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  • Brasil cria plano para emergências na saúde por mudanças climáticas

    Brasil cria plano para emergências na saúde por mudanças climáticas

    O Brasil desenvolveu o Plano de Preparação e Resposta a Emergências em Saúde Pública associadas ao El Niño 2026-2027, o Plano Setorial de Saúde – AdaptaSUS, com estratégias que reúne medidas voltadas à preparação do setor de saúde, diante dos impactos das mudanças climáticas.

    O El Niño é um fenômeno climático natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o que resulta em mudanças de ventos e chuvas em todo o mundo.

    O plano destaca que os impactos sobre a saúde humana devido às mudanças do clima se tornam cada vez mais evidentes.

    “O principal risco para a saúde e para os serviços de saúde relacionados à mudança do clima é o potencial de aumento da ocorrência de doenças (morbidade), de óbitos (mortalidade), e de ampliação da demanda pelos serviços de saúde”, explicita o plano de adaptação.

    O documento foi apresentado pelo Ministério da Saúde, na quarta-feira (26), durante a 7ª Assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em Brasília.

    O Ministério da Saúde destaca que as situações de mudanças climáticas exigem respostas integradas, sensíveis às desigualdades e orientadas pela justiça climática e equidade, uma vez que as comunidades em situação de vulnerabilidade socioambiental, especialmente aquelas com menor acesso a serviços de saúde, são desproporcionalmente mais afetadas.

    O entendimento é que é preciso compreender como fatores socioeconômicos, políticas públicas desiguais e comportamentos culturais influenciam as condições de saúde para, então, adotar as medidas eficazes para a redução das desigualdades.

    AdaptaSUS

    O Plano Setorial de Saúde – AdaptaSUS tem a missão de estabelecer estratégias de adaptação na esfera federal de gestão do SUS para reduzir os impactos da mudança do clima na saúde das pessoas e nos serviços de saúde e definir diretrizes para orientar a atuação de estados e estadual e municípios.

    A preparação para os possíveis impactos do fenômeno está organizada em cinco eixos:

  •       Governança federativa, com Sala de Situação de Emergências Climáticas;
  •       Governança interna, por meio da Sala de Situação Saúde e Clima;
  •       Recursos e kits emergenciais de assistência farmacêutica;
  •       Atuação da Força Nacional do SUS (FN-SUS), com bases regionais capazes de deslocar equipes em até 48 horas;
  •       Organização de serviços e protocolos técnicos de acordo com as características de cada bioma.
  • No médio prazo, o Plano Setorial de Saúde – AdaptaSUS estabelece 27 metas e 93 ações até 2035.

    Entre as ações relacionadas à segurança hídrica em áreas sujeitas à seca e à estiagem, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) contratou 18,8 mil cisternas, em 397 municípios de sete estados, com aporte de R$ 226,6 milhões destinado a unidades de melhoria sanitária.

    Ferramentas

    Entre as ferramentas utilizadas para o monitoramento do clima estão o Painel Nacional de Excesso de Calor, o Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Poluentes Atmosféricos (VigiAR) e o GeoRisk do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

    O AdaptaSUS ainda conta com os Centros de Informação em Saúde e Clima (Cisc), projeto-piloto desenvolvido em oito cidades das cinco regiões do país.

    A estratégia também prevê a integração dos sistemas oficiais do Ministério da Saúde usados para detecção precoce, registro, monitoramento e investigação de surtos e outros problemas de saúde pública no Brasil (e-SUS Notifica, Sivep-Gripe e Sinan).

    Na Amazônia, a preparação considera ainda a organização da rede de atenção e a estrutura disponível para atendimento às populações em áreas de difícil acesso, incluindo equipes de saúde e Unidades Básicas de Saúde Fluviais (UBSF).

    O planejamento define que o Ministério da Saúde também institua um painel de especialistas em clima e saúde, com a função de subsidiar tecnicamente as decisões relacionadas à preparação e à resposta aos impactos dos eventos climáticos.

    O risco da mudança do clima para a saúde envolve a ocorrência de óbitos, traumas, aumento de doenças, o comprometimento na prestação dos serviços de saúde, destruição da infraestrutura e até as emergências de saúde pública.

    Entre os principais efeitos diretos na saúde estão:

  • as doenças associadas a extremos de temperatura (calor e frio);
  • doenças transmitidas pelo acesso inadequado à água, saneamento e higiene doenças transmitidas por vetores e zoonoses;
  • doenças respiratórias;
  • doenças associadas à poluição atmosférica;
  • lesões e mortalidade por eventos climáticos extremos;
  • desnutrição e doenças não transmissíveis, saúde mental e psicossocial.
  • Além das alterações nos padrões das doenças, as mudanças climáticas ainda podem impactar o sistema de saúde com a ampliação das demandas nos serviços de saúde; a emergência em saúde pública; o comprometimento ou interrupção da prestação dos serviços em estabelecimentos de saúde.

