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  • Corregedoria-Geral de Justiça anuncia a realização da 21.ª edição da Semana Nacional da Conciliação no Amazonas

    Corregedoria-Geral de Justiça anuncia a realização da 21.ª edição da Semana Nacional da Conciliação no Amazonas

    Entre os dias 3 e 6 de novembro, em todo o País, por mobilização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizada a 21.ª edição da Semana Nacional da Conciliação (SNC). No período, as unidades judiciárias do Poder Judiciário Estadual da capital e do interior, de forma integrada, estarão empenhadas na realização de audiências conciliatórias, oportunizando à sociedade a conclusão de processos por meio da homologação de acordos consensuais.

    A data, as finalidades e as diretrizes do evento foram anunciadas pela Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM) por meio da Portaria n.º 502, de 6 de outubro de 2026. O documento regulamenta a realização da SNC em âmbito regional e estabelece as orientações logísticas a serem seguidas pelas unidades judiciárias de 1.º grau do Tribunal de Justiça do Amazonas durante o período preparatório e de execução da programação.

    A Portaria foi assinada pelo corregedor-geral de Justiça do Amazonas, desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos, e publicada na edição de 7 de outubro de 2026 do Diário da Justiça Eletrônico (DJe), no Caderno Extra, página 10.

    Para a edição regional da SNC, foram projetadas duas frentes de atuação: a “Frente I – Grandes Litigantes e Demandas Repetitivas” e a “Frente II – Pautas Ordinárias”.

    O trabalho da “Frente I” abrangerá a realização de sessões concentradas de conciliação e mediação relacionadas a processos que apresentem repetitividade, identidade de partes ou possibilidade de negociação conjunta. Essas audiências serão coordenadas pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC Cível), em articulação com o Sistema Permanente de Mediação e Conciliação (SISPEMEC).

    Já o trabalho da “Frente II” será realizado pelas varas judiciárias da capital e do interior e pelos Juizados Especiais, com pautas conciliatórias relativas aos processos de seus respectivos acervos que não estejam abrangidos pela “Frente I”.

    Orientações para as equipes de trabalho

    A Portaria que regulamenta a 21.ª Semana Nacional da Conciliação no Amazonas estabelece diretrizes a serem adotadas pelo público interno do Poder Judiciário Estadual, com o objetivo de garantir o efetivo desenvolvimento dos trabalhos e o melhor atendimento possível à sociedade.

    Para os que atuarão na “Frente I – Grandes Litigantes e Demandas Repetitivas”, o documento informa que, na fase preparatória, a seleção dos processos deve observar critérios objetivos de conciliabilidade, repetitividade, identidade das partes, volume de demandas e potencial de negociação conjunta. Para organização das pautas, poderá ser adotado o critério de consolidação negocial por CPF ou CNPJ, mediante identificação dos processos em que a mesma parte figure em demandas relacionadas contra o mesmo demandado.

    O documento destaca, ainda, que as unidades jurisdicionais poderão disponibilizar à equipe do CEJUSC Cível os processos selecionados para formação das pautas concentradas. A pauta poderá ser formada diretamente nas unidades de origem, mediante atuação integrada entre a secretaria e a equipe do CEJUSC Cível, com acesso operacional desta aos autos eletrônicos da unidade de origem, sendo vedada, exclusivamente para viabilizar a metodologia prevista na Portaria, a redistribuição ou remessa de feitos regularmente distribuídos para classes ou filas de “Pré-Processo”.

    Ainda em relação à “Frente I”, a Portaria prevê que, nas pautas concentradas envolvendo grandes litigantes, empresas, instituições financeiras, concessionárias de serviços públicos e demais, estas organizações deverão indicar representantes com efetiva capacidade para negociação e celebração de acordos.

    Para as unidades judiciárias que atuarão na “Frente II – Pautas Ordinárias”, a Portaria orienta que as varas deverão manter, no âmbito da Frente II, suas pautas ordinárias de conciliação, ressalvados os processos incluídos nas pautas concentradas da Frente I.

    Até o dia 29 de outubro de 2026, cada unidade deverá encaminhar uma única resposta ao formulário “SNC 2026 | Pautas e equipe da Frente II”, indicado no Anexo Único da Portaria, reunindo a pauta e o cadastro da equipe. O formulário pode ser acessado no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfKifLBKHYusODdww_NO6-pKAM9TW2D1ofydjWaLYq1e07RbQ/viewform

    O preenchimento do formulário caberá ao servidor designado pela unidade, sob supervisão do magistrado responsável, com informações sobre comarca, unidade judicial, responsável pelo envio e seu e-mail institucional, magistrado responsável, total de audiências e modalidades utilizadas.

