Autor: Redação – Portal AM

  • Internado em UTI, cacique Raoni tem melhora do estado de saúde

    Internado em UTI, cacique Raoni tem melhora do estado de saúde

    Internado em UTI, cacique Raoni tem melhora do estado de saúde

    O cacique Raoni Metuktire, de 93 anos, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Dois Pinheiros, em Sinop (MT), mas apresentou melhora clínica nas últimas horas. As informações são do Patxon Metuktire, sobrinho-neto do líder indígena, que conversou com a Agência Brasil.

    De acordo com Patxon, Raoni vem respondendo positivamente ao tratamento médico para pneumonia e complicações relacionadas à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

    “Meu avô sofre de DPOC e esta semana estava muito mal, por isso resolvemos interná-lo. Ainda está na UTI, mas desde ontem teve uma melhora na saturação, que estava entre 93 e 95 e agora subiu para 97. Os médicos estão confiantes”, disse Patxon.

    Segundo ele, Raoni está sendo assistido pela equipe de cardiologistas e pneumologistas. “Hoje ele até tomou café e está se sentindo bem melhor”. Raoni deverá passar por novos exames nos próximos dias para acompanhamento da evolução clínica.

    Na última terça-feira (12), o cacique apresentou um quadro de indisposição e foi inicialmente atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peixoto de Azevedo. Em seguida, foi encaminhado ao Hospital Regional do município, onde recebeu atendimento médico. A pedido da família, foi transferido posteriormente para o Hospital Dois Pinheiros, em Sinop.

    Uma das mais importantes lideranças indígenas do planeta, Raoni foi recentemente condecorado com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, maior honraria do Estado brasileiro, em reconhecimento ao trabalho em favor dos povos originários e da proteção do meio ambiente.

  • Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje

    Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje

    Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje

    A partir desta segunda-feira (18), o aplicativo do Bolsa Família contará com novas funcionalidades e serviços que tornarão a utilização mais intuitiva e simples. Com a atualização da ferramenta o usuário terá mais informações, acessibilidade em uma plataforma modernizada.

    A versão atualizada estará disponível para download em dispositivos Android, por meio da loja Google Play para as mais de 19 milhões de famílias beneficiárias.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que desenvolveu as melhorias do aplicativo em parceria com a Caixa Econômica Federal, a reformulação foi feita com foco na experiência do usuário e na inclusão digital. A modernização promoverá mais acessibilidade, transparência e autonomia aos beneficiários.

    “As novas funções do aplicativo do Bolsa Família vão na linha do que faz o governo, ao facilitar o serviço para o usuário. No dia a dia, as famílias poderão acessar informações importantes e saber, por exemplo, o motivo do bloqueio do benefício. Elas também poderão identificar medidas que precisam ser adotadas para regularizar a situação”, disse o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias.

    A nova versão do aplicativo permitirá que o responsável familiar consulte informações detalhadas sobre a situação do benefício, a composição dos pagamentos e eventuais ocorrências relacionadas ao cadastro, identificando possíveis pendências que precisam ser regularizadas para garantir a continuidade do recebimento. O resultado deve ser a agilidade no atendimento nos centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros serviços públicos.

    Entre os aprimoramentos de acessibilidade estão a compatibilidade com leitores de tela, como o TalkBack, além da otimização de funcionalidades como o extrato de pagamento, as mensagens do programa e o calendário de repasses. O cidadão também poderá conhecer outros programas do governo, com acesso direcionado às páginas de cada iniciativa.

    As principais funções do aplicativo são a consulta dos tipos de benefício; verificação de situações e pendências que possam interromper o pagamento; acompanhamento das parcelas mensais do benefício; consulta de datas de pagamento; acesso às informações atualizadas do programa; conhecer outros programas do governo; navegação em interface mais simples e intuitiva; obtenção de informações sobre o programa; e um canal direto com a Caixa Econômica Federal.

    A apresentação das atualizações do funcionamento das ferramentas disponíveis no aplicativo será feita no próximo dia 27, em Brasília. No mesmo dia será lançado um site exclusivo do Bolsa Família. O portal terá conteúdos como calendário de pagamentos, acesso ao benefício, regras do programa, canais de atendimento, perguntas frequentes e orientações às famílias atendidas.

  • Comissão aprova demissão por justa causa para condenados por maus-tratos contra animais

    Comissão aprova demissão por justa causa para condenados por maus-tratos contra animais

    Comissão aprova demissão por justa causa para condenados por maus-tratos contra animais

    A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto que prevê a hipótese de demissão por justa causa de trabalhadores condenados por agressões ou maus-tratos contra animais.

