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  • Câmara aprova projeto que torna permanentes os incentivos para a indústria da reciclagem

    Câmara aprova projeto que torna permanentes os incentivos para a indústria da reciclagem

    A Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna permanentes os incentivos à indústria de reciclagem previstos na Lei 14.260/21. A proposta também aumenta de 1% para 4% a dedução do Imposto de Renda permitida à pessoa jurídica que destinar recursos a projetos do setor.

    O prazo final para que indústrias e entidades dedicadas à reutilização, ao tratamento e à reciclagem de resíduos sólidos produzidos no território nacional usufruam dos benefícios acabaria em 31 de dezembro de 2026.

    De autoria do deputado Ronaldo Nogueira (Republicanos-RS), o Projeto de Lei 1361/25 foi aprovado com substitutivo do relator, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). O texto será enviado ao Senado.

    Os incentivos foram criados pela Lei 14.260/21, mas a regulamentação que efetivamente permitiu às empresas contarem com os benefícios foi publicada apenas em dezembro de 2024, ocasionando um prazo de apenas dois anos de vigência.

    Essa lei permite que pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real deduzam do Imposto de Renda valores aportados em projetos previamente aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente relacionados ao tema.

    Os projetos podem ser de:

  • capacitação e assessoria técnica, inclusive de intercâmbios;
  • incubação de micro e pequenas empresas ou cooperativas de reciclagem;
  • implantação e adaptação de infraestrutura física desses empreendedores;
  • compra de equipamentos e veículos para a coleta seletiva e beneficiamento de materiais; ou
  • fortalecimento da participação dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas cadeias de reciclagem.
  • Total a deduzir
    Na lei vigente, o total que as empresas incentivadoras podem deduzir é de 1% do imposto devido, e a proposta aprovada pela Câmara aumenta esse percentual para 4%.

    Em razão disso, o relator, deputado Arnaldo Jardim, acatou emenda do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) para condicionar o limite total de renúncia fiscal à previsão constante da Lei Orçamentária Anual (LOA).

    Arnaldo Jardim afirmou que a elevação do limite de dedução corrige uma “relevante assimetria” com os incentivos a outros setores. “Essa correção restabelece a coerência interna do próprio sistema federal de incentivos fiscais. A legislação brasileira já assegura, aos instrumentos que fomentam o desenvolvimento social e humano, tetos de dedução superiores ao hoje conferido à reciclagem”, disse.

    Jardim reconheceu que o projeto implica renúncia de receita ao tornar permanente um benefício fiscal existente. Mas, segundo ele, o impacto é previsível e limitado. “A medida tende a produzir externalidades fiscais positivas, ao reduzir os custos públicos com a gestão de resíduos sólidos e ao fomentar a atividade econômica e a geração de renda na cadeia da reciclagem”, afirmou o relator.

    Outro ponto ressaltado por Jardim foi a dimensão social da proposta, que beneficia cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. “Ao direcionar recursos para projetos de reciclagem, cria-se um ambiente favorável ao fortalecimento dessas organizações, aumentando sua capacidade operacional”, disse.

    Segundo o Atlas Brasileiro da Reciclagem 2024, organizações de catadores que dispõem de um “kit básico”, composto, ao menos, por uma prensa, uma balança e uma mesa ou esteira de triagem, alcançam produtividade média de cerca de 2,2 toneladas por trabalhador ao mês.

    Já as que não contam com essa estrutura registram produtividade média de aproximadamente 1 tonelada por trabalhador ao mês. “Os dados indicam que investimentos em infraestrutura podem mais que dobrar a produtividade dessas organizações, ampliando a recuperação de materiais recicláveis, fortalecendo sua sustentabilidade econômica e elevando a renda dos catadores”, declarou Jardim.

    Comissão nacional
    Na composição da Comissão Nacional de Incentivo à Reciclagem (CNIR), que conta com representantes de vários ministérios, da academia, dos empresários e do Parlamento, o texto aprovado pela Câmara inclui dois representantes de entidades nacionais de representação dos municípios.

    Também serão alterados representantes do Ministério da Fazenda, cujos órgãos integrantes da comissão serão da Subsecretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Secretaria de Política Econômica; e da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono.

