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  • Homem é preso após usar faca durante tentativa de roubar seu veículo

    Homem é preso após usar faca durante tentativa de roubar seu veículo

    Homem é preso após usar faca durante tentativa de roubar seu veículo

    A Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio da 25ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), na terça-feira (15/06), atendeu ocorrência de roubo a motorista de aplicativo que resultou na prisão do suspeito, de 24 anos. A prisão ocorreu na estrada do Aleixo, bairro Armando Mendes, zona leste da capital amazonense.

    Segundo a PMAM, a equipe policial foi acionada para verificar uma denúncia de roubo. Com a informação os PMs foram até o local, momento que o motorista de aplicativo, de 50 anos, relatou que ao finalizar a corrida parou para receber o pagamento e foi surpreendido pelo suspeito, que usava uma faca e tentou roubar seu veículo Corsa Sedan placa OAL-6454.

    Na ocasião, ele reagiu entrando em luta corporal com o suspeito, e que em seguida perdeu o controle do veículo e bateu no muro de uma reserva florestal, local onde várias pessoas, que ao perceberem que se tratava de roubo, imobilzaram e agrediram o suspeito.

    Após relato da vítima, os PMs prenderam o suspeito, que estava sendo atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e foi conduzido para o Hospital e Pronto Socorro Dr. João Lúcio para receber atendimento médico. A ocorrência foi registrada no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

    Denúncia

    A Polícia Militar do Amazonas orienta a população a informar, imediatamente, ao tomar conhecimento da ação criminosa, por meio do disque denúncia 190. A identidade do denunciante será mantida em sigilo.

  • Festival de Parintins 2026: Polícia Civil reforça medidas de segurança e proteção às mulheres

    Festival de Parintins 2026: Polícia Civil reforça medidas de segurança e proteção às mulheres

    Festival de Parintins 2026: Polícia Civil reforça medidas de segurança e proteção às mulheres

    Com a aproximação do 59º Festival de Parintins, que todos os anos atrai milhares de visitantes ao município (a 369 quilômetros de Manaus), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) reforça orientações de segurança voltadas às mulheres que irão participar da festividade. As recomendações visam reforçar a prevenção e garantir que o público feminino aproveite o evento com mais segurança.

    A delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) centro-sul, explica que os cuidados devem começar ainda no deslocamento até a Ilha.

    “A recomendação é que as mulheres evitem permanecer sozinhas nas embarcações, optem por viagens em grupos e mantenham contato com familiares e amigos próximos, informando-os sobre sua localização e onde podem ser encontradas”, disse.

    Segundo a delegada, a atenção também deve ser mantida ao longo de toda a programação do festival, especialmente em razão da grande circulação de pessoas e da possibilidade de ocorrências de importunação sexual.

    “Outro cuidado importante é a atenção com bebidas alcoólicas. Não deixar copos desacompanhados evita a adição de substâncias entorpecentes capazes de facilitar a prática de crimes. Também aconselhamos que as participantes evitem compartilhar informações sobre seu local de hospedagem com desconhecidos”, destacou.

    Caso a mulher seja vítima de importunação sexual ou qualquer outro tipo de ocorrência durante o festival, a orientação é procurar imediatamente um dos pontos de atendimento disponibilizados pela Polícia Civil.

    “Os brincantes contarão com suporte da Delegacia do Turista dentro do Bumbódromo, além da Delegacia Móvel no Porto da cidade e da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Parintins, que funcionará em sistema de plantão 24 horas, pronta para atender e acolher as vítimas”, explicou Patrícia Leão.

    Além das orientações preventivas, durante o 59º Festival de Parintins, a proteção às mulheres será reforçada por meio da Operação Mulher Segura, integrada à Operação Segurança Presente.

    A iniciativa contará com equipes especializadas atuando de forma preventiva e estratégica em diferentes pontos da cidade, visando fortalecer a rede de proteção, garantir o acolhimento das vítimas e assegurar uma resposta rápida às ocorrências registradas durante o evento.

