Autor: Redação – Portal AM

  • Passageiros devem ficar atentos às novas regras para transporte de power banks em voos

    Passageiros devem ficar atentos às novas regras para transporte de power banks em voos

    Passageiros devem ficar atentos às novas regras para transporte de power banks em voos

    Quem pretende viajar de avião com carregadores portáteis deve ficar atento às novas regras para o transporte de carregadores portáteis (power banks) nas aeronaves. As medidas, adotadas pelas companhias aéreas, com base em diretrizes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), alteram os procedimentos de segurança e estabelecem limites para o embarque desses equipamentos.

    Pelas novas regras, cada passageiro poderá transportar até dois equipamentos com capacidade de até 100 Wh, cerca de 27 mil mAh. Os aparelhos entre 100 Wh e 160 Wh dependem de autorização prévia da companhia aérea, feita no balcão do check-in. Já aparelhos acima desse limite não podem ser transportados em voos.

    Os passageiros devem ficar atentos também na acomodação. O power bank deverá ser transportado obrigatoriamente dentro da mochila, bolsa ou item pessoal, guardado sob o assento à frente do passageiro ou nos bolsões do assento. Esses equipamentos não poderão ser acomodados no compartimento superior, junto às malas de mão.

    As orientações também determinam que os power banks não devem ser conectados às entradas USB das aeronaves durante o voo. O envio dos carregadores na bagagem despachada continua proibido.

    As medidas foram adotadas seguindo recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), que recebeu relatos de incidentes, como princípios de incêndio a bordo.

    Mais informações estão disponíveis no portal Tem Regra (https://temregra.com.br/) que reúne todas as informações sobre o transporte dos equipamentos e disponibiliza uma calculadora que converte a capacidade dos carregadores de mAh para Wh, ajudando os usuários a verificarem se os aparelhos estão dentro dos limites permitidos para embarque.

    O que muda para os passageiros

    – Cada passageiro pode transportar até dois power banks de até 100 Wh (cerca de 27 mil mAh);
    – Equipamentos entre 100 Wh e 160 Wh precisam de autorização;
    – Aparelhos acima de 160 Wh não podem ser transportados;
    – Devem permanecer na mochila, bolsa ou item pessoal durante o voo;
    – Não podem ser colocados no compartimento superior da aeronave;
    – Continua proibido o envio na bagagem despachada;
    – Não devem ser conectados às entradas USB da aeronave durante o voo.

  • Estudo da OIT evidencia falhas estruturais da IA na gestão de recursos humanos

    Estudo da OIT evidencia falhas estruturais da IA na gestão de recursos humanos

    Estudo da OIT evidencia falhas estruturais da IA na gestão de recursos humanos

    Os sistemas de Inteligência Artificial (IA) utilizados na gestão dos recursos humanos apresentam objetivos mal alinhados, baseando-se em dados de baixa qualidade e enviesados que prejudicam as empresas e os seus trabalhadores.

    Este conjunto de limitações estruturais foi identificado no artigo publicado em novembro de 2025 pela Organização Mundial do Trabalho, OIT, que sublinha os riscos jurídicos, éticos e práticos da aplicação destas tecnologias no trabalho.

    “Paradoxo da automação” 

    De acordo com Janine Berg – economista da OIT e coautora do artigo – a utilização destes novos sistemas constitui um autêntico “paradoxo da automação”, ao demonstrar que as soluções tecnológicas levantam sistematicamente novos desafios tecnológicos.

    A generalização das candidaturas online e o acesso à IA generativa provocaram um aumento substancial da quantidade de currículos recebidos. Por sua vez, a triagem de um número superior de profissionais veio impulsionar a adoção de sistemas de IA no processo de recrutamento das empresas.

    O artigo conclui que a eficácia dos sistemas utilizados na determinação da compensação, na elaboração de horários e na gestão do desempenho dos trabalhadores é condicionada por limitações nos dados, na programação e na definição de objetivos inadequados.

    Participação humana é essencial

    A economista da agência da ONU sublinha que as novas ferramentas de IA operam através de um nível elevado de autonomia e acrescenta que os recursos humanos nem sempre dispõem das capacidades necessárias para a sua operação e a interpretação dos seus resultados.

    Neste sentido, Janine Berg defende a participação ativa dos profissionais de recursos humanos no desenho, implementação e supervisão dos sistemas de IA, bem como no envolvimento dos trabalhadores no processo de elaboração de horários e na gestão do desempenho.

    A investigadora conclui que o envolvimento de todas as partes na geração dos sistemas de IA utilizados é essencial para garantir a transparência do seu objetivo e um funcionamento em função das condições das empresas e dos trabalhadores.

