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  • Mulher se pronuncia sobre caso no Adrianópolis e contesta informações divulgadas

    Mulher se pronuncia sobre caso no Adrianópolis e contesta informações divulgadas

    Mulher se pronuncia sobre caso no Adrianópolis e contesta informações divulgadas

    A mulher envolvida na confusão registrada no bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus, se manifestou publicamente. Neste sábado (6), ela contestou informações que circularam nas redes sociais e em parte da imprensa após a divulgação de vídeos do episódio.

    Identificada como Rosi, de nacionalidade venezuelana, ela afirmou que não é garota de programa, como divulgaram inicialmente. A princípio, a mulher declarou que trabalha com a venda de bolos e o homem que aparece de blusa preta nas imagens é seu ex-companheiro e pai de seu filho. Já o outro envolvido é seu atual companheiro, que trabalha como mototaxista.

    O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem uma briga envolvendo os três em via pública. Nas imagens, o ex-companheiro se aproxima e inicia uma agressão contra o atual parceiro da mulher, gerando uma luta corporal que chamou a atenção de moradores e comerciantes da região.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, Rosi pediu que as pessoas parem de atacar a imagem do mototaxista, que, segundo ela, vem sendo alvo de comentários ofensivos desde a divulgação do caso.

    “Ele não é assaltante, nem vagabundo, nem pilantra, como estão falando”, declarou.

    Sem gravidade

    A mulher também afirmou que as informações sobre a gravidade dos ferimentos não correspondem à realidade. Segundo ela, tanto ela quanto o atual companheiro sofreram apenas lesões superficiais durante a confusão.

    “Eu não estou ferida, como todo mundo está falando. Tenho feridas leves. Não estamos gravemente feridos. Temos feridas superficiais”, afirmou.

    Rosi também contestou a narrativa de que ocorreu uma tentativa de homicídio. Ela alegou que a circunstância decorreu de uma reação emocional do ex-companheiro.

    Apesar da nova versão apresentada pela mulher, as circunstâncias da ocorrência ainda devem ser apuradas pelas autoridades. Até o momento, não houve divulgação oficial de um posicionamento da Polícia Civil sobre as declarações feitas após a repercussão do caso.

  • Homem ataca ex-companheira a facadas no Adrianópolis

    Homem ataca ex-companheira a facadas no Adrianópolis

    Homem ataca ex-companheira a facadas no Adrianópolis

    Um homem atacou a ex-companheira e o suposto cliente dela a facadas na manhã desta sexta-feira (5), no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul de Manaus.

    Segundo informações preliminares, a mulher, identificada apenas como Patrícia, afirmou que o agressor é seu ex-companheiro. Nas imagens, o suspeito chega em uma motocicleta usando capacete e parte diretamente para cima do homem que estava com ela, desferindo diversos golpes de faca.

    Ao tentar impedir a agressão, Patrícia também acabou ferida. Durante a luta, os três caíram no chão, mas o suspeito continuou atacando a vítima e chegou a utilizar o capacete para agredi-la.

    O homem sofreu perfurações no lado direito do tórax e na coxa esquerda. A violência só foi interrompida após a intervenção de populares, que conseguiram conter o agressor momentaneamente. Apesar disso, ele conseguiu fugir antes da chegada da polícia.

    As duas vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

    A Polícia Civil investiga o caso e realiza diligências para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do crime.

  • Jovem pega “rabeira” em ônibus no Morro da Liberdade

    Jovem pega “rabeira” em ônibus no Morro da Liberdade

    Jovem pega “rabeira” em ônibus no Morro da Liberdade

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um jovem em uma bicicleta pegando “rabeira” na traseira de um ônibus do transporte público na noite desta sexta-feira (5). O fato aconteceu na rua 1º de Maio, no bairro Morro da Liberdade, zona Sul de Manaus.

