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  • Homem é preso com 54 porções de oxi após resistência à prisão

    Homem é preso com 54 porções de oxi após resistência à prisão

    Homem é preso com 54 porções de oxi após resistência à prisão

    A Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), na tarde de domingo (11/05), prendeu um homem, de idade não informada, com entorpecentes durante uma ação realizada no bairro João Paulo, zona leste de Manaus. Na ocorrência, foram apreendidos cerca de 200 gramas de maconha, 54 trouxinhas de oxi, uma balança de precisão, um aparelho celular e R$ 27 em espécie.

    Os policiais militares receberam uma denúncia anônima, por meio da linha-direta da 30ª Cicom, informando que um homem estaria utilizando e comercializando entorpecentes em uma área de mata localizada na Rua Cravinho. A denúncia também repassava as características físicas e as vestimentas do suspeito.

    A equipe da PMAM foi até o local e realizou um cerco na área. Durante a aproximação, os policiais militares identificaram o suspeito com as mesmas características informadas. Ao perceber a presença da viatura, ele tentou fugir em direção à área de mata, mas foi alcançado.

    Segundo os PMs que atenderam a ocorrência, durante a abordagem o homem resistiu à prisão entrando em luta corporal com um dos policiais militares e tentando tomar a arma de fogo do agente. Foi necessário o uso moderado da força para conter o suspeito, que acabou sendo algemado.

    Durante as buscas, os policiais militares encontraram uma sacola contendo aproximadamente 200 gramas de maconha, 54 trouxinhas de oxi, uma balança de precisão utilizada para o fracionamento das drogas, além de um aparelho celular e R$ 27 em espécie em posse do homem, que foi preso e conduzido ao 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

    Denúncia

    A Polícia Militar do Amazonas orienta a população a informar, imediatamente, ao tomar conhecimento da ação criminosa, por meio do disque denúncia 190. A identidade do denunciante será mantida em sigilo.

  • Apocalipse nos Trópicos e O Agente Secreto vencem Prêmios Platinos

    Apocalipse nos Trópicos e O Agente Secreto vencem Prêmios Platinos

    Apocalipse nos Trópicos e O Agente Secreto vencem Prêmios Platinos

    O audiovisual brasileiro foi consagrado mais uma vez em um prêmio internacional. O Agente Secreto faturou quatro Prêmios Platinos, na noite de sábado (9), em uma cerimônia em Cáncun, no México. 

    O filme Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, também venceu como Melhor Documentário a 13ª edição da premiação, a mais importante do cinema ibero-americano. O evento promove séries e filmes da América Latina, Portugal e Espanha.

    Nesse sábado, o filme de Kleber Mendonça ganhou mais quatro Prêmios Platinos: Melhor Filme, Roteiro, Diretor e Ator, sendo a primeira vez que um brasileiro ganha o troféu de Melhor Ator. Em 2025, Fernanda Torres foi eleita Melhor Atriz por sua atuação como Eunice Paiva, em Ainda Estou Aqui – o grande vencedor da premiação, no ano passado. Os prêmios somam-se a outros quatro Platinos que a produção já havia recebido.

    Em O Agente Secreto, Moura interpreta Armando, um professor universitário perseguido pela ditadura militar. Na história, ele precisou fugir de São Paulo para Recife e assumir uma nova identidade. Ambientado na década de 1970, a filme traz vários elementos da cultura pernambucana, como a lenda da perna cabeluda, além da Banda de Pífanos de Caruaru. Tanto o som, como as escolhas da direção de arte, são parte da história.

    Ao receber a estatueta prateada, Mendonça celebrou a oportunidade de contar histórias em meio a um cenário de desinformação. “É um momento onde a verdade está sendo discutida e manipulada”, afirmou.

    “De fato, é um momento de mentiras no mundo, mas o cinema é um poderoso instrumento para narrativas cheias de poesia, de aventuras fantásticas, drama humano, histórias de amor e afeto, com verdade e honestidade”.

    O Agente Secreto soma oito Prêmios Platinos

    O ator Wagner Moura estava em uma produção na Espanha e não pode comparecer ao evento. Em discurso de agradecimento lido por Mendonça, o ator brasileiro comemorou:

    “Amo os Prêmios Platino, ver nossa cinematografia celebrada, encontrar amigos, descobrir talentos, filmes, artistas, trabalhadores do cinema falado em portugês e espanhol (…). Amo cada vez que percebo o Brasil integrado a uma cultura abrangente”

    Ele dedicou o prêmio a Mendonça, que confirmou o convite para o artista participar de seu próximo filme.