  • Comissão aprova aumento de pena para agressões no rosto e partes íntimas de mulheres

    Comissão aprova aumento de pena para agressões no rosto e partes íntimas de mulheres

    Comissão aprova aumento de pena para agressões no rosto e partes íntimas de mulheres

    A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna mais rigorosa a punição para quem agredir intencionalmente mulheres com o objetivo de causar lesões, mutilações ou traumas no rosto e em outras partes do corpo.

    O texto altera o Código Penal para incluir esses ataques como agravantes de pena — situações que aumentam a condenação — em crimes dolosos (com intenção) praticados contra a mulher em razão de sua condição de mulher.

    A comissão aprovou o Projeto de Lei 5110/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), com emenda da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). A emenda detalha que o agravante vale para crimes praticados em razão da condição de mulher.

    A nova redação foca em condutas que buscam desfigurar, mutilar ou estigmatizar o rosto, a cabeça e áreas do corpo ligadas à integridade sexual ou à identidade física da vítima.

    A autora argumenta que a medida se justifica pelo impacto simbólico dessas agressões, que buscam atingir a autoestima e a dignidade feminina. Dados citados na justificativa apontam que cerca de 80% das mulheres vítimas de violência doméstica apresentam lesões no rosto. O texto destaca que o corpo de mulheres indígenas ou trans é frequentemente alvo de mutilações como ferramenta de dominação e ódio.

    A relatora disse que a mudança manifesta o repúdio do Estado a comportamentos misóginos e cruéis. “Ao incluir tais condutas como circunstâncias agravantes, a Casa sinaliza à sociedade a urgência de superar práticas que atentam contra a dignidade das mulheres, reafirmando o dever do Estado de garantir proteção e justiça”, afirmou Célia Xakriabá.

    Próximas etapas
    A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.

    Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Saiba como se proteger de golpes digitais

    Saiba como se proteger de golpes digitais

    Saiba como se proteger de golpes digitais

    O governo federal lançou, nesta terça-feira (19), um kit com orientações sobre privacidade e segurança da informação. A intenção é ajudar na identificação de mensagens falsas, links suspeitos, tentativas de fraude e roubo de senhas. 

    A série de materiais educativos inclui gibi, vídeos e sete novas publicações, entre normas, guias e políticas. Todo o material está disponível na página do Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI).

    A iniciativa é do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Segundo a pasta, a proposta é aproximar o tema da segurança da informação do dia a dia da população, especialmente de públicos que acessam serviços públicos pela internet, usam aplicativos de mensagem e podem ser alvo de golpes digitais.

    Revista em quadrinhos

    Um dos principais destaques da iniciativa é a revista em quadrinhos Phishing e Golpes Cibernéticos, primeiro gibi lançado pela Secretaria de Governo Digital (SGD) sobre o tema. O ministério deverá lançar ainda outros dez gibis voltados à educação digital.

    A publicação mostra como criminosos atuam para roubar dados de cidadãos por meio de mensagens falsas, links suspeitos e tentativas de fraude. Ao longo das páginas, os leitores também recebem orientações práticas sobre como identificar riscos e se proteger no ambiente digital.

    Além dos materiais voltados à população, o MGI também disponibilizou novas publicações destinadas a gestores e servidores públicos que atuam no Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp).

  • Sub-registro de nascidos vivos no Amazonas foi de 4,4% em 2024

    Sub-registro de nascidos vivos no Amazonas foi de 4,4% em 2024

    Sub-registro de nascidos vivos no Amazonas foi de 4,4% em 2024

    Em 2024, as taxas de sub-registro de nascimentos e óbitos no Amazonas foram superiores às médias nacionais. O percentual estimado de sub-registro de nascidos vivos chegou a 4,4% no Amazonas, mais de quatro vezes acima da média brasileira (0,9%), enquanto o sub-registro de óbitos alcançou 8,8%. Entre os óbitos de menores de 1 ano, o percentual estimado atingiu 19,0% no estado. Os dados são das Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos, divulgadas hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

    Destaques

    • Taxa estimada de sub-registro de nascidos vivos foi 4,4% no Amazonas em 2024.

    • Entre os municípios amazonenses, Barcelos registrou o maior percentual estimado de sub-registro de nascidos vivos, com 29,7%.

    • As maiores taxas de sub-registro no estado foram registradas entre mães com menos de 15 anos, faixa etária em que o índice alcançou 14,6%.

    • Sub-registro de óbitos no Amazonas atingiu 8,8% em 2024.

     • Entre os óbitos de menores de 1 ano, o percentual estimado de sub-registro no Amazonas chegou a 19,0%, superior ao índice brasileiro, de 10,8%.

     • Barcelos registrou o maior percentual estimado de sub-registro de óbitos entre os municípios amazonenses, com 50,2%.