    As denúncias também poderão ser realizadas por meio do Disque 180 ou pelo 197, disque-denúncia da Polícia Civil.

  • Complexo Hospitalar Sul reforça importância da doação de sangue para manter atendimentos

    Complexo Hospitalar Sul reforça importância da doação de sangue para manter atendimentos

    Complexo Hospitalar Sul reforça importância da doação de sangue para manter atendimentos

    O Complexo Hospitalar Sul (CHS), da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), reforça durante a campanha nacional Junho Vermelho a importância da doação voluntária de sangue para manter os estoques abastecidos e garantir a assistência aos pacientes atendidos na rede pública estadual. Somente no Pronto-Socorro 28 de Agosto e no Instituto da Mulher Dona Lindu são utilizadas, em média, 1.200 bolsas de sangue por mês.

    As bolsas de sangue são utilizadas diariamente em cirurgias, atendimentos de urgência e emergência, tratamentos oncológicos, assistência a pacientes renais, queimados e vítimas de acidentes. A disponibilidade desse recurso é fundamental para assegurar a continuidade dos serviços prestados nas unidades hospitalares, como destaca o coordenador médico da Agência Transfusional do CHS, Paulo Raphael.

    “A Agência Transfusional garante suporte para atendimentos de emergência, cirurgias de urgência e procedimentos eletivos, além da assistência a gestantes e pacientes graves. A doação de sangue é fundamental para a continuidade desses serviços”, afirma o coordenador.

    No Instituto da Mulher Dona Lindu, pacientes com procedimentos cirúrgicos programados recebem orientação para mobilizar familiares e amigos a realizarem doações. A iniciativa auxilia na manutenção dos estoques e beneficia outros pacientes atendidos pela rede estadual, como destaca o supervisor do Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT), Guilherme Salazar.

    “Hoje, o Dona Lindu realiza entre 170 e 200 cirurgias eletivas por mês. Cada paciente mobiliza, em média, cinco ou seis doadores. Essas doações ajudam a manter os estoques utilizados em toda a rede estadual”, ressalta o supervisor.

    A administradora Leila Silvana Figueiredo de Souza, de 65 anos, está entre as pacientes que participaram dessa corrente de solidariedade. Em preparação para uma cirurgia, ela reuniu seis doadores entre familiares e amigos para contribuir com os estoques de sangue. “Compartilhei um pedido nos grupos de mensagens e as pessoas foram se mobilizando para ajudar. Foi gratificante ver essa corrente de solidariedade”, relata.

    Além de contribuir para a manutenção dos estoques, cada doação tem potencial para beneficiar mais de um paciente. Isso ocorre porque, após a coleta, o sangue é processado e separado em diferentes componentes utilizados conforme a necessidade clínica de cada pessoa. Segundo a supervisora da Agência Transfusional do CHS, Elcir Coelho, uma única bolsa pode ajudar até quatro pacientes.

    “Após a coleta, o sangue passa por um processo de separação dos componentes. Dessa forma, uma única bolsa pode gerar hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado, permitindo atender até quatro pacientes”, explica a supervisora.

    Como doar sangue

    Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, alimentado, ter dormido bem na noite anterior e não ter consumido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Também é importante informar à equipe de triagem sobre o uso de medicamentos ou tratamentos em andamento.

    O Complexo Hospitalar Sul orienta a população a procurar a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) e tornar-se doadora regular. A manutenção dos estoques é fundamental para garantir assistência a pacientes em tratamento, vítimas de acidentes e pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos em toda a rede estadual de saúde.

    O Hemoam funciona na avenida Constantino Nery, nº 4.397, bairro Chapada, zona centro-sul de Manaus. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e aos sábados, das 7h às 17h.

  • Manaus convida igrejas e templos religiosos para regularização fundiária pelo programa ‘Manaus Legal’

    Manaus convida igrejas e templos religiosos para regularização fundiária pelo programa ‘Manaus Legal’

    Manaus convida igrejas e templos religiosos para regularização fundiária pelo programa ‘Manaus Legal’

    A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), convida igrejas e templos religiosos interessados para dar início ao processo de regularização fundiária a partir do programa “Manaus Legal”. A iniciativa reconhece a importância do trabalho social desenvolvido pelas instituições religiosas nas comunidades da cidade.