    O texto aprovado é a versão do relator, deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR), ao Projeto de Lei 885/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR).

    A proposta original abrangia apenas os empregados domésticos. O substitutivo é mais amplo e atinge todos os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

    Matheus Laiola acrescentou também a regra de que a empresa só poderá aplicar a demissão por justa causa após a condenação definitiva (trânsito em julgado) do funcionário na Justiça, sem possibilidade de recurso.

    “Para evitar demissões arbitrárias ou baseadas em meras suspeitas, é fundamental que a aplicação da sanção esteja condicionada à comprovação da conduta”, justificou o relator no parecer.

    Exceções e alcance
    A punição poderá ser aplicada para casos de abuso, ferimentos ou mutilações contra animais domésticos, silvestres, nativos ou exóticos.

    Pelo texto, a regra não se aplica aos casos em que a interação com os animais faz parte do próprio trabalho exercido pelo funcionário.

    Próximos passos
    A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Câmara deve votar na próxima semana projetos para conter alta dos combustíveis

    Câmara deve votar na próxima semana projetos para conter alta dos combustíveis

    Câmara deve votar na próxima semana projetos para conter alta dos combustíveis

    De 19 a 21 de maio, o Plenário da Câmara dos Deputados pode votar projetos que tentam conter a crise da alta dos combustíveis e também que aumentam as penas para vários crimes de natureza sexual previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 1625/26 cria um crime específico contra as relações de consumo pelo aumento abusivo de preços de combustíveis.

    O projeto conta com parecer favorável do relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), e estipula pena de detenção de 2 a 5 anos e de 100 a 500 dias-multa para quem aumentar, sem justa causa, o preço dos combustíveis com o objetivo de obter aumento arbitrário dos lucros. O valor do dia-multa varia de 1/30 a 5 vezes o salário mínimo (atualmente em R$ 1.621,00).

    O projeto considera sem justa causa o aumento que não estiver fundamentado em fatores econômicos legítimos, tais como a variação dos custos de produção do agente econômico.

    Pela proposta, as penas serão aumentadas de 1/3 até a metade se a conduta ocorrer em contexto de calamidade pública, crise de abastecimento ou instabilidade relevante do mercado fornecedor, como a provocada recentemente pela crise advinda com a guerra no golfo Pérsico entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    Arrecadação extra
    Já o Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/26, do líder do governo, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), vincula o aumento extraordinário de receita federal obtido com arrecadação pela subida do barril de petróleo exportado a medidas para estabilizar os preços dos combustíveis no país.

    As regras do projeto pretendem adequar às normas fiscais as renúncias futuras de tributos para conter altas de preços de combustíveis provocadas pela guerra no Oriente Médio. O aumento extraordinário de receita tratado pelo projeto envolve aquele não comprometido com medidas já anunciadas.

    Até agora, desde meados de março, o governo editou medidas provisórias e decretos para conceder: subvenção ao diesel (importado ou produzido no Brasil); isenção de impostos federais sobre o biodiesel; subvenção ao gás de cozinha; e isenção de tributos para o querosene da aviação.

    Por meio de adesão à Medida Provisória 1349/26, os estados também contribuirão com a redução do ICMS incidente sobre o óleo diesel em conjunto com o governo federal.

    Violência sexual
    O Projeto de Lei 3066/25 aumenta as penas para vários crimes de natureza sexual previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), classificando-os como hediondos.

    Segundo o substitutivo preliminar da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), os crimes relacionados à pedofilia contarão com nova definição, passando a ser usado o termo “violência sexual de criança ou adolescente”. O autor do projeto é o deputado Osmar Terra (PL-RS).

    A relatora disse que o novo conceito incorpora recentes decisões das cortes superiores, cuja caracterização não depende do contato físico ou da nudez explícita.

    Assim, além do aumento de pena de alguns crimes, é feita a atualização do texto do ECA para o novo termo, que considera esse tipo de violência como qualquer representação, por qualquer meio, que envolva criança ou adolescente, real ou fictícia.

    Isso vale para fotografia, vídeo, imagem digital ou outro registro audiovisual, ainda que produzida, manipulada ou gerada por tecnologias digitais, inclusive inteligência artificial.

    A verificação da natureza sexual ou libidinosa da representação deverá considerar o contexto da imagem, o modo de produção, o enquadramento, a finalidade e demais elementos relevantes no caso concreto.