    • As maiores taxas de sub-registro de óbitos no Amazonas foram observadas entre crianças e adolescentes, com destaque para a faixa de 10 a 14 anos, que alcançou 21,5%.

    Entende-se por sub-registro ou sub-notificação o número de eventos vitais (nascimentos e óbitos) não registrados e que, portanto, não constam nas bases dos sistemas de estatísticas vitais. No Brasil, há dois agentes principais que coletam as informações de estatísticas de nascimentos e de óbitos de forma complementar: o IBGE, por meio do sistema de Estatísticas do Registro Civil, a partir de dados coletados junto aos cartórios, e o Ministério da Saúde, por meio dos sistemas de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e de Informações sobre Mortalidade (SIM), alimentados pelas notificações em estabelecimentos de saúde e serviços médicos.

    No Amazonas, o percentual de sub-registro de nascidos vivos estimado pelo IBGE chegou a 4,4% em 2024, acima da média nacional, que ficou em 1,0%, e também superior ao índice observado para a Região Norte (3,5%). O estado apresentou um total estimado de 66,3 mil nascidos vivos no período. Apesar da taxa acima da média regional, o Amazonas ainda apresentou taxa menor que Roraima (13,9%) e Amapá (5,8%).

    Já a subnotificação de nascidos vivos apurada pelo Ministério da Saúde foi de 0,6% no Amazonas, percentual próximo ao registrado na região Norte (0,6%) e acima da média brasileira (0,4%).

    Sub-registros de nascidos vivos chega a 29,7% em Barcelos

    Entre os municípios amazonenses, os maiores percentuais estimados de sub-registro de nascidos vivos em 2024 foram observados em Barcelos (29,7%), Santa Isabel do Rio Negro (16,9%) e Manacapuru (14,8%). Também apresentaram taxas elevadas Itapiranga (13,4%), Atalaia do Norte (13,2%) e Maraã (13,0%). Em números absolutos, Manaus concentrou o maior total estimado de nascidos vivos do estado, com mais de 31 mil registros. Os municípios do interior, especialmente localizados em áreas de difícil acesso, continuaram apresentando maiores dificuldades relacionadas ao registro oportuno dos nascimentos. No caso da subnotificação apurada pelo Ministério da Saúde, Atalaia do Norte registrou o maior percentual do estado, com 7,8%, seguido por Ipixuna (5,3%) e Manaquiri (4,7%).

    Sub-registro foi maior entre mães com menos de 15 anos de idade

    Os maiores percentuais de sub-registro de nascidos vivos no estado em 2024 foram observados entre mães com menos de 15 anos de idade, faixa em que o índice estimado pelo IBGE alcançou 14,6%, o mais elevado entre todos os grupos etários analisados. Entre mães de 15 a 19 anos, o percentual também permaneceu acima da média do estado, atingindo 6,9%. À medida que aumenta a idade materna, os índices tendem a diminuir, ficando abaixo de 4% a partir dos 25 anos e voltando a subir apenas na faixa de 45 a 49 anos (5,7%). Os dados apontam para maior vulnerabilidade ao sub-registro de mães mais jovens, possivelmente associada a fatores como menor acesso a serviços públicos e vulnerabilidade social. Já subnotificação apurada pelo Ministério da Saúde, os percentuais permaneceram inferiores ou próximos a 1% na maior parte das faixas etárias, com exceção do grupo de mães com 50 anos ou mais, que apresentou índice de 16,9%, embora com reduzido número estimado de nascidos vivos.

    Sub-registro de óbitos no Amazonas (8,8%) é mais que o dobro da média nacional

    No Amazonas, o percentual estimado de sub-registro de óbitos alcançou 8,8% em 2024, percentual superior à média nacional, de 3,4%, mas abaixo do índice observado para a Região Norte, que chegou a 11,4%. O estado registrou um total estimado de 20,5 mil óbitos no período analisado. Já a subnotificação de óbitos apurada pelo Ministério da Saúde foi de 1,1% no Amazonas, também acima da média brasileira (1,0%), porém inferior à registrada na região Norte (1,2%). Os dados indicam que o Amazonas ainda enfrenta dificuldades relacionadas à notificação e ao registro oportuno de óbitos, especialmente em municípios mais isolados e com menor acesso à rede de serviços públicos.