    El Niño

    No Brasil, até 2027, o fenômeno climático El Niño está classificado como “forte” e pode atingir o patamar “muito forte” já em setembro deste ano. A previsão é que a janela crítica ocorrerá no período entre outubro deste ano e março de 2027.

    Os efeitos do fenômeno variam de acordo com a região do país:

  •       seca, estiagem e queimadas no Norte e Centro-Oeste;
  •       aprofundamento da seca e calor no Nordeste;
  •       clima mais irregular, com ondas de calor e temporais mail distribuídos no Sudeste; e
  •       chuvas intensas, com risco de inundação, no Sul.
  • O AdaptaSUS integra o Plano Clima Adaptação do governo federal no enfrentamento à mudança do clima, que envolveu em sua elaboração 25 ministérios, contribuições da sociedade civil, do setor empresarial e da comunidade.

    Ainda fazem parte do plano, quinze planos setoriais e temáticos, como os dos setores de segurança alimentar e nutricional, energia, transportes e cidades.

  • Jovem de 18 anos é executado a tiros com as mãos amarradas em Manaus

    Jovem de 18 anos é executado a tiros com as mãos amarradas em Manaus

    Mikhael Costa da Silva, de 18 anos, foi executado a tiros na madrugada deste sábado (29), na rua Izaurina Braga, antiga rua Amazonas, no bairro Compensa, zona oeste de Manaus. O jovem estava com as mãos amarradas.

    Segundo informações da polícia, Mikhael foi atingido por diversos disparos que acertaram o braço, ombro, pescoço e as costas. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

    Conforme o relatório de ocorrência do Instituto Médico Legal (IML), a vítima sofreu choque hemorrágico e teve lesões em vasos cervicais, coração, pulmões e vísceras abdominais.

    Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime ou sobre possíveis suspeitos.

    O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

  • Homem de 46 anos é morto a tiros durante a madrugada em Manaus

    Homem de 46 anos é morto a tiros durante a madrugada em Manaus

    Edvaldo da Silva Queiroz, de 46 anos, foi morto a tiros na madrugada deste sábado (29), no beco Hemetério Cabrinha, localizado no bairro São Lázaro, na zona sul de Manaus.

    De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO) registrado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a polícia foi acionada por volta das 5h26 após receber a informação de que um homem havia sido vítima de homicídio por arma de fogo.

    Edvaldo foi encontrado com ferimentos provocados pelos disparos. Segundo o registro do Instituto Médico Legal (IML), a vítima sofreu choque hemorrágico, além de lesões em órgãos das regiões torácica e abdominal.

    Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime. Ninguém foi preso.

    O caso deve ser investigado pela DEHS.

  • Senado pode votar na próxima semana incentivos fiscais para data centers

    Senado pode votar na próxima semana incentivos fiscais para data centers

    O Senado pode votar na próxima semana, durante esforço concentrado da Casa, o projeto de lei que cria incentivos fiscais para estimular a instalação de data centers (centros de processamento de dados) no Brasil.

    A proposta (PL 278/2026) foi uma das matérias anunciadas como prioritárias pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na quarta-feira (26), após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Hugo Motta.

    O texto cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que beneficia empresas com a suspensão do Imposto de Importação, do PIS/Cofins, do PIS/Cofins-Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    Aprovado em fevereiro pela Câmara, o PL 278/2026 ainda não tem relator no Senado e ainda não foi despachado para as comissões da Casa — mas já há requerimento de líderes para que a matéria seja votada diretamente no Plenário.

    Medida provisória

    A criação do Redata estava inicialmente prevista na Medida Provisória 1.318/2025, que não foi votada pelo Congresso Nacional e acabou perdendo a validade.

    Para garantir a criação desses incentivos fiscais, a proposição foi novamente apresentada em fevereiro — mas dessa vez sob a forma de projeto de lei: o PL 278/2026 — pelo então deputado federal José Guimarães (PT-CE), que era o líder do governo na Câmara.

    Ele se licenciou do cargo em abril para assumir a chefia da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

    Dependência

    De acordo com o Ministério da Fazenda, o Brasil ainda depende de data centers de outros países: cerca de 60% das cargas de dados e de inteligência artificial utilizadas no país são processadas no exterior.

    O ministério também argumenta que o diferencial de custos operacionais é um fator determinante.

    O projeto

    O texto em análise no Senado cria incentivos fiscais para estimular a instalação de data centers no país, principalmente os que tenham como foco a computação em nuvem e a inteligência artificial.

