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  • Plataforma pública disponibiliza indicadores e informações sobre direitos humanos

    Plataforma pública disponibiliza indicadores e informações sobre direitos humanos

    O Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH) é uma plataforma virtual de acesso público que reúne indicadores, índices e informações sobre a situação dos direitos humanos no Brasil. O ambiente disponibiliza dados produzidos a partir de bases públicas e oferece recursos para consulta e análise de informações relacionadas a diferentes temas e públicos.

    Os conteúdos estão organizados em painéis interativos e narrativas de dados, permitindo o acompanhamento de indicadores utilizados em estudos, pesquisas e análises sobre políticas públicas de direitos humanos.

    O que é o ObservaDH?

    Trata-se de um ambiente digital que reúne, organiza e apresenta informações sobre direitos humanos no Brasil. A plataforma foi estruturada para facilitar o acesso a dados públicos e disponibilizar informações de forma integrada, permitindo consultas por tema, público ou indicador.

    Os indicadores são elaborados a partir de bases de dados públicas, especialmente registros administrativos federais e pesquisas censitárias amostrais nacionais.

    Quais informações estão disponíveis?

    A plataforma reúne indicadores e índices organizados em painéis interativos e narrativas de dados sobre diferentes públicos e temas, entre eles:

  • crianças e adolescentes;
  • pessoas idosas;
  • pessoas com deficiência;
  • pessoas LGBTQIA+;
  • pessoas em situação de rua;
  • pessoas refugiadas, migrantes e apátridas;
  • adolescentes em medida socioeducativa;
  • pessoas privadas de liberdade;
  • defensoras e defensores de direitos humanos;
  • liberdade religiosa;
  • memória e verdade;
  • violências nas escolas;
  • direitos humanos e segurança pública;
  • registro civil de nascimento;
  • capacidade institucional; e
  • enfrentamento ao discurso de ódio.
  • Novos conteúdos, indicadores e temas podem ser incorporados periodicamente à plataforma.

    Qual é a finalidade da plataforma?

    O serviço tem como finalidade disponibilizar informações sobre direitos humanos em um único ambiente virtual, reunindo dados provenientes de diferentes bases públicas. A plataforma pode subsidiar consultas, estudos, pesquisas e análises relacionadas às políticas públicas de direitos humanos.

    Quem pode acessar?

    O acesso ao ObservaDH é público e gratuito. A plataforma pode ser utilizada por qualquer pessoa interessada em consultar informações sobre direitos humanos, incluindo agentes públicos, pesquisadores, estudantes, profissionais da imprensa, organizações da sociedade civil e cidadãos que desejem conhecer indicadores e dados sobre os temas disponíveis.

    Como utilizar a plataforma?

    A navegação é realizada diretamente pelo ambiente virtual do ObservaDH. Os conteúdos estão organizados por temas e públicos, permitindo que o usuário explore painéis interativos, consulte indicadores e acompanhe narrativas de dados elaboradas a partir das bases de informações disponíveis.

    A organização das informações facilita a visualização dos dados e possibilita diferentes formas de consulta, contribuindo para análises, estudos e acompanhamento de políticas públicas relacionadas aos direitos humanos.

  • Inteligência Artificial avança nos processos eleitorais da América Latina

    Inteligência Artificial avança nos processos eleitorais da América Latina

    Na América Latina, a aplicação da inteligência artificial, IA, nos processos eleitorais está se tornando realidade.

    Automações para combater a desinformação, fiscalizar contas e fazer triagem de processos judiciais são utilizadas em países como Brasil, México, Chile e Panamá.

    Princípios de transparência 

    Durante um diálogo regional promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, as autoridades eleitorais latino-americanas destacaram o potencial da IA para processar grandes volumes de dados.

    O relatório em colaboração com o Departamento de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz das Nações Unidas destaca que a IA é um importante componente da administração eleitoral. Suas funcionalidades integram desde o reconhecimento biométrico a atendimentos por chatbots.

    No entanto, a utilização não pode ser indiscriminada. Segundo o estudo, para manter a confiança pública, princípios de transparência devem ser seguidos.

