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  • Polícia apreende drogas e equipamentos do tráfico após denúncia anônima

    Polícia apreende drogas e equipamentos do tráfico após denúncia anônima

    Uma denúncia anônima resultou na apreensão de entorpecentes e materiais utilizados no tráfico de drogas na quinta-feira (23), no beco Airão, bairro Praça 14 de Janeiro, zona sul de Manaus. A ação foi realizada por equipes da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (ROCAM), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM).

    Segundo a corporação, as informações repassadas por meio do canal de denúncias da ROCAM indicavam que um homem, cujas características físicas e vestimentas foram detalhadas, estaria comercializando drogas na região.

    Ao chegarem ao endereço informado, os policiais flagraram um grupo de suspeitos, que percebeu a aproximação das equipes em motocicletas e fugiu pelas ruelas do beco. Apesar das buscas realizadas nas imediações, nenhum dos envolvidos foi localizado.

    Durante a varredura no local utilizado pelos suspeitos, os militares encontraram um tablete de maconha, porções médias da mesma droga, porções de cocaína e uma balança de precisão, equipamento geralmente utilizado para o fracionamento e a comercialização de entorpecentes.

    Todo o material apreendido foi encaminhado ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no bairro Praça 14 de Janeiro.

    A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) ficará responsável pelas investigações para identificar os responsáveis pelo material apreendido e dar continuidade às diligências.

  • Feto humano é encontrado em terreno baldio na zona leste de Manaus

    Feto humano é encontrado em terreno baldio na zona leste de Manaus

    Um feto humano foi encontrado na manhã desta quinta-feira (23) em um terreno baldio localizado na rua Canela, próximo a um igarapé, no bairro João Paulo, zona leste de Manaus. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, da Perícia Técnico-Científica e do Instituto Médico Legal (IML).

    De acordo com informações da Polícia Militar, o caso foi comunicado ao Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) por uma moradora da região. Segundo o relato, crianças que brincavam nas proximidades encontraram algo suspeito em uma área de mata e avisaram que poderia se tratar do corpo de um animal. Ao verificar a situação, a mulher constatou que era um feto humano.

    A perícia preliminar estima que o feto tinha entre dois e três meses de gestação. Conforme os primeiros levantamentos, havia marcas recentes de sangue e não foram identificados sinais aparentes de decomposição, o que indica que o abandono pode ter ocorrido há pouco tempo.

    Ainda segundo as informações iniciais, a principal linha de investigação aponta que houve uma tentativa de ocultação do corpo em uma cova rasa. No entanto, por razões ainda desconhecidas, o feto acabou sendo deixado parcialmente exposto no terreno.

    Durante a apuração no local, crianças relataram aos policiais terem visto um homem descendo uma escadaria em direção ao terreno segurando uma faca. O suspeito foi descrito como um idoso, de pele parda e porte físico avantajado. Após passar pela área, ele teria deixado o local. A informação faz parte dos relatos colhidos pela polícia e será investigada.

    A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnico-Científica, enquanto o Instituto Médico Legal realizou a remoção do feto para exames que poderão auxiliar na investigação.

  • Nova lei atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios

    Nova lei atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios

    Entrou em vigor nesta quarta-feira (22) a Lei 15.472, de 2026, que atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios, ou seja, permite que esse dinheiro seja classificado como essencial para a sobrevivência do advogado.

    Publicada no Diário Oficial da União, a norma muda o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (Lei 8.906, de 1994) para determinar que os honorários, definidos em sentença judicial ou em contrato com o cliente, são títulos executivos de natureza alimentar. Devem, portanto, ter o pagamento priorizado em caso de falência, concordata, concurso de credores, insolvência civil e liquidação extrajudicial.

    Pela nova lei, os honorários dos inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) incluem salários, vencimentos, proventos, pensões, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. Os advogados também terão prioridade no recebimento de precatórios (dívidas do poder público em decorrência de ações judiciais).

    Antes, somente os honorários devidos aos advogados vitoriosos nas ações judiciais eram reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como de natureza alimentar.