    Primeiramente, a cena chamou a atenção de um motorista que passava pelo local e decidiu registrar a pavulagem do garoto. Nas imagens, o curumim aparece segurando a estrutura traseira do coletivo enquanto a bicicleta acompanha o veículo em movimento. A ousadia arrancou uma reação imediata de quem filmava. “Menino é uma bost@ mesmo”, comentou.

    Além disso, o vídeo mostra o jovem mantendo o equilíbrio enquanto o ônibus segue pela via, ignorando completamente os riscos da manobra. Conhecida popularmente como “pegar rabeira”, a prática é considerada extremamente perigosa e já causou diversos acidentes graves em diferentes cidades do país.

    O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) e as empresas de transporte coletivo orientam que, ao perceber situações semelhantes, motoristas e testemunhas tentem alertar o condutor do ônibus para que ele pare o veículo em segurança e interrompa a viagem até que o aventureiro desça.

    Por fim, apesar da habilidade demonstrada pelo curumim sobre a bicicleta, a recomendação é deixar a pavulagem para as brincadeiras menos arriscadas. Afinal, uma manobra dessas pode terminar muito diferente de um vídeo engraçado nas redes sociais.

  • PEC no Senado facilita cooptação do Banco Central, dizem economistas

    PEC no Senado facilita cooptação do Banco Central, dizem economistas

    PEC no Senado facilita cooptação do Banco Central, dizem economistas

    A autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC), prevista em proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Senado, facilita a cooptação pelo setor financeiro da autoridade monetária responsável por regular e fiscalizar a área, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil.

    Essa é a avaliação de renomados economistas brasileiros que publicaram nesta semana manifesto contra a PEC 65 de 2023, que está na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

    “A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado (Congresso, Tribunal de Contas da União- TCU, Executivo), mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.

    Entre os autores, estão Luiz Carlos Bresser-Pereira, professor de economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Fazenda; e Luiz Gonzaga Belluzzo, professor de economia da Unicamp e ex-secretário de política econômica do Ministério da Fazenda. A lista completa dos signatários pode ser conferida no final desta reportagem.

    O manifesto sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.

    Manutenção dos Juros altos

    O manifesto destaca que o dinheiro que seria retiro pelo Banco Central por meio senhoriagem – receita oriunda da criação de moeda- – é fruto das condições macroeconômicas que o BC deve administrar. Isso criaria um possível conflito entre interesse público e o orçamento da instituição.

    “O BC passaria a se beneficiar institucionalmente de condições macroeconômicas que deveria administrar em nome do interesse público, e não de seu próprio orçamento. E como a senhoriagem depende dos juros, o BCB passaria a ter conflito de incentivos em relação à manutenção de juros elevados”, dizem os economistas.

    O Brasil tem hoje as segundas maiores taxas de juros reais do mundo, perdendo apenas para Rússia, país que está em guerra. Os juros altos são o principal motor do crescimento da dívida pública do país. 

    Receita da criação de moeda ficaria com BC

    Em 2021, foi aprovada e sancionada Lei que concedeu ao BC autonomia administrativa e operacional em relação ao governo, mas a instituição segue dependente do Orçamento da União para as atividades que desempenha.

    A PEC 65 ampliaria essa autonomia ao permitir que o BC retenha recursos que obtém por meio da senhoriagem. Essa receita foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período.

    “A senhoriagem equivale a cerca de cinco vezes o que o Banco gasta para funcionar. A PEC abre espaço legal para a apropriação patrimonialista da senhoriagem e confere imensa frouxidão fiscal ao BC, que contrasta com o corte dos gastos sociais que é exigido pelo mercado financeiro e pelo presidente do BC [Gabriel Galípolo]”, diz o documento.

    Galípolo e bancos defendem PEC

    A PEC 65 é defendida pela direção do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo, que argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro.

    A PEC também é defendida pelos bancos privados que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta.