    Barcelos apresenta o maior nível de sub-registro do estado, com 50,2%

    Entre os municípios do Amazonas, os maiores percentuais estimados de sub-registro de óbitos em 2024 foram observados em Barcelos (50,2%) e Japurá (50,1%), seguidos por Manacapuru (44,5%), Tonantins (43,2%) e Uarini (43,0%). Também apresentaram índices elevados Maraã (42,4%) e Boa Vista do Ramos (42,2%). Em números absolutos, Manaus concentrou o maior total estimado de óbitos do estado, com cerca de 12,3 mil óbitos. Os dados mostram que municípios do interior, especialmente aqueles localizados em áreas remotas e com maior dificuldade de acesso aos serviços públicos, apresentam maiores taxas de sub-registro, evidenciando desafios relacionados ao registro oportuno dos óbitos.

    Já em relação à subnotificação de óbitos apurada pelo Ministério da Saúde, São Sebastião do Uatumã apresentou o maior percentual do estado, com 16,7%, seguido por Urucurituba (11,8%), Juruá (8,7%) e Atalaia do Norte (7,1%).

    Sub-registro de óbitos foi maior para a faixa de 10 a 14 anos (21,5%)

    No Amazonas, os maiores percentuais estimados de sub-registro de óbitos em 2024 foram observados entre crianças e adolescentes. Entre os menores de 1 ano (mortalidade infantil), o índice alcançou 19,0%, percentual superior à média nacional, de 10,8%, mas abaixo da taxa registrada para a Região Norte, que alcançou 26,6%. Entre os menores de 5 anos (mortalidade na infância), o índice também permaneceu elevado, com 18,9%; enquanto na faixa de 10 a 14 anos o número estimado chegou a 21,5%, o maior percentual entre todos os grupos etários analisados. A partir da população adulta, os percentuais tendem a diminuir, permanecendo abaixo de 10% em grande parte das faixas etárias acima de 20 anos. Em relação ao sexo, os homens tiveram taxas maiores de sub-registros, com 9,8%, enquanto mulheres tiveram taxa de 7,35%.

    Já a subnotificação de óbitos apurada pelo Ministério da Saúde permaneceu próxima de 1% na maior parte das faixas etárias, embora alguns grupos mais jovens tenham registrado percentuais mais elevados, como crianças de 5 a 9 anos (3,1%) e de 1 a 4 anos (2,8%).

    Mais sobre a pesquisa

    As Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos são obtidas por meio do pareamento das bases de dados das Estatísticas do Registro Civil (IBGE) e do Ministério da Saúde (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – Sinasc e Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM). A divulgação apresenta as estimativas de sub-registro e subnotificação de nascidos vivos e óbitos em 2024, com desagregação por Unidade da Federação e Município. São analisadas variáveis como local de ocorrência do evento, idade da mãe (nascidos vivos) e idade do falecido (óbitos). A publicação também traz a série histórica desde 2015, permitindo avaliar tendências e a contribuição dessas estatísticas para o monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

  • Pessoas que vão viajar para assistir à Copa do Mundo devem atualizar vacinas nos postos

    Pessoas que vão viajar para assistir à Copa do Mundo devem atualizar vacinas nos postos

    Pessoas que vão viajar para assistir à Copa do Mundo devem atualizar vacinas nos postos

    A Prefeitura de Manaus reforça alerta para que as pessoas com viagem marcada para assistir à Copa do Mundo da Fifa 2026 procurem uma das salas de vacina da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para atualizar a proteção contra doenças preveníveis. A atualização vacinal é indicada, principalmente, no caso do sarampo, que tem surtos ativos nos Estados Unidos, Canadá e México, países-sede do Mundial, previsto para iniciar em 11 de junho.

    A gerente de Imunização da Semsa, Isabel Hernandes, enfatiza que as pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto contra o sarampo são mais suscetíveis a contrair a doença quando expostas ao vírus. O risco é mais alto, ela aponta, devido à intensa circulação de pessoas de diferentes países e continentes, no período da competição.

    “Os países-sede da Copa, hoje, têm surtos ativos, isto é, há transmissão contínua do vírus. Ele se dissemina pelo ar e é altamente contagioso, sendo que uma só pessoa doente pode infectar nove em cada dez pessoas próximas não imunes, ao tossir, espirrar, falar ou respirar”, adverte a gerente.

    Isabel orienta os viajantes a fazer a atualização vacinal o quanto antes, a fim de que o organismo possa produzir anticorpos e garantir proteção adequada contra as doenças. “Para o sarampo, o ideal é que a pessoa complete suas doses ao menos 15 dias antes de viajar. Se não for possível, a recomendação é que ela receba, ao menos, uma dose, até o dia do embarque”, indica.

    Para imunização contra o sarampo, informa a gerente, são ofertadas gratuitamente, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), as vacinas tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias devem tomar a dose zero da vacina, e adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose de rotina. Crianças de 12 meses a adultos até 29 anos devem receber duas doses, com intervalo de 30 dias.