    A Lei 15.472 originou-se de projeto de lei do senador Carlos Portinho (PL-RJ), PL 850/2023. A votação do texto foi concluída pelo Congresso Nacional em abril deste ano.

    Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

    Fonte: Agência Senado

  • Sancionada lei que cria estratégia para fortalecer produção de medicamentos

    Sancionada lei que cria estratégia para fortalecer produção de medicamentos

    O Brasil terá uma Estratégia Nacional de Saúde do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ensceis), com o objetivo de estimular a produção nacional de medicamentos, vacinas, equipamentos e outros produtos e tecnologias de saúde e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista na Lei 15.471, de 2026, sancionada com vetos pela Presidência da República e publicada nesta terça-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU).

    A lei tem origem no PL 2.583/2020, do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ). No Senado, a matéria foi relatada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), que defendeu a proposta com base na necessidade de reduzir a dependência do país em relação a produtos e insumos de saúde importados.

    A estratégia tem como diretrizes o fortalecimento do SUS, ampliação do acesso a tecnologias de saúde, capacitação de profissionais e incentivo à pesquisa, desenvolvimento, inovação e produção nacional. Entre os objetivos estão ampliar o acesso universal à saúde, estimular investimentos e preparar o sistema para emergências de saúde pública.

    Segundo o relator, a dependência de importações pode aumentar a vulnerabilidade do sistema de saúde, como no caso da pandemia do Covid-19.

    “Essa dependência implica a transferência permanente de renda ao exterior, além da ausência de poder de barganha nas negociações de preço e a vulnerabilidade do sistema a choques de oferta. Assim, faz-se necessária a construção de um parque produtivo nacional robusto”, afirma o senador no parecer.

    Para instituir a estratégia, a norma altera normas relacionadas à vigilância sanitária (Lei 6.360, de 1976), às licitações e contratos administrativos (Lei 14.133, de 2021) e à organização do SUS (Lei 8.080, de 1990).

    Empresas estratégicas de saúde

    Pelo texto, as empresas que desejarem se qualificar como “empresa estratégica de saúde” (EES) deverão atender a condições mínimas, como:

  • terem como finalidade social a realização de atividades produtivas, de pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico, além do desenvolvimento de parque industrial voltado ao planejamento estratégico em saúde;
  • disporem, no país, de instalação industrial para fabricação de “produto estratégico de saúde” (PES);
  • apresentarem histórico de atividade produtiva e de inovação; e
  • terem capacidade de assegurar continuidade e expansão produtiva no Brasil.
  • O credenciamento das EES deverá ser feito por ato do Poder Executivo, em procedimento regulamentado que estabelecerá os ministérios responsáveis pela governança. O Executivo poderá descredenciar a empresa, de ofício ou a pedido, caso entenda haver riscos à soberania nacional e ao abastecimento do SUS. O texto prevê monitoramento permanente dos preços praticados nos mercados nacional e internacional.

    As empresas estratégicas de saúde terão direito a prioridade em trâmites regulatórios, incluindo registros, licenças e autorizações, em chamamentos públicos e processos seletivos relacionados a pesquisa, desenvolvimento, inovação ou produção de PES, e acesso facilitado a linhas de crédito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As linhas de crédito poderão incluir taxas de juros competitivas, prazos de pagamento ajustáveis e carência para o pagamento do principal.

    A lei também disciplina instrumentos de parceria no Complexo Econômico-Industrial da Saúde, incluindo as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) e as Encomendas Tecnológicas em Saúde (Etecs). Além disso, são previstas normas específicas para a contratação de produtos estratégicos de saúde pela administração pública.

    Vetos

    O governo federal vetou cinco trechos do projeto. O primeiro previa a exigência de compensação tecnológica em saúde no caso de aquisições de produtos estratégicos de saúde importados. O Executivo justificou que a obrigatoriedade poderia elevar o preço dos produtos e, consequentemente, ampliar os custos do SUS. Além disso, segundo o governo, a Lei de Licitações e Contratos Administrativos já permite a exigência de compensação tecnológica em saúde.