    “As igrejas e demais instituições religiosas localizadas em áreas onde a prefeitura já atua, como Zumbi, Crespo, Jardim Fortaleza, Novo Reino e outros bairros, podem procurar a Semhaf para realizar sua regularização fundiária”, destacou o secretário da Semhaf, Junior Nunes.

    A ação de regularização de imóveis religiosos teve início com a entrega pelo prefeito Renato Junior de títulos definitivos para dez imóveis pertencentes à igreja católica localizados em diferentes zonas da capital, garantindo segurança jurídica e a legitimação de espaços históricos de assistência social e religiosa na cidade.

    “Assim como entregamos dez templos regularizados, daqui a 30 dias, mais dez títulos serão entregues, e assim vamos continuar esse trabalho para quem também nos auxilia muito nas questões sociais da nossa cidade”, declarou o secretário.

    Para dar entrada no processo, os representantes das instituições religiosas devem comparecer à sede da Semhaf, localizada na travessa Arthur Bernardes, esquina com a avenida Constantino Nery, bairro São Geraldo, portando a documentação da entidade religiosa e os documentos que comprovem a posse do imóvel. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

    Sobre o programa

    O programa “Manaus Legal”, coordenado pela Semhaf, é a maior iniciativa de regularização fundiária da região Norte do Brasil, promovida pela Prefeitura de Manaus. O programa tem como missão garantir o direito à moradia legalizada, assegurando dignidade, segurança jurídica, inclusão social e valorização dos imóveis em áreas urbanas e rurais da cidade.

    Desde a criação da pasta, o “Manaus Legal” já regularizou aproximadamente 18 mil imóveis, beneficiando diretamente milhares de famílias com a entrega de títulos definitivos de propriedade. Esse número consolida Manaus como referência nacional em políticas públicas de regularização fundiária.

  • ONU condena guerras com drones e retrocessos em direitos humanos

    ONU condena guerras com drones e retrocessos em direitos humanos

    ONU condena guerras com drones e retrocessos em direitos humanos

    Em discurso no Conselho de Direitos Humanos, o alto-comissário da ONU sobre o tema, Volker Turk, ressaltou violações graves em conflitos no Oriente Médio, na África e na Europa, o uso crescente de drones em guerras e criticou retrocessos em igualdade de gênero, liberdade de imprensa e proteção de minorias.

    Em conjunto com a criação da Aliança Global pelos Direitos Humanos, Turk pretende mobilizar governos e sociedade civil em torno da defesa da dignidade, da justiça e da construção de respostas conjuntas às crises internacionais.

    Ataques sem precedentes

    Segundo ele, a luta pelos direitos humanos é marcada por avanços e retrocessos, mas atualmente o que se vê são ataques sem precedentes.

    O cenário descrito pelo alto-comissário da ONU revela um período conturbado, com perdas de direitos em áreas como África, Américas, Europa e Oriente Médio.

    Nos Territórios Palestinos incluindo a Cisjordânia, Turk diz que a ação de Israel estaria provocando mortes de civis, restrição à ajuda humanitária e anexações de território.

    No Líbano, milhares de pessoas foram mortas. A violência já causou 1 milhão de deslocados.

    Na região do Sahel, países como Mali, Burkina Fasso e Níger enfrentam massacres, execuções extrajudiciais e repressão a organizações civis.

    Turk também mencionou violência política e tensões religiosas em países incluindo Nigéria, Camarões, Etiópia e Somália, além de crises humanitárias no Haiti, em Cuba, no Peru, na Síria e no Iêmen.

    Espiral de terror

    O alto-comissário destacou que os alertas da ONU contra armas autônomas letais se tornaram realidade em países como Sudão, Ucrânia e República Democrática do Congo.

    Em Gaza, Israel, Líbano e Mianmar, a guerra com drones estaria alimentando uma nova espiral de terror.