    “A rede municipal tem mais de 170 salas de vacina, distribuídas por toda a cidade, que ofertam doses contra o sarampo e demais doenças incluídas no calendário nacional. Basta comparecer com documento de identidade, CPF ou cartão do SUS, para receber as doses indicadas”, orienta Isabel.

    A lista de pontos de vacinação gerenciados pela Semsa, com endereços e horários de funcionamento, pode ser consultada on-line, por meio do link bit.ly/vacinassemsa.

    Certificado para viagens

    A Semsa alerta os torcedores a caminho do Mundial de Futebol da Fifa também com relação à emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). O documento atesta a vacinação contra a febre amarela e é exigido para entrada em mais de 120 países, entre eles alguns que estão na rota de voos internacionais para os países-sede da Copa, como Colômbia e Panamá.

    “O CIVP só é válido após 10 dias da aplicação da dose contra a febre amarela. Quem não recebeu a vacina e tem viagem com escala ou conexão em um desses destinos precisa se apressar para se imunizar e emitir o documento antes do embarque”, pontua Isabel Hernandes.

    O certificado, conforme a gerente, pode ser emitido por meio do “Meu SUS Digital” (meususdigital.saude.gov.br). Pessoas já imunizadas que tenham dificuldade em obter o documento podem levar o comprovante de vacinação a uma das unidades da Semsa para registro no sistema, depois do que ele poderá ser emitido normalmente.

    A vacinação contra a febre amarela é indicada para todas as pessoas, dos 9 meses aos 59 anos de idade, sendo especialmente recomendada para pessoas que vivem ou transitam pela região amazônica, onde a doença é endêmica, e por áreas de risco, como florestas e regiões rurais.

    “A vacina é a principal forma de prevenção da doença, e uma só dose assegura proteção para a vida toda”, conclui Isabel.

  • Brasil registrou sete ondas de calor e seca extrema em diversas regiões em 2025

    Brasil registrou sete ondas de calor e seca extrema em diversas regiões em 2025

    Brasil registrou sete ondas de calor e seca extrema em diversas regiões em 2025

    Sinais da mudança climática estão cada vez mais presentes na América Latina e Caribe. A região registrou em 2025 temperaturas de calor de até 52,7°C, um furacão de categoria 5, ciclones tropicais, secas extremas e chuvas intensas.

    O relatório o Estado do Clima da América Latina e no Caribe, divulgado nesta segunda-feira, em Brasília, pela Organização Meteorológica Mundial, OMM, revela ainda que na costa atlântica da região, o nível do mar está subindo mais rápido que a média global.

    Temperaturas acima de 40 °C

    Houve calor recorde em toda a região, incluindo 52,7 °C em Mexicali, no México e múltiplas ondas de calor acima de 40 °C a 45 °C em toda a América Central.

    O Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil, Inmet, informou que sete ondas de calor afetaram o país no ano passado. No estado do Rio Grande do Sul e em partes do Rio de Janeiro, as temperaturas ultrapassaram os 40 °C de janeiro até o início de março. Muitas escolas adiaram o retorno às aulas após os feriados.

    O verão de 2024 a 2025 foi o mais quente desde 1961 no Brasil.

    Seca incomum na Amazônia

    Secas intensas também afetaram diversas partes do país. A região amazônica teve estações secas mais longas e frequentes, especialmente no sul e no leste. As partes sul e oeste da bacia amazônica, bem como a região da Serra dos Parecis, registraram um volume total de precipitação inferior ao habitual.

    Durante o primeiro semestre de 2025, algumas dessas localidades apresentaram uma seca incomum, incluindo a região do Estuário Amazônico, o que prolongou as condições de estiagem do ano anterior.

    O nordeste e sudeste do Brasil também viveram seca extrema a moderada nas bacias dos rios Paraná e São Francisco.

    Abastecimento urbano sob pressão

    No primeiro semestre de 2025, condições de seca severa estenderam-se do Norte e Nordeste até os estados agrícolas centrais, incluindo São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

    Os rios atingiram níveis extremamente baixos, o abastecimento urbano ficou sob pressão, e comunidades indígenas e rurais enfrentaram dificuldades devido ao acesso limitado à água potável e à queda nas colheitas.

    Grandes áreas do Planalto Brasileiro ficaram mais secas do que o normal, e a região circundante à Serra da Mantiqueira recebeu volumes de precipitação excepcionalmente baixos, de 10% a 20% abaixo do normal.

    Perda da pesca

    A América Latina e o Caribe também sofre com contínua acidificação e aquecimento dos oceanos, que estão agravando os riscos para os ecossistemas marinhos e as pescas.