    Há poucos dias, Moura, vencedor do Globo de Ouro, tinha sido eleito Melhor Ator pelo júri popular do Platino, consagrando o ator brasileiro que este ano disputou o Oscar.

    Pela Direção de Arte, Música e Montagem, O Agente Secreto já havia levado três estatuetas, anunciadas previamente, para os criadores Thales Junqueira, os irmãos Tomaz e Mateus Alves, além de Eduardo Serrano e Matheus Farias.

    No evento, o filme de Petra Costa, Apocalipse nos Trópicos, venceu a categoria Documentário, superando produções do Paraguai e da Espanha. O longa-metragem acompanha o governo de Jair Bolsonaro, retrata a tentativa frustrada de golpe de Estado em 2023 e discute a influência da fé evangélica na política brasileira.

    Ao receber a estatueta, o produtor e pesquisador de Apocalipse nos Trópicos, Brunno Pacini, declarou que os documentários “têm a capacidade de transformar o trauma em memória e a memória em movimento” e agradeceu aos envolvidos no projeto.

    Entre as séries, a brasileira Beleza Fatal, que se assemelha a uma novela, também levou o troféu de Melhor Série de Longa Duração. A diretora Maria de Médicis saudou o diretor de TV Dennis Carvalho, que faleceu há poucos meses, e celebrou o gênero novela, referência no audiovisual de toda a América Latina. “Viva a novela, viva o Brasil”, comemorou.

    Nesta edição do Platino, o Brasil teve sete produções indicadas concorrendo, em 36 categorias, com cerca de 100 produções indicadas da ibero-américa.

  • 1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    1ª semana de jogos termina com definições e rodada histórica

    A Copa da Floresta Bemol 2026 encerrou neste domingo (10), sua primeira semana oficial de jogos após dias intensos de disputas pelo Amazonas mais profundo. A competição começou oficialmente na última quarta-feira (06/05), em Nhamundá, sede da abertura da competição, e desde então mobilizou municípios de diferentes regiões do estado com confrontos decisivos, rivalidades regionais e disputas abertas até os minutos finais.

    Depois da cerimônia de abertura e dos primeiros jogos realizados em Nhamundá, a competição ganhou força a partir da quinta-feira (07/05), quando as sedes espalhadas pelo Amazonas iniciaram simultaneamente a sequência de partidas da fase regional. Ao longo da semana, a Copa da Floresta Bemol consolidou uma das rodadas mais movimentadas da atual edição, encerrada neste domingo com definições importantes nas regiões 5 e 6.

    O principal destaque ficou para a região 6, onde a Federação Amazonense de Futebol (FAF) realizou, de forma inédita, confrontos simultâneos coordenados pela Diretoria de Competições (DCO). Os jogos começaram exatamente às 16h em diferentes municípios.

    As partidas aconteceram simultaneamente em Itacoatiara, Silves, Urucará e Nhamundá, todos os coordenadores de sede estavam conectados diretamente através de vídeo conferência à sede da FAF, em Manaus.

    Resultados do dia

    Urucurituba 3 x 0 Presidente Figueiredo

    Parintins 0 x 1 Barreirinha

    Itacoatiara 2 x 1 Rio Preto da Eva

    Silves 7 x 0 Itapiranga

    Urucará 0 x 3 São Sebastião do Uatumã

    Nhamundá 0 x 1 Maués

    Classificados da região 6

    Com os resultados, avançaram para a próxima fase Itacoatiara, São Sebastião do Uatumã, Maués e Silves, que garantiu vaga como melhor segunda colocada após a vitória por 7 a 0 sobre Itapiranga.

    Em Itacoatiara, os donos da casa venceram Rio Preto da Eva por 2 a 1 e confirmaram a liderança da chave A. A vitória de Urucurituba sobre Presidente Figueiredo por 3 a 0 teve impacto direto na classificação e consolidou matematicamente Itacoatiara à frente na disputa regional.

    Na chave B, São Sebastião do Uatumã venceu Urucará fora de casa por 3 a 0 e avançou à próxima fase. Já Silves garantiu classificação como melhor segunda colocada da região.

    Na chave C, Maués derrotou Nhamundá por 1 a 0 e confirmou classificação na liderança da chave. O resultado encerrou as chances da equipe nhamundaense na disputa direta pela vaga.

