hilary também planeja diversificar o portfólio e se prepara para lançar novos produtos ainda este ano.

    Premiações:
    2025 – A Hilary Gin recebeu o “Prémio de Excelência” na categoria “Aroma e Lenda” durante a 2ª Exposição Econômica e Comercial China-Países de Língua Portuguesa (C-PLPEX) em Macau., realizada entre os dias 22 e 25 de outubro.

    O reconhecimento foi concedido na “Seleção de Empresas de Destaque para a Cooperação Econômica e Comercial China–Portugal”, em cerimônia de gala no The Venetian Macao.

    2026 – A 15ª edição do Concurso Anual e Nacional New Spirits, ocorrida em abril de 2026, consolidou-se como um dos principais destaques na avaliação de destilados no Brasil, realizada junto à Expocachaça. O concurso premiou cachaças de alambique, gins e outros destilados, destacando a produção nacional.Destaques e Resultados

    A Hilary Gin venceu na categoria Ouro, como um dos melhores Gins do Brasil.

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