    Fertilizantes
    Outro projeto cuja relevância está ligada aos conflitos em andamento (na Ucrânia e no Irã, principalmente), é o Projeto de Lei 699/23, do Senado, que concede até R$ 7,5 bilhões em subsídios, em cinco anos, a fábricas de fertilizantes para novas plantas de produção no Brasil ou expansão e modernização das atuais, utilizando isenção de tributos federais.

    A Ucrânia e o Irã são relevantes fornecedores de fertilizantes nitrogenados e com ureia, então os conflitos fizeram os preços desses insumos subirem no mercado internacional. O Brasil importa de 80% a 90% do fertilizante que consome, principalmente para a monocultura intensiva (soja, milho, algodão, etc.).

    De acordo com o substitutivo preliminar do relator, deputado Júnior Ferrari (PSD-PA), o Poder Executivo definirá quais projetos serão aprovados para contar com os benefícios fiscais do Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert).

    Esse montante total será limitado a R$ 1,5 bilhão anuais e os valores serão detalhados em relatórios bimestrais de acompanhamento pela Receita Federal, com dados desagregados por item e por tributo. Caso o limite seja atingido, o benefício fiscal será suspenso.

    Os benefícios previstos são a suspensão de tributos após a aprovação do projeto pela empresa interessada quando da contratação de construção de infraestrutura e da compra de equipamentos para incorporar à planta de produção.

    Confira a pauta completa do Plenário

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Relatório da FAO alerta para segurança em embalagens de plástico reciclado

    Relatório da FAO alerta para segurança em embalagens de plástico reciclado

    Relatório da FAO alerta para segurança em embalagens de plástico reciclado

    Governos e indústrias estão apostando em reciclagem para ajudar a conter a crise global do lixo. Contudo, alternativas sustentáveis também apresentam desafios.

    Um deles é garantir que o insumo utilizado em embalagens seja seguro para o contato com produtos alimentícios e bebidas, de acordo com o novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, FAO.

    Epidemia de resíduos

    O texto foi lançado em meio à expansão do setor de embalagens para consumo, com projeção de movimentar U$ 815 bilhões até o fim da década.

    Esses recipientes podem ajudar a preservar a qualidade dos itens perecíveis. Porém, o uso generalizado de polímeros sintéticos contribui para uma epidemia global de resíduos plásticos.

    Embora menos de 10% do que é produzido seja reciclado, os incentivos ao reaproveitamento levantam questões sobre a segurança química de produtos de consumo humano.

    Para a diretora da Divisão de Sistemas Agroalimentares e Segurança Alimentar da FAO, Corinna Hawkes, não é viável solucionar o problema comprometendo a segurança alimentar.

    Protegendo o meio-ambiente e a saúde pública

    A procedência de materiais reciclados, que podem conter nanomateriais, pesticidas e alérgenos em suas composições, são um dos fatores de preocupação da organização.

    A ausência de métodos para identificação de compostos químicos limita a atuação de agências regulatórias e dificulta a padronização do comércio global, afirma o relatório.

    O estudo defende processos de reciclagem capazes de eliminar de forma eficiente produtos químicos presentes em plásticos usados para o acondicionamento de alimentos.

    Redução do desperdício

    Especialistas ressaltam que os plásticos reciclados aprovados para uso alimentar podem ser tão seguros quanto os plásticos virgens, desde que submetidos a rigorosos processos de limpeza, descontaminação e revisão regulatória.

    O relatório destaca que a adoção de padrões industriais facilita avaliações de risco e ajuda os países a avançar nos esforços para reduzir o desperdício de plástico.

    Os resultados desses debates contribuirão para a Comissão do Codex Alimentarius, um órgão intergovernamental criado em 1963 pela FAO e pela Organização Mundial da Saúde, OMS, para desenvolver normas, diretrizes e códigos alimentares internacionais.

  • Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano

    Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano

    Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano

    A área de desmatamento na Mata Atlântica registrou queda de 28% em 2025, na comparação com os monitoramentos realizados em 2024, passando de 53.303 há dois anos, para 38.385 hectares (ha) no ano passado. 

    Este é o menor nível da série histórica e confirma a trajetória de desaceleração no desmatamento do bioma, segundo avaliação da Fundação SOS Mata Atlântica.

    A entidade divulgou nesta quarta-feira (13) os resultados do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, que realiza em parceria com a MapBiomas e Arcplan, desde 2022.