    Segundo ele, essas armas destroem comboios de ajuda, infraestrutura energética e aterrorizam civis.

    Cortes orçamentários em ajuda humanitária

    Turk também criticou os cortes na ajuda humanitária, que têm impacto catastrófico nos direitos humanos.

    Ele comparou os custos: manter a ajuda global em 2026 equivaleria a apenas três dias de gastos militares mundiais; sustentar o Alto Comissariado da ONU custaria o equivalente a duas horas desses gastos.

    O discurso incluiu denúncias de assassinatos e desaparecimentos de defensores de direitos humanos e jornalistas, censura em países como Uganda, Belarus e Rússia, perseguição a minorias Lgbtqi+ em Gana e Níger, além de retrocessos em igualdade de gênero e violência contra mulheres.

    Turk criticou algumas políticas migratórias da União Europeia e casos de xenofobia na África do Sul, além de condenar islamofobia, antissemitismo e perseguição a povos indígenas em países como China e Nicarágua.

    As políticas de imigração também afetam grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo masculina, em que jogadores, torcedores e dirigentes enfrentam obstáculos para entrar nos Estados Unidos.

    Avanços recentes

    Apesar do tom de alerta, o alto-comissário citou avanços recentes, como compensação a povos indígenas na Austrália e reconhecimento de direitos Lgbtqi+ na China.

    Ele falou sobre o fortalecimento de instituições nacionais de direitos humanos em diversos países e atuação de tribunais regionais na responsabilização por danos ambientais também foram destacados.

    Turk finalizou ressaltando  que os direitos humanos são elo entre todos os seres humanos e anunciou a criação da Aliança Global pelos Direitos Humanos, que pretende fortalecer parcerias e construir um mundo melhor.

  • Casal é assaltado por dupla em bar em Manaus

    Casal é assaltado por dupla em bar em Manaus

    Casal é assaltado por dupla em bar em Manaus

    Imagens de câmeras de vigilância flagraram um assalto a um casal que estava em um bar localizado no bairro Parque Dez, zona centro-sul de Manaus. A ação criminosa ocorreu enquanto as vítimas estavam sentadas à mesa utilizando os celulares.

    pós a ação, os criminosos retornam à motocicleta e fogem rapidamente do local. As imagens também mostram que havia outra pessoa sentada em uma mesa próxima, mas ela não foi abordada nem teve objetos levados pelos assaltantes.

    Até o momento, não há informações sobre o valor do prejuízo causado às vítimas. Também não foi confirmado se o casal registrou boletim de ocorrência ou se os proprietários do estabelecimento repassaram as imagens às autoridades para auxiliar nas investigações.

    A polícia deve analisar as gravações para tentar identificar os suspeitos e esclarecer o caso.

  • Crescimento da inadimplência desacelera no Brasil, revela Serasa

    Crescimento da inadimplência desacelera no Brasil, revela Serasa

    Crescimento da inadimplência desacelera no Brasil, revela Serasa

     Em maio, 113 mil novos CPFs foram cadastrados no sistema de negativação – o menor crescimento mensal desde o início do ano

    ·       14 estados do país apresentaram redução no número de inadimplentes;

    ·       No Norte, 19.398 consumidores deixaram o cadastro de inadimplência

    ·       Inadimplência já cresceu 2,69% em 2026;

    ·       Débitos com bancos e instituições financeiras têm leve queda;

    ·       Serasa continua ampliando condições para negociação com ofertas do Desenrola oferecidas em seu app.

    O novo levantamento do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa mostra desaceleração no avanço da inadimplência no país. Embora o número total de inadimplentes tenha avançado nacionalmente, os dados regionais mostram sinais de diminuição no crescimento da inadimplência. Das 27 unidades federativas do país, 14 delas registraram redução no volume de consumidores negativados.

    Na região Norte, 19.398 consumidores deixaram o cadastro de inadimplência no mês de maio. Entre os sete estados da região, quatro deles apresentaram redução, com destaque para o Pará, onde 16.075 mil pessoas regularizaram sua situação financeira. O Amazonas teve uma sutil redução de menos 219 inadimplentes. Já no Amapá 2.191 pessoas conseguiram regularizar sua situação e em Roraima foram 913.