    Outro confronto da rodada aconteceu em Nhamundá, no clássico entre Barreirinha e Parintins. Mesmo eliminada, Barreirinha venceu a então invicta seleção parintinense por 1 a 0 e alterou diretamente o cenário da chave.

    Barcelos avança na região 5

    Na região 5, a sede de Barcelos também teve definição da chave neste domingo. Após os confrontos decisivos, Barcelos confirmou classificação para a próxima fase da competição em uma disputa definida nos critérios de desempate.

    Santa Isabel do Rio Negro, mesmo sem chances de classificação, entrou em campo na rodada decisiva e influenciou diretamente a definição da chave. Agora a seleção barcelense espera a segunda fase da Região 5.

    As equipes classificadas seguem para a próxima etapa regional da Copa da Floresta Bemol 2026. Nas próximas semanas, os confrontos definirão os campeões de cada região, que avançarão para as semifinais da maior competição de futebol não profissional da região Norte.

  • Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    Novo gênero de caranguejo é identificado no Parque Nacional do Pico da Neblina (AM)

    o extremo norte da Amazônia brasileira, o Parque Nacional do Pico da Neblina, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), reafirma seu papel central na proteção e revelação de uma biodiversidade ainda pouco conhecida pela ciência. O território de 2,3 milhões de hectares está sobreposto a uma área Yanomami, onde um novo gênero e uma nova espécie de caranguejo de água doce foram descobertos. O achado raro reforça a importância estratégica dos povos indígenas e da unidade de conservação na preservação da biodiversidade.  

    O animal foi batizado de Okothelphusa trefauti. O nome do gênero combina “Oko”, que significa caranguejo na língua yanomami, com “thelphusa”, termo usado para caranguejos de água doce. Já a espécie homenageia o herpetólogo Miguel Trefaut Rodrigues, que liderou a expedição responsável pelo achado.

    “A gente ainda não conhece toda a biodiversidade existente. Cada nova expedição descobre formas de vida novas e únicas e, devido à grande dimensão do parque, acreditamos que encontraremos muito mais”, conta o chefe do parque, Cassiano Gatto.   

    O ambiente, protegido e monitorado pelo ICMBio, é um dos mais isolados do país, o que explica tanto a raridade de expedições quanto o surgimento de espécies únicas.  

    O chefe do parque, o biólogo Cassiano Gatto, reforça que, especialmente nas regiões mais altas das montanhas, a proporção de plantas e animais que não existem em nenhum outro lugar do planeta podem chegar a 30% do total de espécies. Condições extremas das montanhas, como solo pouco fértil e extremos de umidade e temperaturas, permitem o desenvolvimento desta biodiversidade única, o que torna sua conservação um desafio diante das consequências da mudança do clima. 

    “Ainda não exploramos as florestas de altitude, por exemplo. Há muito ainda a registrar para fazermos o monitoramento de fauna e flora nos próximos anos – contamos com a participação dos nossos parceiros Yanomami para nos ajudar nessa tarefa”, reforça a chefia da unidade.  

    Descoberta a 1.730 m de altitude  

    A descoberta, feita por pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), ocorreu durante uma expedição científica realizada em 2022 na Serra do Imeri, dentro dos limites do parque. Em um riacho de floresta de altitude, a cerca de 1.730 metros, os cientistas encontraram três indivíduos do crustáceo — um macho e duas fêmeas — enquanto realizavam coletas de girinos.  

    Mais do que uma nova espécie, o estudo — publicado na revista científica Zootaxa — confirmou algo ainda mais significativo: trata-se de um gênero completamente novo dentro da família Pseudothelphusidae, um grupo já conhecido de caranguejos de riachos montanhosos da América do Sul. Esse tipo de avanço taxonômico é considerado raro, especialmente em grupos relativamente estudados.  

    A análise foi liderada pelo zoólogo Marcos Tavares, que identificou características morfológicas e genéticas distintas no material coletado. Inicialmente, o animal parecia pertencer ao gênero Microthelphusa, usado de forma provisória em classificações incertas. No entanto, o aprofundamento dos estudos revelou uma linhagem única, levando inclusive à reclassificação de espécies venezuelanas relacionadas.  