    Caso Master

    Os signatários do manifesto contrário à PEC 65 citam o caso da emenda do Banco Master, apresentado a essa proposta pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), investigado pela Polícia Federal (PF) sob a suspeita de ter sido redigida pela instituição de Daniel Vorcaro para ampliar a capacidade de fraude no sistema financeiro.

    “Um BC orçamentariamente autônomo e desvinculado da supervisão parlamentar torna-se, estruturalmente, um regulador mais vulnerável à pressão do setor que regula. Os parágrafos 8º e 9º do novo art. 164 do substitutivo ampliam os mecanismos de socorro financeiro de emergência”, afirmam os economistas.

    Para os especialistas, a PEC deixa o BC mais “vulnerável à interferência política, de lobistas e do setor financeiro sobre a nomeação de diretores e a composição de seu quadro funcional”.

    Fiscalização fragilizada

    Os signatários do manifesto apontam ainda que a proposta desmonta os mecanismos de fiscalização e responsabilização orçamentária, hoje previstos na Lei Orçamentária Anual.

    “A PEC desmonta esses mecanismos sistematicamente — retira o BC da LOA, enfraquece a jurisdição do TCU”, diz o manifesto.

    O texto lembra que o BC aprova, supervisiona e pode socorrer as mesmas instituições que, indiretamente, alimentam seu orçamento. “Essa é a definição clássica de um regulador capturado: um agente concebido para servir ao público, mas cujos incentivos o aproximam sistematicamente dos interesses dos regulados”, completa o documento.

    Para os economistas, a PEC fragiliza os mecanismos de controle social do Banco Central ao retirar o orçamento da instituição da LOA, reduzindo “a capacidade de supervisão efetiva do Congresso, do TCU e da sociedade sobre decisões com amplo impacto macroeconômico”.

    Dívida Pública

    Os economistas lembram que a medida aumenta a dívida pública do governo ao retirar receitas do Tesouro Nacional, que passariam a ser controlas pelo Banco Central.

    “Com a PEC, a senhoriagem [receita oriunda da emissão de moedas] deixaria de abater a dívida, porque seria entendida como ‘receita própria’ do BC sem obrigatoriedade de transferência para o Estado brasileiro.”

    Caso único

    Os economistas que subscrevem o manifesto refutam a justificativa apresentada pelo relator, senador Plínio Valério (PSDB-MA), de que a PEC se alinha as melhores práticas internacionais.

    “Nenhum dos principais bancos centrais do mundo possui a combinação de autonomia financeira, isenção orçamentária e blindagem parlamentar que a PEC pretende criar”, diz o documento, que descreve os casos dos BCs dos Estados Unidos (EUA), Reino Unido, Zona do Euro e Japão.

    Signatários

  • ⁠Luiz Carlos Bresser-Pereira – FGV, ex-Ministro da Fazenda
  • ⁠Luiz Gonzaga Belluzzo – Unicamp, ex-Secretário de política econômica do Ministério da Fazenda
  • ⁠Flavia Dantas – SUNY – Cortland
  • ⁠Pedro Paulo Zahluth Bastos  – Unicamp
  • ⁠Élida Graziane  – FGV e Procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo
  • ⁠Paulo Nogueira Batista Jr.  – Economista
  • ⁠Leda Paulani – USP
  • ⁠Ladislau Dowbor – PUC-SP
  • ⁠Maria de Lourdes Rollemberg Mollo – UNB
  • ⁠Haroldo Silva- Presidente do Corecon – SP
  • ⁠Isabel Busato – UFRJ
  • André Modenesi – UFRJ
  • ⁠Lena Lavinas – UFRJ
  • ⁠Luiz Fernando de Paula – UFRJ
  • ⁠Vanessa Petrelli Corrêa  – UFU
  • ⁠Carlos Aguiar de Medeiros – UFRJ
  • ⁠Rosa Maria Marques  – PUC-SP
  • Simone Deos – Unicamp
  • ⁠Antônio Prado – Vice-Presidente do Corecon – SP
  • ⁠Adriana Amado – UNB
  • ⁠Pedro Rossi – Unicamp
  •  ⁠Gilberto Bercovicci – USP
  •  ⁠Larissa Naves de Deus Dornelas – UFPR
  •  ⁠Marco Antônio Rocha – Unicamp
  •  ⁠Juliane Furno – UFF
  • CMM busca mais segurança a crianças e adolescentes no esporte