    A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, afirmou que “os sinais de um clima em mudança são inconfundíveis em toda a América Latina e no Caribe, desde a aceleração da perda de geleiras e o aumento do nível do mar até ciclones tropicais que se intensificam rapidamente, calor extremo, enchentes e secas”.

    De acordo com ela, este relatório mostra que, embora os riscos estejam crescendo, também está aumentando a capacidade de antecipação e ação para salvar vidas e proteger meios de subsistência.

    Tornados e furacões

    Saulo declarou que isso foi exemplificado pelo furacão Melissa em outubro de 2025, o primeiro furacão de categoria 5 registrado na Jamaica. A tragédia resultou em 45 mortes e perdas econômicas de aproximadamente US$ 8,8 bilhões, mais de 41% do Produto Interno Bruto, PIB, jamaicano.

    Embora tenha sido um evento extremo sem precedentes, as autoridades locais usaram modelagem de risco de alta qualidade para informar medidas financeiras avançadas e preparação para desastres, o que limitou o custo humano e ajudou a ilha a lidar com a crise.

    Em 2025, o Brasil registrou dois tornados Tornados em Rio Bonito do Iguaçu, no sul do país, que causaram sete mortes e deixaram 1,5 mil casas danificadas.

    O relatório o Estado do Clima da América Latina e no Caribe  traz informações sobre os principais impactos e riscos climáticos, bem como os grandes eventos extremos regionais, incluindo ciclones, ondas de calor, chuvas intensas, secas e ondas de frio.

    Fonte: ONU NEWS

  • Veja as mudanças para farmácias e drogarias com o novo sistema de controle de receitas

    Veja as mudanças para farmácias e drogarias com o novo sistema de controle de receitas

    Veja as mudanças para farmácias e drogarias com o novo sistema de controle de receitas

    O Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vai mudar a forma como receitas de medicamentos controlados serão emitidas, validadas e dispensadas no Brasil.

    A ferramenta foi instituída pela RDC nº 873/2024 e tem como objetivo centralizar, em âmbito nacional, a gestão das numerações de receitas de medicamentos sujeitos a controle especial, ampliando a segurança e reduzindo fraudes e falsificações.

    Na prática, o SNCR permitirá rastrear todo o ciclo da receita: emissão, dispensação e baixa. Antes, cada Vigilância Sanitária estadual possuía seu próprio controle de numeração. Com o novo sistema, a numeração passa a ser única em todo o território nacional.

    As Vigilâncias Sanitárias continuam responsáveis pela concessão e pelo controle das numerações aos prescritores, agora por meio de uma ferramenta digital padronizada e automatizada.

    O sistema está em funcionamento desde 2024, para uso das Vigilâncias Sanitárias, e terá novas funcionalidades voltadas para farmácias e drogarias a partir de junho de 2026.

    Nova fase – emissão eletrônica de Notificações de Receita

    A próxima fase do sistema prevê a emissão de Notificações de Receita em meio eletrônico, integrando numeração, prescrição e registro de utilização em um único ambiente digital.

    Para isso, a Anvisa irá disponibilizar ferramentas específicas no sistema, cujas etapas terão início em junho de 2026. Os receituários físicos, no entanto, continuam válidos e conviverão com o modelo eletrônico e não serão registrados no SNCR neste momento.

    As Vigilâncias Sanitárias permanecem responsáveis pela concessão e pelo controle da numeração dos receituários, agora apoiadas por uma plataforma digital nacional. Já as farmácias e drogarias passarão a contar com funcionalidades voltadas ao registro do uso das receitas eletrônicas.

    O que muda para farmácias e drogarias?

    As farmácias passarão a participar ativamente do SNCR para o controle sanitário das receitas eletrônicas de medicamentos controlados, sendo responsáveis por “fechar o ciclo” da prescrição dentro do sistema.

    Isso inclui:

  • validar a autenticidade da receita;
  • confirmar os dados do prescritor;
  • realizar a baixa eletrônica da receita;
  • impedir reutilização da numeração.
  • Quando o sistema passa a valer para farmácias e drogarias?

    A Anvisa está trabalhando em uma etapa prévia, que é a integração do sistema com as plataformas eletrônicas de prescrição. Essa etapa terá início a partir de junho de 2026.

    Posteriormente, será concedido o acesso às farmácias e drogarias. O cronograma será divulgado oportunamente, com prazos de adequação e orientações detalhadas.

    O receituário físico vai acabar?

    Não. O receituário físico continuará existindo, e os talonários ainda poderão ser utilizados.

    O SNCR vai substituir o SNGPC?

    Não. O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) continuará em funcionamento. Inicialmente, os dois sistemas deverão coexistir. Enquanto o SNGPC controla a movimentação de estoque, o SNCR terá foco na receita.

