Categoria: Economia

  • Com 2,8 milhões de vagas criadas em 2025, emprego formal chega a 59,9 milhões

    Com 2,8 milhões de vagas criadas em 2025, emprego formal chega a 59,9 milhões

    Com 2,8 milhões de vagas criadas em 2025, emprego formal chega a 59,9 milhões

    O número de empregos formais no país em 2025, englobando o setor público e privado, teve um crescimento de 5%, com acréscimo de 2.838.789 novos vínculos em relação a dezembro de 2024, alcançando 59.970.945 vínculos ativos no ano. O número de estabelecimentos passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, um crescimento de 2,1%. O emprego formal nas empresas do setor privado chegou a 40.071.636 vínculos (66,8%), enquanto no setor público a 14.125.683 vínculos (23,6%). As organizações sem fins lucrativos a 6,6% do total (3.959.493 vínculos) e os contratos com pessoas físicas e outras organizações 0,6% (374.420). Os números são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgados nesta quarta-feira (13), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho durante coletiva em Brasília.

    Apresentamos recentemente o menor índice de desemprego da história. Estamos num momento bom, apesar dos juros altos. Estamos no rumo certo”, avalia o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

    Ele destacou o crescimento de celetistas, que teve acréscimo 5 milhões de vínculos no período, e também da administração pública. “Desde 2023, geramos mais 7,8 milhões de vagas formais no mercado de trabalho, com um crescimento importante no setor público, federal, estadual e municipal, pela realização de novos concursos públicos”, salientou.

    Os vínculos não típicos entre os celetistas representaram 10,68% do total, demonstrando estabilidade em comparação com o ano anterior (10,75%). A análise desagregada revela que a maior concentração de vínculos não típicos está entre os trabalhadores com jornada de 30 horas ou menos, totalizando 2.908.729 vínculos, assim como nos trabalhadores vinculados a uma pessoa física (1.422.938vínculos).

    Em todos os grandes grupamentos de atividades econômicas houve variação absoluta positiva, sendo maior no setor de Serviços (7,2%, um acréscimo de 2.411.696 vínculos, seguido pelos setores do Comércio (1,7% – 172.827 vínculos), Indústria (1,7% – 153.103 vínculos), Construção Civil (2,5% – 71.816 vínculos), e a Agropecuária (1,6% – 29.322 vínculos).

    No setor de serviços, a Administração Pública mostrou um crescimento de 15,2% no número de empregos (1.483.555 vínculos), com a maior parte desse crescimento concentrada nos municípios (18,2% ou 1.182.629) e nos governos estaduais (10,3% ou 408.018 vínculos). Houve aumentos expressivos também na Educação (6,2% ou 212.611 vínculos) e de menor intensidade na saúde humana (4,2% ou 142.598 vínculos).

    O setor de Serviços registrou o maior estoque de empregos do ano (35.694.977 vínculos), seguido pelo setor de Comércio (10.486.872 vínculos), pela Indústria (9.016.940 vínculos), Construção (2.956.623 vínculos) e agropecuária (1.812.263 vínculos).

    Crescimento regional

    O crescimento relativo foi mais intenso nas regiões Nordeste (10,1%, com 1.076.603 vínculos criados), no Norte (10,1% – 354.753 vínculos), no Centro-Oeste (5,7% – 322.513 vínculos) que registraram variações relativas superiores. Já no Sudeste o crescimento chegou a 2,9% (807.240 vínculos), no Sul 2,9% (285.514 vínculos) que também tiveram aumentos absolutos expressivos. A distribuição do emprego formal permaneceu concentrada na região Sudeste (47,4%), seguida pela região Nordeste (19,5%) e pela região Sul (16,8%).

    ntre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo do estoque de empregos em comparação a 2024 foi registrado no Amapá (+20,5% – 31.396 vínculos), no Piauí (13,2% – 74.244), em Alagoas (13,0% – 81.633 vínculos) e na Paraíba (12,9% – 103.278 vínculos).

    Em variação absoluta, os maiores crescimentos foram em São Paulo +2,3% (357.493 vínculos), na Bahia, com 9,7% (266.035 vínculos), em Minas Gerais, crescimento de 3,7% (224.876) e no Ceará, com aumento de 10,6% (195.462 vínculos).