    “Apesar de ainda vermos um crescimento na inadimplência, os dados indicam uma desaceleração importante frente aos meses anteriores e mostram um reflexo positivo do crescimento recente nas negociações de dívidas”, afirma Aline Maciel, diretora da Serasa. “Apesar do alívio que a negociação de dívidas traz ao brasileiro, sempre reforçamos que esse momento deve motivar uma organização financeira familiar para evitar uma nova a inadimplência” finaliza.

    Cenário no Brasil

    Em maio, 113 mil novos CPFs foram cadastrados no sistema de negativação – aumento de 0,14% em relação ao mês anterior. Esse é o menor crescimento desde o início do ano.

    Ao todo, os brasileiros acumulam 344 milhões de dívidas negativadas, que somam mais de R$ 574 bilhões. Já o valor médio devido por consumidor chegou a R$ 6.877,23, o que reflete a pressão financeira sobre o orçamento das famílias.

    Os bancos e instituições financeiras seguem como principal origem das dívidas, concentrando 46,87% do total de débitos no país. Apesar disso, o segmento apresentou uma leve queda de 0,4%.

    Oportunidades para negociação

    A Serasa mantém iniciativas voltadas à renegociação de débitos, incluindo condições especiais por meio do Descontaço, ação que reúne cupons de descontos, ampliando ofertas para consumidores com débitos atrasados. A mobilização inclui ofertas do Novo Desenrola Brasil, e mobiliza instituições financeiras e outros segmentos do mercado, como securitizadoras e varejistas.

    Mais de 11 milhões de consumidores podem aproveitar ofertas com cupons disponíveis, que chegam a até R$500 em desconto adicional para dívidas negociadas à vista pelo site ou aplicativo da Serasa, somando os abatimentos já concedidos pelas empresas parceiras.

    Como usar os cupons para negociar minhas dívidas com mais descontos na Serasa?

    1.              Acesse o site ou o aplicativo da Serasa.

    2.              Faça login com CPF e senha.

    3.              Clique em Negociar dívidas.

    4.              Veja qual oferta possui cupom disponível e clique em Negociar agora.

    5.              Escolha a opção de pagamento à vista, por Pix ou boleto.

    6.              Selecione a data de vencimento desejada.

    7.              Na área de confirmação do acordo, ative a opção “Adicionar cupom”.

    8.              Depois, clique em Fechar acordo e realize o pagamento com desconto.

  • Projetos reajustam bolsa de médicos residentes

    Projetos reajustam bolsa de médicos residentes

    Projetos reajustam bolsa de médicos residentes

    O aumento do valor pago a médicos residentes, com mecanismo de atualização automática do benefício, é tema de dois projetos em tramitação no Senado. O objetivo das duas proposições é valorizar a residência médica, considerada etapa fundamental na formação de especialistas.

    Do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o PL 1.800/2026 altera a legislação que rege a residência médica (Lei 6.932, de 1981) para atualizar o valor da bolsa e estabelecer reajustes anuais. A bolsa, atualmente fixada em R$ 2.384,82, passaria a ser corrigida periodicamente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de modo a evitar a defasagem dos pagamentos ao longo do tempo.

    “Com efeito, a defasagem da bolsa tem gerado consequências negativas para a formação médica no Brasil. É possível observar que há abandono de programas de residência, especialmente nas especialidades consideradas menos lucrativas no mercado privado, bem como dificuldade de retenção de médicos residentes em regiões e especialidades de maior necessidade social”, pontua o senador na justificação do projeto.

    Natureza educacional

    Outra proposta, da senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), prevê que a bolsa dos médicos residentes passaria a ser de R$ 8.105 mensais, para jornadas de até 60 horas semanais. O PL 1.809/2026, com o objetivo de valorizar a formação especializada dentro do sistema público de saúde, estabelece que o valor seja reajustado todos os anos com base na inflação oficial. A proposta também permite que estados, municípios ou instituições complementem esse valor, se desejarem.