    CMM busca mais segurança a crianças e adolescentes no esporte

    CMM busca mais segurança a crianças e adolescentes no esporte

    A criação da Frente Parlamentar em Defesa do Esporte Seguro e a proposta de instituição do Selo Esporte Seguro, ambas de autoria do vereador Mitoso (MDB), ganharam destaque durante o Grande Expediente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta terça-feira (2 de junho). As iniciativas visam fortalecer a proteção de crianças e adolescentes no ambiente esportivo. Além do tema, os parlamentares também debateram o combate à violência sexual, a ampliação de mecanismos de proteção às vítimas e melhorias no atendimento à pessoa obesa.

    Na tribuna do Plenário Adriano Jorge, o parlamentar destacou denúncias envolvendo casos de violência contra crianças e jovens no ambiente esportivo. Durante o pronunciamento, Mitoso (MDB) apresentou um Projeto de Resolução para a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Esporte Seguro, além da proposta de criação do Selo Esporte Seguro, e solicitou apoio dos demais vereadores para a iniciativa.

    Segundo o parlamentar, a proposta busca reunir esforços do Poder Legislativo para combater crimes praticados contra crianças e adolescentes em espaços esportivos e incentivar ambientes mais seguros para a prática esportiva.

    “Queremos criar uma Frente Parlamentar de combate a esse crime e também um selo que identifique espaços esportivos seguros. Assim, pais e responsáveis terão a certeza de que estão deixando seus filhos em ambientes com profissionais qualificados e comprometidos com a proteção das crianças”, destacou.

    Combate à violência sexual e apoio às vítimas

    O vereador Ivo Neto (Democrata) chamou a atenção para os casos de abuso sexual e para a necessidade de ampliar as ações de acolhimento e proteção às vítimas. Durante o discurso, o parlamentar defendeu a investigação rigorosa das denúncias e o combate à impunidade.

    “Espero que todas as denúncias possam ser apuradas e rigorosamente investigadas. Que a Justiça cumpra o seu papel e que as vítimas recebam todo o apoio necessário. Crime sexual não pode ter tolerância, não pode ter silêncio e não pode ter impunidade”, afirmou.

    Políticas públicas para a saúde da pessoa obesa

    O vereador Gilmar Nascimento (Avante) utilizou a tribuna para defender políticas públicas voltadas à saúde da pessoa obesa. O parlamentar destacou o Projeto de Lei nº 353/2022, de sua autoria, que institui políticas públicas de apoio às pessoas obesas no município de Manaus, além do Projeto de Lei nº 262/2024, que trata da adequação dos serviços públicos para atender esse público.

    Durante o pronunciamento, Gilmar Nascimento ressaltou as dificuldades enfrentadas por pessoas obesas no acesso ao tratamento adequado na rede pública de saúde.

    “Não há medicamentos para pessoas obesas. Não há medicamentos para o tratamento. É um medicamento caro. Os obesos não têm ambulância adequada, não têm leito adequado para receber um tratamento apropriado e não têm acesso a equipamentos compatíveis, como máquinas de ressonância magnética”, afirmou o vereador.

  • Prefeitura de Manaus abre 68º Festival Folclórico do Amazonas

    Prefeitura de Manaus abre 68º Festival Folclórico do Amazonas

    Prefeitura de Manaus abre 68º Festival Folclórico do Amazonas

    A Prefeitura de Manaus deu início à programação do 68º Festival Folclórico do Amazonas, na noite desta sexta-feira, 5/6, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA), na zona Sul. O evento, coordenado pela Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), abriu oficialmente o circuito de apresentações com as disputas da categoria Bronze. O festival reúne dezenas de grupos folclóricos e segue até o dia 20 de junho, celebrando a diversidade cultural e as tradições populares.