    O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que não tinha integrante, passa a ser representado pela Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria.

    Incentivo à reciclagem
    O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), disse que a proposta vai estimular a reciclagem no Brasil. “O problema do lixo é mundial. Há países que colocam mal o lixo, prejudicando a natureza de forma degradante. Precisamos mudar essa realidade”, afirmou.

    Para o deputado Carlos Gomes (Republicanos-RS), o projeto traz oportunidade de promover justiça social, ambiental e econômica. “Justiça a mais de 1 milhão de trabalhadores que, todos os dias, estão dentro de um galpão colocando a mão em resíduos que quase ninguém quer triar e poderão ter recursos para mudar a realidade de seu trabalho”, declarou Gomes, que já foi catador de materiais recicláveis.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Homem é encontrado morto próximo de escola em Manaus

    Homem é encontrado morto próximo de escola em Manaus

    Um homem, que ainda não teve a identidade divulgada, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (14) em um terreno baldio localizado na Rua Xenxerê, nas proximidades da Escola Municipal Ana Rosa, no bairro Armando Mendes, zona Leste de Manaus.

    A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que foram acionadas após moradores encontrarem o corpo na área.

    Até o momento, as circunstâncias da morte e a identidade da vítima permanecem desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

  • PF prende mulher com 3,1 kg de entorpecente no Aeroporto de Manaus

    PF prende mulher com 3,1 kg de entorpecente no Aeroporto de Manaus

    anaus/AM. A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (14/7), uma mulher que transportava 3,1 kg de maconha do tipo skunk ocultos junto ao corpo, durante fiscalização de passageiros no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

    A prisão ocorreu durante inspeção realizada por policiais federais. A mulher embarcaria em voo doméstico com destino a Brasília/DF.

    Durante a inspeção, foram encontrados oito volumes presos ao corpo da passageira, contendo skunk, droga conhecida como uma variedade de maconha com alta concentração de THC.

    A suspeita foi presa em flagrante e encaminhada à Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, onde foram adotadas as medidas de polícia judiciária cabíveis.

  • Homem é encontrado amarrado a um coqueiro com escoriações em Maués

    Homem é encontrado amarrado a um coqueiro com escoriações em Maués

    Um homem foi encontrado amarrado a um coqueiro no quintal de uma residência, com diversas escoriações pelo corpo e pedindo ajuda, durante uma ocorrência atendida pela Polícia Militar no bairro Ramalho Júnior, no município de Maués.

    A situação ocorreu após moradores das proximidades acionarem a 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (10ª CIPM Maués), na manhã de segunda-feira (13), por volta das 9h40, informando que gritos de socorro estavam sendo ouvidos vindos dos fundos do imóvel localizado na Rua Alfredo Guimarães.

    Ao chegar ao local, a guarnição solicitou autorização ao morador da residência para ingressar no imóvel. Durante a averiguação, os policiais constataram a veracidade da denúncia e localizaram a vítima amarrada no quintal.

    Durante a ação policial, quatro indivíduos presentes na residência foram presos. A equipe realizou a abordagem e a revista pessoal nos envolvidos, adotando as medidas de segurança necessárias.

    Em razão das lesões apresentadas pela vítima, uma equipe do hospital foi acionada para prestar os primeiros atendimentos médicos. Após os procedimentos realizados no local, todos os envolvidos foram conduzidos ao 48º Distrito Integrado de Polícia (48º DIP) de Maués, onde foram apresentados à autoridade policial para a adoção das providências legais cabíveis.

    A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer as circunstâncias do caso e apurar a responsabilidade dos envolvidos.

  • Vídeo flagra suspeito tentando furtar fiação na zona Leste de Manaus

    Vídeo flagra suspeito tentando furtar fiação na zona Leste de Manaus

    Um homem foi flagrado por câmeras de segurança enquanto tentava furtar uma fiação na Rua Cupiuba, nas proximidades da Bola do Jorge Teixeira, na zona Leste de Manaus. A ação criminosa foi registrada em vídeo e circula nas redes sociais.

     

    Nas imagens, o suspeito aparece usando mochila, calça preta e blusa bege. Em seguida, ele sobe o muro de um imóvel e tenta alcançar a fiação, aparentemente com o objetivo de furtar os cabos.