    Outro ponto da proposição destaca a manutenção da natureza educacional da residência médica. Segundo o texto, a bolsa não configura vínculo empregatício, mas uma etapa de formação profissional, ainda que em regime intensivo de trabalho. A medida busca dar segurança jurídica ao modelo já adotado no país.

    Para a senadora, o valor de R$ 8.105 ainda não é ideal diante das exigências da atividade, mas representa “avanço relevante”.

    “Programas federais de incentivo à atuação médica em regiões prioritárias chegam a prever bolsas em valores significativamente superiores, podendo ultrapassar R$ 12.000,00 mensais, o que demonstra a defasagem atualmente existente entre a bolsa da residência médica e outros programas estratégicos da área da saúde. A proposta busca, portanto, reduzir essa assimetria, ainda que de forma gradual e responsável do ponto de vista fiscal”, acrescenta Roberta Acioly.

    Os dois projetos foram apresentados em abril de 2026 e aguardam despacho para análise nas comissões temáticas do Senado.

    Fonte: Agência Senado

  • Área desmatada no Amazonas cai 57% nos cinco primeiros meses de 2026, apontam dados do Inpe

    Área desmatada no Amazonas cai 57% nos cinco primeiros meses de 2026, apontam dados do Inpe

    Área desmatada no Amazonas cai 57% nos cinco primeiros meses de 2026, apontam dados do Inpe

    A área desmatada no Amazonas caiu 57% entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. O acompanhamento diário dos dados é feito pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), com base no sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    Os registros apontam que a área desmatada passou de 14.263 hectares, em 2025, para 6.081 hectares em 2026. A redução representa uma diferença de 8.182 hectares, uma área equivalente a aproximadamente 11,5 mil campos de futebol. O número total de alertas também caiu no período, passando de 772 para 423 registros, o que representa redução de aproximadamente 45%. Os dados são analisados pelo Centro de Monitoramento Ambiental e Áreas Protegidas (CMAAP) do Ipaam.

    Segundo o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, os resultados demonstram a importância do acompanhamento contínuo e das ações de fiscalização ambiental no combate ao desmatamento no Amazonas.

    “O acompanhamento diário dos alertas emitidos pelos sistemas de satélite permite que as equipes atuem de forma mais rápida e estratégica nas áreas prioritárias. Esse trabalho, aliado às ações de fiscalização em campo, tem sido fundamental para combater o desmatamento ilegal e reduzir os índices registrados no estado”, afirmou o diretor-presidente do Ipaam.

    Os resultados também refletem a atuação integrada dos órgãos estaduais nas ações de monitoramento e fiscalização ambiental, além do uso de ferramentas de inteligência territorial para identificar áreas prioritárias e orientar as operações de combate ao desmatamento ilegal no Amazonas.

    “Esse trabalho integrado dos órgãos estaduais tem produzido resultados concretos na proteção do meio ambiente do nosso Estado. Concentramos esforços nas áreas mais críticas, com inteligência territorial, presença em campo e políticas públicas que conciliam conservação ambiental e desenvolvimento sustentável”, afirmou o secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira.

    Indicadores

    O município de Apuí lidera os indicadores de desmatamento no Amazonas entre janeiro e maio de 2026, tanto em número de alertas quanto em área desmatada. De acordo com os dados do Deter/Inpe, foram registrados 43 alertas no município, o maior número do período, seguido por Lábrea, com 33 alertas, e Humaitá, com 23 registros.

    Em relação à área desmatada, Apuí também ocupa a primeira posição, com 1.652 hectares afetados. Na sequência aparecem Lábrea, com 1.401 hectares, e Novo Aripuanã, com 813 hectares.

    Sistema Deter

    O sistema Deter é uma ferramenta criada pelo Inpe, em 2004, para identificar alterações na cobertura florestal da Amazônia. O sistema utiliza imagens de satélite atualizadas frequentemente para detectar áreas com indícios de desmatamento, degradação florestal e exploração madeireira.