    Desafios práticos e respostas nacionais

    A IA tem sido introduzida em órgãos de gestão eleitoral na América Latina para lidar com necessidades operacionais e de governança. Cada país da região está a adotar abordagens específicas para utilizar e regular a inovação digital.

    A agência da ONU lembra que em âmbito da resolução de disputas e do ecossistema de justiça, o Supremo Tribunal Federal do Brasil, por exemplo, se destaca pelo uso de sistemas IA para analisar o grande volume de recursos e processos, automatizando a triagem preliminar de casos.

    Já no México, o Instituto Nacional Eleitoral exige que qualquer decisão gerada por algoritmos seja revista e validada por uma pessoa. A representante da organização, Norma de la Cruz, afirma que essa decisão visa proteger a transparência, os direitos humanos e o controle democrático.

    Mulheres candidatas são mais afetadas

    Pioneiro com a monitorização digital, o Tribunal Eleitoral do Panamá emprega ferramentas para escuta ativa de redes sociais contra desinformação e campanhas de difamação. Esse monitoramento também ocorre no Chile. Desde 2020, o Serviço Eleitoral utiliza o sistema para detecção de ameaças institucionais.

    Segundo a presidente da entidade chilena, Pamela Figueroa, os resultados indicam que a violência política digital afeta desproporcionalmente as mulheres candidatas.

    Proteção de dados

    Apesar das inovações, a região também enfrenta barreiras estruturais como restrições orçamentais, escassez de profissionais e potenciais preconceitos culturais e linguísticos em ferramentas desenvolvidas fora da América Latina.

    Para o Pnud, as autoridades devem avaliar se a IA é realmente a solução adequada, garantindo que o seu uso promova eleições mais transparentes e confiáveis, em vez de responder a tendências tecnológicas. A IA pode auxiliar em diversas tarefas, como no processamento de documentos eleitorais e na detecção de ameaças digitais.

    De acordo com o relatório, as boas práticas envolvem testes rigorosos, equipes multidisciplinares, códigos abertos e proteção de dados. Contudo, a agência indica para que nem toda tarefa automatizada seja delegada a sistemas tecnológicos. Pequenas falhas podem comprometer direitos, excluir cidadãos do processo ou interferir na credibilidade dos resultados.

  • Cumprindo missão de salvar vidas, Samu Manaus já atendeu mais de 1 milhão de ocorrências

    Cumprindo missão de salvar vidas, Samu Manaus já atendeu mais de 1 milhão de ocorrências

    Cumprindo a missão de salvar vidas, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Prefeitura de Manaus, ultrapassou a marca de 1 milhão de ocorrências atendidas em pouco mais de 20 anos, desde que foi criado como parte da estrutura da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O serviço de saúde público, gratuito e disponível 24 horas pelo número 192, atua para dar suporte inicial, no menor tempo possível, a vítimas de acidentes, ferimentos e demais emergências, traumáticas, clínicas, obstétricas, pediátricas e de saúde mental.

    Ao todo, o Samu Manaus contabiliza 1.077.392 ocorrências atendidas, desde a criação do serviço pré-hospitalar municipal, em fevereiro de 2006, até o último mês de junho. Nesse período, um total de 7.210.432 chamados telefônicos foram feitos à Central de Regulação de Urgências do Samu por meio do 192.

    Conforme a diretora de Rede Pré-Hospitalar Móvel e Sanitária da Semsa, enfermeira emergencista Elen Assunção, o Samu cresceu ao longo de 20 anos, com reforço da gestão municipal para revitalização de estruturas do serviço, renovação da frota de veículos e do quadro de pessoal. Por outro lado, nesse período, ela aponta, a capital passou de 1,7 milhão para 2,3 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE, o que também trouxe desafios para o serviço de urgência.

    “O município tem também uma frota de mais de 1 milhão de veículos, ou seja, para cada dois habitantes há um veículo nas ruas. Os acidentes de trânsito cresceram muito com isso, e são um dos principais motivos dos pedidos ao Samu, com uma média mensal de 1,4 mil ocorrências”, informa a diretora.