    Moradores da região relataram preocupação com a frequência de casos de furto de fios, que têm causado prejuízos e interrupções no fornecimento de energia e serviços de telecomunicações.

    Até o momento, não há informações sobre a identidade do suspeito, nem confirmação de prisão.

  • Mulheres pedem aprovação imediata do projeto que torna a misoginia crime

    Mulheres pedem aprovação imediata do projeto que torna a misoginia crime

    Participantes de debate sobre o projeto de criminalização da misoginia (PL 896/2023) pediram que o texto seja votado no Plenário da Câmara dos Deputados antes das eleições. De acordo com as ativistas, a medida é fundamental para enfrentar a violência de gênero, que tem origem na cultura de ódio às mulheres.

    O debate foi promovido na quarta-feira (8) pela Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

    Já aprovado no Senado, o projeto de lei equipara a misoginia ao racismo — que é um crime inafiançável e imprescritível. A misoginia é definida como a prática, a indução ou a incitação à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa da dignidade da mulher em razão de sua condição de mulher. A pena prevista pela proposta é de dois a cinco anos de reclusão e multa.

    A autora do projeto é a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).

    Modelo civilizatório

    A secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, ressaltou que o Brasil é o quinto país que mais assassina mulheres no mundo. Para ela, o que está em jogo com a aprovação ou não do projeto não é só a vida das mulheres, mas o modelo civilizatório do país.

    “Por um lado, nós temos uma fila de mulheres a serem vitimadas por feminicídio. Por outro lado, a gente tem uma fila ainda maior de feminicidas sendo construídos; essa prática de meninos construindo listas de meninas estupráveis está acontecendo neste momento. Então é preciso dar um basta, que é aprovar o projeto de lei que criminaliza a misoginia no nosso país”, afirmou.

    Estela Bezerra disse que a aprovação do projeto vai passar à sociedade a mensagem de que não será admitida “uma mentalidade onde um corpo de uma mulher seja desrespeitado de tal forma que ela possa ser executada”.

    Aversão estrutural

    A coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher, Marlise Matos, lembrou que é dever constitucional do Estado proteger todas as pessoas contra qualquer forma de violação. No entanto, ela destaca que, na prática, a violência contra a mulher impede ou anula o exercício de todos os direitos humanos.

    “A gente precisa efetivamente avançar, porque o ódio e a discriminação funcionam como combustível para formas privadas e públicas de violência de gênero contra as mulheres, e essa aversão estrutural impede que elas ocupem mais espaços de poder”, disse Marlise Matos.

    Ela acrescentou que “os discursos de ódio são as primeiras expressões das formas de violência. Nunca começa com a facada, com o tiro, muito raramente”.

    Legislação recente

    A deputada federal Luizianne Lins (Rede-CE), que é a presidente da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, enfatizou que a legislação que tem o objetivo de proteger as mulheres é muito recente no Brasil.

    Ela lembrou que a Convenção de Belém, que foi o primeiro diploma legal a reconhecer a violência contra a mulher no país, é de 1994, e que a Lei Maria da Penha tem apenas 20 anos (entrou em vigor em 2006).

    A parlamentar pediu a mobilização das mulheres para que o projeto que criminaliza a misoginia seja aprovado — e para que a lei daí resultante seja cumprida.

    — É tudo muito recente. Só que nós não podemos esperar 12 anos de uma lei para outra. Nem muito menos esperar que as leis, por si só, só porque são leis, vão ser cumpridas. O movimento de mulheres tem de estar sintonizado o tempo inteiro com essas conquistas, porque, se não tiver mulherada na rua mobilizada, as próprias leis aprovadas por esta Casa serão invisibilizadas — argumentou a deputada.

    Urgência

    Na semana passada, os deputados federais aprovaram um requerimento de urgência para que a proposta seja votada diretamente no Plenário da Câmara (sem ter de passar pelas comissões da Casa).

    A expectativa das ativistas é que a votação ocorra antes do recesso parlamentar de julho, mas ainda não há acordo entre os partidos sobre o texto final a ser aprovado.

    Fonte: Agência Senado

  • Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho

    Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho

    Estudantes interessados em participar do processo seletivo ao Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026 tem até o dia 17 de julho para efetivar a inscrição. O candidato deve acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 

    O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.