    Segundo Tavares, o fato de a equipe ter encontrado um exemplar macho foi decisivo. Nos caranguejos dessa família, estruturas reprodutivas masculinas — chamadas gonópodos — são fundamentais para diferenciar espécies e gêneros. Essas características, altamente específicas, funcionam como uma “assinatura biológica” essencial para a taxonomia.  

    O novo caranguejo apresenta hábitos predominantemente terrestres, deslocando-se por galerias e áreas úmidas próximas a cursos d’água, onde se alimenta de pequenos invertebrados. Como outros membros da família, possui desenvolvimento direto, sem fase larval, o que limita sua dispersão e favorece o surgimento de espécies endêmicas — muitas vezes restritas a um único topo de montanha.  

    Ciência e conhecimento tradicional  

    Fortalecer a integração entre a ciência e o saber tradicional dos indígenas Yanomami é a estratégia do ICMBio no Parque Nacional do Pico da Neblina para descobrir novas espécies, conservar o bioma, os modos de vida tradicionais e seu conhecimento associado.  

    É desejo Yanomami fortalecer essa construção e integrar técnicas e ferramentas para o monitoramento e manejo dos recursos naturais: Urihi- a floresta-mãe, no idioma Yanomami.  Para isso, é fundamental inovar no ‘fazer pesquisa’, agregando valor ao conhecimento tradicional. É importante dialogar com os indígenas, consultá-los e envolvê-los nas pesquisas realizadas em seu território, revelando ainda mais saberes antes guardados, conclui Gatto.  

    Desafios Futuros 

    A mesma condição de isolamento também traz vulnerabilidades à unidade, que hoje enfrenta pressões externas, como o garimpo ilegal e o aumento da temperatura — ameaças concretas à conservação desse sistema ecológico, desenvolvido ao longo de milhares de anos. A mudança climática pode impactar diretamente esses ambientes sensíveis nos próximos anos, colocando em risco espécies que sequer foram completamente estudadas.  

    A descoberta do Okothelphusa trefauti e de outras novas espécies no local evidenciam, portanto, mais do que a riqueza biológica da região: mostra como a atuação dos indígenas Yanomami e do ICMBio, por meio do Parque Nacional do Pico da Neblina, é decisiva para que ciência e conhecimentos tradicionais caminhem juntos, protegendo a rica biodiversidade da Amazônia. 

  • Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Confira os locais das Unidades Móveis de Saúde da Mulher

    Prefeitura de Manaus informa que as Unidades Móveis de Saúde da Mulher (UBSS) das zonas Norte e rural atenderão em novos endereços a partir desta segunda-feira, 11/5. As demais unidades de saúde seguem funcionando nos mesmos locais da semana passada. Estruturadas com o objetivo de ofertar serviços e procedimentos de saúde exclusivamente para a população feminina, as unidades da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) atuam em todas as zonas geográficas de Manaus no horário das 7h às 17h.

    Na zona Norte da capital, a unidade móvel de saúde estará posicionada na rua Cáceres, s/n, Nova Cidade (praça de alimentação Menino Jesus), até o dia 22 de maio.

    Até o dia 15 de maio, as usuárias da zona Oeste podem buscar os serviços de saúde na unidade instalada na avenida José Moacir Teberga de Toledo, no bairro Planalto (USF Walid Aziz).

    Na zona Leste, a estação móvel de saúde vai funcionar na rua Coreia do Norte, s/n, Mauazinho, próximo à escola municipal Professora Maria Raimunda Marques Brasil, também até o dia 15 de maio.

    Desde o dia 27 de abril, a unidade que atende a zona Sul da capital está posicionada na rua Theodore Levitt, s/n, Parque 10 de Novembro, na comunidade Católica São Paulo Apóstolo, onde segue atendendo até o dia 15 de maio.

    Na zona rural de Manaus, as moradoras podem buscar atendimento na BR 174, quilômetro 2, na comunidade Novo Paraíso, ramal do Gurgel, lote 46, onde a unidade ficará instalada até o dia 22 de maio.

    As estruturas móveis da Semsa ofertam consultas médicas e de enfermagem, atendimento pré-natal, planejamento familiar, mamografia, ultrassonografia, coleta e exame preventivo, testes rápidos para detecção de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e dispensação de medicamentos.

    Para ter acesso aos atendimentos, as usuárias podem comparecer em qualquer das (UBSS) e apresentar o documento oficial de identidade e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). As estruturas funcionam de segunda a sexta-feira, em dias úteis, inclusive nas datas declaradas pontos facultativos pela administração municipal, das 7h às 17h.