    A abertura do festival movimentou o CCPA com muito ritmo e tradição, integrando o calendário oficial da capital. O público que compareceu à primeira noite acompanhou apresentações de danças nordestinas, quadrilhas tradicionais, cômicas e alternativas, além de cirandas, danças nacionais e bois-bumbás.  Nem mesmo a chuva desta sexta-feira espantou o público e os visitantes, como o turista paulista Edson Cosmo, que fez questão de prestigiar o evento.

    “Mesmo com a chuva, trouxe a família para aproveitar o festival. A gente é de fora, veio de São Paulo para conhecer melhor a cultura do Amazonas, e achamos a apresentação muito bonita”, destacou Edson.

    A edição de 2026 acontece após um forte investimento da Prefeitura de Manaus, que totaliza R$ 2,4 milhões na cultura popular, somando o fomento para as categorias Bronze e Prata e o apoio financeiro voltado para os bois-bumbás de Manaus.

    O diretor de Cultura da ManausCult, Wallace Almeida, ressaltou que o apoio vai além do fomento financeiro, englobando uma robusta estrutura de logística para que o festival cresça a cada ano. “A prefeitura investe no fomento que gera toda essa cadeia criativa da cultura. Não é só o que o público vê no palco, mas também o que acontece nos bastidores, beneficiando costureiras, soldadores e músicos. O retorno desse investimento na economia da cidade é sete vezes maior para quem participa direta e indiretamente”, afirmou o diretor.

    Esse impacto na ponta é sentido por quem dedica a vida a manter viva a identidade local. É o caso de Nilson Ribeiro, presidente do grupo de dança “Cabras do Capitão Corisco”, tradicional reduto cultural do bairro Coroado, que abriu as disputas da categoria Bronze na primeira noite do evento.

    “O Corisco tem 47 anos de festival, viemos defendendo essa tradição desde os anos 80. Já dançamos em tudo quanto é lugar e descemos aqui quando isso ainda era um grande tablado. É uma dança cultural, diferente, e a gente batalhou muito durante meses para colocar o grupo com toda a dignidade na arena”, celebrou o folclorista.

    O 68º Festival Folclórico do Amazonas continuará com programações gratuitas todas as noites no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, prometendo arrastar milhares de brincantes e torcedores com as apresentações das categorias Bronze e Prata até o dia 20 de junho. Só não haverá apresentações nos dias 11 e 19 por conta de jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo.

  • Renato Junior acompanha avanço da concretagem do tabuleiro da nova passarela da avenida Torquato Tapajós

    Renato Junior acompanha avanço da concretagem do tabuleiro da nova passarela da avenida Torquato Tapajós

    Renato Junior acompanha avanço da concretagem do tabuleiro da nova passarela da avenida Torquato Tapajós

    O prefeito de Manaus, Renato Junior, fiscalizou os trabalhos de concretagem do tabuleiro da nova passarela Santos Dumont, localizada na avenida Torquato Tapajós, na zona Centro-Oeste. A ação da Prefeitura de Manaus, coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), representa uma etapa fundamental para garantir uma base resistente e segura para a travessia dos pedestres na parte superior da estrutura.

    Durante a vistoria, o chefe do Executivo municipal destacou o empenho das equipes de trabalho e relembrou o histórico do local, que precisou de uma reconstrução total após um grave acidente comprometer a antiga passarela. “Estamos aqui, em ritmo acelerado, na avenida Torquato Tapajós. Essa estrutura antiga foi derrubada após um sinistro em que um caminhão de uma empresa privada colidiu com a passarela. Após superarmos todos os trâmites jurídicos, entramos com tudo na reforma e reconstrução”, afirmou o prefeito Renato Junior.