    De acordo com o SAD, houve redução das derrubadas em 11 dos 17 estados do bioma, com destaque para Bahia e Piauí. No entanto, ambos ainda aparecem entre os maiores responsáveis pela perda florestal em 2025: Bahia (17.635 ha), Minas Gerais (10.228 ha), Piaui (4.389 ha) e Mato Grosso do Sul (1.962 ha). Esses quatro estados concentraram 89% da área total desmatada.

    Nos demais estados, as perdas ficaram abaixo de 1 mil hectares:

    “Quase toda a destruição registrada pelo sistema (96%) foi convertida para uso agropecuário, grande parte com indício de ilegalidade”, destacou a SOS Mata Atlântica.

    Atlas

    Já o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mala Atlântica indicou a mesma tendência, com um dado ainda mais expressivo: houve redução de 40% no desmatamento, que passou de 14.366 ha em 2024 para 8.668 ha em 2025.

    O Atlas é realizado em parceria da Fundação SOS Mata Atlântica com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que desde 1985 monitora os grandes fragmentos de florestas maduras do bioma. Em 40 anos de monitoramento, a entidade informou que esta é a primeira vez que o desmatamento anual ficou abaixo de 10 mil hectares.

    De acordo com a SOS Mata Atlântica, os resultados refletem ações como pressão pública, mobilização da sociedade, políticas ambientais e fiscalização.

    Entre elas, estão a Operação Mata Atlântica em Pé, a aplicação de embargos remotos e a restrição de crédito a áreas desmatadas ilegalmente, além da afirmação da Lei da Mata Atlântica como principal instrumento de proteção da vegetação nativa do bioma.

    Risco concreto

    Apesar da queda anual de área desmatada, Luis Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da SOS Mata Atlântica, alerta para a necessidade de manter a vigilância sobre o bioma:

    “O desmatamento continua acontecendo e, na Mata Atlântica, cada fragmento perdido faz diferença. O desafio é manter essa trajetória até zerarmos o desmatamento.”

    Ele apontou que há um risco concreto ao bioma em discussão no âmbito do Legislativo. Isso porque, em 2025, o Congresso Nacional aprovou a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e a Lei da Licença Ambiental Especial.

    A SOS Mata Atlântica avalia que essas leis enfraquecem mecanismos de controle do desmatamento justamente quando eles demonstram resultados concretos:

    “É uma distorção que leva o Brasil na contramão do Acordo de Paris e potencializa tragédias climáticas. Os números apontam que o desmatamento cai quando a lei é aplicada com rigor e critérios técnicos. Enfraquecer os instrumentos de proteção agora é arriscar o que levamos anos construindo”, disse Malu Ribeiro, diretora de políticas públicas da SOS Mata Atlântica.

  • 5 em cada 10 brasileiros adultos estão inadimplentes no Brasil, aponta Serasa

    5 em cada 10 brasileiros adultos estão inadimplentes no Brasil, aponta Serasa

    5 em cada 10 brasileiros adultos estão inadimplentes no Brasil, aponta Serasa

    O volume de brasileiros inadimplentes segue crescendo e atingiu a marca histórica de 83,3 milhões de pessoas em abril, segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa. Com alta de 0,67% em relação ao mês anterior, são mais de 555 mil novos consumidores negativados, o que corresponde a 50,81% da população adulta do país.

    Ao todo, os brasileiros acumulam 342 milhões de dívidas negativadas, somando mais de R$ 568 bilhões em débitos. O valor médio devido por pessoa chegou a R$ 6.814,39 — mais de quatro vezes o salário-mínimo.

    Os dados reforçam a pressão do endividamento sobre o orçamento das famílias brasileiras, especialmente em um cenário em que o setor financeiro segue como principal origem das pendências no país. Entre os segmentos das dívidas, bancos e cartões de crédito representam 27,5% do total de débitos, seguidos por contas básicas (21%) e financeiras (19,8%), empresas que concedem crédito, mas não se enquadram como bancos.

    No Amazonas, a inadimplência atinge 1,8 milhão de pessoas, o que equivale a 60,50% da população do estado. O Amazonas ocupa a terceira colocação entre os estados com maior número de inadimplentes, atrás apenas do Amapá e o Distrito Federal, primeiro e segundo lugar, respectivamente.

    Os amazonenses acumulam mais de 8 milhões de dívidas negativadas, somando R$ 10.832.802.048,00 em débitos. O valor médio que cada pessoa deve é de R$5.967,56.