    Os incentivos do Redata incluem cinco anos de suspensão de tributos na compra de equipamentos. As contrapartidas das empresas incluem o uso de energia de fonte limpa (hidrelétricas) ou renovável (solar e eólica).

    Como condição para ter acesso aos benefícios, as empresas têm de estar em dia com os tributos federais. A estimativa do governo é de uma isenção em torno de R$ 5,2 bilhões em 2026 e de R$ 1 bilhão em cada um dos dois anos seguintes.

    De acordo com o projeto, a entrada de uma empresa no Redata deverá ser autorizada pelo Ministério da Fazenda. A empresa beneficiada terá suspensão do Imposto de Importação, do PIS/Cofins, do PIS/Cofins-Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    A suspensão será válida para a compra — dentro ou fora do Brasil — de componentes eletrônicos e outros produtos de tecnologias da informação e comunicação. A empresa que vender os equipamentos também poderá ser beneficiada pelo Redata (mas somente no caso dos produtos empregados na fabricação dos computadores a serem utilizados nos data centers).

    Para o Imposto de Importação, a suspensão se aplica aos produtos sem similar nacional.

    O projeto também prevê que, após o cumprimento dos compromissos e a entrega final dos produtos, a suspensão será convertida em alíquota zero.

    Quem pode participar

    Podem participar do Redata os centros de processamento voltados à armazenagem, ao processamento e à gestão de dados e aplicações digitais, incluindo:

  • computação em nuvem;
  • processamento de alto desempenho;
  • treinamento;
  • inferência de modelos de inteligência artificial e serviços correlatos;
  • outros itens, desde que estabelecidos em ato do Poder Executivo, de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (NBS).
  • Contrapartida

    As contrapartidas para as empresas que quiserem participar do Redata envolvem os seguintes compromissos:

  • direcionar ao mercado interno pelo menos 10% do fornecimento efetivo de processamento, armazenagem e tratamento de dados a ser instalado com os benefícios;
  • atender a critérios e indicadores de sustentabilidade definidos em regulamento;
  • honrar a totalidade de sua demanda contratual de energia elétrica, seja com contratos de suprimento ou autoprodução de fontes limpas ou renováveis;
  • apresentar Índice de Eficiência Hídrica no uso da água para resfriamento dos equipamentos igual ou inferior a 0,05 litro/kWh em aferição anual;
  • fazer investimentos no país equivalentes a 2% do valor dos produtos comprados no mercado interno ou importados com o benefício fiscal.
  • Além disso, um dispositivo incluído no projeto durante a tramitação na Câmara exige do beneficiário do Redata a publicação de relatório de sustentabilidade das instalações (com o índice de eficiência, as fontes de energia elétrica utilizadas e os demais indicadores de sustentabilidade).

    Desenvolvimento regional

    A proposta prevê que o direcionamento do processamento ao Brasil e o compromisso de investimento serão reduzidos de 10% e 2% para, respectivamente, 8% e 1,6% quando a empresa estiver localizada nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (ou se estiver em área de abrangência das agências de desenvolvimento regional).

    O texto também determina que, de todos os recursos direcionados a investimentos em projetos e programas de fomento à cadeia produtiva da economia digital, 40% deverão ir para aqueles localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluídas as respectivas áreas de abrangência das agências de desenvolvimento regional, como Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

    Punições

    Se a empresa habilitada não cumprir os compromissos no prazo estipulado (exceto o direcionamento de processamento ao Brasil), ela deverá pagar os tributos suspensos com juros e multa de mora.

    Para a empresa vendedora dos equipamentos, a quitação de tributos deve ocorrer caso os equipamentos não sejam entregues ao data center.

    Já no caso de descumprimento da condição de direcionar 10% do fornecimento efetivo de processamento ao Brasil, o texto prevê a suspensão dos benefícios tributários em novas compras de equipamentos. Se, depois de 180 dias da notificação, a empresa não corrigir o procedimento, a suspensão será convertida automaticamente em cancelamento da habilitação.

    Os benefícios fiscais criados pelo Redata deverão ser objeto de acompanhamento e avaliação por dois ministérios: o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e o Ministério da Fazenda.

    Emendas

    Até a tarde desta quinta-feira (27), os senadores haviam apresentado 22 emendas ao texto.

    Entre as mudanças sugeridas estão:

  • retirar a obrigatoriedade da exigência de uso de energia de fonte limpa ou renovável;
  • incluir no texto regras sobre temas de outras leis, como a atualização do marco legal das Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs);
  • possibilitar que o atendimento à totalidade da demanda de energia elétrica se dê também com fontes de baixa intensidade de carbono, como a biomassa;
  • incluir outras regiões entre as beneficiadas pela redução de compromissos para as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
  • Caso o Senado faça modificações no mérito do projeto, a matéria terá de voltar à Câmara dos Deputados para nova análise.