    Para evitar que novos acidentes aconteçam no local, o prefeito fez questão de destacar uma importante mudança de engenharia implementada pela gestão municipal: o aumento do vão livre da estrutura, além de melhorias modernas de acessibilidade. “Só para que a população possa entender o que está acontecendo: antes, a passarela possuía 4,5 metros de vão livre (altura). Agora, ela tem um metro a mais, totalizando 5,5 metros de altura. Além disso, o guarda-corpo já está sendo feito e teremos um novo poço para a instalação de elevadores dos dois lados, garantindo acessibilidade total”, completou o prefeito.

    A operação acompanhada pelo prefeito Renato Junior foi planejada de forma estratégica para o período noturno, reduzindo o impacto no trânsito de uma das principais vias da capital, que possui movimentação intensa de veículos diuturnamente. Para viabilizar a aplicação segura de 18 metros cúbicos de concreto ao longo dos 40 metros de extensão do tabuleiro, equipes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) deram suporte à Seminf, orientando e organizando o trânsito nos dois sentidos da via.

    Alinhado às diretrizes do prefeito, o secretário municipal de Infraestrutura, Madson Rodrigues, reforçou o compromisso da secretaria com a celeridade e a qualidade técnica da entrega.

    “Nosso compromisso, conforme a determinação do prefeito Renato Junior, é promover mais qualidade de vida à população de Manaus, dar celeridade aos trabalhos e acompanhar diretamente a qualidade dos serviços, para que essa obra melhore bastante a mobilidade, beneficiando o povo manauara”, ressaltou o secretário Madson.

    A presença do prefeito e o ritmo de trabalho foram elogiados por cidadãos que passavam pela área. O motorista Osmar Batista, de 43 anos, acompanhou a movimentação e demonstrou satisfação com o andamento do projeto. “Esta obra vai melhorar muito a mobilidade daqui. Agradeço aos servidores pelo trabalho duro, porque são pessoas determinadas a realizar essa obra, sem importar o horário, para ajudar a melhorar o tráfego”, disse.

    Com a conclusão da concretagem do tabuleiro, a gestão do prefeito Renato Junior entra nas fases finais da obra para, em breve, devolver à população manauara uma estrutura moderna, segura e com acessibilidade universal.

  • União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

    União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

    União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

    A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

    Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial  publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

    Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

    Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

    As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

    A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

    A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

    Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

    A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

    Abiec

    Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

    Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

    Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

    Qualidade

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

    Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

    A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

  • Bolívia prende líderes de protestos em meio a respaldo militar dos EUA

    Bolívia prende líderes de protestos em meio a respaldo militar dos EUA

    Bolívia prende líderes de protestos em meio a respaldo militar dos EUA

    Com mais de 80 bloqueios em rodovias espalhadas pelo país, a Bolívia chegou, nesta sexta-feira (5), no 36º dia de protestos. As manifestações alimentam a crise política que tem levado à prisão de lideranças, em meio ao respaldo político do secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), Pete Hegseth, ao governo da Bolívia de Rodrigo Paz.

    Organizações sociais da Bolívia classificam as prisões de lideranças como “sequestros” e reivindicam a soltura dos detidos. Entre as acusações das autoridades, estão “terrorismo” e “instigação pública para delinquir”.

    Entre os presos, estão a ex-senadora do partido MAS, da esquerda boliviana, Simone Quispe, além de Justino Apaza, secretário executivo da Federação de Conselhos de Bairros de La Paz, e Yesenia Varga, dirigente da Federação Carrasco, de camponses de Cochabamba.

    A Procuradoria da Bolívia também havia pedido a prisão de outros dirigentes, como de Vicente Salazar, da organização Los Ponchos Rojos, ligado à Federação de Camponeses Túpac Katari, e de Mario Argollo , presidente da Central Operária da Bolívia (COB), principal central sindical do país.