    “O crescimento contínuo da inadimplência mostra que muitos brasileiros ainda enfrentam dificuldades para reorganizar o orçamento, especialmente diante do alto custo do crédito”, avalia Aline Maciel, diretora da Serasa. “Em muitos casos, o consumidor utiliza linhas emergenciais, como cartão de crédito e cheque especial, para cobrir despesas básicas ou lidar com perda de renda, o que pode acelerar o efeito bola de neve das dívidas.”

     

    Mutirão amplia descontos para conter endividamento

     

    Em meio ao avanço da inadimplência, a Serasa amplia as oportunidades de negociação de dívidas com iniciativa que reúne cupons e condições especiais para ajudar consumidores a regularizarem a vida financeira. A ação contempla ofertas do Novo Desenrola Brasil, e mobiliza instituições financeiras e outros segmentos do mercado, como securitizadoras e varejistas.

    Ao todo, 11,6 milhões de consumidores podem aproveitar mais de 34 milhões de ofertas com cupons disponíveis, que chegam a até R$200 em desconto adicional para dívidas negociadas à vista pelo site ou aplicativo da Serasa, somando os abatimentos já oferecidos pelas empresas parceiras.  No Amazonas são 251.871 mil consumidores que podem aproveitar mais 656 mil ofertas.

    “Muitas pessoas querem negociar suas dívidas, mas ainda encontram barreiras para fechar acordos que realmente caibam no bolso. Por isso, estamos movimentando o mercado para ampliar descontos e o número de parceiros participantes, oferecendo condições mais acessíveis, que ajudam o consumidor a dar o primeiro passo para recuperar o controle da vida financeira”, complementa Aline.

    Como usar os cupons para negociar minhas dívidas com mais descontos na Serasa?

     

    1. Acesse o site ou o aplicativo da Serasa.
    2. Faça login com CPF e senha.
    3. Clique em Negociar dívidas.
    4. Veja qual oferta possui cupom disponível e clique em Negociar agora.
    1. Escolha a opção de pagamento à vista, por Pix ou boleto.
    1. Selecione a data de vencimento desejada.
    1. Na área de confirmação do acordo, ative a opção “Adicionar cupom”.
    1. Depois, clique em Fechar acordo e realize o pagamento com desconto.
  • Amazonas inicia 2026 com taxa de desocupação de 8,3%

    Amazonas inicia 2026 com taxa de desocupação de 8,3%

    Amazonas inicia 2026 com taxa de desocupação de 8,3%

    O mercado de trabalho no Amazonas iniciou o ano de 2026 apresentando redução na taxa de desocupação, comparado ao mesmo trimestre de 2025, de 10% para 8,3%. O rendimento médio real dos trabalhadores cresceu 7,9%, saindo de R$ 2.567,00 para R$ 2.770,00.

    Entre os grupamentos de atividade econômica, o grupo de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas ganhou 5,8% no contingente de pessoas, enquanto construção ganhou 4,9%. Por outro lado, indústria geral perdeu 9,2% do seu contingente.

    Os dados são da PNAD Contínua Trimestral – 1º Trimestre divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE nesta quinta-feira, 14 de maio.

    Destaques

  • A taxa de desocupação no Amazonas recuou para 8,3%, representando queda de 1,7 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2025.
  • O nível de ocupação no estado foi estimado em 54,9%, abaixo dos 55,7% observados no mesmo período do ano anterior.
  • A taxa de participação na força de trabalho ficou em 59,9%, com redução de 2,0 pontos percentuais frente ao primeiro trimestre de 2025.
  • O rendimento médio mensal real habitual do trabalhador amazonense alcançou R$ 2.770, registrando valorização real de 7,9% em relação ao mesmo período de 2025.
  • A massa de rendimento mensal real habitual no Amazonas atingiu R$ 4,5 bilhões.
  • Manaus apresentou taxa de desocupação de 8,8%, abaixo dos 10,1% registrados no primeiro trimestre de 2025.
  • O rendimento médio mensal real habitual na capital amazonense alcançou R$ 3.279, alta de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Taxas

    A taxa de desocupação no Amazonas foi estimada em 8,3% no trimestre encerrado em março de 2026. O resultado representa aumento de 1,0 ponto percentual em relação ao trimestre imediatamente anterior, quando a taxa era de 7,3%. Na comparação com o mesmo trimestre de 2025, houve redução de 1,7 ponto percentual, indicando melhora do mercado de trabalho no intervalo de doze meses.

    O nível de ocupação do estado ficou em 54,9%, apresentando retração de 1,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior e redução de 0,8 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2025.

    A taxa de participação na força de trabalho atingiu 59,9%, abaixo dos 61,3% observados no trimestre imediatamente anterior e dos 61,9% registrados no mesmo período de 2025.