    Fonte: Agência Senado

  • Amazonas lidera receita de serviços na Região Norte, com R$ 45,8 bilhões em 2024

    Amazonas lidera receita de serviços na Região Norte, com R$ 45,8 bilhões em 2024

    O Amazonas registrou R$ 45,8 bilhões em receita bruta de serviços em 2024 e respondeu por 36,7% do total gerado na Região Norte, a maior participação entre os estados da região. No estado, 13.789 empresas prestadoras de serviços não financeiros empregavam 177.670 pessoas e registraram R$ 5,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na Região Norte, o Amazonas ficou à frente do Pará, que respondeu por 36,1% da receita bruta regional. Na sequência aparecem Rondônia, com 10,3%; Tocantins, com 7,4%; Amapá, com 3,8%; Acre, com 3,0%; e Roraima, com 2,7%.

    Nacionalmente, a Região Norte respondeu por 3,3% da receita bruta de serviços do país. O Amazonas foi responsável por 1,2% da receita nacional, ficando na 14º posição no ranking entre os estados da federação.

    Serviços profissionais concentram quase metade das empresas

    Entre as atividades pesquisadas no Amazonas, os Serviços profissionais, administrativos e complementares apresentaram o maior número de empresas e de pessoas ocupadas. Foram 6.559 empresas e 84.371 pessoas ocupadas.

    O segmento reúne um conjunto diversificado de atividades. Estão incluídos, por exemplo, serviços de advocacia, contabilidade, arquitetura e engenharia, agências de viagens e operadores de turismo, empresas de vigilância e segurança, serviços de limpeza e conservação de edifícios, atividades paisagísticas, seleção e locação de mão de obra e serviços de escritório e apoio administrativo.

    O peso do segmento também aparece nos gastos com pessoal. Dos R$ 5,5 bilhões registrados em salários, retiradas e outras remunerações no setor de serviços amazonense, R$ 2,4 bilhões estavam nos Serviços profissionais, administrativos e complementares.

    Os Serviços profissionais, administrativos e complementares apresentaram a maior receita bruta entre os grupos pesquisados no Amazonas, com R$ 13,6 bilhões. A segunda maior receita foi registrada por Outros transportes, com R$ 11 bilhões. Em seguida aparecem Transporte rodoviário, com R$ 6,2 bilhões; Serviços de informação e comunicação, com R$ 4,5 bilhões; Serviços de alojamento e alimentação, com R$ 3,8 bilhões; e Armazenamento e serviços auxiliares aos transportes, com R$ 3,7 bilhões.

    Serviços profissionais reúnem 84,4 mil trabalhadores

    Dos 177.670 trabalhadores contabilizados pela PAS no Amazonas, 84.371 estavam nos Serviços profissionais, administrativos e complementares. O segundo maior contingente foi registrado nos Serviços de alojamento e alimentação, com 24.402 pessoas, seguido pelo Transporte rodoviário, com 22.401.

    Serviços de informação e comunicação empregavam 9.487 pessoas; Armazenamento e serviços auxiliares aos transportes, 8.960; Outros transportes, 7.414; e Outras atividades de serviços, 5.946.

    As empresas do setor de serviços no Amazonas registraram R$ 5,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações em 2024. Desse total, R$ 2,4 bilhões foram pagos pelos Serviços profissionais, administrativos e complementares. Na sequência aparecem Transporte rodoviário, com R$ 708,5 milhões; Serviços de alojamento e alimentação, com R$ 546,9 milhões; Outros transportes, com R$ 456,1 milhões; e Armazenamento e serviços auxiliares aos transportes, com R$ 426,2 milhões.

    PAS amplia cobertura no Amazonas

    A PAS 2024 passou por mudanças metodológicas e de cobertura geográfica. Na Região Norte, até o ano de referência de 2023, a investigação era restrita às empresas sediadas nas capitais dos estados e nos municípios da Região Metropolitana de Belém. A partir de 2024, a pesquisa passou a incluir empresas sediadas em todos os municípios de Rondônia, Amazonas, Pará e Amapá. A mudança amplia a representação territorial do setor de serviços no Amazonas.

    Serviços empregam 15,9 milhões de pessoas no país

    No Brasil, a PAS 2024 contabilizou 1,9 milhão de empresas prestadoras de serviços não financeiros e 15,9 milhões de pessoas ocupadas. Essas empresas registraram R$ 3,9 trilhões em receita bruta de serviços, R$ 3,5 trilhões em receita operacional líquida e R$ 644,2 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. O valor adicionado chegou a R$ 2,1 trilhões.