    Outro trecho vetado determinava que o Poder Executivo estabelecesse uma escala de aplicação de alíquotas de imposto de importação compatíveis com a competitividade das empresas estratégicas de saúde no mercado nacional. O dispositivo também previa a avaliação contínua, em conjunto com o setor privado nacional, da necessidade de medidas de defesa comercial contra práticas desleais. Ao vetar, o governo argumentou que vincular decisões de política tarifária à promoção de um setor específico restringiria a liberdade do Poder Executivo para utilizar o imposto de importação como instrumento de política econômica e comercial.

    O Executivo também vetou a alteração da definição legal de “medicamento de referência”. O texto aprovado pelo Congresso retirava da definição a exigência de que o produto tivesse produção no país. Segundo o governo, a mudança poderia dificultar o desenvolvimento de medicamentos genéricos e similares, aumentar a dependência da produção externa e sujeitar o SUS a crises de disponibilidade de produtos e a flutuações cambiais.

    Também foi vetado o dispositivo que vedava a importação, sem registro perante a autoridade sanitária federal, de produtos fabricados no território nacional por uma empresa estratégica de saúde (EES), salvo nas exceções previstas no projeto. Segundo o governo, a medida restringiria as possibilidades de autorização do Ministério da Saúde para a importação de produtos e prejudicaria a gestão do SUS.

    Por fim, o governo vetou a alteração estabelecendo que o registro de medicamentos e de insumos farmacêuticos ficaria sujeito à comprovação da certificação de boas práticas de fabricação. A justificativa foi que a alteração já havia sido promovida pela Lei 15.440, de 2026, sancionada recentemente.

    O Congresso Nacional deverá deliberar, em sessão conjunta em data ainda a ser definida, se mantém ou se rejeita os vetos.

    Fonte: Agência Senado

  • Manaus intensifica combate à poluição visual com retirada de publicidade irregular em avenidas de Manaus

    Manaus intensifica combate à poluição visual com retirada de publicidade irregular em avenidas de Manaus

    Nesta quinta-feira, 23/7, mais uma ação de combate à poluição visual na capital, com a retirada de faixas, banners, windbanners, cartazes e outros engenhos publicitários instalados de forma irregular em importantes corredores viários da capital amazonense.

    A operação percorreu as avenidas Dr. Theomário Pinto da Costa, rotatória das Letras, Jacira Reis e Djalma Batista, seguindo até a João Valério, removendo materiais afixados em desacordo com a legislação municipal e que comprometem a paisagem urbana, além de ocuparem indevidamente o espaço público.

    A ação contou com a participação de equipes do Implurb, da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), por meio da Guarda Municipal, e do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).

    Paisagem

    Além de causar impacto negativo na paisagem, a publicidade irregular pode interferir na sinalização de trânsito, prejudicar a mobilidade urbana e comprometer a segurança de motoristas e pedestres. A colocação de faixas em excesso danificou um semáforo localizado nas vias percorridas hoje. A equipe da IMMU acionou agentes para fazer a manutenção.

    Empresas e pessoas físicas ou jurídicas que instalarem publicidade em locais proibidos estão sujeitas à aplicação de multas previstas no Código de Posturas de Manaus (Lei Complementar nº 5/2014), que variam de quatro a 70 Unidades Fiscais do Município (UFMs), conforme a gravidade da infração.

    Entre os locais onde a instalação de publicidade é proibida estão postes de iluminação e telefonia, árvores, calçadas, sinalização de trânsito, pontes, viadutos, passarelas, monumentos, equipamentos públicos e demais áreas de uso comum.

    As ações de fiscalização e retirada de material irregular são realizadas de forma contínua pelo Implurb, com o objetivo de preservar a paisagem urbana, garantir o cumprimento da legislação e promover uma Manaus mais organizada para todos.

  • Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens

    Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens

    A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina.

    Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%. 

    A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde.

    Nos dois períodos, o foco foram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:

    “Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado”

    Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%.

    Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas pessoas não vacinadas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%.

    De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo “efeito rebanho”:

    “Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV.”

    Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa.

    Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público.

    “Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero”, destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa.

    Vacinação eficaz

    Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante.

    A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses.

    A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma.

    Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero.

    O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus têm potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos.