    Em Manaus, a taxa de desocupação foi estimada em 8,8%. O indicador apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior, quando estava em 8,9%, mas registrou queda de 1,3 ponto percentual frente aos 10,1% observados no primeiro trimestre de 2025.

    Condição em relação à força de trabalho

    O Amazonas possuía 3,2 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade no trimestre encerrado em março de 2026. Desse total, 1,9 milhão estava na força de trabalho, sendo 1,7 milhão de pessoas ocupadas e 160 mil desocupadas.

    Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o contingente de pessoas ocupadas apresentou retração de 58 mil pessoas, uma diferença de 3,2%. Já em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 22 mil ocupados, uma diferença de 1,2%.

    A população fora da força de trabalho totalizou 1,3 milhão de pessoas no primeiro trimestre de 2026, representando crescimento de 68 mil pessoas em relação ao mesmo período do ano anterior, um aumento de 5,6%.

    Posição na ocupação, setor e categoria

    O total de empregados no Amazonas foi estimado em 1 milhão de pessoas. Dentro desse grupo, o setor privado concentrou 685 mil trabalhadores, sendo 436 mil com carteira assinada e 249 mil sem carteira.

    Os trabalhadores domésticos somaram 76 mil pessoas, das quais 64 mil atuavam sem carteira assinada. O setor público contabilizou 298 mil trabalhadores no estado, incluindo militares e funcionários públicos estatutários, e aumentou 5% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

    A categoria de trabalhadores por conta própria reuniu 528 mil pessoas, sendo a maior parte sem CNPJ. Comparado ao mesmo trimestre de 2025, a categoria perdeu 27 mil pessoas, uma redução de 4,9%.

    Atividades

    O grupamento administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais permaneceu como o principal empregador do Amazonas, reunindo 355 mil trabalhadores. O comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas apresentou o maior crescimento anual, passando de 308 mil para 326 mil ocupados, um acréscimo de 5,8%.

    A Construção também apresentou crescimento em relação ao mesmo período de 2025, passando de 101 mil para 106 mil ocupados, um aumento de 4,9%. Em contrapartida, a indústria geral a maior retração anual, reduzindo seu contingente de 229 mil para 208 mil trabalhadores, uma queda de 9,2%.

    O setor de transporte, armazenagem e correio também apresentou queda anual significativa, passando de 113 mil para 110 mil ocupados, uma redução de 2,8%.

    Informalidade

    A informalidade continuou exercendo peso relevante no mercado de trabalho amazonense no primeiro trimestre de 2026. No estado, 249 mil trabalhadores do setor privado atuavam sem carteira assinada, além de 64 mil trabalhadores domésticos sem formalização. Entre os trabalhadores por conta própria, 484 mil exerciam suas atividades sem CNPJ, enquanto apenas 44 mil possuíam registro formal.

    No Brasil, a taxa de informalidade foi estimada em 37,3% no primeiro trimestre de 2026, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores ocupados em situação de informalidade. Entre os homens, a taxa atingiu 38,9%, enquanto entre as mulheres ficou em 35,3%. O taxa de informalidade de pessoas com 14 anos ou mais de idade alcançou 53,2%, a mesma do primeiro trimeste de 2025.

    Rendimento médio mensal real

    O rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos no Amazonas foi estimado em R$ 2.770 no primeiro trimestre de 2026. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, houve crescimento de 1,8%, equivalente a um acréscimo de R$ 48. Na comparação anual, a alta foi de 7,9%, o que representa ganho real de R$ 204 em relação ao primeiro trimestre de 2025.

    Em Manaus, o rendimento médio mensal real habitual alcançou R$ 3.279. O valor representa aumento de 1,3% frente ao trimestre imediatamente anterior e crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período de 2025.

    Massa de rendimento

    A massa de rendimento mensal real habitual de todos os trabalhos no Amazonas foi estimada em R$ 4,541 bilhões. Em relação ao trimestre anterior, houve redução de 2,6%. Na comparação anual, entretanto, foi observado crescimento de 6,5%, equivalente a um acréscimo de R$ 276 milhões.

    Subutilização da força de trabalho

    A população subutilizada no Amazonas totalizou 345 mil pessoas no primeiro trimestre de 2026. A taxa combinada de desocupação e subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 11,4%.

    Já a taxa composta de subutilização da força de trabalho atingiu 16,9%, acima dos 14,6% registrados no trimestre imediatamente anterior. O contingente de pessoas desalentadas foi estimado em 66 mil pessoas no estado, acima das 63 mil observadas no mesmo período de 2025.