    Elen enumera ainda ferimentos por arma de fogo, agressões físicas, crises de saúde mental, envenenamentos, infartos, AVCs, paradas cardiorrespiratórias entre causas comuns das solicitações ao serviço móvel. Mas, independentemente do motivo, ela observa, o mais importante para os profissionais emergencistas é efetuar o atendimento em um adequado tempo-resposta, como é chamado o tempo que vai da ligação ao Samu até a chegada da equipe no local.

    “No nosso trabalho, é crucial realizar o atendimento no menor tempo possível, pois assim se reduz o risco de morte ou sequelas graves. Isso é essencial, por exemplo, para vítimas de acidente de trânsito, que em muitos casos precisam de intervenção cirúrgica imediata”, aponta.

    Cumprindo a missão de salvar vidas, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Prefeitura de Manaus, ultrapassou a marca de 1 milhão de ocorrências atendidas em pouco mais de 20 anos, desde que foi criado como parte da estrutura da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O serviço de saúde público, gratuito e disponível 24 horas pelo número 192, atua para dar suporte inicial, no menor tempo possível, a vítimas de acidentes, ferimentos e demais emergências, traumáticas, clínicas, obstétricas, pediátricas e de saúde mental.

    Ao todo, o Samu Manaus contabiliza 1.077.392 ocorrências atendidas, desde a criação do serviço pré-hospitalar municipal, em fevereiro de 2006, até o último mês de junho. Nesse período, um total de 7.210.432 chamados telefônicos foram feitos à Central de Regulação de Urgências do Samu por meio do 192.

    Conforme a diretora de Rede Pré-Hospitalar Móvel e Sanitária da Semsa, enfermeira emergencista Elen Assunção, o Samu cresceu ao longo de 20 anos, com reforço da gestão municipal para revitalização de estruturas do serviço, renovação da frota de veículos e do quadro de pessoal. Por outro lado, nesse período, ela aponta, a capital passou de 1,7 milhão para 2,3 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE, o que também trouxe desafios para o serviço de urgência.

    #paratodosverem – Ambulância e motolância em movimento

    “O município tem também uma frota de mais de 1 milhão de veículos, ou seja, para cada dois habitantes há um veículo nas ruas. Os acidentes de trânsito cresceram muito com isso, e são um dos principais motivos dos pedidos ao Samu, com uma média mensal de 1,4 mil ocorrências”, informa a diretora.

    Elen enumera ainda ferimentos por arma de fogo, agressões físicas, crises de saúde mental, envenenamentos, infartos, AVCs, paradas cardiorrespiratórias entre causas comuns das solicitações ao serviço móvel. Mas, independentemente do motivo, ela observa, o mais importante para os profissionais emergencistas é efetuar o atendimento em um adequado tempo-resposta, como é chamado o tempo que vai da ligação ao Samu até a chegada da equipe no local.

    “No nosso trabalho, é crucial realizar o atendimento no menor tempo possível, pois assim se reduz o risco de morte ou sequelas graves. Isso é essencial, por exemplo, para vítimas de acidente de trânsito, que em muitos casos precisam de intervenção cirúrgica imediata”, aponta.

    Regulação de urgências

    No período crítico entre o contato feito pelo solicitante e a chegada do Samu no local da ocorrência, atuam as equipes de regulação, que vão atender as ligações, avaliar a gravidade de cada caso e definir o socorro adequado, assim assegurando que os recursos do serviço sejam empregados da forma mais racional.

    Esse processo, conforme Elen, tem várias etapas. Toda ligação feita ao 192, ela explica, é encaminhada para um dos telefonistas da Central de Regulação das Urgências do Samu, que coletam dados básicos, como o nome do solicitante, o endereço e o que está acontecendo.

    Em seguida, o atendimento passa ao médico regulador, que pede mais detalhes, como sintomas da vítima, se ela respira e está consciente, a fim de avaliar a urgência do caso, orientar o solicitante para cuidados vitais e definir os recursos necessários para o socorro adequado.