  • Previsão de ciclones para salvar vidas ainda está subaproveitada, diz OMM

    Previsão de ciclones para salvar vidas ainda está subaproveitada, diz OMM

    A previsão probabilística de ciclones tropicais pode ajudar a melhorar os avisos precoces e a preparação para catástrofes. No entanto, vários Estados continuam a não integrar a informação nos seus sistemas de decisão.

    O aviso é da Organização Meteorológica Mundial, OMM, que tem vindo a trabalhar com serviços meteorológicos de vários países, promovendo a adoção da previsão probabilística de ciclones tropicais nas diversas regiões.

    Tecnologias existem, mas não chegam às pessoas

    Os resultados preliminares de uma análise da OMM a 78 países demonstram que apenas 43% dos respondentes utilizam atualmente previsões probabilísticas de forma operacional, enquanto mais de metade não as utiliza ou ainda está em fase de transição.

    As tecnologias probabilísticas têm-se tornado cada vez mais sofisticadas, sendo capazes de refletir a incerteza associada a uma tempestade, mapear a probabilidade de impacto, estimar a velocidade do vento e prever a maré associada a uma determinada tempestade.

    Inteligência artificial aumenta o grau de exigência

    O desenvolvimento de modelos meteorológicos baseados em inteligência artificial, IA, tem impulsionado as capacidades de previsão dos serviços meteorológicos nos últimos anos, mas também acarreta novos riscos.

    A OMM sublinha que os previsores continuam a precisar de avaliar a informação, traduzir a incerteza em orientações concretas e garantir uma comunicação clara com os responsáveis pela gestão de catástrofes.

    A ciência que sustenta a previsão probabilística de ciclones tropicais nunca foi tão robusta. O desafio agora é garantir que essa informação chega aos previsores, aos gestores de emergência e às comunidades antes da próxima tempestade.

  • Copa da Floresta Bemol: Última comitiva da FAF chega à Manicoré

    Copa da Floresta Bemol: Última comitiva da FAF chega à Manicoré

    No início da noite desta quinta-feira (23), a última comitiva da Federação Amazonense de Futebol (FAF) chegou ao município de Manicoré, que receberá a grande final da 4ª edição da Copa da Floresta Bemol 2026, entre a seleção de casa e Benjamin Constant. A logística contou com duas lanchas que partiram de Manaus com profissionais de imprensa, presidentes das Ligas Desportivas, a equipe de arbitragem e a delegação da seleção benjamiense.

    A primeira embarcação deixou a capital às 2h30, seguida pela segunda, às 4h30. A viagem faz parte do planejamento da FAF, para garantir que todos os profissionais que atuarão na partida cheguem a Manicoré com segurança, conforto e tenham à disposição a estrutura necessária para protagonizar um espetáculo histórico, dentro e fora do gramado.

    A preparação para o duelo final reforça o compromisso da FAF com a valorização do esporte no interior do Amazonas, e com a excelência da maior competição de futebol não profissional da Região Norte.

    A final

    Manicoré e Benjamin Constant se enfrentam nesta sexta-feira (24), às 20h, no estádio Flávia Brand, o Bacurauzão, em Manicoré, e protagonizam a final da Copa da Floresta Bemol 2026, com transmissão pelo Portal Globo Esporte, pelo site Amazon Sat e pelo YouTube da TV FAF.

  • Julho Verde reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

    Julho Verde reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

    eridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e caroços no pescoço são sinais que merecem atenção e podem indicar câncer de cabeça e pescoço. Durante o Julho Verde, mês nacional de conscientização sobre a doença, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população sobre prevenção e diagnóstico precoce, além do acesso ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Os cânceres de cabeça e pescoço reúnem tumores que atingem estruturas como boca, língua, garganta, laringe, faringe, cavidade nasal, tireoide e glândulas salivares. Grande parte dos casos está relacionada ao tabagismo e ao consumo de bebidas alcoólicas. Alguns tipos também estão associados à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), especialmente pelo HPV-16, um dos principais fatores de risco para o câncer de orofaringe.

    Instituída por lei, a campanha Julho Verde busca ampliar o conhecimento da população sobre os fatores de risco e os sinais da doença, além de incentivar a prevenção e a procura pelos serviços de saúde diante de sintomas suspeitos.