    As Receitas de Controle Especial (brancas), de antimicrobianos e de agonistas de GLP-1 eletrônicas, poderão continuar a ser emitidas?

    As Receitas de Controle Especial (brancas), de antimicrobianos e de agonistas de GLP-1 eletrônicas poderão continuar a ser emitidas, desde que integradas ao SNCR.

    A partir da disponibilização da ferramenta de integração, as receitas emitidas até essa data, ou seja, sem integração com o SNCR, poderão ser aceitas pelas farmácias por até 30 dias. Dentro desse período, não será necessário registrar a utilização dessas receitas no SNCR.

    Como já ocorre atualmente, essas receitas não precisam de numeração concedida antecipadamente. A integração com o SNCR permitirá a identificação numérica da receita no momento da emissão.

    O que as farmácias precisam fazer agora?

    Neste momento, não existe acesso direto ao SNCR para farmácias e drogarias. O sistema é utilizado exclusivamente pelas Vigilâncias Sanitárias estaduais, municipais e do Distrito Federal.

    As funcionalidades específicas para farmácias e drogarias, assim como estabelecimentos dispensadores, ainda serão disponibilizadas.

    O que será necessário para acessar o sistema futuramente?

    Farmácias e dispensários públicos: possuir Cadastro Nacional de Estabelecimentos de saúde (CNES).

    Farmácias e drogarias privadas:

  • e-CNPJ
  • AFE válida (Autorização de Funcionamento de Empresa);
  • estabelecimento regularizado;
  • conta GOV.BR dos gestores;
  • Serviços de emissão de receitas eletrônicas:

  • integrar seus sistemas ao SNCR, após a disponibilização da documentação da API pela Anvisa.
  • Obs.: neste momento, os prescritores não precisarão se cadastrar ou acessar o SNCR diretamente.

    Vai haver treinamento para as farmácias?

    Sim. A Anvisa irá disponibilizar manuais de utilização, orientações técnicas e webinares sobre o uso do sistema.

    SNGPC x SNCR: qual a diferença?

    SNGPC
    SNCR

    Escrituração sanitária

    Controle de  estoque

    Controle de receitas

    Foco na movimentação do medicamento
    Foco na prescrição e sua utilização

    Recebe informações consolidadas por período
    Rastreabilidade de cada receita

    Já utilizado pelas farmácias
    Novo sistema nacional

  • OMS diz que marcas de sachês de nicotina visam jovens, enquanto as vendas disparam

    OMS diz que marcas de sachês de nicotina visam jovens, enquanto as vendas disparam

    OMS diz que marcas de sachês de nicotina visam jovens, enquanto as vendas disparam

    A Organização Mundial da Saúde, OMS, fez uma alerta sobre o crescimento  rápido dos produtos em sachês de nicotina em todo o mundo e o risco que eles representam para os consumidores.

    Essas mercadorias estão sendo agressivamente comercializadas para adolescentes e jovens. Segundo a OMS, a regulamentação em muitos países é limitada ou inexistente, gerando preocupações sobre a dependência de nicotina e os riscos à saúde.

    Nova geração

    O relatório é divulgado às vésperar do Dia Mundial Sem Tabaco, marcado em 31 de maio. Este ano, o foco é a dependência de tabaco e nicotina, bem como as táticas utilizadas pela indústria para atrair uma nova geração de usuários.

    Os sachês de nicotina são pequenos invólucros colocados entre a gengiva e o lábio, que liberam nicotina através do revestimento interno da boca. Geralmente, contêm nicotina, aromatizantes, adoçantes e outros aditivos. As vendas de varejo de sachês de nicotina ultrapassaram 23 bilhões de unidades em 2024, registrando um aumento de mais de 50% em relação ao ano anterior.

    O chefe da da Unidade da Iniciativa Livre de Tabaco da OMS, Vinayak Prasad, ressalta que o uso de sachês de nicotina está se disseminando rapidamente, enquanto a regulamentação tem dificuldade em acompanhar esse ritmo. Segundo ele, oss governos devem agir agora, implementando salvaguardas rigorosas e baseadas em evidências.

    Bolsas de nicotina

    O primeiro relatório global da OMS sobre o tema, intitulado “Expondo as táticas e estratégias de marketing que impulsionam o crescimento das bolsas de nicotina”, foi elaborado em resposta a solicitações de países que buscavam orientação especializada da OMS sobre as bolsas de nicotina e sobre como os governos deveriam reagir. O mercado global de produtos de bolsas de nicotina atingiu um valor de quase US$ 7 bilhões em 2025.

    A OMS enfatiza que a nicotina, por si só, é altamente viciante e prejudicial, especialmente para crianças, adolescentes e jovens adultos cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento. A exposição à nicotina durante a adolescência pode afetar o desenvolvimento cerebral, gerando impactos, inclusive, na atenção e no aprendizado.