    A Portaria estabelece, ainda, que as unidades selecionarão os processos conciliáveis em seus próprios acervos, podendo incluir na “Frente II” aqueles que não constarem da pauta concentrada da “Frente I”, e que as correções deverão ser realizadas pelo link de edição da resposta original, preservada a unicidade do cadastro da unidade, observado os prazos estabelecidos.

    Cadastro do público interno do TJAM para atuação na SNC 2026

    O cadastro das equipes e a manifestação de interesse para atuação na SNC 2026 por servidores e estagiários da Justiça Estadual, poderá ser realizado até o dia 29 de outubro de 2026, no mesmo formulário de pauta, sendo limitado a cada unidade o cadastro de cinco servidores e cinco estagiários.

    Mediante comprovação de participação efetiva – incluindo terceirizados regularmente autorizados –, será assegurada a concessão de folgas compensatórias, nos termos do art. 19 da Portaria.

    Retrospecto

    Em 2025, também sob coordenação da Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas, a 20.ª edição da Semana Nacional da Conciliação ocorreu no período de 3 a 7 de novembro e atendeu a 19,3 mil pessoas. No balanço geral, das 11.079 audiências designadas, 8.669 foram realizadas, o que corresponde a 78,25% de aproveitamento. As estatísticas da SNC de 2025 no Amazonas indicam, ainda, que, no âmbito da Justiça Estadual, 2.385 acordos foram homologados, totalizando R$ 21.224.857,79 em benefícios econômicos diretos.

  • Copa do Brasil Sub-20: Amazonas enfrenta o Atlético-MG nas oitavas de final

    Copa do Brasil Sub-20: Amazonas enfrenta o Atlético-MG nas oitavas de final

    Único representante do Estado na Copa do Brasil Sub-20, o Amazonas FC terá pela frente o Atlético-MG nas oitavas de final. O primeiro confronto será disputado nesta quarta-feira (14), às 19h (horário local), no estádio Carlos Zamith, na capital amazonense.

    A partida de volta está marcada para quinta-feira (22), às 14h (horário de Manaus), na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG). O duelo definirá uma das equipes classificadas para as quartas de final.

    O time amazonense chega às oitavas de final após golear o Santa Cruz-AC por 4 a 1, no próprio Zamith. Já o time mineiro garantiu a classificação com uma vitória por 2 a 1 sobre o Athletic-MG.

  • Fim da escala 6×1: Senado marca votação em 1º turno para quarta

    Fim da escala 6×1: Senado marca votação em 1º turno para quarta

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (15) a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1. Antes de ir a voto, matéria precisa passar por duas sessões de discussão, agendadas para terça (14) e quarta.

    Em nota divulgada na noite de sexta-feira (9), Davi reforçou o compromisso de colocar a proposta em votação “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental” (leia a íntegra abaixo). “Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção. O Senado segue trabalhando pelos brasileiros”, destacou.

    A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário após ser aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas.

    De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. Só então pode ser votada em segundo turno. Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.

    A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

    Calendário especial

    Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

    De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

    — Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.
    Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário.

    A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

    Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

    Leia aqui a nota de Davi Alcolumbre:

    COMUNICADO

    Pautei para quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da PEC 221, de 2019, que trata do fim da escala 6×1.

    Cumpro, assim, o compromisso de colocar a proposta em votação, com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental. Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção.

    O Senado segue trabalhando pelos brasileiros.

    Fonte: Agência Senado

  • União estável não formalizada: como provar e entrar no inventário

    União estável não formalizada: como provar e entrar no inventário

    Muitos casais vivem juntos por anos sem jamais formalizar a união em cartório. Com o falecimento de um dos companheiros, essa ausência de registro pode dificultar o acesso do sobrevivente à herança.

    A formalização da união estável por escritura pública ou contrato é um importante instrumento de segurança jurídica.

    A lei, entretanto, protege a família de fato: a união estável é a convivência pública, contínua e duradoura, estabelecida com o objetivo de constituir família, sem exigência de tempo mínimo ou de escritura.