    Os números da RAIS 2025 estão disponíveis no link https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/estatisticas-trabalho/rais/rais-2025/rais-2024

  • Vendas do comércio varejista amazonense crescem 3,7% em março

    Vendas do comércio varejista amazonense crescem 3,7% em março

    Vendas do comércio varejista amazonense crescem 3,7% em março

    Em março, as vendas do comércio varejista no Amazonas tiveram variação 3,7%, enquanto no mesmo período a média nacional teve variação 0,5%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 6,4%. No índice acumulado do ano, a variação ficou em 0,4%, enquanto a variação acumulada em 12 meses ficou em 0,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio – PMC, divulgada hoje, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

    Variação mês/mês anterior 

    O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas apresentou variação de 3,7% em março no índice que compara o resultado do mês com o resultado do mês imediatamente anterior, resultado abaixo da média nacional por 3,2 pontos percentuais (p. p.) e 5,8 p. p. acima do resultado de fevereiro.

    Com o resultado, o estado ficou na 2ª posição do ranking nacional, superado apenas pelo resultado de Maranhão (3,8%). As Unidades da Federação com os piores resultados no índice em março foram Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2%) e Rio de Janeiro (-1%).

    Variação interanual

    No índice que compara o resultado do mês com o mesmo mês do ano anterior, o Amazonas encerrou novembro com retração de 6,4% em volume de vendas, resultado diametralmente oposto ao resultado de fevereiro, quando registrou -6,2%. O desempenho, que ficou acima da média nacional (4,0%), foi o melhor do estado no índice nos últimos 12 meses.

    O resultado colocou o estado na 11ª posição do ranking nacional. Os estados de São Paulo (-0,8%), Pará (-0,7%) e Mato Grosso (-0,1%) registraram os piores resultados no índice, enquanto as Unidades da Federação com os melhores desempenhos foram Pernambuco (14,2%), Distrito Federal (11,7%) e Rio Grande do Norte (9,4%).

    Variação acumulada no ano

    No índice que mede a variação acumulada no ano do volume de vendas, o Amazonas encerrou o mês de março com a variação acumulada de 0,4%, resultado bem abaixo da média nacional (2,4%). O desempenho no índice colocou o estado na 24ª posição do ranking nacional, à frente de Pará (-1,7%), Piauí (-0,8%) e São Paulo (0%). Os estados com as maiores variações acumuladas foram Pernambuco (12,9%), Distrito Federal (7,7%) e Acre (7,5%).

    Variação acumulada em 12 meses

    No índice de variação acumulada em 12 meses, o comércio varejista do Amazonas ficou com variação de 0,1% em volume de vendas, a segunda pior variação registrada nos últimos 12 meses. Com o resultado, o estado ficou na 23ª posição do ranking nacional. Os estados de Tocantins (-2,1), Roraima (-1,6%) e Piauí (-1%) apresentaram os piores desempenhos acumulados, enquanto Amapá (6,7%), Rio Grande do Norte (6,2%) e Santa Catarina (5,4%) registraram as maiores variações acumuladas. A média nacional acumulada em fevereiro ficou em 1,8%.

    Média móvel trimestral

    A média móvel trimestral de março ficou em 2,1%, uma diferença de 1,5 p. p. em relação à média móvel nacional (0,6%). Essa foi a melhor média móvel trimestral registrada pelo estado nos últimos 12 meses.

    Sobre a Pesquisa Mensal do Comércio

    A Pesquisa Mensal de Comércio – PMC tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, e de seus principais segmentos.

    A PMC é representada por um conjunto de 6.770 empresas das 27 Unidades da Federação, formalmente constituídas, sediadas no Território Nacional, em situação ativa na Pesquisa Anual de Comércio – PAC e que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas.

  • Custo da construção no Amazonas teve o menor aumento do país nos últimos 12 meses

    Custo da construção no Amazonas teve o menor aumento do país nos últimos 12 meses

    Custo da construção no Amazonas teve o menor aumento do país nos últimos 12 meses

    A variação do custo médio da construção civil no Amazonas em abril foi de 0,2%. No ano, a variação acumulada foi de 1,55%, e em 12 meses, a variação foi de 4,89%. No Brasil, a variação foi de 0,72% em abril, enquanto a variação acumulada no ano ficou em 2,89% e a variação em 12 meses ficou em 7,01%. Os dados são do Sistema Nacional de Preços e Índices da Construção Civil – SINAPI, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE nesta quarta-feira, 12 de maio.

    Custo médio do m² no mês

    Com variação de 0,2%, o Amazonas ficou na 21ª posição do ranking das maiores variações do custo médio da construção civil em abril, uma diferença de 0,52 ponto percentual (p. p.) em relação à variação média nacional. A variação coloca o estado entre as 7 Unidades da Federação em que o custo da construção civil menos sofreu elevação em abril. Os estados de Mato Grosso (0,07%), Roraima (0,1%) e Amapá (0,12%) apresentaram as menores variações no índice, enquanto Acre (3,89%), Maranhão (2,99%) e Rio de Janeiro (1,83%) tiveram as maiores variações no índice.