    “Uma pessoa em parada cardiorrespiratória, por exemplo, requer uma Unidade de Suporte Avançado, ou USA, que equivale a uma UTI móvel, com médico e enfermeiro. Pode ser enviada também uma motolância, que pode chegar mais rápido e estabilizar a vítima até a chegada da ambulância”, informa Elen. Para os casos sem risco imediato de morte, ela complementa, são enviadas Unidades de Suporte Básico (USB), que contam com condutor socorrista e técnico de enfermagem.

    A definição do médico regulador sobre os recursos necessários para atender a ocorrência é repassada ao radioperador da Central de Regulação, que irá contatar as bases descentralizadas do Samu, em busca de viaturas e equipes disponíveis. “Se a base mais próxima está com todos os veículos em uso, ele vai buscar a segunda mais próxima, e assim por diante, até encontrar uma que possa enviar o socorro”, pontua Elen.

    A diretora ressalta que todos os profissionais da Central de Regulação atuam de forma integrada, por meio do sistema digital e-SUS Samu, que reúne os dados de cada ocorrência. Todo o atendimento é registrado em fichas digitais, reunindo a gravação da ligação feita pelo contatante, dados e detalhes coletados e inseridos por telefonistas e médicos reguladores, e anotações da equipe emergencista sobre o atendimento prestado.

    Informação e apoio

    Elen Assunção assinala que o solicitante desempenha papel relevante para o atendimento do serviço, no sentido de municiar a equipe da regulação com dados que vão facilitar o acesso das equipes intervencionistas ao local e assegurar o atendimento mais adequado às ocorrências.

    “É importante que a pessoa saiba informar o endereço correto e relatar o ocorrido de forma assertiva, com número de vítimas, estado de consciência e outros dados para que a equipe possa saber rapidamente o que aconteceu e acionar os recursos necessários”, pontua a diretora.

    Em alguns casos, acrescenta Elen, o contatante pode precisar prestar socorro inicial, realizando procedimentos de reanimação ou massagem cardíaca, por exemplo, sob a orientação do médico regulador, para preservar a vida da vítima enquanto a ambulância está a caminho.

    “Tivemos casos como o de uma criança com engasgo, em que o médico orientou o solicitante pelo telefone para a realização das manobras de desobstrução. Com isso conseguimos salvar essa criança até a chegada da nossa unidade”, conta.

    Os atendimentos do Samu Manaus, lembra Elen, podem ser solicitados pelo 192, número de uso exclusivo das centrais de urgências no país, e que pode ser acessado gratuitamente por qualquer telefone, inclusive aparelhos celulares bloqueados.

    Serviço

    O Samu Manaus conta atualmente com uma frota de 34 unidades de suporte básico (USB), 6 de suporte avançado (USA) e 16 motolâncias, enquanto aguarda a habilitação de novas unidades para expansão da frota. O serviço atende também comunidades ribeirinhas do município com o apoio de duas ambulanchas, com uma em processo de aquisição, após o roubo ocorrido em junho de 2026.

    Além da Central de Regulação, situada no bairro Praça 14, zona Sul, o serviço municipal de urgência e emergência tem 11 bases descentralizadas, incluindo a base fluvial, na área do porto do São Raimundo.

    Mais de mil servidores atuam no serviço pré-hospitalar municipal, dentre enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos, condutores, radioperadores, telefonistas, pessoal administrativo e prestadores de serviço.

    O Samu 192 foi criado por meio do Decreto nº 8.324 da Prefeitura de Manaus, de 24 de fevereiro de 2006, tendo como missão assegurar o atendimento a urgências clínicas, cirúrgicas, psiquiátricas, pediátricas, gineco-obstétricas e relacionadas a causas externas.

  • Mulheres sob proteção receberão aviso quando agressor se aproximar

    Mulheres sob proteção receberão aviso quando agressor se aproximar

    O Programa Alerta Mulher Segura vai monitorar eletronicamente agressores como medida protetiva de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa regulamenta dispositivo da Lei Maria da Penha que autoriza o monitoramento eletrônico de autores de violência.

    O programa, publicado no Diário Oficial da União dessa quinta-feira, prevê duas frentes principais de proteção: o monitoramento eletrônico do agressor e a disponibilização de unidade portátil de rastreamento para a vítima.