    Confira os locais e datas de atendimento das Unidades Móveis de Saúde da Mulher (UBSS) da Semsa Manaus

    Zona Norte

    Rua Cáceres, s/n, Nova Cidade (Praça de alimentação Menino Jesus)

    11 a 22/5

    Zona Oeste

    Av. José Moacir Teberga de Toledo, Planalto (USF Walid Aziz)

    4 a 15/5

    Zona Leste

    Rua Coreia do Norte, s/n, Mauazinho (próximo à Escola Municipal Prof. Maria Raimunda Marques Brasil)

    4 a 15/5

    Zona Sul

    Rua Theodore Levitt, s/n, Parque 10 (Comunidade Católica São Paulo Apóstolo)

    27/4 a 15/5

    Zona Rural

    BR 174, Km 02, Comunidade Novo Paraíso, Ramal do Gurgel, Lote 46

    11 a 22/5

  • Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    Lei reconhece atividade circense como expressão da cultura popular

    atividade circense é reconhecida oficialmente, a partir desta segunda-feira (11), como manifestação da cultura e da arte popular em todo o território nacional.

    Lei nº 15.405, que prevê a medida, está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

    De acordo com o texto, o reconhecimento vale para todas as formas de expressão circense desenvolvidas no país, como malabarismo, acrobacias, equilíbrio (corda bamba, perna de pau) e palhaçaria.

    A norma reforça o papel histórico e cultural do circo na formação artística e na identidade cultural brasileira.

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    Com o reconhecimento oficial da atividade, o setor circense passa a ter maior respaldo institucional como patrimônio cultural, o que contribui para políticas públicas voltadas à valorização e à preservação dessa expressão artística tradicional.

  • Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Ampliação do Luz para Todos reforça acesso à energia na Amazônia Legal

    Está publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11/5) o Decreto nº 12.964 , de 8 de maio de 2026, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que amplia o alcance do Programa Luz para Todos e reforça a estratégia do Governo Federal para universalizar o acesso à energia elétrica no país. O texto atualiza as regras do Decreto nº 11.628/2023 com foco na inclusão social, no desenvolvimento produtivo e na ampliação do atendimento em regiões remotas, especialmente na Amazônia Legal.

    Com a medida, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais.

    O decreto também fortalece o uso produtivo da energia elétrica como instrumento de geração de renda e desenvolvimento socioeconômico local. A nova regulamentação permite que o Luz para Todos atenda estruturas comunitárias e produtivas no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal, beneficiando atividades ligadas à sociobioeconomia, ao agroextrativismo, ao beneficiamento de alimentos e a empreendimentos comunitários.

    Outra mudança prevista é a ampliação do prazo de execução do programa para áreas rurais até dezembro de 2028, com encerramento financeiro até 2029. O texto também determina que os novos atendimentos contem com infraestrutura resiliente, adequada às condições climáticas, territoriais e logísticas da Amazônia Legal, com foco na sustentabilidade e na redução das desigualdades regionais.

    Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário”, afirmou Lula.

    Desde a criação do Luz para Todos, em 2003, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o País, alcançando aproximadamente 17,9 milhões de pessoas. Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal.

    Lula anuncia R$ 130 bilhões em distribuição de energia e reforça ampliação do Luz para Todos

    Durante evento realizado na última sexta-feira (8/5), em Brasília, Lula destacou o impacto social do programa. “Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário”, afirmou o presidente. “Às vezes, é triste, porque tem gente que mora vizinho à hidrelétrica e não tem energia elétrica. Não é porque custa caro, é porque, muitas vezes, as pessoas mais humildes são tratadas como se fossem invisíveis”, completou.

    Segundo o Ministério de Minas e Energia, o programa já conta com orçamento aprovado de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

    “Eu lembro que, quando nós lançamos o programa, a coisa mais extraordinária que eu vi foi uma mulher dizendo que foi a primeira vez que viu o filho dormindo, porque, quando você tem um candeeiro, você não vê, é tudo um vulto. Esse programa é revolucionário. Às vezes, é triste, porque tem gente que mora vizinho à hidrelétrica e não tem energia elétrica. Não é porque custa caro, é porque, muitas vezes, as pessoas mais humildes são tratadas como se fossem invisíveis”, afirmou o presidente Lula, durante evento realizado na última sexta-feira (8/5), em Brasília.

    Com o decreto, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais.