    Os Serviços profissionais, administrativos e complementares também tiveram a maior participação na receita operacional líquida nacional, com 29,4%. Em seguida aparecem Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 28,3%, e Serviços de informação e comunicação, com 19,0%.

    Sobre a pesquisa

    Realizada pelo IBGE desde 1998, a Pesquisa Anual de Serviços investiga as características estruturais das empresas prestadoras de serviços não financeiros. A pesquisa contempla informações sobre número de empresas, pessoal ocupado, salários, receitas, despesas e valor adicionado, entre outras variáveis, e seus resultados subsidiam as estimativas macroeconômicas do Sistema de Contas Nacionais.

  • Anvisa: anéis inteligentes não devem ser usados para diagnosticar doenças

    Anvisa: anéis inteligentes não devem ser usados para diagnosticar doenças

    Aplicativos para celular, relógios e, mais recentemente, anéis inteligentes passaram a ser opção ao público preocupado em monitorar, por meio de sensores, a qualidade do sono, frequência cardíaca, nível de oxigenação, entre outras informações. Apesar de coletarem informações e apresentarem dados aos usuários, esses dispositivos NÃO geram diagnósticos. A confirmação de um quadro de saúde deve ser feita sempre por um profissional habilitado.

    Em geral, anéis inteligentes não são desenvolvidos pelos fabricantes com finalidade médica, mas sim como acessórios de bem-estar e apoio a atividades esportivas. Neste caso e se não medirem parâmetros fisiológicos de uso tipicamente clínico, não são considerados produtos médicos sujeito à regularização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Equipamentos com finalidade de apoio ao diagnóstico e medição de parâmetros fisiológicos de uso tipicamente clínico precisam ser regularizados na Anvisa. Isso é o que garante que tais produtos tenham a precisão necessária para que o usuário ou profissional de saúde tome decisões. No caso da glicemia, por exemplo, uma variação na medição pode induzir ao uso de quantidades incorretas de insulina.

    Entre os sinais ou parâmetros fisiológicos de uso tipicamente clínico estão a medição de pressão arterial, oximetria, glicemia, eletrocardiograma, notificação de ritmo cardíaco irregular, ou alertas sobre possíveis enfermidades. Para qualquer um destes casos é obrigatório sua regularização junto à Anvisa.

    Isso ocorre porque é preciso comprovar segurança e desempenho antes do início da venda no Brasil, mesmo que o fabricante alegue que essas informações não podem ser usadas para diagnóstico, mas para fins de lazer, bem-estar ou esportivo.

    Em geral, a Agência regula os softwares com finalidade médica que utilizam informações obtidas por sensores, inclusive sensores presentes em dispositivos eletrônicos de uso geral. No entanto, dificilmente um anel inteligente constará na lista de dispositivos regularizados, pois geralmente os aplicativos e softwares que trazem as informações coletadas por meio do anel é que são responsáveis pela informação clínica e são regularizados.

    Não existem smartwatch ou anéis vestíveis autorizados pela Anvisa para medição não invasiva de glicose ou oximetria. Ou seja, a capacidade técnica destes produtos em oferecer a medição destes parâmetros ainda não foi comprovada pelos fabricantes.

    O que isso significa na prática?

    As informações fornecidas por um anel inteligente NÃO devem ser usadas para confirmar ou descartar uma doença, definir tratamentos, alterar medicamentos ou substituir exames e avaliações realizados por profissionais de saúde.

    Um alerta ou indicador apresentado pelo dispositivo não significa, por si só, que a pessoa esteja doente. Da mesma forma, resultados considerados “normais” pelo aparelho NÃO garantem que não exista qualquer problema de saúde.

    Até o momento, a Anvisa NÃO possui nenhum software médico regularizado especificamente para utilizar somente dados provenientes de anéis inteligentes, mas alguns dos softwares já regularizados podem usar dados provenientes destes produtos e somente nestas condições o dado da medida fisiológica é confiável.

    Regularização sanitária

    A regularização sanitária tem como finalidade assegurar que os dispositivos médicos colocados no mercado atendam aos requisitos de segurança, qualidade e desempenho. A comercialização deum produto sem a devida regularização sanitária constitui infração sanitária e ao adquirir um destes produtos  o consumidor pode estar utilizando um dispositivo cuja segurança e desempenho NÃO foram adequadamente avaliados, ou cuja origem e condições de fabricação são desconhecidas.