    O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

    Vagas

    Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.

    Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.

    Regras de carência

    Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou regras de carência apresentadas anteriormente. Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da dívida e era vedada a capitalização desses juros.

    Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse período podem ser incorporados ao saldo devedor.

    A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies – até 60 meses para pessoas físicas e até 96 meses para pessoas jurídicas.

    Quem pode se inscrever

    Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:

  • ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;
  • ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;
  • não ter tirado nota zero na prova de redação;
  • ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).
  • Os candidatos que participaram do Enem na condição de “treineiro” não podem se inscrever no Fies.

    Fies Social

    O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

    Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.

    Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.

    Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.

    Cronograma

    1. inscrições: de 14 a 17 de julho;
    2. resultado: 30 de julho;
    3. complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;
    4. lista de espera: de 7 a 24 de setembro.
  • Lote especial de restituição do IRPF começa a ser pago nesta quarta

    Lote especial de restituição do IRPF começa a ser pago nesta quarta

    A Receita Federal começará a pagar o lote especial de restituição automática do imposto de renda para pessoa física (IRPF), a partir desta quarta-feira (15). Segundo o Ministério da Fazenda, a estimativa é de aproximadamente 3,5 milhões de contribuintes recebam cerca de R$ 460 milhões em restituições.

    A consulta sobre essa restituição (também conhecida por cashback) pode ser feita por meio do portal da Receita Federal no link Meu Imposto de Renda ou pelo aplicativo Receita Federal.

    O dinheiro será creditado diretamente na conta vinculada à chave Pix do tipo CPF do contribuinte.

    “Têm direito à restituição os contribuintes que não entregaram a declaração de IRPF em 2025 por não estarem obrigados, mas que apuraram valores que os credenciaram para restituição durante o ano de 2024”, informou a Fazenda.

    A partir de informações já disponibilizadas à Receita, foi possível, mesmo sem qualquer ação prévia do contribuinte, gerar declarações de receita simplificada que identificaram os valores a serem restituídos.

    Os contribuintes contemplados também poderão acessar a declaração gerada automaticamente para conferir dados, incluir informações e fazer ajustes, se necessário.

    Para receber o valor, o contribuinte deve atender aos seguintes requisitos:

  • Não estar obrigado a declarar o IRPF de 2025;
  • Não ter enviado declaração por conta própria;
  • Ter tido imposto retido na fonte em 2024;
  • Ter direito a restituição de até R$ 1 mil;
  • Estar com o CPF regular e possuir chave Pix vinculada ao CPF.
  • O lote especial tem cronograma próprio e não faz parte do calendário regular de restituições do IRPF 2026. O próximo lote regular está previsto para 31 de julho.

    A Receita orienta os contribuintes a utilizarem apenas os canais oficiais para consultas e acompanhamento do processo.

    Diferença em relação aos lotes regulares

    A Receita Federal esclarece que este lote especial de restituição automática “não integra o calendário regular de restituições do IRPF 2026, que seguem seu calendário previsto”.

    Trata-se de um lote com cronograma próprio, destinado a contribuintes que não apresentaram declaração.

    “Os lotes regulares continuam sendo pagos normalmente aos contribuintes que entregaram a declaração dentro do prazo legal. O próximo lote regular está previsto para 31 de julho”, informou a Receita.

  • SUS começa oferta gradual de insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos

    SUS começa oferta gradual de insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos

    O Ministério da Saúde está realizando a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.

    A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que, na maioria dos casos, permite apenas uma aplicação diária, enquanto outros esquemas terapêuticos podem exigir até três aplicações no mesmo período. O acesso será feito após avaliação clínica e prescrição médica, sendo o medicamento ofertado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

    O tratamento com esse fármaco contribui para um controle mais estável da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e favorece a adesão e a continuidade do tratamento, proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.

    Distribuição do medicamento aos estados

    Foram encaminhados, até esta segunda-feira (13/6), mais de 254 mil tubetes de insulina glargina para 16 estados, destinados à transição do tratamento. Também foram distribuídas 52.350 canetas reutilizáveis para a aplicação do medicamento. A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o fim de julho.