    Dessa forma, o elemento central não é a existência de um documento formal, mas a comprovação de que, na realidade, havia uma verdadeira entidade familiar.

    A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Suzana Borges/ Arquivo Pessoal

    A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), explica que, quando a relação não foi formalizada, o parceiro que sobreviveu poderá precisar comprovar a existência da união para ingressar no inventário e exercer os direitos patrimoniais, sucessórios e, eventualmente, previdenciários decorrentes da relação.

    “Essa comprovação é normalmente construída a partir de um conjunto de elementos probatórios. Podem ser considerados, entre outros, comprovantes de residência comum, dependência financeira, inclusão como dependente em plano de saúde, contas e contratos conjuntos, aquisição compartilhada de bens, fotografias, registros de viagens, correspondências, mensagens, existência de filhos em comum e depoimentos testemunhais”, elenca a professora.

    Para Suzana, a ausência de formalização não afasta, por si só, os direitos decorrentes da união estável.

    “Ainda assim, a formalização da relação é medida recomendável, justamente porque reduz a insegurança jurídica e ajuda a prevenir conflitos sucessórios após o falecimento de um dos companheiros”.

    A advogada Luisa Baldi, especialista em direito de família e sucessões, da Arechavala Advogados, associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), explica que se todos os herdeiros concordarem, a união pode ser reconhecida no próprio inventário, judicial ou extrajudicial.

    “Havendo resistência, o companheiro deve propor ação de reconhecimento de união estável post mortem em face dos herdeiros, perante a Vara de Família, e pode requerer ao juízo do inventário a reserva do seu quinhão até a decisão final, evitando que os bens sejam partilhados sem a sua participação”, afirma a advogada.

    Luisa acrescenta que, reconhecida a união, o sobrevivente tem direito à meação dos bens adquiridos durante a convivência, salvo contrato em sentido diverso, e à herança nas mesmas condições do cônjuge, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal, conforme o Tema 809 de repercussão geral.

    “Importante destacar, porém, que não há fórmula única: a suficiência das provas, a via processual adequada e a extensão dos direitos do companheiro sobrevivente dependem da análise de cada caso.”, diz Luisa.

     Foto: Arte/Agência Brasil

    Quem fica viúvo pode continuar morando no imóvel da família?

    A professora da UnB destaca que, em regra, sim. O ordenamento jurídico brasileiro assegura ao cônjuge sobrevivente o denominado Direito Real de Habitação, previsto no Código Civil, proteção que também é garantida pela jurisprudência ao companheiro sobrevivente.

    “Esse direito permite que a pessoa permaneça residindo no imóvel que servia de moradia à família, ainda que, com a abertura da sucessão, o bem passe a integrar o acervo hereditário e haja outros herdeiros com direitos sobre ele”, diz Suzana.

    Segundo ela, a finalidade é proteger a moradia do cônjuge ou companheiro sobrevivente, evitando que, além da perda decorrente da morte, a pessoa tenha de deixar imediatamente a residência da família.

    “Por essa razão, enquanto subsistir o Direito Real de Habitação, não se admite, em regra, a cobrança de aluguel pelo uso do imóvel, tampouco a exigência de sua desocupação pelos demais herdeiros”, explica a professora.

    Ela destaca que o Direito Real de Habitação não se confunde com a propriedade. O sobrevivente não se torna proprietário exclusivo do imóvel. “O que lhe é assegurado é o direito de nele permanecer residindo, ainda que a titularidade patrimonial do bem seja compartilhada com os sucessores”.

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    Suzana acrescenta que tradicionalmente, a jurisprudência atribuiu a esse direito caráter gratuito e vitalício. Mais recentemente, contudo, passou-se a admitir, em hipóteses excepcionais, uma análise mais cuidadosa das circunstâncias concretas do caso.

    “Essa flexibilização jurisprudencial decorre da necessidade de compatibilizar o Direito Real de Habitação com a sua própria finalidade social. Nesse contexto, podem adquirir relevância elementos como a capacidade financeira do sobrevivente, a existência de outros imóveis ou patrimônio suficiente para lhe assegurar moradia digna, bem como a condição econômica e pessoal dos demais herdeiros”, pondera Suzana.