    USO PRODUTIVO – O decreto também fortalece o uso produtivo da energia elétrica como instrumento de geração de renda e desenvolvimento socioeconômico local. A nova regulamentação permite que o Luz para Todos atenda estruturas comunitárias e produtivas no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal, beneficiando atividades ligadas à sociobioeconomia, ao agroextrativismo, ao beneficiamento de alimentos e a empreendimentos comunitários.

    AMPLIAÇÃO DO PRAZO – Outra mudança prevista é a ampliação do prazo de execução do programa para áreas rurais até dezembro de 2028, com encerramento financeiro até 2029. O texto também determina que os novos atendimentos contem com infraestrutura resiliente, adequada às condições climáticas, territoriais e logísticas da Amazônia Legal, com foco na sustentabilidade e na redução das desigualdades regionais.

    ORÇAMENTO – Segundo o Ministério de Minas e Energia, o programa já conta com orçamento aprovado de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

    17,9 MILHÕES DE PESSOAS – Desde a criação do Luz para Todos, em 2003, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o país, alcançando aproximadamente 17,9 milhões de pessoas. Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal.

  • Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

    Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua.

    Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades.

    Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

    “Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (8).

    Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas.

    “Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos”, comemorou o presidente da Anfavea.

    Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014.

    Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil autoveículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

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    Exportações

    Entre janeiro e abril deste ano, 142,4 mil veículos foram enviados ao exterior, o que significou um recuo de 16,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Anfavea, embora os embarques tenham crescido 8,2% em abril em relação ao mês de março, eles caíram 11,7% na comparação com o ano passado.

    Isso se deve principalmente porque o mercado argentino já não em absorvendo um grande volume de produtos brasileiros.

    “O mercado argentino caiu 6% no primeiro quadrimestre de 2026”, informou Calvet.

    Veículos pesados

     

    A venda de caminhões continua em queda, no entanto, ressaltou a Anfavea, essa queda vem se reduzindo nos últimos meses. Isso é resultado do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos na troca de caminhões mais antigos.

    “O Move Brasil continua ajudando, mas ainda não foi capaz de reverter a queda nas vendas. Essa segunda etapa do programa, que foi recentemente anunciada, vem sim em um bom momento e a gente espera que agora nós consigamos reverter essa queda nas vendas”, disse o presidente da Anfavea.

    Em abril, foram emplacados 8,8 mil caminhões, crescimento de 0,1% em relação a março e queda de 5,8% ante abril de 2025. No acumulado do ano, os emplacamentos de caminhões somaram 30,7 mil unidades, queda de 17,2% sobre igual período.

    Já os ônibus tiveram crescimento de 4,6% nos emplacamentos em relação a março, com 2.049 unidades vendidas, o que representou queda de 6,9% em relação a abril de 2025.

    Elétricos

    Os veículos eletrificados apresentaram um novo recorde de participação, alcançando a marca de 18,3% do total de vendas do país.

    “Temos um total de 48,7 mil unidades de veículos eletrificados emplacados no Brasil no mês de abril. Nesse ritmo a Anfavea já está prevendo em torno de 420 mil a 450 mil veículos eletrificados emplacados nesse ano, o que seria um número bastante robusto”, informou Calvet.

  • Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    Tanzânia deve subir impostos sobre produtos do tabaco para conter mortes

    O Parlamento da Tanzânia solicitou a assistência técnica e financeira da Organização Mundial da Saúde, OMS, para aprofundar a análise da tributação do tabaco, considerada a medida isolada mais eficaz e custo-efetiva para reduzir o tabagismo.

    Em estreita parceria com os especialistas técnicos da OMS na região, o Ministério da Saúde organizou uma reunião de trabalho sobre o Modelo de Simulação de Impostos sobre o Tabaco da OMS, o TaXSiM.

    Política Fiscal Sustentável 

    Numa altura em que se assiste à diminuição do financiamento externo para os programas de saúde, a OMS destaca que a reforma da tributação do tabaco pode reforçar o financiamento interno da saúde e de outras prioridades de desenvolvimento nacional.

    As entidades reunidas no workshop do modelo TaXSiM procuraram efetuar uma análise rigorosa da política fiscal do tabaco, bem como avaliar reformas que beneficiem simultaneamente a saúde da população e a mobilização de receitas internas.

    Segundo a OMS, após o evento, foi produzido um relatório com recomendações para alterações na política fiscal do tabaco, que será apresentado às autoridades competentes para consideração.