    Sinais de alerta e tratamento pelo SUS

    Os principais sinais de alerta incluem feridas na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas na boca, rouquidão por mais de três semanas, dor ou dificuldade para engolir, sensação de corpo estranho na garganta, ínguas persistentes no pescoço, sangramento nasal recorrente e perda de peso sem causa aparente.

    No caso de câncer de tireoide, o principal sinal é o aparecimento de um nódulo no pescoço, especialmente quando apresenta crescimento rápido ou é acompanhado de rouquidão ou dificuldade para engolir.

    Ao identificar um desses sinais, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Após a avaliação, o paciente será encaminhado, se necessário, para atendimento especializado. A confirmação do diagnóstico é feita por biópsia, seguida de exame anatomopatológico.

    O cuidado é organizado pela Rede de Prevenção e Controle do Câncer, que integra ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado. Conforme a indicação clínica, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, de forma isolada ou combinada.

    Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso do tratamento e menores os riscos de sequelas. Nos estágios iniciais, muitos casos podem ser tratados com apenas uma modalidade terapêutica, o que contribui para preservar funções importantes, como fala, deglutição e respiração.

    Nos últimos cinco anos, o SUS realizou mais de 500 mil procedimentos relacionados ao tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço.

    Medidas de prevenção

    Para ajudar a prevenir a doença, é recomendado evitar o cigarro e outros produtos derivados do tabaco, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação saudável, cuidar da saúde bucal, consultar o dentista regularmente e proteger os lábios e o rosto durante a exposição ao sol.

    A vacinação contra o HPV , oferecida gratuitamente pelo SUS para pessoas de 9 a 14 anos, também ajuda a prevenir infecções associadas a diferentes tipos de câncer, incluindo alguns tumores de orofaringe.

    Por Camila Marques

  • Instituto oferta aulas gratuitas de ‘Breaking’ para crianças na Zona Leste de Manaus

    Instituto oferta aulas gratuitas de ‘Breaking’ para crianças na Zona Leste de Manaus

    O Instituto de Artes Plano Perfeito está com inscrições abertas para a nova turma de Breaking Infantil, que será ministrado na sede da instituição, na rua Tocantinópolis, n. 307, no bairro Grande Vitória, na Zona Leste de Manaus.

    De acordo com a instituição, podem participar crianças com idade entre 7 e 10 anos, de ambos os sexos, com disponibilidade para as aulas nos dias de terça e quinta-feira, das 18h30 às 20h.

    As inscrições são feitas mediante o preenchimento de formulário digital disponível na bio do Instagram do instituto (@projetoplanoperfeito). O documento segue disponível para os pais e/ou responsáveis até a próxima segunda-feira (28).

    O curso, que deve iniciar no dia 4 de agosto, busca estimular disciplina, criatividade, convivência, autoestima e expressão artística, além de aproximar as crianças da cultura Hip Hop.

    Currículo do professor

    As aulas, que começam no dia 4 de agosto, serão ministradas pelo professor Wilson Carlos, o b-boy Bolota, de 31 anos, que faz parte dos grupos Nativos Crew, e Ritmo3 Crew.

    O artista atua há mais de 18 anos no Breaking e acumula vasta experiência no cenário do hip-hop local e também já participou de competições nacionais em São Paulo, Brasília, Boa Vista, Santarém e Goiânia, e outras internacionais.

    No cenário regional, o dançarino de Breaking já participou de eventos, seja como artista ou jurado, em cidades como Coari, Maués, Itacoatiara, Iranduba e Manacapuru.

    Para o professor, o Breaking ultrapassa o campo da performance, a dança constrói outros pilares importantes na vida dos praticantes da modalidade.

    “O Breaking, a dança na minha vida, tem vários benefícios, como melhorar capacidade cardiorrespiratória, fortalecer a musculatura, aumentar a flexibilidade e a coordenação motora. Mentalmente, alivia o estresse por liberar endorfina, combate a timidez e promove o desenvolvimento social e a autoexpressão através da dança”, destacou.

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