    Com a variação, o custo médio do metro quadrado (m²) da construção civil em abril no Amazonas foi a R$ 1.921,70, um aumento de R$ 3,82. O aumento ocorreu inteiramente no componente material: em março, o custo médio do m² era de R$ 1.104,90 no componente material, em abril o custo foi a R$ 1.108,72. O custo no componente mão-de-obra permaneceu estável em R$ 812,98.

    No ranking nacional dos maiores custos médios, o estado ficou na 14ª posição dentre as Unidades da Federação, abaixo da média nacional (R$ 1946,09). Os estados de Acre (R$ 2.278,52), Santa Catarina (R$ 2.192,82) e Rio de Janeiro (R$ 2.149,86) foram os que tiveram o maior custo médio em moeda corrente, enquanto os estados de Pernambuco (R$ 1.722,48), Sergipe (R$ 1.724,27) e Espírito Santo (R$ 1.761,23) tiveram os menores custos médios do país.

    Custo médio do m² no ano

    O variação acumulada no ano do custo médio do m² no Amazonas ficou em 1,55%, enquanto a variação nacional ficou em 2,89%. Com o resultado, o Amazonas ficou na 26ª posição do ranking nacional das maiores variações acumuladas no ano, colocando-o como a Unidade da Federação com a segunda menor variação acumulada do custo da construção em abril, atrás apenas de Roraima (1,46%). Os estados com as maiores variações acumuladas foram Acre (6,98%), Maranhão (5,78%) e Bahia (5,51%).

    Em moeda corrente, o custo médio da construção no estado saiu de R$ 1.916,68 em janeiro para R$ 1.921,70 em abril, um aumento de R$ 5,02 em 4 meses, sendo a elevação toda no componente material, enquanto o componente mão-de-obra permaneceu estável durante todo o período (R$ 812,98).

    Custo médio do m² em 12 meses

    A variação acumulada do custo médio do m² em 12 meses chegou a 4,89% no estado, a mais baixa do país no índice em abril, enquanto a variação nacional em 12 meses ficou em 7,01%, uma diferença de 2,12 pontos percentuais. Além do Amazonas, Roraima (4,90%) e Tocantins (5,43%) tiveram as menores variações acumuladas em 12 meses. Os estados do Maranhão (10,72%), Acre (10,08%) e Paraíba (9,61%) tiveram os maiores aumentos do custo médio em 12 meses.

    Em 12 meses, o aumento do custo médio em moeda corrente no estado chegou a R$ 89,55. Enquanto em abril de 2025 o custo médio chegava a R$ 1.832,15, em abril de 2026 o custo médio da construção no estado chegou a R$ 1.921,70.

    Custo de Projeto

    Em janeiro, o custo do m² de uma casa popular com um pavimento, dois quartos, sala, circulação, banheiro e cozinha com padrão de acabamento normal era de R$ 2.131,35. Em abril, o mesmo projeto chegou a R$ 2.215,04.

    Mais sobre o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)

    Criado em 1969, o Índice Nacional da Construção Civil tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.

  • Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento

    Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento

    Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento

    Em uma compra habitual no supermercado, posto de gasolina ou na farmácia, o atendente oferece ao consumidor a possibilidade de parcelar a despesa em até três vezes sem juros. O comprador avalia como vantajosa a oferta e concorda em deixar a prazo aquilo que costumava a pagar de uma vez – à vista ou no cartão de crédito.

    A cena acima é cada vez mais comum, como observa a socióloga Adriana Marcolino, diretora técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Estamos vendo muitas pessoas utilizando o crediário para pagar contas do orçamento mensal.”

    O risco de usar o crédito para despesas ordinárias é desorganizar as contas e fazer do crédito um complemento à renda, quando deveria ser um recurso para produtos de vida longa e grande utilidade.

    “O crédito é importante porque financia bens de consumo duráveis e bens de maior valor”, pondera Adriana Marcolino que tem por ofício defender políticas públicas e iniciativas financeiras que resultem em maior poder de compra do trabalhador.

    Ansiedade de consumo

    A oferta fácil de crédito pode agravar a “ansiedade de consumo”, alerta a economista Katherine Hennings, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) e analista da BRCG Consultoria. “Nós temos um comportamento que é de tentar antecipar ao máximo o que a gente consegue consumir”, diagnostica.