    O equipamento permitirá que a mulher receba alertas automáticos quando houver descumprimento da distância mínima determinada pela Justiça e possibilitará o acionamento imediato das forças de segurança em situações de risco.

    De acordo com o decreto, a implementação ocorrerá de forma articulada entre os órgãos responsáveis pela monitoração eletrônica, as forças de segurança pública, o sistema de justiça e as redes de enfrentamento à violência contra a mulher. A execução caberá aos estados e ao Distrito Federal.

    Estrutura de monitoramento

    O modelo de referência do programa será composto por Centrais de Monitoração Eletrônica, Núcleos Regionais de Monitoração Eletrônica e Polos de Monitoração Eletrônica.

    As centrais ficarão responsáveis pela coordenação técnica, acompanhamento das pessoas monitoradas e monitoramento geoespacial das medidas protetivas. Os núcleos regionais atuarão de forma descentralizada nas microrregiões, enquanto os polos serão destinados à instalação, manutenção e retirada dos equipamentos, podendo funcionar em delegacias ou em outras unidades definidas pelos governos estaduais.

    Embora estabeleça parâmetros nacionais, o decreto permite que estados e o Distrito Federal adotem modelos próprios de organização, desde que garantam a proteção das vítimas e o acompanhamento adequado dos agressores monitorados.

    A adesão ao dispositivo de rastreamento pela vítima será voluntária e dependerá de consentimento expresso e informado. O equipamento deverá ser entregue de forma imediata, sempre que possível já no primeiro contato com a autoridade responsável pelo atendimento.

    Integração de dados

    O monitoramento ocorrerá por programa informatizado capaz de registrar, processar e consolidar informações sobre as medidas protetivas. 

    O sistema também deverá permitir a produção de estatísticas desagregadas por raça, etnia, deficiência e outras situações de vulnerabilidade, com o objetivo de subsidiar o aperfeiçoamento das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica.

    O decreto estabelece ainda que eventuais alertas emitidos pelo sistema não serão considerados automaticamente como descumprimento da medida protetiva. Cada ocorrência deverá passar por análise técnica e contextualizada pelas equipes responsáveis.

    Financiamento

    As ações serão financiadas com recursos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, incluindo verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário Nacional, além de recursos próprios dos estados e do Distrito Federal.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública poderá editar normas complementares para a execução da iniciativa.

  • Manaus prepara esquema especial de trânsito para 55ª Corrida do Colégio Militar neste domingo, 2/8

    Manaus prepara esquema especial de trânsito para 55ª Corrida do Colégio Militar neste domingo, 2/8

    A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), informa que realizará uma operação especial de trânsito para garantir a segurança viária durante a 55ª Corrida do Colégio Militar de Manaus, que acontecerá neste domingo, 2/8, com largada às 5h30, em frente ao Colégio Militar de Manaus, no Centro, zona Sul.

    A operação contará com agentes de trânsito distribuídos em todo o percurso da prova, que terá trajetos de 5 e 10 quilômetros, abrangendo importantes vias da capital, como as avenidas 7 de Setembro, Eduardo Ribeiro, Lourenço da Silva Braga, São João, São Benedito e Brasil, além de outras vias da região central. O balizamento da corrida terá início às 2h30, com interdições temporárias e bloqueios parciais ao longo do percurso.

    Os agentes do IMMU atuarão na orientação de condutores e pedestres, controle do tráfego, monitoramento dos cruzamentos e garantia da fluidez viária, assegurando a passagem dos atletas com segurança e minimizando os impactos na circulação de veículos.

    A Prefeitura de Manaus orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar nas proximidades do percurso, respeitarem a sinalização temporária e as orientações dos agentes de trânsito, além de, sempre que possível, utilizarem rotas alternativas durante a realização do evento.

  • 62,6% dos jovens que moram sozinho ainda vivem de aluguel; percentual cai entre as gerações mais velhas

    62,6% dos jovens que moram sozinho ainda vivem de aluguel; percentual cai entre as gerações mais velhas

     

    · 45% de quem mora sozinho tem dificuldade para gerenciar as próprias despesas;

    · 64% sentiram o custo de vida subir no último ano;

    · Contas recorrentes (75%), supermercado (74%) e moradia (53%) lideram as prioridades de pagamento de quem vive só;

    · Serasa lança série especial “Morando Sozinho” para ajudar brasileiros a planejar a primeira moradia.