    Fardo na Saúde e Economia 

    Na Tanzânia, o consumo de tabaco está associado a um encargo substancial e evitável sobre a economia e a saúde pública do país da África Oriental.

    Estima-se que, anualmente, o tabagismo seja responsável pela morte prematura de mais de 21.800 pessoas no país. Acrescenta-se, ainda, o aumento de doenças não transmissíveis e outras patologias entre os consumidores de tabaco.

    Por sua vez, o custo dos cuidados de saúde associados ao tabagismo atinge cerca de 110 bilhões de xelins tanzanianos por ano, colocando pressão sobre o sistema de saúde. As perdas de produtividade relacionadas com a morbilidade e a morte prematura atribuíveis ao tabaco custam à economia tanzaniana três vezes mais.

    Compromisso com a Saúde Pública

    De acordo com a OMS, a tributação do tabaco e a consequente subida dos preços reduzem o consumo e desencorajam a iniciação tabágica, sobretudo entre os grupos mais jovens da população.

    Ao mesmo tempo, o reforço da carga fiscal sobre os produtos do tabaco contribui para aliviar a pressão sobre os cuidados de saúde e para reduzir as perdas económicas associadas às doenças relacionadas com o tabagismo.

    Ainda em 2007, a República Unida da Tanzânia ratificou a Convenção-Quadro da OMS para o Controlo do Tabaco, comprometendo-se a adotar medidas fiscais e de preços destinadas a tornar os produtos do tabaco menos acessíveis e, desse modo, a proteger a saúde pública.

  • Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    Bases fluviais causam mais de R$ 250 milhões de danos ao crime em 2026

    As Bases Fluviais Arpão, coordenadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), causaram mais de R$ 250 milhões em danos ao crime entre os meses de janeiro e abril deste ano. Durante este período, as unidades flutuantes auxiliaram as Forças de Segurança na apreensão de 10,8 toneladas de drogas, o que resultou no fortalecimento do combate à criminalidade no estado.

    O secretário interino da SSP-AM, Anézio Paiva, ressaltou que o Governo do Amazonas fortaleceu todas as ações de segurança do estado, entre elas a atuação das Bases Flutuantes. O objetivo é aumentar a segurança da população que mora no interior do estado.

    “Temos um resultado muito significativo a partir desse trabalho integrado empregado nas nossas bases. Essas ações não retiram apenas drogas, armas e efetuam apreensões de pescado, elas buscam levar mais segurança para a nossa população do interior. E vamos trabalhar para que isso seja ainda mais fortalecido, com envio de mais policiamento em locais que ainda precisam de reforço”, destacou o secretário interino da SSP-AM.

    Produtividade

    Entre janeiro e abril, somente de maconha do tipo skunk, foram apreendidos 9.851,67 quilos. O volume não representa apenas um número, mas evidencia o enfrentamento incisivo à circulação de entorpecentes e aos crimes associados.

    Além do combate ao tráfico de drogas, as bases fluviais também fortaleceram o enfrentamento de crimes ambientais e biopirataria. No âmbito ambiental, o maior impacto ocorreu no combate aos crimes de venda de carne de caça e pescado ilegal, com a apreensão de mais de 29 toneladas.

    Durante o mesmo período, foram efetuadas 79 prisões entre pessoas que estavam transportando drogas e foragidos da Justiça. Foram apreendidas, ainda, 19 armas de fogo, 6 mil munições, e mais de R$ 1 milhão em espécie, além de sete embarcações.

    Histórico da operação

    As bases fluviais foram implementadas em agosto de 2020, e operam 24 horas por dia, com a atuação integrada de forças como Polícia Militar (PMAM), Polícia Civil (PC-AM), Corpo de Bombeiros (CBMAM), Polícia Científica, Força Nacional e Marinha do Brasil, e cães policiais, que auxiliam e aumentam o poder operativo durante as abordagens.

    As ações de abordagem às embarcações e patrulhamento e visitas às comunidades são realizadas com o auxílio de lanchas blindadas e armamento de alto calibre, entre outros equipamentos de vigilâncias e inteligência.

    Atualmente, o Governo do Amazonas, por meio da SSP-AM, coordena cinco unidades fluviais: as bases Arpão 1, localizada em Jutaí; Arpão 2, em Coari; Arpão 3, na região de Barcelos; Tiradentes, em Codajás; e a base Paulo Pinto Nery, em Itacoatiara.

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