  • Pint of Science reúne pesquisadores e público em programação gratuita em Manaus

    Pint of Science reúne pesquisadores e público em programação gratuita em Manaus

    Pint of Science reúne pesquisadores e público em programação gratuita em Manaus

    Com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Manaus recebe, entre os dias 18 e 20 de maio, a edição do Pint of Science Brasil, festival internacional que reúne cientistas e público em bares e restaurantes para debater temas ligados à ciência, saúde, tecnologia e meio ambiente de forma acessível e descontraída.

    Criado em 2012, na Inglaterra, o Pint of Science chegou em Manaus em 2018 e, neste ano, o festival tem a programação realizada na Casa do Pensador, Santa Brêja Gastrobar e Frankfurt Choperia, com entrada gratuita.

    A abertura do festival acontece na segunda-feira (18/06), às 19h, na Casa do Pensador, no Centro de Manaus, com a palestra “Monitoramento Ambiental, em Larga Escala, no Estado do Amazonas”, ministrada pelo pesquisador Sergio Duvoisin Junior, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM).

    Às 20h, a pesquisadora Jacqueline de Almeida Gonçalves Sachett, vencedora do programa “Para Mulheres na Ciência” 2025 na categoria Ciências da Vida, conduz a palestra “Picadas que assustam, ciência que salva”, abordando pesquisas relacionadas ao ofidismo.

    Na terça-feira (19/06), às 19h, o Santa Brêja Gastrobar, no bairro Nossa Senhora das Graças, recebe a palestra “Passado, presente e futuro na detecção precoce do câncer de mama”, ministrada pela médica radiologista Sabrina Bianco.

    Às 20h, a cientista da computação Rosiane de Freitas Rodrigues, do Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (IComp/UFAM), apresenta a palestra “Um Quantum de Prosa Tech: sua senha, o olhar do bêbado, o paralelismo da luz… bora?”, sobre computação quântica.

    Encerrando a programação, na quarta-feira (20/06), às 19h, o Frankfurt Choperia, no bairro Parque 10 de Novembro, recebe a palestra “Entre as resenhas e as evidências: Como a Ciência pode nos ajudar a entender melhor o Futebol?”, ministrada pelo professor João Cláudio Machado, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
    Às 20h, a médica e pesquisadora Adele Schwartz Benzaken conduz a mesa “Na mesa do bar, uma roda de conversa: infecções sexuais sem tabus”, ao lado dos especialistas José Carlos Gomes Sardinha, Marcel Heibel e Eduardo Jorge Sant’Ana Honorato.

    O Pint of Science integra as ações de incentivo à difusão científica e valorização do conhecimento promovidas pelo Governo do Amazonas, fortalecendo iniciativas que aproximam pesquisadores da população e ampliam o acesso ao debate científico em espaços culturais e de convivência da capital amazonense.

  • Ciência e tradição fortalecem a bioeconomia liderada por mulheres na Amazônia

    Ciência e tradição fortalecem a bioeconomia liderada por mulheres na Amazônia

    Ciência e tradição fortalecem a bioeconomia liderada por mulheres na Amazônia

    A Embrapa apresentou nesta quinta-feira (14/5) o projeto “Potencializando a Bioeconomia: Inovação e Competitividade nas Cadeias Produtivas da Biodiversidade Amazônica”, iniciativa do programa Euroclima, resultado da cooperação internacional entre o Governo Brasileiro e a União Europeia (UE).

    A ação ocorreu em Belém (PA), durante a terceira edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS), evento dedicado ao debate de soluções para a bioeconomia amazônica e que conta com a Embrapa como co-realizadora, por meio do Projeto Sustenta e Inova.

    O projeto vai beneficiar iniciativas de bioeconomia protagonizadas por mulheres de populações tradicionais nos estados do Amapá, Pará e Roraima, apoiando a profissionalização de produtos já desenvolvidos em parceria com a Embrapa e ampliando o acesso a novos mercados.

    A apresentação foi conduzida pela diretora-executiva de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa, Ana Euler, com a participação das pesquisadoras Laura Abreu, da Embrapa Amazônia Oriental; Hyana Lima Primo, da Embrapa Roraima; e Monica Rondon, representante da Expertise France, agência financiadora do projeto, integrantes do projeto.