    Os riscos variam de acordo com o tipo de produto. Equipamentos destinados à medição ou diagnóstico podem fornecer resultados incorretos e contribuir para decisões inadequadas sobre a saúde do paciente. Equipamentos elétricos podem apresentar problemas relacionados à segurança elétrica. Produtos utilizados em procedimentos invasivos podem apresentar riscos relacionados à esterilidade, biocompatibilidade, qualidade dos materiais e desempenho.

    Outro problema relevante é a ausência de adequada rastreabilidade. Produtos irregulares podem não possuir fabricante ou responsável legal claramente identificado, o que dificulta a investigação de eventos adversos, queixas técnicas, recolhimentos e outras ações necessárias para a proteção do paciente.

    A população pode consultar a situação de regularização dos dispositivos médicos diretamente no portal da Anvisa em https://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/

  • Confira o trânsito e transporte para a realização da Corrida Bemol neste domingo, 30/8

    Confira o trânsito e transporte para a realização da Corrida Bemol neste domingo, 30/8

    A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), promove, neste domingo, 30/8, uma operação especial de trânsito para garantir segurança viária durante a realização da Corrida Bemol. A programação ocorrerá entre 5h e 8h, com interdições temporárias, acompanhamento das equipes de trânsito e alterações no transporte coletivo no entorno da Arena da Amazônia e em importantes corredores viários da região.

    Durante a prova, agentes do IMMU estarão posicionados nos principais cruzamentos e pontos de intervenção para orientar motoristas, organizar a circulação e garantir a segurança dos corredores. As interdições serão realizadas de forma temporária e as vias serão liberadas gradativamente assim que os participantes passarem pelos respectivos trechos, reduzindo os impactos para quem precisar circular pela região.

    O planejamento operacional alcança principalmente trechos da avenida Constantino Nery e do entorno da Arena da Amazônia, com utilização de vias alternativas como as avenidas Djalma Batista, Pedro Teixeira, Álvaro Maia e Brasil, além das ruas Lóris Cordovil e Pará e da avenida Belmiro Vianez.

    Durante o período do evento, as linhas 455, 118, 652 e 540 terão alterações temporárias de itinerário na região da Constantino Nery e deverão utilizar trechos das avenidas Djalma Batista e Pedro Teixeira, além da rua Lóris Cordovil e avenida Belmiro Vianez, antes de retornarem aos itinerários regulares. As demais linhas que circulam pela Constantino Nery também terão desvio pelo entorno da Arena da Amazônia.

    Também sofrerão alteração as linhas 001, 100, 101, 102, 111, 113, 116, 119, 126, 127 e 130. No trajeto de volta, os ônibus seguirão pela avenida Constantino Nery, rua Pará, avenida Djalma Batista, avenida Álvaro Maia e avenida Brasil, retomando posteriormente o itinerário normal.

    A orientação do IMMU é para que os motoristas reduzam a velocidade ao se aproximarem dos pontos de intervenção, respeitem a sinalização temporária e sigam as orientações dos agentes de trânsito. Quem não tiver como destino a região do evento deve, sempre que possível, optar por rotas alternativas durante o período da corrida.

    #paratodosverem – Mapa e informações

  • Operação Final de Linha prende trio em Manaus

    Operação Final de Linha prende trio em Manaus

    Três suspeitos foram presos durante a Operação Final de Linha que investigou uma quadrilha especializada em furtos de celulares em terminais e plataformas de ônibus de Manaus. Os alvos eram principalmente passageiros distraídos, adolescentes e idosos. Existem dois suspeitos do determinado grupo que seguem foragidos.

    Segundo as investigações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), os criminosos aproveitavam momentos de grande movimentação e o conhecido “empurra-empurra” para retirar os aparelhos dos passageiros sem que eles percebessem.

    O celular furtado era rapidamente passado para outro integrante do grupo, que ficava responsável por desbloquear o aparelho e acessar aplicativos bancários.

    Depois, os criminosos utilizavam os celulares para fazer transferências via Pix, realizar compras pela internet e, em alguns casos, revender os próprios aparelhos.

    A polícia também identificou a comercialização de celulares furtados em áreas como o Centro e a Compensa.

    A partir do cruzamento de informações obtidas durante as investigações, a polícia descobriu que existem vários grupos que atuam neste crime e em diferentes pontos da capital, incluindo os terminais de ônibus T1, T2 e Terminal 3.

    Os suspeitos também chegavam a viajar para participar de eventos realizados em outras regiões, aproveitando a grande concentração de pessoas para praticar os furtos.

    De acordo com a investigação da polícia, todo o processo acontecia em poucos minutos, por isso a polícia alerta que bloquear o aparelho e as contas bancárias rapidamente pode evitar prejuízos maiores.