    A iniciativa de transição é decorrente de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional do medicamento e estoques mais seguros para o SUS.

    Como acessar o medicamento

    Para ter acesso ao medicamento, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. Pais, responsáveis ou cuidadores do público elegível também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela insulina glargina na unidade de saúde. O paciente e sua família serão acolhidos por uma equipe multiprofissional, que avaliará o quadro clínico e a possibilidade de transição do tratamento.

    Além disso, receberão orientações sobre o uso correto da insulina, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado do medicamento. Junto ao medicamento, será entregue uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração correta.

    A transição para o novo tratamento está sendo realizada de forma gradual na Atenção Primária à Saúde em todo o país, garantindo a segurança assistencial.

  • Pesquisa do Procon Manaus aponta redução de até 2,37% no menor preço da botija de 13 quilos em julho

    Pesquisa do Procon Manaus aponta redução de até 2,37% no menor preço da botija de 13 quilos em julho

    A Prefeitura de Manaus, por meio do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), divulgou, na quinta-feira, 9/7, o resultado da Pesquisa Mensal de Preços do Gás de Cozinha referente ao mês de julho. O levantamento identificou redução de até 2,37% nos menores preços praticados para a botija de 13 quilos em comparação com junho, ao mesmo tempo em que a botija de oito quilos apresentou aumento de 1,27% e a de sete quilos registrou redução de 2,60%.

    A presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, destacou que a pesquisa também serve como um importante instrumento de acompanhamento do mercado local. “Além de registrar as variações de preços, o levantamento permite observar o comportamento do setor ao longo dos meses e fornece informações que auxiliam tanto os consumidores quanto as ações desenvolvidas pelos órgãos de defesa do consumidor”, afirmou.

    Realizada no dia 9/7, a pesquisa analisou os preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) em 29 estabelecimentos distribuídos pelas diferentes zonas da capital amazonense. O estudo contemplou as botijas de sete quilos, oito quilos e 13 quilos comercializadas pelas distribuidoras Amazongás e Fogás e teve como objetivo ampliar a transparência nas relações de consumo e oferecer informações que auxiliem a população na comparação de preços e na organização do orçamento doméstico.

    A metodologia aplicada utilizou coleta híbrida de dados para ampliar a precisão dos resultados. O levantamento considerou três fontes distintas: consulta ao levantamento oficial da Agência Nacional do Petróleo (ANP), cotação direta em revendedoras da Amazongás e monitoramento de preços por meio dos canais digitais oficiais da Fogás, permitindo uma análise mais abrangente do comportamento dos valores praticados no mercado local.

    Entre os resultados da pesquisa, o menor preço encontrado para a botija de 13 quilos da Fogás foi de R$ 123, enquanto a menor oferta da Amazongás para o mesmo modelo foi de R$ 121. Já os maiores valores identificados chegaram a R$ 130 e R$ 134, respectivamente.

    Nas botijas menores, o levantamento apontou que a de oito quilos da Fogás apresentou preços entre R$ 79,99 e R$ 84,99. Já a botija de sete quilos da Amazongás variou entre R$ 75 e R$ 86 entre os estabelecimentos pesquisados.

    Na comparação com o mês anterior, o estudo identificou redução de R$ 2,99, equivalente a 2,37%, no menor preço da botija de 13 quilos da Fogás, que passou de R$ 125,99 para R$ 123. Já a botija de 13 quilos da Amazongás apresentou redução de R$ 2, correspondente a 1,63%, passando de R$ 123 para R$ 121. Entre as botijas menores, o modelo de oito quilos da Fogás registrou aumento de R$ 1, equivalente a 1,27%, passando de R$ 78,99 para R$ 79,99. Já a botija de sete quilos da Amazongás apresentou redução de R$ 2, correspondente a 2,60%, saindo de R$ 77 para R$ 75.

    O Procon Manaus reforça que os valores correspondem aos preços identificados no dia de realização da pesquisa e podem sofrer alterações posteriores, além de não incluírem eventuais taxas de entrega domiciliar. A orientação é que os consumidores pesquisem antes da compra e utilizem o levantamento como referência para economizar e fazer escolhas mais conscientes.

    Confira a pesquisa completa

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