    “Não se trata, evidentemente, de afirmar que a existência de renda ou patrimônio seja suficiente, por si só, para afastar o direito. A mitigação permanece excepcional e exige uma ponderação entre os interesses juridicamente protegidos, especialmente o direito à moradia, a proteção da família, a função social da propriedade e os direitos patrimoniais dos herdeiros”, acrescenta a professora da UnB.

    De acordo com Suzana, a evolução jurisprudencial demonstra que o Direito Real de Habitação continua a representar importante mecanismo de proteção do cônjuge ou companheiro sobrevivente, mas sua aplicação não deve ser inteiramente dissociada das circunstâncias concretas de cada núcleo familiar.

     Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Família e Sucessões. Luisa Baldi/ Arquivo Pessoal

    A advogada Luisa Baldi pondera que é comum que, após o falecimento, herdeiros, especialmente filhos de outro relacionamento, pressionem pela venda do imóvel em que o casal residia ou passem a cobrar aluguel do sobrevivente. A lei, porém, assegura ao cônjuge sobrevivente, qualquer que seja o regime de bens, o direito real de habitação sobre o imóvel destinado à residência da família, proteção que a jurisprudência estende ao companheiro em união estável.

    “Trata-se de direito gratuito e vitalício, que decorre diretamente da lei e independe de registro. O sobrevivente pode permanecer no imóvel sem pagar aluguel aos herdeiros, ainda que não seja proprietário, e esse direito não prejudica a meação ou a parte da herança que eventualmente lhe caiba. Ele prevalece inclusive diante dos demais herdeiros e de eventuais compradores do imóvel”, afirma Luisa.

    A advogada ressalta que o direito é de moradia: o beneficiário pode residir no imóvel com sua família, mas não pode alugá-lo nem emprestá-lo (art. 1.414 do Código Civil), e, em regra, responde pelas despesas ordinárias, como condomínio e IPTU.

    “Diante de cobranças de aluguel ou pedidos de desocupação, a recomendação é buscar orientação jurídica antes de firmar qualquer acordo, pois cada situação familiar e patrimonial exige análise individualizada”, completa Luisa.

  • Amazonas tem 113,9 mil inscritos na edição de 2026 do Enem

    Amazonas tem 113,9 mil inscritos na edição de 2026 do Enem

    alta um mês para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, que será aplicada nos dias 8 e 15 de novembro. No Amazonas, são 113,9 mil inscritos, desse total, 91,7 mil são inscrições gratuitas, enquanto 22,2 mil são pagantes. Em todo o país, o exame reúne mais de 5 milhões de inscritos, sendo 3,4 milhões com inscrição gratuita e 1,6 milhão de pagantes.

    Entre as regiões do país, Nordeste e Sudeste concentram 1,7 milhão de inscritos cada. No Nordeste, são 413,1 mil pagantes e 1,3 milhão com inscrição gratuita. No Sudeste, 700,7 mil são pagantes e 1 milhão têm inscrição gratuita. Na sequência, estão as regiões Norte, com 550,7 mil inscritos, sendo 126,1 mil pagantes e 424,6 mil gratuitos; Sul, com 561,4 mil, sendo 217,6 mil pagantes e 343,8 mil gratuitos; e Centro-Oeste, com 393 mil, dos quais 154,4 mil são pagantes e 238,6 mil têm inscrição gratuita.