  • Pantanal: enfrentar mudanças climáticas depende de outros cinco biomas

    Pantanal: enfrentar mudanças climáticas depende de outros cinco biomas

    Pequeno em extensão, mas gigante em acolhimento, o Pantanal é o bioma que mais recebe influência e faz fronteira com outros ecossistemas. Ao todo são cinco: Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica, no Brasil, Chaco e Bosque Chiquitano, na Bolívia e Paraguai.

    Cyntia Santos: características fazem com que o Pantanal seja grande reservatório de água, diz Cyntia Santos, do WWF-Brasil. Foto: Guilherme Kardel/WWF

    A característica faz com que o Pantanal seja um grande reservatório de água e vida que percorrem longas distâncias e alcançam a maior planície alagável do mundo. E a diversidade criada pelo encontro das águas é o que resulta na beleza natural da região, mas também é o que a torna mais vulnerável e ameaçada pelas mudanças climáticas.

    “É uma planície que depende da reação e das causas nos outros biomas e é afetado por toda essa situação. Ainda mais com as mudanças climáticas atuando também no  entorno dele”, diz Cyntia Santos, analista de Conservação do WWF-Brasil.

    De acordo com os dados do último mapa de uso e cobertura da terral, divulgado pelo Mapbiomas, em 2025 a Savana Alagada no Pantanal já tinha perdido mais de 1 milhão de hectares, na comparação com o início da série histórica em 1985.

    A área perdida corresponde a 84% do que havia de savana alagada no bioma, sendo que a maioria, 833 mil hectares, foi convertida em outros tipos de formação, como a savânica ou a campestre. Na prática, isso significa que o Pantanal está secando.

    “Partes de rios já sumiram, assorearam, lugares que a gente chama de vazantes, alguns canais que a gente chama de vazantes, que são partes que o rio enche e esvazia, hoje não tem mais e os rios estão bem fracos”, afirma o engenheiro florestal e botânico Cluadinei Terena.

    Nascido na Terra Indígena Limão Verde, no município de Aquidauana (MS), Claudinei se recorda de uma época em que a abundância de água enriquecia o solo e tornava a região propícia para plantar todo o necessário.

    “São coisas que eu aprendi de pequeno, vamos construir aqui uma casa, essa madeira, essa espécie é boa para isso. Vamos procurar umas plantas medicinais. Essa árvore aqui serve para isso, a casca, o fruto, a folha e a raiz cada um serve para alguma necessidade”, conta.

    Fazendo uso do conhecimento tradicional, Claudinei atuou no projeto de restauração 3,3 hectares de áreas de nascentes de rios dentro da Terra Indígena. O objetivo era garantir que a água que flui direto para o Pantanal, também mantivesse aquele pedaço de Cerrado produtivo.

    “Um dos exemplos que a gente apresenta aqui dentro da comunidade é o nosso sistema de cultivo. Nós sempre trabalhamos com agrofloresta sem a gente perceber. A gente sempre plantou em consórcio com alguma coisa”, explica.

    Rede

    Um pouco mais distante do Pantanal, o coletor de sementes Adauto Cândido Pereira vive na comunidade quilombola Santa Tereza, em Figueirão (MS). Integrante da Rede Flores do Cerrado, ele também reconhece na restauração das nascentes o caminho para recompor rios.

    Com a coleta consciente e comercialização das sementes, o trabalho de restauração das margens de rios vai muito além do próprio território. “A gente coleta para atender outros projetos do Estado. Somos 31 coletores e coletoras, sendo 16 mulheres e 15 homens e trabalhamos com regras básicas de coletor, de deixar 30% da semente na árvore. Não chega e pega tudo. Tem cuidado com a árvore, com o meio ambiente.”.

    Restauração

    De acordo com Cyntia Santos os dois projetos são parte das intervenções de restauração das cabeceiras de rios feitas pelo WWF-Brasil no bioma Cerrado para frear as transformações no uso da terra que causam o soterramento das nascentes e impedem o fluxo dos rios contribuintes que escoam para o Pantanal.

    “É uma consequência de atividades econômicas feitas, muitas vezes, de forma desorientada, sem experiência. Falta apoio técnico, falta incentivo”, diz Cyntia Santos.

    Segundo o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, em 30 anos de atuação da organização social no Brasil, 22 são de atuação mais intensificada no Pantanal.

    Mauricio Voivodic, diretor executivo do WWF-Brasil, tem 22 anos de atuação intensificada no Pantanal, . Foto: Guilherme Kardel/WWF – Guilherme Kardel/WWF

    “A gente trabalha nesses territórios, nessa pegada com parceiros, sempre visando impactos locais, mas também a aprendizagem, geração de dados e conhecimento que nos permitam influenciar as políticas públicas”, explica.