    Argollo disse que passaria à clandestinidade diante das “perseguições”. Porém, esses dois pedidos de prisão acabaram revogados pelo judiciário boliviano.

    Protestos se mantêm

    O governo de direita de Rodrigo Paz enfrenta cinco semanas de protestos que pedem sua renúncia com apenas seis meses no poder, após quase 20 anos de governos de esquerda. A mobilização reúne camponeses, indígenas, professores, mineiros, entre outras categorias.

    O que começou como um protesto contra a má qualidade do combustível fornecido pelo governo, escalou para manifestações em massa e bloqueios de rodovias após a promulgação de uma lei sobre terras. Os camponeses acusam a legislação de favorecer o agronegócio e prejudicar os pequenos proprietários.

    Os bloqueios têm causado desabastecimento em várias regiões do país andino, levando a escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos nas cidades afetadas. 

    Nesta sexta-feira, a Administradora Boliviana de Rodovias (ABC) registra 81 bloqueios em diversos departamentos do país, em especial, em torno da capital La Paz, além dos estados de Cochabamba, Potosí, Oruro, Santa Cruz e Chuquisaca.

    O professor de ciência política da Universidade Federal do Ceará (UFC) Clayton Cunha Filho explicou à Agência Brasil que o cenário no país segue instável e imprevisível.

    “Por um lado, a população toda muito cansada pela carestia provocada, inflação de alimentos e desabastecimento, por causa dos bloqueios. Já os setores sociais que estão protestando afirmam que vão continuar até a renúncia do presidente. E ainda tem a ameaça de um iminente estado de Exceção que, certamente, aumentaria a repressão”, comentou.

    Prisões

    Entre as prisões dos últimos dias, está a da ex-senadora Quispe, realizada na quarta-feira (4), que familiares afirmam que foi realizada de forma irregular, sem que fosse apresentado pedido para apreensão da ex-parlamentar.

    “Um grupo de indivíduos encapuzados invadiu sua casa na frente de sua família, a subjugou e a transportou à força em uma van branca sem placas, sem se identificarem ou apresentarem qualquer mandado de prisão”, diz comunicado publicado nas redes dela.

    Em nota, a Central Operária da Bolívia (COB) se manifestou denunciando as novas prisões. “Advertimos que não se permitirá o retorno das práticas de perseguição contra líderes sociais”, diz nota da organização.

    EUA apoiam presidente Paz

    As prisões ocorrem em meio ao respaldo dado pela principal autoridade das Forças Armadas dos EUA, o secretário Pete Hegseth, ao governo de Rodrigo Paz.

    “Os Estados Unidos estão observando. A Bolívia não deve se permitir cair na armadilha do antigo status quo de domínio narco-terrorista na região”, disse Hegseth, em uma rede social, nessa quinta-feira (4).

    O governo da Bolívia e os EUA têm tentado criminalizar os protestos, alegando que são ligados ao narcotráfico.

    “Continuaremos a apoiar nossos parceiros da Coalizão Contra o Cartel das Américas, como a Bolívia, para garantir que os narco-terroristas sejam dissuadidos de lucrar com a morte e a destruição em nosso hemisfério”, completou o secretário de Defesa dos EUA.

    Para o especialista em política boliviana, Clayton Cunha, existe algum risco de uma intervenção direta dos EUA na Bolívia para segurar Rodrigo Paz no poder.

    “Não dá para se descartar que, eventualmente, os EUA pudessem até mesmo fazer alguma intervenção mais direta, embora seja improvável porque os EUA estão com a questão do Irã, da Ucrânia, mas não dá para descartar”, comentou.

    Clayton avalia que o apoio dos EUA pode dar mais confiança para as Forças Armadas reprimirem os protestos e bloqueios.