    Compromisso global e inovação social

    A iniciativa está alinhada às celebrações de 2026 como o Ano Internacional da Mulher Agricultora, instituído pela ONU, e reforça o compromisso do governo brasileiro e da Embrapa com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 5 — Igualdade de Gênero.

    Para a diretora da Embrapa, Ana Euler, o projeto representa um avanço na forma de apoiar mulheres que já produzem, inovam e mantêm vivas cadeias da sociobiodiversidade amazônica.

    Segundo ela, a partir de 2023, com a gestão presidida por Silvia Massruhá e uma diretoria majoritariamente feminina, a instituição passou a fortalecer de maneira mais estruturada políticas voltadas à inclusão produtiva e ao protagonismo feminino no meio rural.

    “Essas mulheres já possuem conhecimento, organização e produtos consolidados. O projeto chega para dar o próximo passo: profissionalizar, agregar valor e conectar essas iniciativas a mercados sustentáveis”, destacou.

    Da experiência local ao acesso a mercados

    No coração da Amazônia, mulheres indígenas, quilombolas e ribeirinhas vêm construindo, ao lado da pesquisa científica da Embrapa, soluções produtivas baseadas no conhecimento tradicional e no uso sustentável da biodiversidade.

    Muitas dessas iniciativas já demonstraram viabilidade técnica, social e econômica. O novo projeto atua justamente na etapa seguinte: fortalecer gestão, inovação, adequação sanitária, identidade de marca e estratégias comerciais, entre outras, permitindo que esses produtos alcancem escala e competitividade.

    Assim, o saber ancestral, transformado em produto por meio da ciência, passa agora por um processo de consolidação empresarial e inserção em mercados regionais, nacionais e internacionais.

    As experiências apresentadas a seguir representam iniciativas que serão diretamente beneficiadas pelo projeto, entrando em uma nova fase de desenvolvimento.

    Jujuba e subprodutos de cupuaçu de Roraima

    Na comunidade indígena Kauwê, em Pacaraima (RR), mulheres indígenas desenvolveram, com apoio técnico da Embrapa Roraima, a produção artesanal de jujubas de cupuaçu, transformando um saber tradicional em alternativa de geração de renda.

    A iniciativa já consolidou um pequeno negócio regional baseado em práticas agroecológicas, reaproveitamento de resíduos e uso de embalagens recicladas.

    Com o novo projeto, o grupo receberá apoio para profissionalização da produção, adequação às exigências sanitárias e estruturação de uma agroindústria comunitária, ampliando a capacidade produtiva e o acesso a novos mercados.

    Inovação social e farinhas funcionais amazônicas no Pará

    Na região Bragantina, nordeste do Pará, comunidades quilombolas desenvolveram, em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental, tecnologias sociais que transformaram a produção artesanal de farinhas amazônicas em uma atividade agroindustrial organizada.

    O Projeto Rede Quirera introduziu secadores adaptados, melhorias sanitárias e capacitações em boas práticas, elevando a qualidade dos produtos e ampliando a produção de farinhas funcionais sem glúten de cará, araruta, banana, pupunha e tucumã.

    Agora, com o apoio do Euroclima, a iniciativa avança para a etapa de consolidação comercial, com foco em padronização, produção de matéria-prima, identidade de mercado e expansão para novos nichos consumidores, fortalecendo o protagonismo de mulheres e jovens nas comunidades.

    Óleo de Pracaxi e Andiroba do Amapá

    No arquipélago do Bailique (AP), extratoras ribeirinhas passaram a contar com tecnologia desenvolvida pela Embrapa Amapá para mecanizar a extração do óleo de pracaxi, reduzindo drasticamente o esforço físico e aumentando a produtividade.

    A inovação permitiu transformar uma atividade tradicional em uma cadeia produtiva com alto potencial econômico para o mercado cosmético, com prospecção ao uso na indústria de fármacos.

    Com o novo projeto, o grupo será apoiado na profissionalização da cadeia, novos produtos, melhoria dos processos produtivos, certificações e estratégias de comercialização, permitindo ampliar renda e garantir sustentabilidade de longo prazo à atividade.

    Sobre o projeto

    O projeto “Potencializando a Bioeconomia: Inovação e Competitividade nas Cadeias Produtivas da Biodiversidade Amazônica” é resultado do programa Euroclima, parceria entre Brasil e União Europeia, executada pela Embrapa em colaboração com a Expertise France e a Funarbe.

    A iniciativa fortalece a bioeconomia amazônica ao impulsionar negócios liderados por mulheres, promovendo inovação, inclusão produtiva e valorização do conhecimento tradicional associado à biodiversidade.

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