    Gratuitos
    %
    Pagantes
    %

    AC
    19.707
    74,23%
    6.843
    25,77%

    AL
    68.265
    73,44%
    24.692
    26,56%

    AM
    91.663
    80,46%
    22.263
    19,54%

    AP
    26.377
    76,40%
    8.150
    23,60%

    BA
    339.318
    77,60%
    97.925
    22,40%

    CE
    206.211
    78,73%
    55.712
    21,27%

    DF
    42.127
    51,21%
    40.142
    48,79%

    ES
    54.087
    62,93%
    31.861
    37,07%

    GO
    105.773
    63,37%
    61.140
    36,63%

    MA
    173.093
    79,18%
    45.524
    20,82%

    MG
    293.842
    62,26%
    178.154
    37,74%

    MS
    39.175
    62,95%
    23.058
    37,05%

    MT
    51.504
    62,98%
    30.268
    37,02%

    PA
    233.618
    77,88%
    66.343
    22,12%

    PB
    102.027
    72,49%
    38.718
    27,51%

    PE
    211.827
    75,31%
    69.449
    24,69%

    PI
    92.999
    76,98%
    27.805
    23,02%

    PR
    139.643
    62,97%
    82.118
    37,03%

    RJ
    217.898
    59,91%
    145.786
    40,09%

    RN
    81.039
    71,13%
    32.896
    28,87%

    RO
    30.679
    70,23%
    13.003
    29,77%

    RR
    11.060
    72,24%
    4.251
    27,76%

    RS
    122.728
    59,43%
    83.779
    40,57%

    SC
    81.516
    61.19%
    51.710
    38,81%

    SE
    57.864
    733,97%
    20.360
    26,03%

    SP
    506.845
    59,50%
    344.980
    40,50%

    TO
    31.226
    71,73%
    12.304
    28,27%

    Provas – Nos dois dias de aplicação, os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília) e fechados às 13h. As provas começam às 13h30. No primeiro dia, os participantes respondem às questões de Linguagens e Ciências Humanas e fazem a redação. A aplicação termina às 19h. No segundo dia, serão realizadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza, com encerramento às 18h30.

    Para realizar o exame, os participantes devem levar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. Também é permitido levar água e alimentos para consumo durante a aplicação. Na segunda quinzena de outubro, será disponibilizado o Cartão de Confirmação de Inscrição, que informa o local de prova de cada participante.

    Confirmação de idioma – Participantes que foram inscritos automaticamente no Enem têm até 18 de outubro para selecionar o idioma da prova de Língua Estrangeira: inglês ou espanhol. O participante que não fizer a escolha no portal até o prazo estabelecido terá atribuído automaticamente o inglês como idioma, não sendo permitida a alteração. A confirmação deve ser feita pela Página do Participante.

    Ferramentas de preparação – Os estudantes também podem utilizar ferramentas digitais gratuitas durante a preparação para o exame. O aplicativo MEC Enem oferece simulados interativos, banco de exercícios, vídeo aulas e orientações para a prova de redação. A plataforma MEC Idiomas disponibiliza cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência. Já o MEC Livros reúne obras em uma biblioteca digital. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas a dúvidas frequentes.

    Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio é o principal mecanismo de acesso à educação superior no Brasil. Suas notas são utilizadas para seleção de estudantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni), além de servirem de requisito para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O Enem também pode ser usado para processos seletivos próprios de universidades e faculdades e para convênios com instituições de ensino superior de Portugal.

  • Após ameaças de morte, deputada eleita Ana Elisa receberá proteção

    Após ameaças de morte, deputada eleita Ana Elisa receberá proteção

    Em meio a ameaças de morte e estupro nas redes sociais contra a deputada federal eleita Ana Elisa, do Partido dos Trabalhadores (PT), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) solicitou providências para garantir a proteção da parlamentar por meio do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais.

    Logo após o primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (4), Ana Elisa relatou os ataques nas redes sociais e disse temer pela própria vida. Segundo ela, as ameaças já existiam, mas se intensificaram após a disseminação de notícias falsas.

    “Estou sofrendo mais ameaças de morte. Acredito que ninguém mereça ser ameaçado de morte por estar politicamente engajado. O debate político, para mim, nunca foi sobre isso. Minha equipe desativou minha conta no Twitter porque estávamos recebendo ameaças de morte a cada dois minutos, além de ameaças de estupro. Estou totalmente vulnerável. Eu, por enquanto, não tenho uma força-tarefa de segurança”, afirmou.

    O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania não detalhou as medidas que serão adotadas, por razões de segurança e para preservar a integridade da deputada federal eleita.

    Segundo a pasta, a equipe do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais atuará em conjunto com o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas para acompanhar e avaliar o caso.

    Para isso, o ministério solicitou à Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, responsável pelo programa estadual, a realização de uma análise de risco, a articulação com os órgãos de inteligência policial e a adoção de providências para investigar as ameaças e identificar os responsáveis.

    A reportagem não conseguiu obter informações sobre o caso com a Secretaria de Desenvolvimento Social nem com o Ministério Público de Minas Gerais.

    Ana Elisa, de 21 anos, nasceu em Divinópolis, no interior do estado. Estudante de Direito, trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Eleita com mais de 524 mil votos, foi a segunda deputada federal mais votada do estado. Também se tornou a mulher mais votada da história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.