    Viver por conta própria representa um importante passo rumo à independência financeira, mas o perfil de quem está nessa fase muda bastante conforme a geração. É o que mostra uma pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box. Entre os entrevistados da Geração Z que moram sozinhos, 62,6% ainda vivem de aluguel. Já entre Geração X e Baby Boomers, essa fatia cai para 29,1%, o que reflete uma migração gradual para a casa própria ao longo dos anos.

     

    O levantamento também traça um retrato do dia a dia de quem vive sozinho por geração. Para os nascidos entre 1946 e 1980, o carro segue como principal meio de transporte, citado por 38% dos respondentes. Entre os mais jovens da Geração Z, o cenário muda: o transporte público lidera com 26%, seguido pelas motocicletas, com 23%.

     

    Quando o assunto é orçamento, a sensação de aperto atravessa gerações. Entre quem mora só, Geração X e Baby Boomers são os que mais notaram alta no custo de vida nos últimos 12 meses, com 71,4%. Na sequência aparecem a Geração Y, com 64,9%, e a Geração Z, com 55,2%.

     

    “A sensação de que viver ficou mais caro é semelhante entre todas as gerações, indicando que a inflação dos gastos essenciais impacta praticamente todos que vivem sozinhos, independentemente da idade”, comenta Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira.

     

     

     

    Viver só ou dividir a casa apresenta pouca diferença no comportamento financeiro

     

     

     

    Apesar da autonomia ser um dos grandes atrativos de morar sem companhia, do total de quem vive sozinho, 25% consideram difícil administrar as próprias despesas e 20% avaliam essa tarefa como muito difícil. Entre quem mora com familiares, como cônjuge, filhos ou pais, o cenário é semelhante: 25% relatam dificuldade e 20% dizem ser muito difícil dar conta dos pagamentos.

     

     

     

    A alta de preços também segue um padrão parecido nos dois grupos, concentrada nas despesas essenciais. Tanto para quem vive só quanto para quem mora com a família, o supermercado foi o item que mais pesou no orçamento no último ano, apontado por 80% dos entrevistados, seguido pelas contas recorrentes da casa, como água, luz e internet, citadas por 51%. A diferença aparece no terceiro lugar do ranking: para quem vive sozinho, 34% apontam gastos com moradia, como aluguel, financiamento ou condomínio, ante 27% entre quem mora com a família.

     

    Essa pressão se reflete diretamente na hora de decidir quais contas manter em dia. Entre quem vive por conta própria, a ordem de prioridade é clara: contas recorrentes (75%), supermercado (74%) e moradia (53%) ocupam o topo da lista. Já entre quem mora com familiares, os percentuais mudam, mas o padrão se repete. O maior desafio financeiro de quem vive só ou com a família continua concentrado nos gastos essenciais.

     

     

     

    “Os dados mostram que morar sozinho deixou de ser apenas uma conquista de independência para se tornar também um grande desafio de gestão financeira, que está cada vez menos relacionado aos gastos supérfluos e cada vez mais concentrado nas despesas essenciais. Quando esses custos passam a consumir uma parcela maior da renda, sobra menos espaço para criar uma reserva financeira e lidar com imprevistos. Por isso, planejamento e organização antes da mudança fazem toda a diferença para que esse passo aconteça de forma mais sustentável”.

     

     

     

    Série “Morando Sozinho” leva educação financeira para a vida real

     

     

     

    Para apoiar consumidores que estão planejando viver sozinhos, ou que já enfrentam os desafios dessa nova rotina, a Serasa lança, no dia 29 de julho, o primeiro episódio da série “Morando Sozinho”, projeto multiplataforma que vai mostrar, de forma prática, quanto custa morar sozinho e quais cuidados financeiros podem tornar essa experiência mais segura.