    Queda de ministros

    No dia 2 de junho, os ministros da Defesa da Bolívia, Marcelo Salinas, e da Educação, Beatriz García, renunciaram aos cargos em meio à pressão dos bloqueios em todo o país. A dupla renúncia se somou a outra, em 21 de maio, do ministro do Trabalho, Edgardo Morales.

    O ministério da Defesa foi assumido por Ernesto Justiniano, ligado ao combate ao narcotráfico no governo de Rodrigo Paz. Em maio, ele esteve nos EUA e foi responsável pelo retorno da Administração do Controle de Drogas (DEA) à Bolívia.

    A instituição tinha sido expulsa da Bolívia, em 2008, pelo ex-presidente Evo Morales por acusações de espionagem e conspiração.

    Estado de exceção

    Na última semana, o Congresso derrubou a lei que limitava o estado de exceção e agora discute um novo projeto de lei sobre o tema enviado pelo Executivo. Aprovado no Senado, o texto está em análise na Câmara de Deputados da Bolívia.

  • Sem-terra plantam 5 mil mudas na semana do Meio Ambiente

    Sem-terra plantam 5 mil mudas na semana do Meio Ambiente

    Sem-terra plantam 5 mil mudas na semana do Meio Ambiente

    O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) mobilizou, nos últimos dias, cerca de 10 mil pessoas, em 15 estados brasileiros, onde realizou uma série de atividades de defesa do meio ambiente, com críticas ao agronegócio.

    Segundo a organização, os sem-terra plantaram mais de 5 mil mudas e semearam cerca de 30 toneladas de sementes em Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Sergipe.

    A iniciativa faz parte da Jornada Nacional em Defesa da Natureza e seus Povos, que começou na última segunda-feira (1°) e termina neste domingo (7), marcando a Semana Mundial do Meio Ambiente.

    Este ano, a jornada teve como lema o mote “combater o agronegócio é cuidar da natureza!” e serve como plataforma para o MST defender a reforma agrária “como solução para o avanço dos cuidados com o meio ambiente”.

    Ao mesmo tempo, a organização denuncia o que classifica como “crimes ambientais do agro-hidro-minero-negócio” e os “que exploram os bens comuns da natureza em larga escala”, em um momento em que, na avaliação do movimento, “o agronegócio aprova leis que aumentam a destruição ambiental”.

    Incinerador

    Neste sábado (6), em São Paulo, o MST promoveu um ato contra a instalação de um incinerador no bairro de Perus, na zona noroeste da capital paulista. Além dos sem-terra, a manifestação reuniu moradores da região, ambientalistas e integrantes de outras organizações sociais.

    O incinerador integra o chamado EcoParque Bandeirantes, que a prefeitura de São Paulo pretende instalar no antigo Aterro Sanitário Bandeirantes, em parceria com uma empresa privada.

    O aterro funcionou por 28 anos e teve suas operações encerradas em 2007. Desde então, consta da lista de Áreas Contaminadas em Processo de Remediação (ACRe), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

    Além do incinerador, o projeto do EcoParque prevê um biodigestor, uma unidade de compostagem, outra de biossecagem, e uma central mecanizada de triagem de resíduos. E, segundo a prefeitura, visa a “otimização da reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, a agregação de valor aos diversos subprodutos gerados, a geração de energia com baixa emissão de GEE e a redução dos volumes destinados à disposição final em aterros.

    No entanto, de acordo com o MST, o projeto contraria os interesses de diferentes segmentos sociais que coabitam o bairro de Perus e região, incluindo indígenas que vivem no Pico do Jaraguá, próximo ao antigo aterro sanitário.

    “O projeto de instalação do Incinerador em Perus mostra qual é o projeto da burguesia e do agronegócio para o Brasil: para a periferia, para o povo pobre, para os camponeses, para a classe trabalhadora é sempre a poluição, os detritos. Para deixar bonita a área da burguesia, empurram para nós os detritos”, criticou, em nota, Luciano Carvalho, da direção estadual do movimento.

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