  • Malária: Anvisa autoriza teste em humanos de vacina 100% brasileira

    Malária: Anvisa autoriza teste em humanos de vacina 100% brasileira

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de testes em humanos da primeira vacina do mundo contra a malária causada pelo Plasmodium vivax, parasita responsável pela maioria dos casos da doença no país. O imunizante é feito com tecnologia 100% nacional.

    Em nota, o Ministério da Saúde detalhou que a dose, chamada Vivaxin, é fruto de pesquisas conduzidas pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A tecnologia tem incentivo previsto de R$ 12 milhões da pasta para ensaios clínicos de fases I, II e III.

    De acordo com o ministério, o estudo clínico de fase I vai avaliar a segurança da vacina, possíveis reações à aplicação e a capacidade de estimular uma resposta imunológica em um total de 48 participantes sem infecção prévia, com idades entre 18 e 59 anos. O acompanhamento clínico será feito por 360 dias.

    “O avanço na pesquisa da tecnologia representa um marco e abre a possibilidade de uma nova forma de prevenção contra a doença que, em 2025, registrou 118.037 casos no território nacional”, avaliou a pasta no comunicado.

    As duas vacinas contra malária atualmente recomendadas por autoridades sanitárias foram desenvolvidas para outra espécie de parasita causador da doença, o Plasmodium falciparum, predominante na África, não contra o Plasmodium vivax, que predomina nas Américas e na Ásia.

    A doença

    A malária é uma doença infecciosa causada por um parasita do gênero Plasmodium, transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego), mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer.

    “Não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa”, reforçou o ministério.

    Também conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, a malária recebe ainda nomes populares como maleita, sezão, tremedeira, batedeira ou febre.

    “Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma. Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada”, destacou a pasta.

    O ministério alerta ainda que, caso não seja tratado adequadamente, o paciente com malária pode ser fonte de infecção por meses ou mesmo anos, de acordo com a espécie parasitária em questão.

    No Brasil, a maioria dos casos da doença se concentram na região amazônica, composta pelos seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

    “Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois a letalidade nesta região é maior que na região amazônica”, concluiu a pasta.

  • Interpretação é a base da prova de Linguagens do Enem; veja dicas

    Interpretação é a base da prova de Linguagens do Enem; veja dicas

    Saber interpretar textos é tão importante quanto conhecer os conteúdos na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, que faz parte do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para 8 de novembro. 

    Uma das formas de se preparar é resolver questões de edições anteriores, prestando atenção nos comandos e nos contextos que envolvem os assuntos. O professor Eduardo Calbucci explica que as habilidades avaliadas em Linguagens seguem um histórico consolidado.

    “O Enem tem uma matriz de referência que é a mesma desde 2009. Então, a prova tem um grau de previsibilidade bastante grande”.

    “A primeira orientação que a gente dá aos alunos é estudar provas anteriores. As habilidades que estão sendo exigidas pelo Enem são as mesmas há 16, 17 anos.”

    O professor Eli Carlos Guimarães define que a espinha dorsal da prova é a leitura e a interpretação de texto.

    “Todo ano, mais de um terço das questões exige análise de gêneros textuais, como charge, artigo de opinião, resenha, canções, postagens digitais, além de variação linguística e funções da linguagem. O texto muda, mas a habilidade cobrada é totalmente previsível”.

    Como lidar com os textos durante a prova

    Para o estudante Pedro Augusto Rocha Rodrigues, de 18 anos, o grande volume de leitura nas questões é um dos desafios da avaliação.

    “Como sempre, o Enem tem muito texto, uma coisa muito bruta para ser processada, digerida. Se você não entende o comando, não tem como você resolver a questão de uma forma adequada”.

    O professor Eli concorda com o Pedro e detalha que a melhor estratégia para a prova é ler primeiro o comando da questão, que fica abaixo do texto.

    “Sabendo exatamente o que a banca está pedindo, você vai para o texto com um olhar focado na informação correta. Dessa forma, você economiza tempo e evita releituras desnecessárias.”

    Na reta final, o professor recomenda revisar funções da linguagem, variação linguística e coesão textual, com foco em conectores, como “contudo”, “portanto” e “embora”, entendendo como as palavras se articulam para construir o sentido do texto.

    O que cai em Literatura?

    O mais importante é compreender as relações entre o contexto histórico, as ideias de uma época e as características das obras literárias, os temas. O professor exemplifica que o contexto do modernismo brasileiro e da Semana da Arte Moderna de 22 ajuda a entender a busca por novas formas de expressão que marcaram a época.