     

    Ao longo de 24 episódios, especialistas e convidados abordarão temas como planejamento financeiro, aluguel e financiamento, custos da mudança, montagem da casa, organização das contas, formação de reserva de emergência e uso consciente do crédito, junto com convidados. O projeto também contará com guias, planilhas e simuladores para apoiar os consumidores em cada etapa dessa jornada. A série pode ser assistida através do link: Morando Sozinho – Série | Serasa Ensina

     

     

     

    Metodologia

     

    Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 22 de dezembro de 2025 e 06 de janeiro de 2026, com 6063 entrevistas online realizadas em todo o Brasil. Para esses dados foi utilizado um recorte de 883 respondentes que declararam morar sozinhos e 4974 que declaram morar com familiares. Os resultados apresentados referem-se exclusivamente a esse público. A margem de erro para o recorte analisado é de 3,3 e 1,3 pp respectivamente.

  • Eleições: regras buscam evitar uso da máquina pública por candidatos

    Eleições: regras buscam evitar uso da máquina pública por candidatos

    Antes das eleições, um aumento expressivo no número de contratações temporárias; logo após o pleito, demissões em massa. O caso aconteceu em um município de Sergipe em 2024, levando a uma ação do Ministério Público Eleitoral. É apenas um dos exemplos que mostram por que agentes públicos precisam se submeter a regras rígidas no período eleitoral.

    O uso da estrutura do Estado por um candidato ou aliado pode comprometer a isonomia entre os candidatos. Para garantir a igualdade de condições no pleito, a legislação traz uma série de restrições, boa parte delas para evitar que máquina pública seja usada na disputa.

    A quem se aplica

    A Lei das Eleições define agente público como quem exerce, mesmo que de forma temporária ou  sem remuneração, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública. Isso significa que as regras para agentes públicos no período eleitoral não se aplicam somente a políticos.

     

    Proibições

    A lista de proibições inclui regras previstas em lei, mas também diversas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Embora haja restrições que se aplicam a todos os agentes públicos, a maioria delas atinge os agentes políticos, que em geral concentram mais poder. As principais estão na Lei Geral das Eleições e incluem:

  • ceder ou usar bens públicos em benefício de candidatos, partidos ou coligações;
  • usar materiais ou serviços custeados pelos governos ou casas legislativas que excedam as prerrogativas previstas nas normas dos órgãos;
  • ceder servidor público ou empregado da administração ou usar de seus serviços para fazer campanha eleitoral durante o horário de expediente normal. A exceção é quando o servidor ou empregado estiver licenciado;
  • promover candidatos, partidos ou coligações por meio da distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados pelo poder público;
  • conceder reajustes a servidores além da perda de poder aquisitivo. Essa proibição começou a valer, este ano, no dia 7 de abril (180 dias antes das eleições);
  • ter despesas com publicidade acima da média de gastos de anos anteriores.
  • Além dessas proibições, há mais regras para agentes públicos previstas na Lei das Eleições, válidas para períodos específicos. A maior parte delas passa a valer 90 dias antes das eleições. Em 2026, essas proibições começaram no dia 4 de julho, de acordo com o TSE.

     

    Consequências

    O entendimento do Tribunal Superior Eleitoral é de que há abuso do poder político quando a estrutura da administração pública é usada para beneficiar uma candidatura ou para prejudicar a campanha de adversários. A caracterização não depende do resultado, e sim da intenção, ou seja: mesmo que um candidato perca, ele pode ser punido pela conduta.

    Algumas das condutas vedadas pela legislação eleitoral podem ser punidas também por outras leis, como a Lei de Improbidade Administrativa e a Lei da Inelegibilidade. As penalidades incluem inelegibilidade por oito anos, cassação do registro ou do diploma e multas.

    Fonte: Agência Senado

  • Manaus realiza abordagem social com pessoas em situação de rua no Morro da Liberdade

    Manaus realiza abordagem social com pessoas em situação de rua no Morro da Liberdade

    Manaus realizou, na manhã desta sexta-feira, 31/7, uma ação integrada de abordagem social humanizada e encaminhamento de pessoas em situação de rua para casas de acolhimento, na alameda São Benedito, no bairro Morro da Liberdade, zona Sul da capital. No total, 17 pessoas foram abordadas, dessas uma foi encaminhada para atendimento em casa de acolhimento e outra para receber serviços de saúde. Além disso, foram retirados 22 barracos irregulares da área.