    Energia

    Para restabelecer os fluxos dos rios para o Pantanal, também são desenvolvidos projetos de conscientização sobre outros usos dos corpos de água, como a instalação de pequenas centrais hidrelétricas.

    Segundo Cyntia Santos, além de fragmentarem os rios, esse tipo de investimento afeta a biodiversidade aquática e a economia regional mais vocacionada ao turismo.

    “A energia elétrica ela tem que ser por outras fontes, por exemplo, energia solar, que é uma das mais adequadas para região, já que pequenas centrais ou hidrelétricas para essa região não trazem recursos econômicos nem para governo nem para as populações locais”, diz.

    Dentro do Pantanal, ações para o enfrentamento aos incêndios florestais e a conectividade de vegetação nativa, por meio de corredores que ligam unidades de conservação já existentes, fortalecem espécies como a onça-pintada, um indicador da saúde e da integridade da biodiversidade local.

    De acordo com Cyntia, o conhecimento tradicional dos povos que habitam o bioma é peça fundamental em todo o processo de enfrentamento aos desafios. “A gente consegue com isso potencializar informações, trabalho conjunto, otimizar estratégias e juntos avançar”, conclui.

  • População do Amazonas é estimada em 4,36 milhões de habitantes em 2026

    População do Amazonas é estimada em 4,36 milhões de habitantes em 2026

    A população do Amazonas foi estimada em 4.360.926 habitantes em 2026, segundo as Estimativas da População divulgadas nesta sexta-feira (28) pelo IBGE. Os dados têm como referência o dia 1º de julho. Manaus chegou a 2.327.101 habitantes e permanece entre as maiores cidades brasileiras, ocupando a sétima posição no ranking nacional. No Brasil, a população estimada chegou a 214,2 milhões de habitantes.

    Manaus é a 7ª cidade mais populosa do Brasil

    Manaus tem população estimada em 2.327.101 habitantes em 2026 e permanece como o sétimo município mais populoso do Brasil. A capital amazonense aparece atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Salvador e Belo Horizonte e à frente de cidades como Curitiba, Recife, Goiânia e Belém.

    A taxa geométrica de crescimento da população de Manaus entre 2025 e 2026 foi de 1,01%. Entre os municípios brasileiros com mais de 1 milhão de habitantes, Manaus foi o único a apresentar crescimento superior a 1% no período. Na estimativa anterior, referente a 2025, Manaus tinha população de 2.303.732 habitantes.

    Itacoatiara, Manacapuru e Parintins têm mais de 100 mil habitantes

    Entre os municípios mais populosos do interior, Itacoatiara, Manacapuru e Parintins são os únicos que se mantém acima dos 100 mil habitantes.

    Itacoatiara ganhou 1.301 habitantes em relação à estimativa de 2025 (chegando a 115.218 habitantes) e Manacapuru, 1.291 (alcançando 113.042). Parintins teve redução de 101 habitantes, na estimativa, ficando com 101.754.

    Na sequência dos municípios mais populosos do Amazonas, Tefé ganhou 909 (chegando a 81.046); Tabatinga, 1.036 (alcançando 74.384); Coari teve redução de 173 ( ficando com 73.403); Iranduba ganhou 1.386 (chegando a 70.248); Maués, 685 (alcançando 67.021); e Humaitá, 936 (chegando a 64.390 habitantes).

    Japurá e Anamã têm as menores populações estimadas do Amazonas

    Na outra ponta da relação estadual, Japurá tem a menor população estimada do Amazonas, com 9.527 habitantes, seguido por Anamã, com 9.981. São os dois únicos municípios amazonenses cuja população estimada em 2026 está abaixo de 10 mil habitantes.

    Na sequência entre os municípios menos populosos aparecem Itapiranga, com 11.090 habitantes; Juruá, com 11.106; Amaturá, com 11.633; Itamarati, com 12.150; São Sebastião do Uatumã, com 12.415; e Silves, com 12.827 habitantes.

    Estimativas da População do Norte

    As Estimativas da População têm como data de referência 1º de julho de 2026. A Região Norte reúne 18.929.341 habitantes e representa 8,8% da população brasileira.

    O Amazonas tem a segunda maior população da Região Norte, atrás do Pará, que tem 8.756.324 habitantes. Os demais estados nortistas têm populações estimadas em 1.757.338 habitantes em Rondônia, 1.595.994 em Tocantins, 887.794 no Acre, 809.953 no Amapá e 761.012 em Roraima.

    As estimativas são divulgadas anualmente pelo IBGE para os municípios e Unidades da Federação e constituem uma referência para a administração pública e para o acompanhamento da dinâmica demográfica do país.

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