    Segundo ela, o modo de agir não é restrito a determinada faixa de renda nem está ligado ao consumo de produtos indispensáveis. A decisão de comprar acaba por responder aos “estímulos” da propaganda, seja nos anúncios dos meios tradicionais ou nas recomendações dos influencers na internet.

    “Há diversos apelos à compra, e as pessoas têm acesso ao crédito, o que viabiliza anteciparem o consumo”, descreve a economista. Diante da TV ou da tela do computador sobra oferta, mas falta explicação sobre os efeitos da ansiedade de comprar. “Essa parte, menos glamourosa, de fazer as contas não está sendo feita.”

    Parcelas cabem no orçamento?

    A consequência de não fazer as contas é se comprometer com mais do que pode e ter que utilizar formas de financiamento com os juros mais altos do mercado, como o cheque especial, o parcelamento direto na operadora de cartão de crédito ou o rotativo do cartão – quando o cliente paga apenas parte da fatura.

    De acordo com o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o consumidor precisa levar em consideração os custos de assumir essas dívidas antes da decisão de comprar. Precisa verificar quanto vai pagar de juros ao comprar parcelado.

    “O brasileiro sabe pesquisar o preço de um produto no comércio. Consegue comparar o preço de um item de vestuário, de um eletrodoméstico, ou de um produtor eletroeletrônico. Mas, na hora de tomar o financiamento, tem o hábito de simplesmente verificar se é possível acomodar a prestação dentro do orçamento.”

    Crédito não é renda

    Outro erro do consumidor brasileiro é raciocinar que o limite do cheque especial ou do cartão de crédito se soma a sua renda, acrescenta a economista Isabela Tavares, responsável pelo acompanhamento de crédito e endividamento da Consultoria Tendências.

    “Precisamos entender que o limite do cartão de crédito não é uma renda extra. Temos que conseguir pagar o cartão de crédito com o salário que recebemos no final do mês. Quem ganha R$ 5 mil e tem um limite também de R$ 5 mil não tem renda de R$ 10 mil”, lembra a economista.

    Educação financeira

    Isabela Tavares, assim como Fabio Bentes e Katherine Hennings, acha necessário que haja mais educação financeira da população para decidir sobre o que, quando e como gastar.

    Esse é o trabalho do planejador financeiro Carlos Castro, que criou uma plataforma na internet para fazer educação financeira (SuperRico) e atua em uma associação (Planejar) que forma profissionais para fazer o trabalho de orientação pessoalmente.

    Castro elaborou uma cartilha e criou uma calculadora para ajudar as pessoas decidirem como aderir ao Desenrola 2, e se devem usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fazer o refinanciamento proposto no programa do governo federal (veja serviço abaixo).

    Para ele, o programa é de emergência, “uma medida de curto prazo”, mas a solução do problema é mais estrutural: “Evitar que o brasileiro volte a se endividar, e continue no mesmo nível de endividamento que temos hoje.”

    Inadimplência de 81,7 milhões

    De acordo com o Banco Central, a inadimplência das famílias em março no Sistema Financeiro Nacional chegava a R$ 238,5 bilhões – 5,3% do crédito total cedido a elas (R$ 4,5 trilhões). O dado não contempla todos os credores como o comércio e prestadores de serviço.

    Na proporção, o percentual do volume do pagamento de empréstimos em atraso pode parecer pequeno. Mas, quando são considerados indicadores sobre a quantidade de pessoas com dívidas não quitadas, os números se tornam mais superlativos.

    Conforme a Serasa Experian, 81,7 milhões de pessoas estão inadimplentes. Segundo a empresa, a maior parte da dívida em atraso (47,1%) é para bancos e financeiras. De cada 100 devedores, 78 recebem até dois salários mínimos como faixa de renda.

    As pessoas com salários mais baixos estão mais vulneráveis a tomar empréstimos ou a fazer dívidas mais caras.

    “São pessoas que têm notas de crédito de score mais baixo. Não conseguem, por exemplo, crédito consignado [de juros menores porque é descontado em folha] pois não têm um emprego formal. Assim acabam recorrendo a empréstimos não consignados, cheque especial, ou o rotativo do cartão”, explica Isabel Tavares, da Consultoria Tendências.

    Para Adriana Marcolino, diretora técnica do Dieese, o efeito dessas opções de crédito é “drenar uma parte da renda do trabalho para o sistema financeiro. Quanto maiores os juros, maior a parte que vai ficar para o banco.”

    Serviço:

    Acesse aqui cartilha e a calculadora para consulta sobre o Desenrola 2

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