    A partir dessas imagens, técnicos do CMAAP do Ipaam analisam as mudanças na vegetação e geram alertas que auxiliam as ações de fiscalização ambiental em todo o estado. As informações também permitem direcionar operações para áreas consideradas prioritárias pelos órgãos ambientais.

    Operação Tamoiotatá

    Em atividade desde 2021, a Operação Tamoiotatá, que está em sua sexta edição, integra as estratégias do Governo do Amazonas para fortalecer o combate ao desmatamento ilegal e às queimadas no estado. A ação conjunta conta com a participação do Ipaam, Sema, Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), além do apoio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

    As equipes atuam em áreas prioritárias, com fiscalização terrestre, vistorias em locais identificados por alertas de desmatamento, aplicação de autos de infração, embargos e outras medidas administrativas previstas na legislação ambiental. A operação também reforça a proteção de Unidades de Conservação estaduais e áreas estratégicas para a conservação da floresta.

    Estruturada em 15 etapas, com duração média de 20 dias cada, a Tamoiotatá tem previsão de atuação até dezembro de 2026, abrangendo o período mais crítico da estiagem no Amazonas. A ação conta com recursos do Programa Floresta em Pé, fruto da cooperação financeira entre os governos da Alemanha e do Brasil, por meio do KfW Banco de Desenvolvimento.

  • STF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaço

    STF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaço

    STF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaço

    Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta terça-feira (15) se o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro será condenado pelo crime de coação no curso do processo da trama golpista.

    O caso trata da articulação de Eduardo para incentivar os Estados Unidos a decretarem, no ano passado, o tarifaço contra as exportações brasileiras para pressionar a Corte a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro.   

    O julgamento está previsto para começar às 14h. O primeiro a falar será o relator, ministro Alexandre de Moraes, que fará a leitura do relatório do processo, um resumo de todas as etapas percorridas.

    Em seguida, a acusação será lida pelo representante da Procuradoria-Geral da República (PGR).

    A defesa de Eduardo Bolsonaro será feita pela Defensoria Pública da União (DPU). 

    Após as sustentações, a palavra será concedida a Moraes, que votará pela condenação ou absolvição do filho do ex-presidente.

    Os demais votos serão proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, Flávio Dino.

    O quórum do julgamento será composto pelos quatro ministros. No ano passado, após o ministro Luiz Fux se transferir para a Segunda Turma, a quinta cadeira ficou vaga. A vacância ocorreu em função da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. 

    Acusação

    Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da PGR no inquérito que apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte e a aplicação de sanções econômicas da Lei Magnitsky. 

    Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

    Segundo a PGR, Eduardo cometeu condutas criminosas ao realizar postagens nas redes sociais e conceder entrevistas à imprensa com objetivo de ameaçar a obtenção de sanções estrangeiras para tentar “livrar” Jair Bolsonaro da condenação a 27 anos e três meses no processo da trama golpista.

    Para a procuradoria,  as ameaças do ex-deputado foram concretizadas e trouxeram prejuízos para as exportações brasileiras.

    “A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias econômicas, completamente alheios aos processos penais atacados”, afirmou a PGR.

    Conforme o Código Penal, a pena prevista para o crime de coação no curso do processo varia entre um e quatro anos de prisão. Além disso, podem incidir agravantes, que podem elevar a pena.

    A PGR também solicitou ao STF a fixação de um valor para reparação pelos danos econômicos provocados por Eduardo.

    Defesa

    Durante a tramitação do processo, o ministro Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.

    Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela DPU.

    Nas alegações apresentadas ao Supremo, o órgão defendeu a anulação do processo e disse que Moraes não pode julgar o caso por ter sido vítima do cancelamento de vistos e das sanções financeiras oriundas da Lei Magnitsky.

    “Aqui o julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, disse o órgão.

    A DPU também alegou que a turma está com quatro ministros. Dessa forma,  um ministro da Segunda Turma deveria ser convocado para compor o quórum do julgamento.

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