    Malhas regulatórias

    O uso precoce de nicotina pode aumentar a probabilidade de dependência a longo prazo e do uso futuro de outros produtos de nicotina e tabaco. O uso de nicotina também aumenta o risco cardiovascular.

    Lacunas regulatórias deixam os jovens expostos

    As bolsas de nicotina frequentemente escapam das malhas regulatórias, uma vez que cerca de 160 países não possuem regulamentação específica; 16 países proíbem sua venda e 32 países as regulamentam de alguma forma, incluindo restrição de sabores, vendas a menores de idade e proibição de publicidade, promoção e patrocínio.

    O médido Etienne Krug, diretor do do Departamento de Determinantes da Saúde, Promoção e Prevenção da OM, lembra que os governos estão observando o uso desses produtos se disseminar rapidamente, especialmente entre adolescentes e jovens que estão sendo alvo agressivo de táticas enganosas.

    Táticas de marketing

    Muitos jovens estão sendo enganados por táticas de marketing bem elaboradas usando embalagens sofisticadas e discretas, sabores como chiclete e balas de goma; intensa promoção nas redes sociais; patrocínio de shows, festivais e eventos esportivos, incluindo a Fórmula 1e até         mensagens que incentivam o uso discreto em escolas e ambientes livres de fumo.

    Algumas embalagens imitam doces ou marcas populares de guloseimas, aumentando os riscos para crianças pequenas.

    O relatório alerta que todas essas táticas são concebidas para normalizar o uso da nicotina, reduzir a percepção de riscos e atrair uma nova geração de usuários para a dependência da nicotina.

    Apelo à ação urgente

    A OMS insta os governos a adotarem uma regulamentação abrangente que abranja todos os produtos de tabaco e nicotina, incluindo as bolsas de nicotina. As medidas recomendadas incluem:

    •         proibições ou fortes restrições a aromatizantes;

    •         proibições de publicidade, promoção e patrocínio, inclusive nas redes sociais e no uso de influenciadores;

    •         controles rigorosos de verificação de idade e de venda no varejo;

    •         advertências sanitárias claras e embalagens padronizadas;

    •         limites máximos para a quantidade de nicotina permitida;

    •         tributação para reduzir a acessibilidade financeira e desencorajar o uso entre os jovens;

    •         monitoramento dos padrões de uso e das táticas da indústria; e

    •         aplicação rigorosa das políticas.

    A OMS recomenda aos jovens a reconhecer e rejeitar as táticas da indústria, concebidas para fazer com que o uso da nicotina pareça normal.

    Uma ação urgente e coordenada, realizada hoje, pode ajudar a proteger uma nova geração da dependência da nicotina.

  • Exposição “Fragmentos da Terra” une arte, educação e consciência ambiental

    Exposição “Fragmentos da Terra” une arte, educação e consciência ambiental

    Exposição “Fragmentos da Terra” une arte, educação e consciência ambiental

    A relação entre arte, educação e consciência ambiental ganha destaque em Manaus com a exposição “Fragmentos da Terra: diálogo entre a arte e a educação”, assinada pelo professor e artista Roberto Amaro Bianco. A mostra está disponível para o público no Espaço da Cidadania Ambiental (ECAM), localizado no Piso Açaí (G3) do Manauara Shopping, com entrada gratuita até o dia 29 de maio, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h30.

    A iniciativa é promovida pelo Manauara Shopping, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio da Coordenadoria das Ocas do Conhecimento Ambiental, e a Vara do Meio Ambiente (VEMA).

    A exposição propõe um olhar sensível sobre sustentabilidade, reaproveitamento de materiais e preservação ambiental por meio da arte. Sob o conceito “A Arte que Renasce”, Roberto Amaro Bianco transforma materiais que seriam descartados, como suportes de madeira reutilizada e tecidos reaproveitados, em obras artísticas inspiradas na natureza e nas formas orgânicas. Utilizando técnicas como pintura a óleo, acrílica e guache, o artista apresenta trabalhos que dialogam sobre o ciclo da vida, regeneração e consciência ambiental.

    Mais do que uma exposição de quadros, “Fragmentos da Terra” convida o público à reflexão sobre a urgência da preservação ambiental e o papel transformador da educação e da arte na construção de uma sociedade mais consciente.

    “Receber uma exposição como ‘Fragmentos da Terra’ reforça o propósito do ECAM como um espaço de encontro entre educação, arte e consciência ambiental. É uma iniciativa sensível, que inspira reflexão e aproxima o público de temas importantes por meio da cultura”, destacou a gerente de Marketing do Manauara Shopping, Karla Henderson.

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