    Entre os conteúdos e autores que merecem revisão, Eli destaca:

    “Modernismo, principalmente a primeira e segunda fases, com Drummond, Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, o realismo de Machado de Assis e o romantismo. Também ficar atento à literatura contemporânea, porque ela dá voz a pautas sociais, como as obras de Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus e a literatura indígena”.

    Língua estrangeira

    No Inglês, é preciso ir além da leitura tradicional de textos, como explica o professor Tiago Gentil.

    “O Enem tende a empregar não somente textos e interpretação, mas a relação entre imagens, diagramas, situações do dia a dia e documentos. Não é se ater somente ao vocabulário, à gramática, mas se atentar a contextos, à mensagem global do que está sendo dito”.

    Segundo Gentil, poemas em Inglês têm aparecido nas edições mais recentes do exame.

    Em Espanhol, um dos cuidados é com os falsos cognatos: palavras parecidas nos dois idiomas, mas com significados diferentes. Esse é o alerta do professor Júlio Manuel Sanchez Tello.

    “Por exemplo: para nós, falantes da língua espanhola, algo esquisito é algo requintado, é algo saboroso, é algo delicioso. Não o esquisito de raro, de raridade e rareza como seria na língua portuguesa”.

    O professor comenta que a estrutura da prova de Espanhol costuma incluir dois ou três textos em espanhol e cinco questões em português, fundamentalmente para interpretação.

    “Gramática pura aparece pouquíssimo. Sinônimos e antônimos aparecem dentro do contexto do próprio texto. A sintaxe é raríssima.”

    *Com produção de Salete Sobreira e sonoplastia de Jailton Sodré, da Rádio Nacional em Brasília.

  • Policial militar suspeita de matar homem em bar de Manaus se apresenta à delegacia

    Policial militar suspeita de matar homem em bar de Manaus se apresenta à delegacia

    A cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Gisele Santos de Brito, suspeita de matar Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, de 27 anos, conhecido como “Balão”, apresentou-se à delegacia no domingo (11). O crime ocorreu na sexta-feira (9), em um bar no bairro Alvorada 2, zona oeste de Manaus, e também deixou outro homem ferido.

    De acordo com as informações preliminares, a policial é apontada como a responsável pelos disparos que atingiram as duas vítimas durante uma confusão no estabelecimento.

    Discussão teria motivado os disparos

    Segundo relatos de testemunhas, o desentendimento teria começado após a policial se incomodar com olhares direcionados à sua companheira por pessoas que estavam em outra mesa do bar.

    A situação teria evoluído para uma discussão generalizada, que terminou em disparos de arma de fogo.

    Luiz Henrique foi atingido no peito e no rosto e morreu antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

    Segunda vítima sobreviveu

    Um segundo homem também foi baleado durante a ocorrência. Ele sobreviveu aos disparos e recebeu atendimento médico no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Alvorada.

    Polícia investiga o caso

    O caso está sob investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), responsável por apurar as circunstâncias do crime.

    A investigação deverá esclarecer a dinâmica da ocorrência e as responsabilidades pelos disparos que resultaram na morte de Luiz Henrique e deixaram outra pessoa ferida.

  • Papa Leão XIV fará cirurgia para retirar nódulo no pulmão

    Papa Leão XIV fará cirurgia para retirar nódulo no pulmão

    O Papa Leão XIV vai se submeter a uma cirurgia nos próximos dias para retirar um nódulo no pulmão. O pontífice fez o anúncio aos fiéis que acompanhavam a oração do Angelus deste domingo (11), na Praça São Pedro, no Vaticano.

    Leão relatou que o nódulo “foi identificado em uma fase muito inicial e está bem localizado”.

    “Os médicos consideram oportuno intervir. E, então, seguindo os conselhos deles, decidi me submeter a uma cirurgia para retirá-lo”, afirmou.

    Segundo o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, a intervenção está prevista para os primeiros dias da próxima semana, no Hospital Policlínico Gemelli, na capital italiana. A expectativa é de que a internação pós-operatória dure cerca de uma semana.

    O papa agradeceu aos fiéis que acompanhavam a oração pela “proximidade espiritual”. “Confio-me às suas orações! Bom domingo!”, concluiu o Papa.

    *Com informações do Vatican News.

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