    A operação foi realizada pelas secretarias municipais da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc) e de Limpeza Pública (Semulsp), e pela Guarda Municipal de Manaus (GMM).

    Durante as abordagens, as equipes da assistência social ofereceram atendimento e orientações, com objetivo de fazer escuta ativa e possíveis encaminhamentos para casas de acolhimento.

    O secretário da Semasc, Wanderson Costa, destacou que a ação segue a orientação do prefeito Renato Junior de oferecer novas oportunidades às pessoas em situação de rua e ressaltou que a secretaria garante suporte social desde o acolhimento.

    “Estamos cumprindo um pedido do prefeito Renato Junior. O nosso objetivo é fazer com que elas saiam desse ambiente insalubre e passem agora a ter uma vida mais justa. Todo nosso equipamento está aqui à disposição dessas pessoas em situação de rua, para que elas tenham a ressignificação da sua vida, mas principalmente garantir os seus direitos, com serviços de saúde, alimentação, cidadania e segurança”, afirmou o secretário.

    O diretor de Comércio Informal da Semacc, Jorge Pimentel, enfatizou que a ação retira as tendas improvisadas e que, de forma conjunta com outras secretarias, o local será recuperado e arborizado.

    “O principal objetivo é retirar esses moradores que estão em locais insalubres. Com essa parceria da Semacc, da Guarda Municipal e demais secretarias, será feito todo esse trabalho para poder retirá-los e levá-los para um local mais digno. Está sendo feita toda a limpeza do local, onde vai ser feito um trabalho de ordenamento. Também vai ser feita uma plantação com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas)”, pontuou o diretor.

    Durante a ação, foram retiradas as tendas improvisadas e uma grande quantidade de entulhos das margens do igarapé, em frente ao galpão da escola de samba Reino Unido da Liberdade.

    A Prefeitura de Manaus dará continuidade à ação para desativar o local, garantindo a limpeza pública, a preservação do meio ambiente e a segurança da população.

  • PM apreende embarcação usada por piratas de rio após ataque em Jutaí

    PM apreende embarcação usada por piratas de rio após ataque em Jutaí

    A Polícia Militar do Amazonas (PMAM) apreendeu uma embarcação que teria sido utilizada por criminosos durante um ataque a outra embarcação no município de Jutaí, no interior do estado.

    A lancha foi localizada escondida em meio à vegetação durante buscas realizadas na região. No interior da embarcação, os policiais encontraram munições, combustível e uma botija de gás. O motor estava coberto por uma lona.

    Segundo a PM, os suspeitos conseguiram fugir, aproveitando a extensa área de floresta e a dificuldade de acesso ao local. A embarcação apreendida será utilizada para auxiliar nas investigações.

    A corporação informou que as operações de combate à pirataria nos rios do Amazonas continuam, com reforço no patrulhamento para aumentar a segurança das comunidades ribeirinhas e dos usuários das vias fluviais.

  • Polícia Civil divulga imagens de suspeito de assalto em ônibus da linha 515, em Manaus

    Polícia Civil divulga imagens de suspeito de assalto em ônibus da linha 515, em Manaus

    A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) divulgou, nesta sexta-feira (31), imagens de um homem suspeito de cometer um assalto à mão armada dentro de um ônibus da linha 515, em Manaus.

    De acordo com as investigações do Núcleo de Repressão a Roubos no Transporte Coletivo e Rotas do Polo Industrial de Manaus (NURRC), o crime aconteceu no dia 22 de julho, na avenida Floriano Peixoto, no Centro da capital. O suspeito embarcou como passageiro, mas, durante o trajeto, sacou uma arma de fogo, anunciou o assalto e roubou a renda do coletivo e o aparelho celular do motorista antes de fugir.

    A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa ajudar na identificação e localização do suspeito seja repassada pelos telefones (92) 98827-8814 (Plantão do NURRC), (92) 3667-7543 (NURRC), 197 (Polícia Civil) ou 181 (Disque-Denúncia da SSP-AM). O sigilo do denunciante é garantido.

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